<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757</id><updated>2011-12-25T07:17:15.748-08:00</updated><category term='GM'/><category term='Espírito empreendedor'/><category term='inovação'/><title type='text'>EMPREENDEDORISMO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>95</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-2966374886965271954</id><published>2011-12-24T04:58:00.000-08:00</published><updated>2011-12-24T04:58:39.524-08:00</updated><title type='text'>SEJA EMPREENDEDOR DENTRO DE SUA EMPRESA</title><content type='html'>Quando se fala em empreendedorismo, logo se associa à ação de criar uma empresa – o empreendedor como aquele que abre um negócio e precisa gerir sua firma e funcionários. Mas, ao conversar com o professor universitário Emanuel Leite, os conceitos sobre o tema passam por uma reformulação. Segundo ele, especialista no assunto, o empreender está mais ligado a ter um comportamento inovador do que ao fato de ser o responsável pela abertura de uma empresa. “A pergunta a ser feita é: qual o objetivo de se criar uma empresa? Se responder que é para ganhar dinheiro, o foco está errado. A resposta é para criar, manter e fidelizar uma clientela. Por isso que nem todo empresário é empreendedor. O empreendedorismo está ligado à inovação, mas não no sentido tecnológico, e sim comportamental. É preciso ser inovador”, afirma Emanuel Leite.E este espírito se leva para dentro de uma empresa, no exercício de colaborador mesmo. “Estes são os intraempreendedores, que não desejam sair da empresa na qual possuem contrato e querem contribuir”, explica. Para ser inovador, é preciso reunir espírito de liderança, capacidade de adaptação de ideias e constante atualização. “Para conseguir ser inovador, é necessário sair da zona de conforto, estar sempre inquieto em busca de novas ideias e, o principal, correr riscos calculados. Por isso, poucas pessoas mantêm este espírito, mas é isso que vai fazê-las se sobressair no ambiente profissional. Até porque a tendência para um futuro bem próximo, se bem que já existe no presente, é a extinção do emprego – do contrato com uma empresa – para a prevalência do trabalho – do exercício autônomo”, diz o professor universitário.Para quem deseja manter um espírito empreendedor, o professor Emanuel Leite enumera dez passos (ver quadro). “Todos podem e devem ser empreendedores. É preciso ser determinado porque o trabalho é contínuo e cultivar o que chamo de cinco ‘Ps’: paixão, paciência, prudência, perseverança e prática”.10 PASSOS PARA UM ESPÍRITO EMPREENDEDOR1 – Busca por oportunidades;2 – Persistência;3 – Correr riscos calculados;4 – Exigência de qualidade;5 – Comprometimento;6 – Busca por informações;7 – Estabelecimento de metas;8 – Planejamento e monitoramento sistemático;9 – Rede de contatos;10 – Independência e autoconfiança.PARA SABER MAISLivro- Empreendedorismo, Inovação e Incubação, de Emanuel Leite / - O Fenômeno do Empreendedorismo, de Emanuel LeiteSite: http://emanueleite.blogspot.com/Fonte: Folha de Pernambuco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-2966374886965271954?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/2966374886965271954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/12/seja-empreendedor-dentro-de-sua-empresa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2966374886965271954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2966374886965271954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/12/seja-empreendedor-dentro-de-sua-empresa.html' title='SEJA EMPREENDEDOR DENTRO DE SUA EMPRESA'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-5660743229758181717</id><published>2011-12-11T00:53:00.001-08:00</published><updated>2011-12-11T00:54:03.322-08:00</updated><title type='text'>GOOGLE – A TRABALHAR COM ATIVOS DOS OUTROS</title><content type='html'>Ingenuidade e paixão é uma mistura potente. Combine essas duas características com poder e você tem uma força incrível, Capaz de provocar grandes mudanças para o bem ou mal. Todo empreendedor tem plena consciência que tem uma missão. Os criadores do Google afirmam que seu objetivo é mudar o mundo. “Ganhar dinheiro é apenas uma tecnologia para pagar isso”.Empreendedores brilhantes sempre estão no coração do sucesso de qualquer empresa. Questionam tudo acreditam sempre que a busca de oportunidades e iniciativa é a chave do desenvolvimento de qualquer negócio.Ao olharmos pelo retrovisor percebemos quantos empreendimentos sucumbiram quando o livro impresso substitui os pergaminhos, o telefone que destronou o telégrafo, o automóvel colocou fora de uso das carroças e os cavalos como meio de transportes, o avião que suplantou os navios, o computador superou as máquinas de escrever, os cheques de viagem perdendo terreno para os cartões internacionais. Todos esses produtos vencedores são frutos do conhecimento.O objetivo de qualquer negócio é criar, manter e fidelizar clientes para tanto os empreendedores precisam focalizar os clientes não apenas por idade, sexo, renda, profissão ou local onde moram, mas por preferências pessoais no que se referem a atividades de lazer, locais que gostam de visitar, preferências em produtos/serviços e notícias. É colocar-se – literalmente – no lugar dos clientes que vão usar seu produto ou serviço. Só assim é possível desenvolver aquilo que realmente interessa ao cliente e não à própria empresa.Os empreendedores acreditam que estão modelando um mundo novo e melhor ao usarem com responsabilidade o marketing e a inovação. Não querem fazer nada errado e nem causar prejuízo ao mundo ou às pessoas, mas sabem que é preciso inovar cada vez mais e isso nem sempre deixa todo mundo contente. Investido dessa convicção, os empreendedores têm de fato deixados muitos concorrentes para trás.A revolução da inovação é “um tsunami que, quando você está no oceano, não passa de uma onda grande quando atinge a costa é maior. Imensamente maior”. A inovação avança rapidamente e será amigável com as entrincheiradas empresas míopes.No final do século passado era incipiente a internet, DVSs, televisão por satélite, celulares, máquinas fotográficas digitais. iPods, Play Satsion ou blogs.A informação e o entretenimento foram rapidamente democratizados à medida que a inovação deu poder aos consumidores não apenas para garimpar qualquer notícia a partir de um motor de busca, mas para copiar e compartilhar essa informação. O exemplo da é elucidativo o Google começou como uma empresa de tecnologia e evoluíram para uma empresa de mídia, publicidade, e software, todas em uma só. Fornecer informação para as massas é a sua missão. O Google é uma feliz junção de cientistas e artistas que são vidrados em inovar, subverter a ordem normal de fazer as coisas. É a materialização do espírito empreendedor, da utopia dos que sonham com um mundo novo que leve a uma mudança transformadora fruto de uma cultura baseada e focada no cliente, pois as duas funções fundamentais de qualquer negócio são o marketing e a inovação.Que desafio atormenta um empreendedor como o Bill Gates? Ele teme de alguém em uma garagem esteja a criar algo totalmente novo. Ele não tem a mínima idéia de onde pode estar localizada a garagem – nem mesmo em qual país – e não poderá adivinhar a natureza dessa nova tecnologia. Sabe apenas que a inovação é, em geral, o inimigo das empresas estabelecidas. Empreender é afastar-se de sonhos teóricos e ter a noção de como as coisas funcionam na prática e como são os usuários. Esse é o paradoxo dos tecnólogos: com freqüência, adicionar funcionalidade implica aumentar a complexidade. Podemos substituir o sistema, mas podemos substituir o usuário. Faz-se necessário ter uma visão clara do negócio. Um ponto de vista focado no consumidor. É preciso desenvolver o espírito empreendedor nos indivíduos.O empreendedor precisa convencer os seus clientes a entender o seu modelo de negócio, as coisas não acontecem facilmente, mas na verdade é que basta fazer isso para que as pessoas se aproximem e percebam que estão apegadas a hábitos antigos que não são tão bons assim como é a nova proposta. O empreendedor sabe perfeitamente o que o seu cliente quer.O Google ao copiar pedaços e pegando do conteúdo de reportagens e conteúdo de livros e postando como se fosse dele estar a trabalhar com os ativos dos outros. Sem pagar nada. E o melhor negócio do mundo. Aprender com os erros é uma das maiores características do empreendedor, pois quando comete uma falha é um sinal de que estava a trabalhar com agilidade e fazendo muitas coisas. Ele tem a consciência que não pode é deslizar por estar a trabalhar com lentidão e perda de oportunidades Nos dias de hoje é as empresas micro, pequenas ágeis e com uma visão e missão específica podem dar certo. As grandes empresas é que estão passando por maus bocados. Elas são muito impacientes porque não conseguem explicar aos acionistas públicos como vão conseguir um retorno rápido ao investir em start-ups. Grandes empresas não inovam; elas funcionam.As estrelas desse século serão os empreendedores. “Muitas vezes errados, nunca em dúvida” São pessoas interessantes que desenvolvem trabalhos incríveis, tudo na internet. Trata-se de um novo mundo, com uma nova mídia e um novo comportamento do usuário. Para conquistar esse público, é preciso entender a maneira como eles reagem. Os usuários não apenas acessam, recebem informações ou se divertindo. Ele estar interagindo – a palavra interagir como uma nova métrica, ao contrário de ficar assistindo. Podemos denominar isso de estado ativo, em oposição ao estado passivo Esse público se interessa por diferentes formas de contar uma história.O sucesso que qualquer negócio na internet tem permitir que o usuário seja capaz de acessar o conteúdo em qualquer dispositivo, aprender procurando por informações na internet, jogar videogames, conectar-se a redes sociais e de mensagens instantâneas, fazer micro transações envolvendo dinheiro na internet e criar conteúdo gerado pelo próprio usuário. “Conteúdo é como o consumidor escolhe passar o seu tempo”.Uma vez que você alcança certo tamanho, precisa descobrir novas maneiras de crescer, então começa a investir em outras linhas de negócios. E quando você faz isso, meio que desperta aqueles que estão sendo incômodos que passam a tentar barrar a sua entrada nesses novos negócios.É difícil ter uma visão mais ampla quando se está muito focado. Quando uma empresa cresce rapidamente. Seu ambiente se altera bastante. As prioridades passam a depender do que cai bem internamente, e, aos poucos. O empreendedor se afasta dos clientes. Crescer demais e perder o foco deve ser de longe a maior preocupação. O objetivo de qualquer negócio é satisfação do cliente.É preciso ter uma visão coesa e focada sobre a empresa. Não se pode correr o risco de querer fazer tudo e ser tudo, para todo o mundo. É preciso preocupar-se com a simplicidade.Empreender é viver a fantástica, porém dolorosa experiência de fracassar e dar a volta por cima. A sabedoria do fracasso proporciona um enriquecedor aprendizado.O Google montou seu modelo de negócio trabalhando com o conteúdo dos outros a um custo zero. É a única empresa que sua matéria prima é os ativos dos outros.O mundo dos negócios vem mudando muito rapidamente. Os serviços de mídia que não existiam há uma geração, tais como celular, banda larga, TV digital, TV por satélite e iTunes, entre outroO público que era fiel à televisão aberta mudou para TV a cabo, para o vídeo sob demanda, para os DVSs, para o YouTube, para Facebook, etc. A informação precisa ser livre.As empresas podem ser divididas em duas grandes categorias: as poucas que criam ondas e as muitas que aproveitam para embarcar na onda – ou se afogam. As empresas de elite que criam as ondas são raras, os surfistas são comuns.Uma empresa pode ser bem-sucedida, como a Cisco, a Dell, a Oracle, embora isso não altere fundamentalmente o comportamento do consumidor ou das outras empresas.A proposta da Dell de produzir computadores com a maior eficiência possível era original, não revolucionária; afina, ela mudou o mundo como os consumidores se comportam.Steve Jobs e a Apple são criadores de ondas. Já Dell tentou surfar nas ondas. A onda da Apple começou com o Apple II, que lançou a era do PC em 1997. Em 1984 veio o Macintosh, com sua inovadora interface gráfica, Depois, surgiu o estúdio Pixar, que transformou o cinema de animação, e, por fim, o iPod, o iTunes e iPhone.É seguro dizer que a Intel e a HP criaram ondas, bem como a Amazon. Existem aqueles que dizem que a Microsoft não se qualifica porque ela surfou as ondas que os outros inventaram, mas é inegável que o sucesso que ela há três décadas mudou a computação. É muito cedo para saber se o Facebook, o YouTube, o Twitter ou a Wikipédia vão ter impacto duradouro. O Google é criador de ondas. Ele eliminou as barreiras para encontrar a informação e o conhecimento. A onda Google quebrou em cima de indústrias inteiras: de publicidade, jornalismo, edição de livros, telefonia, cinema, software e fabricantes de equipamentos. Seu poder é medido pelas empresas que a temem e pelo público que a adora.“A atual geração de empreendedores vem crescendo no mundo on-lne, acreditando que tudo o que digital é grátis. Podemos pensar na internet como uma máquina copiadora que produz informações gratuitas? Como um empreendedor faz para ganhar dinheiro vendendo cópias gratuitas? Quando a cópias são gratuitas, o empreendedor precisa vender coisas que não podem ser copiadas. A primeira delas é a confiança, que não é duplicável. Confiança precisa ser conquistada ao longo do tempo”.O empreendedor digital acredita que a internet pode transformar vidas, sociedades e economias positivamente tendo sempre em mente a responsabilidade social corporativa. Sempre a experimentar, correr riscos e inovar tendo como pano de fundo uma visão de negócio onde social esteja presente.Em 1989 não existia a internet e a IBM era a número um do negócio de informática. O objetivo das empresas do ramo era tentar superar a IBM. Passaram-se décadas a televisão virou um dinossauro.Assistimos o surgimento e desaparecimento de empresas. A Netscape é um exemplo. As ondas de destruição criativa renovam rapidamente o tecido econômico. Muitos empreendedores ao ver o Youtube se perguntam como não previ o Youtube? E a CNN? A ESPN? Como é possível que a IBM tenha cedido o sistema operacional desenvolvido para Microsoft que qualquer PC utilizar?O mundo está a caminhar rumo às vendas diretas – sem intermediários, sem lojas? A internet democratiza o conhecimento – empreendedorismo + conhecimento = criação de riquezas – permitindo a todo o acesso às lojas virtuais, jornais, revistas ou livros de qualquer parte do mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-5660743229758181717?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/5660743229758181717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/12/google-trabalhar-com-ativos-dos-outros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5660743229758181717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5660743229758181717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/12/google-trabalhar-com-ativos-dos-outros.html' title='GOOGLE – A TRABALHAR COM ATIVOS DOS OUTROS'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-71456581133398750</id><published>2011-10-23T04:35:00.000-07:00</published><updated>2011-10-23T04:35:29.657-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDOR X EMPRESÁRIO</title><content type='html'>O ponto em que o empreendedor se diferencia do é que o empreendedor é o pioneiro ou o criador de empresa; aquele que tem o mérito de iniciar um empreendimento empresarial, de lançar-se ao mercado com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócios.  O empreendedor e o empresário são duas figuras que se completam e se diferenciam das demais pelo fato de terem optado por um tipo de atividade com valores bem determinados, no caso dos negócios. O empresário "cresce" mais do que o empreendedor, o pioneiro, o criador da empresa. Começa aqui a surgir o empresário, iniciando, ou continuando a sua trajetória, distanciando-se do empreendedor pelo fato deste continuar insistindo em permanecer agarrado ao pequeno negócio ou mesmo em não querer desenvolver-se como pessoa ou como homem de negócios. O empreendedor é um homem de muita iniciativa, dotado de uma personalidade agressiva, um eterno farejador de oportunidades, sobretudo, aquelas ligadas ao seu interesse e motivações. Um dos fatores de sucesso do empreendedor é lançar-se naquilo que ele gosta de fazer.         O empreendedor é um criador de negócios e muito trabalhador, não só porque faz aquilo que gosta, mas também, porque a quase totalidade dos seus empreendimentos gira em torno dele.        Ele faz e gosta de fazer tudo sozinho. O seu sentimento de propriedade é muito acentuado. A empresa é a sua própria pessoa. Geralmente, é um indivíduo com muitas idéias, adora o risco e, normalmente, é possuidor de capacidade de iniciativa para se lançar em novos negócios, assumir riscos, costuma encantar este tipo de pessoas, apesar de muitos empreendedores se limitarem a tocar seus pequenos negócios, que estão dando certo.        Há uma complexidade de fatores responsáveis pelo surgimento de empreendedores e criadores de empresas. O envolvimento dos empreendedores com a empresa é tão grande que se torna difícil - e até impossível dissociar os "objetivos" da empresa dos pessoais, e a complexidade de motivação para os negócios aumenta de tal forma que fica difícil saber quais as verdadeiras razões pelas quais um indivíduo, ou grupo de indivíduos, criou um negócio.       Esta complexidade aumenta quando as razões de existência do negócio se alojam, muitas vezes, nas profundezas do inconsciente do empreendedor. O empreendedor (pioneiro, criador de novos negócios) começa a ter o seu papel sufocado quando sua obra empresarial (empresa ou grupo de empresas) cresce acima de suas possibilidades e ele não teve a iniciativa ou condições de dotar seus empreendimentos de uma estrutura organizacional e gerencial de ter o seu talento criativo e de realização ampliado e, acima de tudo, de ver sua obra consolidada e bem sucedida ao longo de sua vida, principalmente depois de sua morte. O empresário é, também, um criador de empresas, apesar disso, é mais raro o empreendedor ser um empresário. A não ser quando ele, o empreendedor, consegue romper suas limitações de meio fazedor de negócios; o empresário tem, portanto característica de pioneiro, de empreendedor, apesar de haveres bem-sucedidos empresários que não criaram empresas, residindo seus méritos em administrar com competência a obra herdada por seus antepassados.           O empresário, entretanto tem outras características, usualmente não existentes no proprietário-empreendedor. Uma delas é que ele (o empresário) "cresce" tanto no plano individual (como pessoa, como indivíduo, como ser humano), quanto no empresarial, cumprindo obrigações ao nível de nobre missão empresarial, investindo e realizando projetos, criando riqueza, dando empregos, contribuindo para o desenvolvimento do país no qual ele opera e lucra. Assim, o empresário situa-se num plano superior ao do empreendedor, devido ao seu corre-corre no dia-a-dia, tem dificuldade de evoluir, desenvolver as tarefas mais relevantes, apesar de não ser a rotina de empresa a causa principal de sua não evolução.           O indivíduo torna-se empresário quando consegue superar hábitos de empreendedor, de meio criador e tocador de novos negócios e passa a se envolver com tarefas de grande magnitude, mais ligadas à sociedade global. Diga-se de passagem: o ambiente externo é o verdadeiro local de trabalho de empresário. Quanto mais fica desligado da operação da empresa, mais ele justifica seu papel de empresário. A operação é de responsabilidade dos executivos. O fato de a empresa ser conduzida pelo empreendedor ou pelo empresário tem marcantes reflexos na forma de geri-las. Quanto mais o empreendedor não evolui para a categoria de empresário, ou seja, continua encolhido na sua condição de empreendedor, ele tem uma tendência de querer que seus executivos trabalhem mais para "ele" do que para a empresa.         No entanto, à medida que vai evoluindo para a condição de empresário, a organização vai-se estruturando e tornando-se mais impessoal. Assim, os executivos trabalham mais para a empresa do que o "dono" da empresa. À medida que a empresa se vai profissionalizando, libertando-se da presença do "dono" (como acontece, de forma acintosa, nas empresas familiares). Um empreendedor é sempre um empresário em potencial ele possui características que o situam como um dos principais agentes do sistema econômico que valoriza a iniciativa privada.           Um empreendedor é aquele indivíduo que assume um papel ativo do agente econômico. Toma a iniciativa, assume risco e dá partida no seu projeto: o empreendimento. Um empreendedor é igualmente, um indivíduo que trabalha bem acima de média e se gratifica muito com os resultados positivos, sejam materiais ou subjetivos, de sua obra. Poderia ser comparado a um artista plástico ou a um compositor que, possuindo condições especiais de ordem psicológica ou até genética e com senso de oportunidade acima da média, se move na direção de preencher ou de criar novas oportunidades. Um empresário é um empreendedor em outra escala e com diferentes desafios e perspectivas. Eu diria que todo empresário é, necessariamente um empreendedor, mas nem todo empreendedor é, necessariamente um empresário. Vejam o motivo: um empresário possuir as características fundamentais do empreendedor e, além disso, uma visão mais ampla de suas responsabilidades sociais. Ele se diferencia também do empreendedor na sua forma de administrar um negócio.         A um empreendedor é permitido um maior espaço para improvisar e administrar de maneira não ortodoxa. Um empresário, por outro lado, precisa ter uma visão mais ampla, no espaço e no tempo.          No espaço, atendendo às suas obrigações para com a sociedade em geral e para com o país. Necessita olhar o seu empreendimento (a empresa) como uma instituição que transcende necessariamente a sua própria figura e se insere num contexto de permanente contribuição para a riqueza de seus funcionários, seus acionistas e o próprio país.        Existe uma diferença entre empreendedor e empresário. A atitude do empreendedor no ato pioneiro, quase intuitivo, de lançar-se a algum empreendimento nem sempre significa que ele tenha as características exigidas hoje, do moderno empresário, pois se resumem numa extraordinária capacidade de tratar, de levar ao mercado um produto de qualidade e custos satisfatórios.         Então, nem todo empreendedor tem, necessariamente, características de empresário. Mas, o empresário, para ter sucesso, precisa de uma cota de empreendedor para garantir a sobrevivência plena de sua empresa.         "A diferença entre o empreendedor e o empresário, é que o empreendedor, como a própria palavra o diz, é aquele que empreende alguma coisa, que inicia e tem, inclusive, essa ambição de empreender muito mais como o administrador de alguma coisa que existe de uma empresa. Quer dizer: ele é muito mais um administrador no sentido de manter a vida de um ou mais empreendimentos de forma permanente.          É aquele capaz de montar uma estrutura dentro de um planejamento ou de uma empresa e a transforma numa coisa permanente.          O empreendedor pode ser aquele que faz o projeto, e, terminado, já não tem as mesmas condições de administrar aquele empreendimento: enquanto o empresário, como a palavra o diz, é um homem que, no fundo, administra, gerencia uma empresa e faz com que ela progrida. Essa é a diferença básica entre o empreendedor e o empresário. E quando você pede para estabelecer as fronteiras de atuação, podemos dizer exatamente isto: o que faz o negócio novo, o que se dedica a construir, a realizar alguma coisa, seja uma máquina, um produto, uma invenção, ou outro tipo de projeto que ele empreende. Mas o empresário é aquele que chega após o empreendimento existir, administra e faz com que esse empreendimento prospere.  "O empresário é alguém que zela mais pela instituição do que pelo objetivo do trabalho: tem a visão da continuidade da sua obra, que estará viva além de sua própria vida física, que qualquer coisa que se plante; dela se colherá algo. Mas não necessariamente sob a forma de lucros, de resultados reais ou mesmo em tempo curto, visível e determinado.          O empreendedor é aquele que vive cada momento o objetivo prático de sua ação. E consegue equacionar os problemas de modo correto que os resultados apareçam com data visível, números claros e perfeitamente definidos.         As fronteiras de atuação de cada um deles são nítidas, porque, na realidade, as empresas deveriam ter ambos os modelos. Um empresário puro seria o poeta do empresariado, um indivíduo que não busca resultados imediatos; não os tendo, interrompe a obra de formulação de sua empresa. E um empreendedor dificilmente sobrevive aos debates da adversidade, quando ocorrem.        "Alguns indivíduos desejam gerenciar seus negócios e estão preparados para arriscar seu próprio capital, iniciando um empreendimento, tornando-se responsável pela geração de empregos para outros indivíduos. Eles podem gerenciar pequenas lojas, restaurantes, ou estabelecer-se com grandes fábricas.         “Muitos homens empregados em organizações com pouca ou quase nenhuma - chance de promoção - consideram montar, iniciar seus próprios negócios, como o próximo e decisivo passo de suas vidas”. É possível fazer uma diferenciação clara entre o indivíduo que é chamado de empresário e outro que é denominado de empreendedor (entrepreneur). Uma pessoa pode ser empresário sem ser um empreendedor e vice-versa, é o que nos ensina o  Peter F. Drucker - DRUCKER diz que: a) O empreendedor não é um capitalista, embora precise de capital; b) O empreendedor não é um investidor, todavia assume riscos; e c) O empreendedor não é um empregado, contudo possa ser, e freqüentemente o é, um empregado - ou alguém que trabalha sozinho e exclusivamente para si mesmo. Empreendedor para Drucker é alguém que cria algo novo, algo diferente, que modifica ou transforma valores. Ele está sempre buscando a mudança, reage a ela e a explora como sendo uma oportunidade.          Os empreendedores inovam. A inovação é o instrumento específico do espírito empreendedor. O empreendedor, por definição, transfere recursos de áreas de baixa produtividade e rendimento para áreas de produtividade e rendimento mais elevados. De acordo com o raciocínio de Drucker, o fato de alguém abrir uma nova empresa não faz dessa pessoa necessariamente um empreendedor. Ela poderá estar iniciando um negócio igual a tantos outros já existentes no mercado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-71456581133398750?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/71456581133398750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/10/empreendedor-x-empresario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/71456581133398750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/71456581133398750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/10/empreendedor-x-empresario.html' title='EMPREENDEDOR X EMPRESÁRIO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-8969422611617982247</id><published>2011-09-04T05:06:00.000-07:00</published><updated>2011-09-04T05:06:11.138-07:00</updated><title type='text'>AS REALIDADES DO EMPREENDEDOR</title><content type='html'>		Numa empresa, o empreendedor deve encarar quatro realidades principais sobre as quais não tem essencialmente nenhum controle:		1. Seu tempo, na aparência, a pertence a um grande número de pessoas. Praticamente todo mundo pode, pessoalmente ou por telefone, intrometer-se no tempo de que um empreendedor dispõe. Na verdade, os empreendedores podem ser definidos como pessoas que, normalmente não dispõem de tempo para si próprias;		2. Os empreendedores são obrigados a se manterem em atividade, a não ser que façam algo de positivo para alterar a realidade em que vivem e trabalham.		Se o empreendedor deixar os acontecimentos determinarem o que ele deve fazer, qual trabalho executar ou o que levar a sério, estará longe de atual eficazmente. Pode tratar-se de uma excelente pessoa, mas estará seguramente desperdiçando seus conhecimentos e capacidade, e jogando fora a eficácia que poderia conseguir.		O empreendedor precisa é de critério, que lhe permitirá trabalhar no que é verdadeiramente importante, isto é, em contribuições e resultados.		3. O empreendedor pertence a uma organização e isso significa que ele só e eficaz se e quando outra puder servir-se de sua contribuição.		4. Os empreendedores são parte de uma organização. Cada um deles em sua organização vê essa entidade como uma realidade próxima e imediata.                  Muitas das vezes ele não sabe o que se passa fora dela, a não ser em segunda mão. Neste intervalo, o que acontece em seu interior pode ser resumido em esforço e custo.		A organização é um artifício social, um órgão da sociedade, e se justifica pela contribuição que presta ao mundo exterior. Quanto maior e bem-sucedida for uma organização, tanto mais os acontecimentos internos, tantos mais os acontecimentos internos tendem a engajar o interesses, as energias e a capacidade do empreendedor.		Um risco, especialmente nesta era de tecnologia da informática, é excluir os acontecimentos externos do interesses dos empreendedores. Deve-se lembrar que o computador só utiliza dados quantitativos - e só pode quantificar o que se passa dentro da organização.                Já os acontecimentos externos raramente são disponíveis em forma quantitativa, e sim qualitativa. E quem pode selecioná-los é o empreendedor.		A eficácia empreendedora não é igual à eficácia comum dos empregados. Não sendo eficácia empreendedora uma aptidão ela é um hábito a ser adquirido. Quais são as práticas que levam à aquisição deste hábito? A resposta a essa pergunta: cinco são os princípios gerais da eficácia:		a) Saber onde gastar o próprio tempo;		b) Concentrar esforços em resultados mais do que em trabalho;		c) Basear-se nas qualidades pessoais mais fortes;		d) Concentra-se nas tarefas-chave;		e) Tomar decisões efetivas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-8969422611617982247?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/8969422611617982247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/09/as-realidades-do-empreendedor_04.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8969422611617982247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8969422611617982247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/09/as-realidades-do-empreendedor_04.html' title='AS REALIDADES DO EMPREENDEDOR'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-179314404025997920</id><published>2011-08-28T13:54:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T13:57:58.199-07:00</updated><title type='text'>FOCALIZANDO AS OPORTUNIDADES</title><content type='html'>&lt;br /&gt;       Para tornar eficaz seu negócio, o empreendedor dispõe de três métodos bem experimentados e comprovados:&lt;br /&gt;	1. Pode começar com um modelo do “negócio ideal”, que produziria resultados máximos em conseqüência dos mercados e conhecimentos disponíveis - ou pelo menos aqueles resultados que, em longo prazo, ofereçam maiores possibilidades de êxito.&lt;br /&gt;	2. Pode tentar maximizar as oportunidades, focalizando os recursos disponíveis nas possibilidades mais atraentes e dedicar-se a elas obter os melhores resultados.&lt;br /&gt;	3. Pode maximizar os recursos para que sejam encontradas - ou criadas - aquelas oportunidades que lhes forneçam o maior o impacto possível. &lt;br /&gt;	Na busca de novas oportunidades toda empresa deve estar aberta para o futuro. Sabem-se duas coisas sobre o futuro: que não pode ser conhecido e que será diferente de hoje. Analisar o futuro significa estudar os eventos significativos de hoje quanto ao seu impacto no amanhã.&lt;br /&gt;        Os grandes eventos têm sempre um espaço de tempo entre si e seu impacto, nas pessoas e nas idéias. Duas fontes importantes de investigação são, sem dúvida, a população (as maiores mudanças de mercado foram criadas pelas mudanças de população) e o tempo de lazer que leva à procura de novos bens e conhecimentos. &lt;br /&gt;O empreendedor pode-se pergunta:&lt;br /&gt;	a) Aconteceu alguma coisa que poderá estabelecer uma nova realidade para a indústria, o país, o mercado?&lt;br /&gt;	b) Está acontecendo alguma coisa na estrutura de uma indústria que indica uma mudança maior?&lt;br /&gt;	c) Quais são nossas suposições básicas sobre a sociedade e a economia, o mercado e o consumidor, o conhecimento e a tecnologia?&lt;br /&gt;	d) Elas ainda são válidas?&lt;br /&gt;	Aqui temos uma contribuição acerca das questões mercadológicas ao empreendedor, onde autor basicamente terce comentários sobre a maximização de  oportunidades do que na solução de problemas. &lt;br /&gt;        Texto está mais voltado para as perspectivas do futuro. O futuro não será feito amanhã. Está sendo construindo hoje em grande parte decisões e ações tomadas com respeito às tarefas de hoje.&lt;br /&gt;		 &lt;br /&gt;       Focalizando, tão perto como nunca foi à oportunidade, afirmando, que suas proposições podem ser vistas sobre outra ótica - a da capacidade dos empreendedores, traduzida na eficácia da gestão de seus empreendimentos.  &lt;br /&gt;       Oferecem-se ao empreendedor conceitos muitos práticos e operacionais, os quais, ao mesmo tempo estão em perfeito acordo com a filosofia da administração&lt;br /&gt;       Observa-se que é comum encontrarem-se empreendedores, de boa inteligência, sólidos conhecimento do ramo de negócio no qual deseja empreender, pessoas brilhantes e imaginativas. &lt;br /&gt;         No entanto poucos desses empreendedores são eficazes. Confundem-se inteligência e eficácia, quando se conhece muito empreendedor com a primeira qualidade e sem a segunda. &lt;br /&gt;        O mesmo se pode dizer das outras qualidades acima apontadas. São muitos os empreendedores bem dotados de conhecimentos técnicos do negócio, mas ineficazes na condução da parte gerencial do empreendimento&lt;br /&gt;		Pode-se constatar, com base nessas reflexões "o que os empreendedores eficazes fazem que nós não façamos, e o que eles não fazem que nós tendamos a fazer". 	&lt;br /&gt;           O objetivo desse texto gira em torno da idéia central que é a eficácia é um hábito, não uma qualidade herdada naturalmente. A eficácia pode ser aprendida.&lt;br /&gt;	O que se exige de um trabalhador subalterno é que faça bem o que deve fazer, enquanto o empreendedor deve fazer certas as coisas certas.&lt;br /&gt;        Grande parte da eficácia não é representada pelo próprio desempenho dos atos, pela escolha do alvo certo onde concentrar suas energias. &lt;br /&gt;        Nada mais triste do que observar um departamento de pesquisa e desenvolvimento inteiro desperdiçar seu talento num projeto errado.&lt;br /&gt;	Outro aspecto da eficácia é olhar para fora da empresa: "Todo o empreendedor, seja sua organização uma empresa comercial, industrial ou de serviços, vê o interior - a organização - como a realidade próxima e imediata, &lt;br /&gt;        Ele vê o exterior somente através de lentes espessas e destorcidas. O que acontece fora não é nem mesmo conhecido em primeira mão. É recebido por um filtro de relatórios, isto, numa forma pré-digerida e altamente abstrata que impõe critérios organizacionais de relevância à realidade externa".&lt;br /&gt;	Como se sabe, "não há resultados dentro da organização. Todos os resultados estão fora. Os únicos resultados do negócio são produzidos por um consumidor que converte os custos e esforços do negócio em dividendos e lucros".&lt;br /&gt;	A grande questão é que os eventos externos importantes e relevantes são freqüentemente qualitativos e não são passíveis de serem quantificados. E muitos de nossos empreendedores estão cada vez mais dominados pelo ópio intelectual da estatística a ponto de não serem capazes de enxergar nada além das tendências estatisticamente demonstradas. Os verdadeiros eventos externos não são tendências, são mudanças nas tendências. Algumas decisões que dependem da estatística são tardias.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-179314404025997920?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/179314404025997920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/08/focalizando-as-oportunidades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/179314404025997920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/179314404025997920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/08/focalizando-as-oportunidades.html' title='FOCALIZANDO AS OPORTUNIDADES'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-2017635122453326495</id><published>2011-08-14T05:24:00.000-07:00</published><updated>2011-08-14T05:25:51.555-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO: TRANSFORMAR SONHOS EM REALIDADE</title><content type='html'>Urge uma política pública de fomento ao empreendedorismo! Faz-se premente a criação de um ambiente propício ao desenvolvimento de empreendedores. Temos que estimular os milhões de jovens que estão sendo as maiores vítimas da crise econômica mundial com estimulo ao empreendedorismo e a inovação.&lt;br /&gt;Se quisermos empreendimentos de qualidade devemos apoiar ações em que a inovação e o empreendedorismo sejam estimulados e possam florescer.&lt;br /&gt;Precisamos de pessoas com espírito empreendedor capazes de revolucionar o mundo com suas idéias de negócio.  Empreendedorismo + conhecimento = criação de riquezas em qualquer parte do mundo. &lt;br /&gt;Todos os países estão a depara-se com dificuldades nesse inicio de década do século XXI. Milhões de pessoas estão desempregadas ou risco de perder seu posto de trabalho. Muitos estão a lutar desesperadamente por um emprego. O desemprego é uma verdadeira efemeridade mundial.&lt;br /&gt;Vivem-se tempos de economias frágeis, contagiadas pela incerteza do amanhã, agravadas por infra-estruturas saturadas, assoladas por problemas ambientais e alarmantes índices de pobreza.&lt;br /&gt;Tempos turbulentos exigem idéias criativas e inovadoras para que tenhamos o progresso e geração de riquezas para todos. A inovação mais do que dobrou nossa expectativa de vida e nos deu energia barata e mais possibilidade de alimentação para toda a humanidade.&lt;br /&gt;O progresso será fruto da adoção da criatividade, inovação e espírito empreendedor por todos. O crescimento será pífio se não for estimulado o empreendedorismo. Empreendedorismo é igual a espírito empreendedor + oportunidade (cada vez mais a sua criação e não a sua pura identificação) + liberdade de ação ( nos EUA tivemos a criação de empreendimento em garagens como nos casos da Apple, HP, em residências universitárias – Microsof e Facebbok).&lt;br /&gt;As crises nos ensinam a sermos mais criteriosos, fazer mais com menos, isso, de fato, condiciona a necessidade de inovação e de um nível de criatividade que não teríamos em tempos normais. Empreendedores bem-sucedidos tiram proveito de seu espírito empreendedor e agem com coragem na procura de novas oportunidades para criação de valor.&lt;br /&gt;Em toda da historia da humanidade, o termo empreendedorismo era atribuído a aqueles indivíduos que desafiavam a sabedoria tradicional para poder enxergar o que poucos são capazes. &lt;br /&gt;O fenômeno da palavra empreendedorismo hoje transcende as antigas e simples relações com as habilidades empresariais para o que descreve a reportagem &lt;br /&gt;Os empreendedores são os sujeitos capazes de sonhar e de transformar sonhos em realidade, de identificar oportunidade e transformar em negócios, correr riscos e muito suor, que o tino empresarial é o fator fundamental para o empreendimento vingue, prospere e tenha sucesso, e os fracassos resultam em valiosas lições para novas tentativas. &lt;br /&gt;Estudioso trazem conceitos à realidade cotidiana, como Joseph Schumpeter, um dos primeiros a estudar este fenômeno que define o empreendedorismo como um ser iluminado, privilégio de poucos, de faro especial para detectar e aproveitar as chances, capaz de criar novos ciclos econômicos, criar novas mudanças tecnológicas introduzindo processos inovadores de produção, abrindo novos mercados, agregando fontes de matérias primas e estruturando organizações. &lt;br /&gt;Peter Drucker tem uma visão mais moderada define o “empreendedorismo como um comportamento e não um traço da personalidade”, que as pessoas podem aprender a agir como empreendedoras, usando as ferramentas baseadas no interesse em buscar mudanças, reagir a elas, explorá-las como oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;Dos sonhos à realidade empreendedora&lt;br /&gt;Um dos primeiros a estudar o empreendedorismo inserido no contexto econômico dos países, Joseph Schumpeter, definiu o empreendedor como sendo “um ser com dotes especiais, capaz de detectar oportunidades de negócio e também criar um novo ciclo econômico.” Trazendo esta perspectiva para a realidade cotidiana, &lt;br /&gt;Peter Drucker, afirma em seu livro Inovação e Espírito Empreendedor: “O empreendedorismo é um comportamento e não um traço de personalidade”. Ele prega que as pessoas aprendem a agir como empreendedoras, se interessando pelas mudanças, reagindo a elas enxergando-as como oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;Nos padrões de Drucker  seria um empreendedor que souber enxergar as mudanças e aproveitá-las. Então, já que mudanças ocorrem todos os dias, empreendedores são milhões e milhões. Nem todos são bem-sucedidos como empreendedores. Muitos passam por grandes fracassos até aprender. &lt;br /&gt;Os traços comuns entre empreendedores de sucesso são: Iniciativa, persistência, especialização, persuasão e capacidade de assumir riscos. É necessário ter um profundo conceito de si mesmo: o que mais gosta, em quais áreas tem mais conhecimento e principalmente ter consciência dos próprios limites, se necessário contar com parceria de sócios e colaboradores para suprir suas deficiências.&lt;br /&gt;As questões psicológicas e de auto-conhecimento que nos alerta McClelland são de fundamentais importância para qualquer tipo de negocio. A partir daí, temos duas vertentes: a de como fomos educados por nossos pais e o que eu sou hoje, pois esses fatores irão influenciar no futuro do meu negócio. &lt;br /&gt;O ser humano tem uma tendência muito forte de transferir inconscientemente questões do campo psicológico para o campo profissional, onde muitas vezes se confunde o negócio como a solução dos problemas, ou se confunde o desejo de ser dono como uma fuga de algo que o incomoda. Assim cria-se o risco de acontecer muitos problemas dentro da empresa, os mais comuns são: &lt;br /&gt;O empreendedor nos dias de hoje tem de ter idéias pragmáticas e orientadas para o mercado. A prosperidade nos negócios depende muito de quanta compreensão se recebe das pessoas com quem se faz negócio. O serviço pós-venda é mais importante do que a assistência pré-venda.&lt;br /&gt;Desenvolver um bom modelo de negócio – “a totalidade de como uma empresa escolhe seus clientes, define e diferencia suas ofertas (ou resposta ao mercado), define as tarefas que ela mesma desempenhará e aquelas que serão terceirizadas, configura seus recursos, vai ao mercado, cria utilidade para os clientes e capta os lucros.&lt;br /&gt;Muitos negócios fracassam durante seu primeiro ano de existência em virtude de um conceito falho do produto, financiamento subdimensionado ou dificuldades com a distribuição. &lt;br /&gt;O empreendedor não pode sentir-se culpado pelo sucesso. A fonte de ser bem-sucedido é dedicação que devota ao seu empreendimento, nunca esquece que cada pessoa que encontra pela frente é um cliente em potencial, seus colaboradores e clientes.&lt;br /&gt;O lucro é a justa recompensa dada aos empreendedores por consumidores satisfeitos com a qualidade e o serviço de um produto. O lucro é o oxigênio da empresa.&lt;br /&gt;A motivação e a determinação de enfrentar grandes desafios exercem um papel crucial, no sucesso de um empreendedor.&lt;br /&gt;O que é, afinal de contas, um empreendedor? Para mim, o termo engloba aqueles indivíduos que criaram ou transformaram empresas e que, durante o processo mudaram o mundo e ficaram ricos. Alguns empreendedores são movidos pela inspiração, otimismo, pela necessidade de realização&lt;br /&gt;O que os empreendedores nos ensinam com muita clareza é que não adianta lançar a culpa sobre os outros pelos problemas que obrigados a pensar. Eles não acham que o mundo seja um lugar justo, que recompensaria os seus esforços e, por fim, acabaria se rendendo ao seu gênio. “Todo o revés nada mais é do que um mal-entendido efêmero do cosmo”&lt;br /&gt;Não existe fórmula para brilhar no mundo dos negócios. Existem, porém, alguns temas recorrentes na conduta dos empreendedores de sucesso. Não importa o estilo, se é fundamentada na inspiração ou na intimidação, a missão é sempre clara e as mensagens consistentes. &lt;br /&gt;São esses os elementos fundamentais para que seus sonhos se concretizem, assim como a percepção ilimitada daquilo que tem a oferecer, bem como a resolução inarredável de cumprir o seu destino.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-2017635122453326495?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/2017635122453326495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/08/empreendedorismo-transformar-sonhos-em_4034.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2017635122453326495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2017635122453326495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/08/empreendedorismo-transformar-sonhos-em_4034.html' title='EMPREENDEDORISMO: TRANSFORMAR SONHOS EM REALIDADE'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-4680673382886547571</id><published>2011-07-31T07:06:00.000-07:00</published><updated>2011-07-31T07:11:21.809-07:00</updated><title type='text'>ENTREPRENEUR E ENTREPRENEURSHIP</title><content type='html'>Os termos: Entrepreneur e Entrepreneurship apresentam problemas de tradução para os principais idiomas, a partir de sua origem- o francês, - para o português não foi diferente. &lt;br /&gt;        Entrepreneur poderia ser traduzido como empresário. Todavia o termo é empregado para designar não necessariamente um empresário, porém, um empreendedor. No tocante a "Entrepreneurship", existe um forte corrente a favor da adoção em português da tradução "espírito empreendedor", pois é o que melhor se adapta nos casos em que é empregado.&lt;br /&gt; O termo entrepreneur tem raízes francesas e sua tradução literal é empreendedor, empresário ou aquele que empreende a criação por conta própria, em seu benefício, e os seus riscos, de um produto qualquer, ou aquele que lança à realização ("entre" significa estar sob e "preneur" é, derivado do verbo francês prende, conduzir).&lt;br /&gt; O guru da administração Peter F. Drucker tem uma teoria acerca dos empreendedores. Sua idéia é que qualquer indivíduo de qualquer organização pode aprender como ser um empreendedor. E que não existe nenhum mistério nisto. &lt;br /&gt;       Drucker vem montando desde a década de 40 do século XX seu ponto de vista a respeito das questões ligadas ao "entrepreneurship". Ele sintetiza todas suas idéias a respeito deste tema no livro Inovação e Espírito Empreendedor: (entrepreneurship) Prática e Princípios. São Paulo, Pioneira.&lt;br /&gt; A inovação e o espírito empreendedor, para estas duas coisas são “tarefas que podem ser organizadas - "é preciso que sejam organizadas", elas são diz ele, é um trabalho sistemático, diz Drucker.&lt;br /&gt; Drucker, na introdução deste seu livro, contudo, apresenta uma recusa, uma negação: Ele não discutirá, debaterá características e traços psicológicos. Este é um ponto importante. &lt;br /&gt;        Enquanto ele provavelmente está certo que as dificuldades e oportunidades geradas pelo "entrepreneurship" podem ser estudadas e aprendidas, assimiladas. O espírito empreendedor é algo muito mais profundo do que se possa imaginar. &lt;br /&gt; Indivíduos que criam negócios inovadores e prósperos, que podem vir a ter todas formas e tamanhos inagimáveis. Porém ele tem algumas características que outras pessoas não as têm. &lt;br /&gt;        Numa mais profunda percepção da questão, eles estarão mais propensos de aceitar riscos de que se pode pensar. Eles têm a habilidade para lutar para decifrar a sua vida profissional - uma consistente falta de um quadro mais nítido do que se avizinha pela frente. &lt;br /&gt;         Muitos têm um objetivo para colocar sua marca em tudo que estão criando. E enquanto um desenfreado violento ego pode ser uma coisa destruitiva, tenta encontrar um "entrepreneur" cujo ego não esteja completamente envolvido nas questões relacionadas com a empresa.&lt;br /&gt; Drucker está certo que a tarefa do "entrepreneurship" tem e pode organizada. A disciplina envolvida na gestão do crescimento e inovação é crucial para o sucesso. &lt;br /&gt;  Capitalistas com espírito empreendedor investem milhões de dólares em coisas cujas chances de dar certo são remotas. &lt;br /&gt; Oa empreendedores também apostam suas carreiras. Pessoas de grande talento abandonam seus empregos seguros para tentar concretizar seus sonhos ou trabalhar em empresas minúsculas que tenham grandes idéias. &lt;br /&gt;        A cultura empreendedora celebra o trabalho e o espírito empreendedor, mesmo quando ele acaba em derrota. A atitude americana em relação ao fracasso é: “tente oura vez”&lt;br /&gt; São atitudes  cheias de garra e coragem, que ajudam a botar fogo no mercado de software para as tecnologias da informação. A comunidade cada vez maior de consumidores realmente exigentes atiçou as chamas.&lt;br /&gt; Alguns empreendedores têm certas habilidades inatas, porém muitos necessitam aprender-las, adquirir-las. E numa época em que empreendedores como, Gates, Jobs, Larry Page e Mark Zuckerberg - têm tornado-se exemplos para todos aqueles que querem criar uma empresa de alta tecnologia, as escolas de negócios de todo o mundo procura desenvolver, dar os primeiros passos na tentativa de se oferecer cursos de formação de empreendedores&lt;br /&gt; A realidade enfrentada pelo empreendedor está baseada numa perspectiva onde a criatividade não depende de inspiração, contudo de estudo árduo: um ato de vontade. &lt;br /&gt;       Assim como a pesquisa sistemática pode resultar na “invenção”, também pode haver - precisa haver - uma busca premeditada de oportunidades para inovar. &lt;br /&gt;       Quem souber onde e como encontrá-las será o que se chama de “entrepreneur”.&lt;br /&gt;Não são universidades, parques tecnológicos espaçosos ou baixos impostos, afinal, que fazem a inovação acontecer. São empreendedores. Urge criar uma cultura empreendimentos tecnologia e um ecossistema&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-4680673382886547571?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/4680673382886547571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/07/entrepreneur-e-entrepreneurship.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/4680673382886547571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/4680673382886547571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/07/entrepreneur-e-entrepreneurship.html' title='ENTREPRENEUR E ENTREPRENEURSHIP'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-5691025445016790095</id><published>2011-07-03T14:55:00.000-07:00</published><updated>2011-07-03T14:57:11.429-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDOR x EMPRESÁRIO</title><content type='html'>EMPREENDEDOR x EMPRESÁRIO&lt;br /&gt;O ponto principal em que o empreendedor se diferencia do empresário, é que o empreendedor é o pioneiro ou o criador de empresa; aquele que tem o mérito de iniciar um empreendimento empresarial, de lançar-se ao mercado com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;O empreendedor e o empresário são duas figuras que se completam e se diferenciam das demais pelo fato de terem optado por um tipo de atividade com valores bem determinados, no caso dos negócios. O empresário "cresce" mais do que o empreendedor, o pioneiro, o criador da empresa.&lt;br /&gt;Começa aqui a surgir o empresário, iniciando, ou continuando a sua trajetória, distanciando-se do empreendedor pelo fato deste continuar insistindo em permanecer agarrado ao pequeno negócio ou mesmo em não querer desenvolver-se como pessoa ou como homem de negócios.&lt;br /&gt;O empreendedor é um homem de muita iniciativa, dotado de uma personalidade agressiva, um eterno farejador de oportunidades, sobretudo, aquelas ligadas ao seu interesse e motivações. Um dos fatores de sucesso do empreendedor é lançar-se naquilo que ele gosta de fazer.&lt;br /&gt;O empreendedor é um criador de negócios e muito trabalhador, não só porque faz aquilo que gosta, mas também, porque a quase totalidade dos seus empreendimentos gira em torno dele. Ele faz e gosta de fazer tudo sozinho.&lt;br /&gt;O seu sentimento de propriedade é muito acentuado. A empresa é a sua própria pessoa. Geralmente, é um indivíduo com muitas idéias, adora o risco e, normalmente, é possuidor de capacidade de iniciativa para se lançar em novos negócios, assumir riscos, costuma encantar este tipo de pessoas, apesar de muitos empreendedores se limitarem a tocar seus pequenos negócios, que estão dando certo.&lt;br /&gt;Há uma complexidade de fatores responsáveis pelo surgimento de empreendedores e criadores de empresas.&lt;br /&gt;O envolvimento dos empreendedores com a empresa é tão grande que se torna difícil - e até impossível dissociar os "objetivos" da empresa dos pessoais, e a complexidade de motivação para os negócios aumenta de tal forma que fica difícil saber quais as verdadeiras razões pelas quais um indivíduo, ou grupo de indivíduos, criou um negócio.&lt;br /&gt;Esta complexidade aumenta quando as razões de existência do negócio se alojam, muitas vezes, nas profundezas do inconsciente do empreendedor.&lt;br /&gt;O empreendedor (pioneiro, criador de novos negócios) começa a ter o seu papel sufocado quando sua obra empresarial (empresa ou grupo de empresas) cresce acima de suas possibilidades e ele não teve a iniciativa ou condições de dotar seus empreendimentos de uma estrutura organizacional e gerencial de ter o seu talento criativo e de realização ampliado e, acima de tudo, de ver sua obra consolidada e bem sucedida ao longo de sua vida, principalmente depois de sua morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empresário é, também, um criador de empresas, apesar disso, é mais raro o empreendedor ser um empresário. A não ser quando ele, o empreendedor, consegue romper suas limitações de meio fazedor de negócios; o empresário tem, portanto característica de pioneiro, de empreendedor, apesar de haveres bem-sucedidos empresários que não criaram empresas, residindo seus méritos em administrar com competência a obra herdada por seus antepassados.&lt;br /&gt;O empresário, entretanto tem outras características, usualmente não existentes no proprietário-empreendedor. Uma delas é que ele (o empresário) "cresce" tanto no plano individual (como pessoa, como indivíduo, como ser humano), quanto no empresarial, cumprindo obrigações ao nível de nobre missão empresarial, investindo e realizando projetos, criando riqueza, dando empregos, contribuindo para o desenvolvimento do país no qual ele opera e lucra.&lt;br /&gt;Assim, o empresário situa-se num plano superior ao do empreendedor, devido ao seu corre-corre no dia-a-dia, tem dificuldade de evoluir, desenvolver as tarefas mais relevantes, apesar de não ser a rotina de empresa a causa principal de sua não evolução.&lt;br /&gt;O indivíduo torna-se empresário quando consegue superar hábitos de empreendedor, de meio criador e tocador de novos negócios e passa a se envolver com tarefas de grande magnitude, mais ligadas à sociedade global.&lt;br /&gt;Diga-se de passagem: o ambiente externo é o verdadeiro local de trabalho de empresário. Quanto mais fica desligado da operação da empresa, mais ele justifica seu papel de empresário. A operação é de responsabilidade dos executivos.&lt;br /&gt;O fato de a empresa ser conduzida pelo empreendedor ou pelo empresário tem marcantes reflexos na forma de gerir. Quanto mais o empreendedor não evolui para a categoria de empresário, ou seja, continua encolhido na sua condição de empreendedor, ele tem uma tendência de querer que seus executivos trabalhem mais para "ele" do que para a empresa.&lt;br /&gt;No entanto, à medida que vai evoluindo para a condição de empresário, a organização vai-se estruturando e tornando-se mais impessoal. Assim, os executivos trabalham mais para a empresa do que o "dono" da empresa. À medida que a empresa se vai profissionalizando, libertando-se da presença do "dono" (como acontece, de forma acintosa, nas empresas familiares).&lt;br /&gt;Um empreendedor é sempre um empresário em potencial, Um empreendedor possui características que o situam como um dos principais agentes do sistema econômico que valoriza a iniciativa privada.&lt;br /&gt;Um empreendedor é aquele indivíduo que assume um papel ativo do agente econômico. Toma a iniciativa, assume risco e dá partida no seu projeto: o empreendimento.&lt;br /&gt;Um empreendedor é igualmente, um indivíduo que trabalha bem acima de média e se gratifica muito com os resultados positivos, sejam materiais ou subjetivos, de sua obra.&lt;br /&gt;Poderia ser comparado a um artista plástico ou a um compositor que, possuindo condições especiais de ordem psicológica ou até genética e com senso de oportunidade acima da média, se move na direção de preencher ou de criar novas oportunidades.&lt;br /&gt;Um empresário é um empreendedor em outra escala e com diferentes desafios e perspectivas. Eu diria que todo empresário é, necessariamente um empreendedor, mas nem todo empreendedor é, necessariamente um empresário.&lt;br /&gt;Vejam o motivo: um empresário possuir as características fundamentais do empreendedor e, além disso, uma visão mais ampla de suas responsabilidades sociais Ele se diferencia também do empreendedor na sua forma de administrar um negócio.&lt;br /&gt;A um empreendedor é permitido um maior espaço para improvisar e administrar de maneira não ortodoxa.&lt;br /&gt;Um empresário, por outro lado, precisa ter uma visão mais ampla, no espaço e no tempo. No espaço, atendendo às suas obrigações para com a sociedade em geral e para com o país.&lt;br /&gt;Necessita olhar o seu empreendimento (a empresa) como uma instituição que transcende necessariamente a sua própria figura e se insere num contexto de permanente contribuição para a riqueza de seus funcionários, seus acionistas e o próprio país.&lt;br /&gt;Existe uma diferença entre empreendedor e empresário. A atitude do empreendedor no ato pioneiro, quase intuitivo, de lançar-se a algum empreendimento nem sempre significa que ele tenha as características exigidas hoje, do moderno empresário, pois se resumem numa extraordinária capacidade de tratar, de levar ao mercado um produto de qualidade e custos satisfatórios.&lt;br /&gt;Então, nem todo empreendedor tem, necessariamente, características de empresário. Mas, o empresário, para ter sucesso, precisa de uma cota de empreendedor para garantir a sobrevivência plena de sua empresa.&lt;br /&gt;"A diferença entre o empreendedor e o empresário, é que o empreendedor, como a própria palavra o diz, é aquele que empreende alguma coisa, que inicia e tem, inclusive, essa ambição de empreender muito mais como o administrador de alguma coisa que existe de uma empresa”.&lt;br /&gt;“Quer dizer: ele é muito mais um administrador no sentido de manter a vida de um ou mais empreendimentos de forma permanente. É aquele capaz de montar uma estrutura dentro de um planejamento ou de uma empresa e a transforma numa coisa permanente”.&lt;br /&gt;O empreendedor pode ser aquele que faz o projeto, e, terminado, já não tem as mesmas condições de administrar aquele empreendimento: enquanto o empresário, como a palavra o diz, é um homem que, no fundo, administra, gerencia uma empresa e faz com que ela progrida. Essa é a diferença básica entre o empreendedor e o empresário.&lt;br /&gt;E quando se pede para estabelecer as fronteiras de atuação, eu diria exatamente isto: o que faz o negócio novo, o que se dedica a construir, a realizar alguma coisa, seja uma máquina, um produto, um invenção, uma inovação ou outro tipo de projeto que ele empreende. Mas o empresário é aquele que chega após o empreendimento existir, administra e faz com que esse empreendimento prospere.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-5691025445016790095?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/5691025445016790095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/07/empreendedor-x-empresario_03.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5691025445016790095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5691025445016790095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/07/empreendedor-x-empresario_03.html' title='EMPREENDEDOR x EMPRESÁRIO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-6554759907345050818</id><published>2011-07-03T14:44:00.000-07:00</published><updated>2011-07-03T14:49:19.562-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDOR x EMPRESÁRIO</title><content type='html'>O ponto principal em que o empreendedor se diferencia do empresário, é que o empreendedor é o pioneiro ou o criador de empresa; aquele que tem o mérito de iniciar um empreendimento empresarial, de lançar-se ao mercado com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;  O empreendedor e o empresário são duas figuras que se completam e se diferenciam das demais pelo fato de terem optado por um tipo de atividade com valores bem determinados, no caso dos negócios. O empresário "cresce" mais do que o empreendedor, o pioneiro, o criador da empresa.&lt;br /&gt; Começa aqui a surgir o empresário, iniciando, ou continuando a sua trajetória, distanciando-se do empreendedor pelo fato deste continuar insistindo em permanecer agarrado ao pequeno negócio ou mesmo em não querer desenvolver-se como pessoa ou como homem de negócios.&lt;br /&gt;        O empreendedor é um homem de muita iniciativa, dotado de uma personalidade agressiva, um eterno farejador de oportunidades, sobretudo, aquelas ligadas ao seu interesse e motivações. Um dos fatores de sucesso do empreendedor é lançar-se naquilo que ele gosta de fazer.&lt;br /&gt;  O empreendedor é um criador de negócios e muito trabalhador, não só porque faz aquilo que gosta, mas também, porque a quase totalidade dos seus empreendimentos gira em torno dele. Ele faz e gosta de fazer tudo sozinho. &lt;br /&gt;        O seu sentimento de propriedade é muito acentuado. A empresa é a sua própria pessoa. Geralmente, é um indivíduo com muitas idéias, adora o risco e, normalmente, é possuidor de capacidade de iniciativa para se lançar em novos negócios, assumir riscos, costuma encantar este tipo de pessoas, apesar de muitos empreendedores se limitarem a tocar seus pequenos negócios, que estão dando certo.&lt;br /&gt;        Há uma complexidade de fatores responsáveis pelo surgimento de empreendedores e criadores de empresas. &lt;br /&gt;       O envolvimento dos empreendedores com a empresa é tão grande que se torna difícil - e até impossível dissociar os "objetivos" da empresa dos pessoais, e a complexidade de motivação para os negócios aumenta de tal forma que fica difícil saber quais as verdadeiras razões pelas quais um indivíduo, ou grupo de indivíduos, criou um negócio. &lt;br /&gt;      Esta complexidade aumenta quando as razões de existência do negócio se alojam, muitas vezes, nas profundezas do inconsciente do empreendedor.&lt;br /&gt;      O empreendedor (pioneiro, criador de novos negócios) começa a ter o seu papel sufocado quando sua obra empresarial (empresa ou grupo de empresas) cresce acima de suas possibilidades e ele não teve a iniciativa ou condições de dotar seus empreendimentos de uma estrutura organizacional e gerencial de ter o seu talento criativo e de realização ampliado e, acima de tudo, de ver sua obra consolidada e bem sucedida ao longo de sua vida, principalmente depois de sua morte.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    O empresário é, também, um criador de empresas, apesar disso, é mais raro o empreendedor ser um empresário. A não ser quando ele, o empreendedor, consegue romper suas limitações de meio fazedor de negócios; o empresário tem, portanto característica de pioneiro, de empreendedor, apesar de haveres bem-sucedidos empresários que não criaram empresas, residindo seus méritos em administrar com competência a obra herdada por seus antepassados. &lt;br /&gt;    O empresário, entretanto tem outras características, usualmente não existentes no proprietário-empreendedor. Uma delas é que ele (o empresário) "cresce" tanto no plano individual (como pessoa, como indivíduo, como ser humano), quanto no empresarial, cumprindo obrigações ao nível de nobre missão empresarial, investindo e realizando projetos, criando riqueza, dando empregos, contribuindo para o desenvolvimento do país no qual ele opera e lucra.&lt;br /&gt;    Assim, o empresário situa-se num plano superior ao do empreendedor, devido ao seu corre-corre no dia-a-dia, tem dificuldade de evoluir, desenvolver as tarefas mais relevantes, apesar de não ser a rotina de empresa a causa principal de sua não evolução.&lt;br /&gt;    O indivíduo torna-se empresário quando consegue superar hábitos de empreendedor, de meio criador e tocador de novos negócios e passa a se envolver com tarefas de grande magnitude, mais ligadas à sociedade global. &lt;br /&gt;    Diga-se de passagem: o ambiente externo é o verdadeiro local de trabalho de empresário. Quanto mais fica desligado da operação da empresa, mais ele justifica seu papel de empresário. A operação é de responsabilidade dos executivos.&lt;br /&gt;    O fato de a empresa ser conduzida pelo empreendedor ou pelo empresário tem marcantes reflexos na forma de gerir. Quanto mais o empreendedor não evolui para a categoria de empresário, ou seja, continua encolhido na sua condição de empreendedor, ele tem uma tendência de querer que seus executivos trabalhem mais para "ele" do que para a empresa. &lt;br /&gt;    No entanto, à medida que vai evoluindo para a condição de empresário, a organização vai-se estruturando e tornando-se mais impessoal. Assim, os executivos trabalham mais para a empresa do que o "dono" da empresa. À medida que a empresa se vai profissionalizando, libertando-se da presença do "dono" (como acontece, de forma acintosa, nas empresas familiares).&lt;br /&gt;    Um empreendedor é sempre um empresário em potencial, Um empreendedor possui características que o situam como um dos principais agentes do sistema econômico que valoriza a iniciativa privada. &lt;br /&gt;    Um empreendedor é aquele indivíduo que assume um papel ativo do agente econômico. Toma a iniciativa, assume risco e dá partida no seu projeto: o empreendimento. &lt;br /&gt;Um empreendedor é igualmente, um indivíduo que trabalha bem acima de média e se gratifica muito com os resultados positivos, sejam materiais ou subjetivos, de sua obra. &lt;br /&gt;    Poderia ser comparado a um artista plástico ou a um compositor que, possuindo condições especiais de ordem psicológica ou até genética e com senso de oportunidade acima da média, se move na direção de preencher ou de criar novas oportunidades.&lt;br /&gt;    Um empresário é um empreendedor em outra escala e com diferentes desafios e perspectivas. Eu diria que todo empresário é, necessariamente um empreendedor, mas nem todo empreendedor é, necessariamente um empresário.&lt;br /&gt;   Vejam o motivo: um empresário possuir as características fundamentais do empreendedor e, além disso, uma visão mais ampla de suas responsabilidades sociais Ele se diferencia também do empreendedor na sua forma de administrar um negócio.&lt;br /&gt;    A um empreendedor é permitido um maior espaço para improvisar e administrar de maneira não ortodoxa.&lt;br /&gt;    Um empresário, por outro lado, precisa ter uma visão mais ampla, no espaço e no tempo. No espaço, atendendo às suas obrigações para com a sociedade em geral e para com o país. &lt;br /&gt;   Necessita olhar o seu empreendimento (a empresa) como uma instituição que transcende necessariamente a sua própria figura e se insere num contexto de permanente contribuição para a riqueza de seus funcionários, seus acionistas e o próprio país.&lt;br /&gt;   Existe uma diferença entre empreendedor e empresário. A atitude do empreendedor no ato pioneiro, quase intuitivo, de lançar-se a algum empreendimento nem sempre significa que ele tenha as características exigidas hoje, do moderno empresário, pois se resumem numa extraordinária capacidade de tratar, de levar ao mercado um produto de qualidade e custos satisfatórios. &lt;br /&gt;   Então, nem todo empreendedor tem, necessariamente, características de empresário. 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Todavia, hoje a figura da mulher empreendedora já é bastante conhecida. Talvez não fosse tanto o alvo das atenções da opinião pública, como é na atualidade, pois seu papel é de grande importância no desenvolvimento econômico e social como gerador de empregos e renda. &lt;br /&gt;     A mulher empreendedora é uma das personagens de maior relevância na história recente da humanidade, sendo a maestrina de uma das instituições mais importantes da sociedade moderna: a empresa. Mas se a figura da empreendedora é tão importante, por que a sua história nunca foi devidamente estudada? É a história social da empreendedora. &lt;br /&gt;     Os romancistas e historiadores encararam as empreendedoras como uma raça à parte, muito mais ainda do que jornalistas, engenheiras, etc... No entanto, elas estão no centro da sociedade dotada de uma confiança baseada na sua capacidade de realização e no conhecimento pelo que são capazes de executar. &lt;br /&gt;     À medida que a competição econômica e a necessidade de se criar postos de trabalho vão crescendo, a figura da empreendedora é cada vez mais fundamental. O mundo precisa que milhares de empreendedoras com vontade de empreender na Era Digital &lt;br /&gt;    Este texto analisa a relação entre empreendedoras, empreendedorismo, inovação, star-ups e a incubação de empresas. Especificamente, estuda-se a tríade: como o empreendedorismo e a inovação se relacionam? Que mecanismos usar transformar inovadoras em empreendedoras criadoras de empresas? Quais são os fatores que influenciam transição de inovadoras para empreendedoras criadoras de empresas? &lt;br /&gt;    A fundamentação teórica encontra-se embasada no exame da literatura que aborda a inovação, empreendedorismo, star-ups e incubadora de empresas. Procurou-se identificar as similaridades e diferenças comportamentais entre inovadoras e empreendedoras. &lt;br /&gt;    Sempre existiu no ser humano um desejo e um interesse inquestionável por crescer, progredir, isto tem impulsionado o empreendedorismo, o surgimento de empreendedoras que desenvolvem ações, transformam-se em uma opção de vida onde procuram por em prática toda a sua capacidade de criação e inovação.&lt;br /&gt;    O número de mulheres que desejam criar o seu próprio negócio cresce dia-a-dia. O fenômeno do empreendedorismo vem se alastrando pelos quatro cantos do mundo, em ritmo cada vez mais alucinante. &lt;br /&gt;    A candidata a empreendedora tem que vencer uma verdadeira corrida de obstáculos para poder concretizar o sonho de ser dono de seu próprio negócio.&lt;br /&gt;   Empreendedoras não nascem elas são formadas e desenvolvem sua visão de negócios, sempre tendo em mente o objetivo de fazer o melhor, gerenciam o seu negócio de forma simples, eficiente e eficaz, porém, o sucesso é fruto não somente das práticas de boa gestão e sim de uma postura comportamental fundamentada no espírito empreendedor. &lt;br /&gt;    Uma atitude mental positiva, firmeza de propósito, a consciência de que o objetivo de qualquer negócio é criar, manter e fidelizar clientes permitem a empreendedora almejar o sucesso.&lt;br /&gt;   Não há como negar que estamos a viver uma era de mudanças. Numa sociedade high-tech, interligada por sistemas de redes, comunicando-se em tempo real, produzindo seus produtos utilizando processos como o just-in-time e grandes avanços da cibernética e biotecnologia, a figura da empreendedora constitui peça chave, ao destruir os velhos paradigmas criando novos, processo, segundo o economista Joseph Schumpeter, denominado de “destruição criativa” é básico para se entender o capitalismo. &lt;br /&gt;   Estabelecendo uma visão integrada a partir dos três teóricos a cerca do empreendedorismo: Drucker, na gestão, McCelland, na psicologia e Schumpeter, na economia podemos em um primeiro momento analisar e identificar se em determinado procedimento ou negócio está ou não presente o fenômeno do empreendedorismo.       &lt;br /&gt;   Na era da tecnologia e da informação em que ocorrem mudanças em tempo real e dimensão planetária, a competição fica cada vez mais acirrada. Segundo Schumpeter apenas sobreviverão às empresas dotadas de capacidade inovadora e flexibilidade diante das mudanças. &lt;br /&gt;   A visão integrada a cerca do empreendedorismo não encerra apenas uma análise e crítica à leitura que se faz do fenômeno no mundo todo, nos serve, sobretudo, para apontar e alertar a necessidade de um ambiente favorável (incubadora de empresas de base tecnológica), direcionado para as micro, pequenas e médias empresas  conciliando espírito empreendedor, inovação e tecnologia, na medida em que, tais empresas são propulsoras do desenvolvimento econômico, visto que geram milhões de empregos. &lt;br /&gt;   O termo “empreendedor” foi inicialmente utilizado pelo banqueiro e parisiense, no início do século XVIII, Richad Cantillon, no entanto, a palavra entrepreneurship (espírito empreendedor) que é derivada de entreprendre (empreender), que vem de entrepreneur (empreendedor) foi empregada no século XVII, na França, denominada para um indivíduo que assumia o risco de criar um novo empreendimento.&lt;br /&gt;    Ser empreendedora significa ter capacidade de iniciativa, imaginação fértil para conceber as idéias, flexibilidade para adaptá-las, criatividade para transformá-las em uma oportunidade de negócio, motivação para pensar conceitualmente, e a capacidade para ver, perceber a mudança como uma oportunidade, levando a sério à gestão de seu negócio.&lt;br /&gt;    A empreendedora é uma artista, uma criadora. Alguém que cria novos produtos, novos empregos, novas coisas e nunca param. As empreendedoras não criam porque querem, mas porque têm uma grande necessidade de realização.&lt;br /&gt;    Na concepção do economista austríaco Joseph Alois Schumpeter, a empreendedora pode ser descrito como um agente de mudanças de transformação do ciclo econômico do desenvolvimento, indivíduo com idéias que combina capital e trabalho, e faz algo verdadeiramente inovador, com capacidade de iniciativa, de risco. &lt;br /&gt;    Na métrica de Schumpeter, empreendedora seria como Henry Ford, que mudou a face da indústria automotiva no mundo, ou como King Gillette, que revolucionou muito mais do que o modo de barbear e sim uma forma de fixação de preços que popularizou seu uso.&lt;br /&gt;    Empreendedora, ou da raiz francesa, entrepreneur, é aquela que empreende a criação por conta própria, em seu benefício, e aos seus riscos, de um produto qualquer, ou aquele que lança à realização.&lt;br /&gt;     A realidade enfrentada pela empreendedora está baseada numa perspectiva onde a inovação não depende de inspiração, mas de estudo árduo: um ato de vontade, uma busca premeditada de oportunidades para inovar. Os empreendedores de sucesso sabem como identificar e aproveitar as oportunidades, à medida que elas se apresentam.&lt;br /&gt;     Na era da tecnologia e da informação em que ocorrem mudanças em tempo real e dimensão planetária, a competição fica cada vez mais acirrada. Na perspectiva de Schumpeter apenas sobreviverão empresas dotadas de capacidade inovadora e flexibilidade diante das mudanças. &lt;br /&gt;     A construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento de novos negócios pela mulher empreendedora passa também promulgação de  leis trabalhistas e tributárias melhor elaboradas e adaptadas à realidade das micro, pequenas e médias empresas.&lt;br /&gt;     Além do mais, a empreendedora sabe que, para enfrentar o século XXI, deverão introspectar na sua vida: a) flexibilidade; b) atualização permanente; c) motivação, envolvimento e compromisso; d) criatividade; e) inovação; e f) atitude pró-ativo e empreendedor.&lt;br /&gt;     A empreendedora é uma filha da revolução do saber, que a cada dia aumenta o seu quociente de inteligência.&lt;br /&gt;    Em suma, é preciso que as empreendedoras estejam aptas para tomar rédeas dos negócios, preparados para assumir as complexas responsabilidades de administração, no limiar do século XXI, turbulento, competitivo, globalizado, desafiador, pois apenas sobreviverão às melhores empresas, aquelas que cultuam a excelência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-3320992691204869205?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/3320992691204869205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/06/mulher-empreendedora-na-era-digital.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/3320992691204869205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/3320992691204869205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/06/mulher-empreendedora-na-era-digital.html' title='A MULHER EMPREENDEDORA NA  ERA DIGITAL: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO NO SÉCULO  XXI'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-6390602993537831066</id><published>2011-06-12T07:50:00.001-07:00</published><updated>2011-06-12T07:54:02.375-07:00</updated><title type='text'>A FORÇA DA INOVAÇÃO A GERAR RIQUEZAS</title><content type='html'>A estratégia inovadora requer um alto grau de disciplina por parte do inovador. Ele tem que operar sem o apoio do orçamento e das medidas contábeis convencionais que fornecem com rapidez e razoável segurança informações sobre resultados atuais úteis em programas e investimentos. &lt;br /&gt;Por isso é fundamental para administrar bem a inovação, pensar detidamente no que se esperar e quando. Inevitavelmente, essas expectativas são mudadas pelos acontecimentos. Mas a menos que haja resultados intermediários no caminho, a inovação não está sendo administrada.  &lt;br /&gt;Uma estratégia para a inovação tem que ser baseada na clara aceitação do risco de fracasso e do risco talvez mais perigoso do "quase sucesso". É tão importante decidir quando abandonar um esforço inovador como saber qual deles iniciar. &lt;br /&gt;Assim é particularmente crucial para bem administrar a inovação ponderar longamente e confiar ao papel às próprias expectativas. &lt;br /&gt;E posteriormente, quando a inovação se converter em produto, processo ou empreendimento, comparar as expectativas com a realidade. Se a realidade estiver muito aquém das expectativas deve-se a seguinte indagação: "Não seria melhor abandonar isto já? Mas como?"&lt;br /&gt;Na empresa tradicional, a alta administração é a instância final. Isto significa, com efeito, que o mais importante poder da administração superior é o veto e sua função mais importante é dizer "não" a propostas e idéias que não estejam completamente justificadas e elaboradas. &lt;br /&gt;Na organização inovadora, a primeira e mais importante atribuição da alta administração é o contrário: são converter idéias poucas práticas, inclusas, a alta administração considera sua atribuição ouvir as idéias e levá-las a sério. &lt;br /&gt;Novas idéias são sempre "poucas práticas” e são necessárias muitas idéias tolas para se encontrar uma viável. &lt;br /&gt;Aliás, nas etapas iniciais não há meio de distinguir a idéia tola daquela marcada pela genialidade. Ambas parecem igualmente impossíveis ou igualmente brilhantes.&lt;br /&gt;A alta administração na empresa inovadora não somente "encoraja" as idéias, mas também indaga continuamente: "Que é que essa idéia teria que possuir para ser prática, realista, efetiva?" &lt;br /&gt;Por isso, mesmo as idéias mais extravagantes e tolas são objeto de consideração, pois poderão conter alguma coisa nova, cuja exeqüibilidade possa ser avaliada.&lt;br /&gt;Isso, contudo, pressupõe a reestruturação das relações entre a alta administração e o grupo humano dentro da empresa. A organização tradicional, naturalmente permanece.     &lt;br /&gt;Aliás, no organograma da organização, não é fácil distinguir a que é inovadora da que segue normas mais rigidamente burocráticas. Nem uma organização inovadora precisa absolutamente ser "permissiva" ou "democrática".  &lt;br /&gt;Mas em companhias inovadoras o executivo sênior costuma realizar reuniões com os mais jovens sem uma agenda. Senta-se com eles e simplesmente pergunta: "Que oportunidades vocês vêem"?&lt;br /&gt;Os empreendedores são maravilhosos criadores de empregos. Mas o que é um Empreendedor/ Criador de Empresas? Peter Drucker avisa que este título não pode ser aplicado a todo o audacioso que inicia um pequeno negócio. &lt;br /&gt;Quando um indivíduo abre um restaurante, sem dúvida, está arriscando; mas não será um empreendedor, por tentar fazer algo familiar. E, no entanto, ele pode estar em um negócio totalmente novo e ainda assim não se qualificar como empreendedor/criador de empresas.&lt;br /&gt;Qual, então, a prova decisiva? Os empreendedores são pessoas que estão simultaneamente criando novos tipos de procura e aplicando novos e insólitos conceitos administrativos.&lt;br /&gt;Eles não devem surgir necessariamente, no empreendimento privado; autoridades, universitários e administradores municipais podem atuar de forma empreendedora - embora um estudo de caso do setor privado familiar sirva muito bem para tornar clara a concepção que, temos também os Empreendedores Sociais - indivíduos que se dedicam a atacar problemas como a Sida, abuso de crianças, alcoolismo, dentre outros. &lt;br /&gt;Para milhões de pessoas, ter o seu próprio negócio ainda é o melhor meio de trabalhar na sociedade de informação, de eletrônica ou de serviços. Que o indivíduo inicie um trabalho em casa ou levante milhões de capital de risco, aplica-se o clássico conselho: descubra uma necessidade e satisfaça-a.  &lt;br /&gt;Desde que possua visão, acredite em si próprio e tenha capacidade especial de transformar sua visão em realidade.&lt;br /&gt;As mudanças nos recursos estratégicos do capital para informação, conhecimento e criatividade são os fatores principais que impulsionam a expansão empreendedora atual.  Mas há outros. As organizações não oferecem mais a segurança que sugeriam.&lt;br /&gt;O candidato a empreendedor imagina: se é para correr o risco de qualquer forma, por que não arriscar um pouco mais e possivelmente colher grandes recompensas?&lt;br /&gt;Ao tornar-se um empreendedor ou simplesmente trabalhar para si próprio, o empreendedor é motivado por necessidades pessoais.  &lt;br /&gt;Os empreendedores são pessoas viciadas em entusiasmo; pessoas que progridem assumindo riscos.&lt;br /&gt;Para o empreendedor o trabalho não oferece muita emoção, a menos que oferte riscos. E observa-se que os empreendedores também gostam de jogar. Pode-se discordar e acreditar ser um mito retratar os empresários como pessoas que adoram assumir riscos. A maioria dos empreendedores assume riscos moderada e calculadamente; eles não estão jogando, afirmam os autores.&lt;br /&gt;Um empreendedor com sucesso tem os seguintes atributos: &lt;br /&gt;a) Orientação própria sente-se absolutamente à vontade como seu próprio chefe, auto-disciplinado.&lt;br /&gt;b) Auto-incentivo: acredita na sua própria idéia quando mais ninguém acredita e é capaz de alimentar seu próprio entusiasmo.&lt;br /&gt;c) Orientação para Ação: não se satisfaz com grandes ideias comerciais. O mais importante é o desejo intenso de realizar, atualizar e transformar seu sonho em realidade.&lt;br /&gt;d) Alto nível de energia: é emocional, mental e fisicamente capaz de trabalhar por um longo e intenso período.&lt;br /&gt;e) Tolerância com a incerteza: os empreendedores bem sucedidos só assumem riscos calculados (se possível); não obstante, é preciso que sejam capazes de assumir algum risco.  &lt;br /&gt;f) Não há meios mágicos para se prever quem pode se tornar um empreendedor; porém, os empreendedores precisam ter uma combinação de visão e capacidade de agir para realizar essa visão. Os empreendedores procuram independência, desafio, realização e justa compensação.&lt;br /&gt; g) Compensação: as pessoas, às vezes, iniciam seus próprios negócios porque acham que seus esforços, dentro da organização, não foram satisfatoriamente recompensados.&lt;br /&gt;h) Independência: embora procure compensação equitativa, a maioria dos empreendedores não é obcecada por dinheiro. Isso representa uma grande mudança da situação de décadas anteriores, quando os empresários se estabeleciam, principalmente, devido ao dinheiro.&lt;br /&gt;i) Desafio: algumas pessoas trabalham por conta própria, pois é o único meio pelo qual podem satisfazer sua necessidade de desafio.&lt;br /&gt;h) Realização: concorda-se, geralmente, que os empreendedores buscam realização, ao passo que os gerentes bem sucedidos desejam o poder.&lt;br /&gt; O papel distintivo, e mesmo decisivo, do empreendedor, é este o indivíduo que concebe ou assume um empreendimento enxerga e explora oportunidades e constitui a força motriz das mudanças e aperfeiçoamento econômicos.&lt;br /&gt;O empreendedor fez muito - e ainda faz - pela economia. Ele brilha em um conjunto à sombra de trabalhadores braçais, de funcionários de colarinhos azuis, de executivos empertigados e dos mais variados burocratas empresariais. Ao contrário do capitalista, o empreendedor não carrega consigo nenhum complexo de culpa de origem marxista. &lt;br /&gt;A inovação e a contribuição peculiar do empreendedor poderiam ser mais bem financiadas, incentivadas e recompensadas, se o inovador estivesse livre de ameaças de imitação e da concorrência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-6390602993537831066?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/6390602993537831066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/06/forca-da-inovacao-gerar-riquezas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/6390602993537831066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/6390602993537831066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/06/forca-da-inovacao-gerar-riquezas.html' title='A FORÇA DA INOVAÇÃO A GERAR RIQUEZAS'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-7114300462147823472</id><published>2011-06-03T06:15:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T06:23:26.679-07:00</updated><title type='text'>INOVAR: BUSCAR O NOVO E O DIFERENTE</title><content type='html'>A medida de qualquer inovação é seu impacto no meio ambiente. A inovação em uma empresa deve, portanto ter em vista sempre o mercado. A inovação concentrada na produção provavelmente fará "milagres de tecnologia " mas decepcionará em termos de lucros.&lt;br /&gt; Os mais inovadores dentre os laboratórios de produtos farmacêuticos definem sua meta sob a forma de novos remédios que representarão significativa diferença para a clínica médica e para a saúde dos pacientes. &lt;br /&gt;Não definem inovação em termos de pesquisa, mas em termos do exercício da medicina. Da mesma forma, as empresas de comunicação se propunham constantemente a pergunta: "O que poderia tornar diferente o "serviço de comunicação"?&lt;br /&gt; Não surpreende, pois, que seja o inovador mais voltado para o mercado alcançou os avanços técnicos ou científicos mais importantes.  Começar com a necessidade de mudança expressa pelo consumidor ou cliente é muitas vezes o caminho mais direto para definir uma nova ciência, um novo saber, uma tecnologia, gerando.&lt;br /&gt;         Podemos fazer cinco constatações. Primeira: a: tecnologia arrasta-se em domínios tão importantes como biotecnologia ou ambiente. Segunda: a poluição ambiental é subvencionada porque os custos ambientais não são levados em conta no sistema de preços. Terceira: um sistema fiscal parcial penaliza empreendedores e trabalhadores. Quarta: os efeitos do automóvel e da sociedade de informação estão ausentes das estruturas fiscais em matérias de urbanismo e de propriedade. Quinta: as cidades, por isto, degeneraram em centros de criminalidade e de economia subterrânea.&lt;br /&gt; A obsolescência é explicada pelo fracasso do sistema de preços em incorporar os valores do ambiente e da qualidade de vida. Para mudar apontam-se três pistas: a reorientação dos objetivos da tecnologia, que passariam da realização de economias em empregos para economias de recursos em geral; a integração dos custos ambientais nos preços dos bens e dos serviços; e uma revisão drástica dos modelos urbanos e espaciais. &lt;br /&gt;         Sugerem-se ações em economia e finanças (taxas sobre poluidores, incentivos a investimentos ambientais); em educação e tecnologia; em legislação e regulamentação (responsabilidade civil dos poluidores); no novo modelo de ordenamento do território; e na consagração do respeito no comércio internacional.&lt;br /&gt; A vulnerabilidade "econômica" básica de um processo, uma tecnologia ou uma indústria indica a necessidade de inovação. Sempre que o mercado para uma determinada indústria cresce sem aumentar-lhe adequadamente a rentabilidade pode-se prever que uma importante inovação (no processo, produto, meios de distribuição ou expectativas da clientela) produzirá excelentes resultados.&lt;br /&gt; Outra área de oportunidade inovadora é a explosão das conseqüências de eventos que já aconteceram, mas que ainda não exerceram impacto econômico. O crescimento demográfico, isto é, mudança da população está entre as mais importantes e também as mais certas.&lt;br /&gt;          Mudanças na área dos conhecimentos são menos certas - o tempo preciso para liderá-las é difícil de prever. Mas também elas oferecem oportunidades. Em seguida, mais importantes, porém menos certas, são mudanças de percepção, de visão, de expectativas do povo.&lt;br /&gt;   Por outro lado, naturalmente, há as inovações inesperadas e que mudam o mundo em vez de explorá-lo. São as inovações em que um "empreendedor" faz um esforço para que algo aconteça. &lt;br /&gt;         São estas as inovações verdadeiramente importantes. São as inovações de um Henry Ford, que descortinou algo que não existia então, como foi o mercado de massas, e se empenhou em torná-lo realidade.&lt;br /&gt; Estas inovações jazem fora da distribuição das probabilidades - ou, pelo menos, se acham em pontos tão extremos que se tornam altamente improváveis. São também as mais arriscadas. &lt;br /&gt;        Para cada uma destas inovações bem sucedida, deve haver noventa e nove que malogram noventa e nove que foram sepultadas em completo silêncio. Assim, embora elas devam ficar sob observação, não podem ser objeto de atividade sistemática dentro da empresa.&lt;br /&gt; Um negócio em funcionamento presume que as atuais linhas de produção e de serviços, os atuais mercados e canais de distribuição, as atuais tecnologias e processos continuarão. Desta forma o primeiro objetivo de uma estratégia para uma empresa em funcionamento é aperfeiçoar o que já existe ou está sendo criado.&lt;br /&gt; Em contraste, a estratégia inovadora presume que o que quer que exista está envelhecendo e logo terá que ser mudado ou substituído. A divisa de uma estratégia para o negócio em funcionamento poderia ser por isso: "Melhor e Mais". Para a estratégia inovadora a divisa tem que ser: "Novo e Diferente".&lt;br /&gt; A base da estratégia inovadora é o planejamento e o sistemático abandono do velho e moribundo, do obsoleto. &lt;br /&gt;        As organizações inovadoras não gastam nem tempo nem recursos na defesa do ontem. Somente o sistemático abandono do ontem pode liberar os recursos, e especialmente o recurso mais escasso de todos, gente capaz para trabalhar no novo. &lt;br /&gt; Em segundo lugar numa estratégia de inovação deve estar o reconhecimento de que seus objetivos devem ser bastante ambiciosos. É tão difícil, via de regra, introduzir uma modificação secundária num produto existente quanto fazer uma inovação. Em ambos os casos, o índice de perecimento das inovações é - e deve ser - alto. &lt;br /&gt;        A estratégia inovadora por isso visa criar um novo empreendimento em vez de um produto dentro de uma linha já estabelecida. Visa a criar uma nova capacidade de desempenho e uma melhoria. &lt;br /&gt;        O alvo dos esforços de inovação e capacidade de desempenho e não uma melhoria. O alvo dos esforços de inovação é obter uma diferença significativa. O que é significativamente diferente não é uma decisão técnica.&lt;br /&gt;        Não é a qualidade da ciência que faz a diferença. Não é o valor patrimonial de um empreendimento nem a dificuldade de criá-lo a diferença significativa está no impacto sobre o mercado e o público consumidor.&lt;br /&gt; A inovação não continua numa rigorosa progressão linear. Durante muito tempo, às vezes anos, há apenas esforços e nenhum resultado. Os primeiros resultados são em geral modestos. Aliás, os primeiros produtos são raramente o que o cliente comprará futuramente. Os primeiros mercados são raramente os principais mercados.&lt;br /&gt; Ainda mais difícil de prever do que o posterior o sucesso do verdadeiramente novo é o tempo que ele levará para se firmar. &lt;br /&gt;        Há os casos do computador, dos antibióticos, da máquina Xerox – todas as invenções que dominaram o mercado. Mas para cada inovação bem sucedida cujos resultados são mais rápidos do que os previstos há cinco outras - que bem acabam muitas vezes logrando igual sucesso - que durante muitos anos fazem, quando muito pequenos e frustradores progressos.&lt;br /&gt;        É o caso do navio a vapor. Em 1835 sua superioridade já estava claramente estabelecida; mas só veio a substituir o navio a vela 50 anos depois. Com efeito, a "idade de ouro da navegação" em que os grandes transatlânticos alcançaram a perfeição começou somente depois que o navio a vapor foi plenamente desenvolvido.&lt;br /&gt; Durante quase meio século, em outras palavras, o navio a vapor continuou a ser "amanhã” e nunca parecia tornar-se "hoje".&lt;br /&gt; Um dia, porém, depois de demorada gestação, o sucesso da inovação desponta meteoricamente. Dentro de poucos anos torna-se uma nova indústria importante ou uma nova linha principal de produtos e de mercado. Mas até alcançar esse ponto não se pode prever quando a inovação deslanchará, nem se jamais o fará.&lt;br /&gt;       A estratégia da inovação requer diferentes julgamentos e uso de orçamentos e controle orçamentários diferentes daqueles apropriados aos negócios em funcionamento.&lt;br /&gt;      Impor aos esforços de inovação os julgamentos e especialmente as convenções contábeis adequados aos negócios existentes, e má orientação. Inutiliza o esforço de inovação da mesma forma que se estropiaria umas crianças de seis anos se de repente se pusesse sobre ela um volume de cinqüenta quilos. &lt;br /&gt;     Finalmente, quando a inovação se torna bem sucedida pode converter-se em ameaça. Porque então ela precisa de controles apropriados a um crescimento rápido, isto é, controles que mostrem quais os esforços e investimentos que são necessários para expansão excessiva.&lt;br /&gt;     No esforço inovador a primeira e mais sério pergunta é "Será esta a oportunidade certa?" E se a resposta é afirmativa pergunta-se.  "Qual o máximo de pessoas competentes e de recursos básicos que podem ser acionados produtivamente nesta etapa?"&lt;br /&gt;     Um sistema separado de julgamento para o esforço inovador possibilita a avaliação dos três fatores que determinam a estratégia inovadora: a oportunidade definitiva, o risco do malogro e o esforço e despesas necessários. De outra forma o esforço continuará ou será até acelerado quando a oportunidade é extremamente limitada e o risco de insucesso grande.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-7114300462147823472?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/7114300462147823472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/06/inovar-buscar-o-novo-e-o-diferente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7114300462147823472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7114300462147823472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/06/inovar-buscar-o-novo-e-o-diferente.html' title='INOVAR: BUSCAR O NOVO E O DIFERENTE'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-8511410948762935259</id><published>2011-05-22T05:32:00.000-07:00</published><updated>2011-05-22T05:39:58.179-07:00</updated><title type='text'>INOVAÇÃO: GÊNESE DO ESPÍRITO EMPREENDDOR</title><content type='html'>A história da inovação tecnológica não pode ser narrada como a história dos materiais e ferramentas e sim procurando discorrer sobre uma história social, isto é, uma interpretação das sucessivas atitudes do homem, diante da tecnologia, destacando-se referências aos aspectos econômicos e políticos. &lt;br /&gt;   No passado, o saber era um luxo e um dom raro, cultivado por uma elite educada e vivia quase sempre separado do fazer. A civilização atual está aproximando distâncias entre o saber e o fazer, e a tecnologia apressam essa união. &lt;br /&gt;   A tecnologia é ainda mais importante hoje, porque está unida à ciência. O tecnologista do século passado era um inventor sem escolaridade, que trabalhava com intuições geniais; o tecnologista de hoje é um cientista, portanto um homem academicamente educado, trabalhando em equipa e através da pesquisa sistemática.  &lt;br /&gt;   Propõe-se a humanização da tecnologia através da definição das responsabilidades dos empreendedores. Saber administrar o conhecimento é o grande valor da atualidade, oposto à administração da experiência, que o valor do passado. &lt;br /&gt;   Se a tecnologia e o saber são "extensão do homem" elas não podem ser usadas contra o homem. O problema está em  difundi-la.&lt;br /&gt;   A comunicação na empresa não deve ser considerada um simples "meio" de organização, mas um verdadeiro "modo" de organizar, porque ela exige que as pessoas participem da responsabilidade das decisões tomadas. &lt;br /&gt;   A compreensão não advém do  fato de que as pessoas de que as pessoas sejam "explicadas", mas principalmente, do fato de as coisas terem uma relação direta(feitas ou sentida) com as pessoas. &lt;br /&gt;   A "explosão da informação", ao mesmo tempo em que o crescente volume de estudos sobre  comunicações, não contribuiu grandemente para melhor a comunicação, porque provavelmente as suposições básicas não foram válidas.&lt;br /&gt;   O Novo Papel do Empreendedor frente à inovação tecnológica  nos leva a  afirmar que:&lt;br /&gt;a) As grandes tarefas da sociedade são cumpridas por instituições organizadas e administradas. A administração não é, pois uma instituição única, peculiar e isolada, mas sim a função social central e genérica da sociedade.&lt;br /&gt;b) Porque nossa sociedade está se tornando uma "sociedade de organizações", todas as instituições inclusive as empresas devem sentir-se responsáveis em melhorar a "qualidade de vida". Melhorar a qualidade de vida deve ser considerado uma oportunidade e transformado num negócio lucrativo.&lt;br /&gt;c) Inovar deve ser considerado tão importante como administrar o que já existe e talvez, até mais importante nos próximos anos. Inovar não pode ser considerado um comportamento externo ou periférico da administração.&lt;br /&gt;d) Mais do que fazer o operário tornar-se produtivo, a grande tarefa de nossa época é tornar o conhecimento produtivo. "O grande recurso capital básico, investimento fundamental, mas também o centro de custo de uma economia desenvolvida é o "trabalhador do conhecimento", que põe em ação o que aprendeu na educação sistemática, isto é, conceitos, idéias e teorias, muito mais do que o homem, que põe em ação a destreza e os músculos"&lt;br /&gt;e) Além de ser ferramenta, técnica, conceito princípios e disciplina, a administração é uma cultura e um sistema de valor. A administração pode ser considerada uma ponte entre a civilização, que está se tornando universal, e uma cultura que exprime tradições, crenças e heranças divergentes. A administração é o instrumento através do qual a diversidade cultural pode servir a propósitos comuns da humanidade.&lt;br /&gt;f) O desenvolvimento é o resultado da administração e não o contrário. Talvez com excessiva simplificação se possa dizer que não há "países subdesenvolvidos" mas sim "países sub-administrados".&lt;br /&gt;   È importante destacar algumas das mudanças que a tecnologia produziu na sociedade do século vinte:&lt;br /&gt;a) Emancipação feminina. "A máquina de escrever e o telefone permitiram que a filha de uma família decente saísse de casa e levasse uma vida respeitável, independente do marido ou do pai. A necessidade de mulheres, para operar máquinas e estações telefônicas, forçou mesmo os mais relutantes governos europeus a prover educação secundária pública para meninas, o que foi o maior isolado, para conceder igualdade às mulheres"&lt;br /&gt;b) Organização do trabalho. A obra do movimento de Administração Científica de Taylor, baseou-se na suposição de que a produtividade era conseguida muito mais pela organização do conhecimento, do que pelo trabalho manual. Como conseqüência, a sociedade teve de criar novas formas de profissão e estudo para preparar pessoas para a organização industrial.&lt;br /&gt;c) O papel da educação. A instrução foi, no passado, um luxo que apenas a uma classe interessava; apenas um punhado de pessoas (ministros, advogados, doutores, mercadores e alguns funcionários do governo) precisava ler e escrever. A educação deixou de ser apenas um ornamento, um luxo, para ser o recurso econômico central da sociedade tecnológica&lt;br /&gt;    O horizonte humano mudou com a tecnologia. Se, para os antigos, esse horizonte era fixado em função de quanto um homem podia caminhar ou cavalgar, o horizonte de hoje é fixado pelas telecomunicações e vôos a jato. O mundo tornou-se uma comunidade local "não é acidental que os jovens, de todo o mundo sonhem com um carro; a mobilidade em quatro rodas é o símbolo da libertação da autoridade tradicional". &lt;br /&gt;    Por outro lado, o rádio, a televisão, cinema e as redes de comunicações via computadores dão a cada um a experiência imediata do mundo. Simplificando um tanto, pode-se dizer que os críticos da tecnologia, representados pelo "Admirável Mundo Novo de Huxley, escrito em 1932, durante a Depressão e pelos Tempos Modernos de Chaplin, sofrem a desilusão romântica e de saudosismo pela sociedade pré-industrial. Repudiar a tecnologia não parece ser uma solução sensata. O homem precisa entendê-la, incorporá-la, dominá-la, para os seus fins.&lt;br /&gt;   Empreender significa usar todas as ferramentas da moderna ciência da administração, da planificação de uma estratégia até a descrição de como executar as diversas tarefas de um empreendedor. &lt;br /&gt;   Assim, é possível rever, entre o copioso conjunto de conceitos, a configuração de idéias antigas como a de que "uma empresa é criada e dirigida por pessoas e não por forças" ou que "o lucro não é a causa e sim o resultado de um negócio", ou ainda que o "o propósito de qualquer negócio é criar um cliente, e, sendo assim, a empresa tem duas funções básicas: o marketing e a inovação".&lt;br /&gt;   Mas, também, é possível tomar contato com recentes estudos sobre a alta administração, diversificação e companhias multinacionais.&lt;br /&gt;   Uma das funções do empreendedor é integrar o presente e o futuro. Ele deve deixar lado de ontem e criar o amanhã".&lt;br /&gt;   "A estrutura mais simples é a melhor. Quanto mais simples for a estrutura de uma empresa, menor será o perigo de se cometerem erros.&lt;br /&gt;    A organização é um meio de atingir um fim do que um fim em si mesmo. O que determina a boa saúde de uma organização não é a sua beleza ou perfeição. É a performance do seu pessoal".&lt;br /&gt;    Quase todos os livros sobre "empreendedorismo, administração, destacam a necessidade de inovar. Mas, além disto, os livros, em regra, dão pouca atenção ao que o "empreendedor" deve fazer para estimular a inovação e torná-la efetiva. &lt;br /&gt;   Em muitos debates o que se destaca quase exclusivamente é a função administrativa do "empreendedor", isto é, manter os negócios em funcionamento e melhorar o que já é conhecido e está sendo realizado. Normalmente negligencia-se a função empresarial de criar efetiva e deliberadamente o novo e diferente.&lt;br /&gt;   Mas ao negligenciarem sobre o aspecto inovador do "empreendedor", os livros apenas espelham a realidade da vida empresarial. Todo "empreendedor" acentua a necessidade de inovar. Mas poucos, nos grandes como nos pequenos negócios, organizam a inovação como uma tarefa distinta e principal.&lt;br /&gt;   No passado houve boas razões para que a ênfase na função administrativa colocasse a inovação em plano secundário. Quando o "empreendedor" começou a despertar interesse nos primeiros anos deste século, a necessidade maior era aprender a estruturar a administrar as grandes organizações que subitamente surgiam&lt;br /&gt;   A inovação, na medida em que recebia atenção, era tida como uma atividade separada, um trabalho exercido pelo indivíduo, pelo "inovador". &lt;br /&gt;   Agora a necessidade de inovação social e política estão se tornando de novo urgente. A moderna metrópole precisa de novas formas de governo. O relacionamento entre o homem e o seu meio tem que ser repensado e reestruturado. &lt;br /&gt;   Nenhum governo moderno pode afirmar que ainda governa efetivamente. A crise do mundo é, acima de tudo, uma crise institucional que exige inovação institucional.&lt;br /&gt;   A empresa, sua estrutura e organização, a maneira como ela integra o saber no trabalho e este no desempenho, sua integração com a sociedade e o governo são também áreas onde a inovação se faz necessária e oportuna. &lt;br /&gt;   É certo que estamos diante da necessidade na esfera econômica e social de um novo período de atividade inovadora como o que marcou a segunda metade do século dezenove.&lt;br /&gt;   Mas a inovação agora terá que ser implantada nas organizações existentes. Grandes empresas privadas - e igualmente grandes instituições de serviço público - terão que se tornarem cada vez mais capazes de se organizar tanto para a inovação como para a administração. &lt;br /&gt;   Como a inovação cria mais riqueza ou novo potencial de ação do que novos conhecimentos, o grosso dos esforços inovadores terá que vir dos setores que controlam a mão-de-obra e o dinheiro necessário para desenvolvimento e marketing - isto é, dos setores privado e público.&lt;br /&gt;   Isto não quer dizer que as empresas pequenas, ou mesmo o indivíduo que dirige o seu próprio negócio, não continuem a desempenhar um importante papel. Nada é mais longe da verdade do que o velho mito dos populistas de que o pequeno empreendedor está sendo expulso do mercado pelos gigantes. &lt;br /&gt;    As empresas que se desenvolveram nos últimos 25 anos todas começaram como pequenos negócios. E de modo geral as pequenas empresas têm obtido melhores resultados do que o de porte gigantesco. No entanto, estas estão dependentes de empreendedores,  com espírito empreendedor - homens de iniciativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-8511410948762935259?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/8511410948762935259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/05/inovacao-genese-do-espirito-empreenddor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8511410948762935259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8511410948762935259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/05/inovacao-genese-do-espirito-empreenddor.html' title='INOVAÇÃO: GÊNESE DO ESPÍRITO EMPREENDDOR'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-4263011635089468545</id><published>2011-05-15T05:52:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T05:54:13.559-07:00</updated><title type='text'>FOCALIZANDO AS OPORTUNIDADES - CONTRIBUTO DE PETER DRUCKER</title><content type='html'>Para tornar eficaz seu negócio, o empreendedor dispõe de três métodos bem experimentados e comprovados:&lt;br /&gt; 1. Pode começar com um modelo do “negócio ideal”, que produziria resultados máximos em conseqüência dos mercados e conhecimentos disponíveis - ou pelo menos aqueles resultados que, em longo prazo, ofereçam maiores possibilidades de êxito.&lt;br /&gt; 2. Pode tentar maximizar as oportunidades, focalizando os recursos disponíveis nas possibilidades mais atraentes e dedicar-se a elas obter os melhores resultados.&lt;br /&gt; 3. Pode maximizar os recursos para que sejam encontradas - ou criadas - aquelas oportunidades que lhes forneçam o maior o impacto possível. &lt;br /&gt; Na busca de novas oportunidades toda empresa deve estar aberta para o futuro. Sabem-se duas coisas sobre o futuro: que não pode ser conhecido e que será diferente de hoje. Analisar o futuro significa estudar os eventos significativos de hoje quanto ao seu impacto no amanhã. &lt;br /&gt;      &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;Os grandes eventos têm sempre um espaço de tempo entre si e seu impacto, nas pessoas e nas idéias. Duas fontes importantes de investigação são, sem dúvida, a população (as maiores mudanças de mercado foram criadas pelas mudanças de população) e o tempo de lazer que leva à procura de novos bens e conhecimentos. O empreendedor pode-se pergunta:&lt;br /&gt; a) Aconteceu alguma coisa que poderá estabelecer uma nova realidade para a indústria, o país, o mercado?&lt;br /&gt; b) Está acontecendo alguma coisa na estrutura de uma indústria que indica uma mudança maior?&lt;br /&gt; c) Quais são nossas suposições básicas sobre a sociedade e a economia, o mercado e o consumidor, o conhecimento e a tecnologia?&lt;br /&gt; d) Elas ainda são válidas?&lt;br /&gt; Pelo que se pode perceber, "Managing for Results", é uma contribuição acerca das questões mercadológicas de Peter Drucker ao empreendedor, onde autor basicamente terce comentários sobre a maximização de oportunidades do que na solução de problemas. Este livro está mais voltado para as perspectivas do futuro. O futuro não será feito amanhã. Está sendo construindo hoje em grande parte decisões e ações tomadas com respeito às tarefas de hoje.&lt;br /&gt; Em The Effective Executive, Peter Drucker pretende fazer uma continuação de "Managing for Results", focalizando, tão perto como nunca foi a eficácia dos empreendedores, propiciando a oportunidade de se ir mais além desta leitura, afirmando, que suas proposições podem ser vistas sobre outra ótica - a da capacidade dos empreendedores, traduzida na eficácia da gestão de seus empreendimentos. Drucker oferece ao empreendedor conceitos muitos práticos e operacionais, os quais, ao mesmo tempo estão em perfeito acordo com sua filosofia da administração&lt;br /&gt; Drucker observa que é comum encontrar-se empreendedores, de boa inteligência, sólidos conhecimento do ramo de negócio no qual deseja empreender, pessoas brilhantes e imaginativas. &lt;br /&gt;No entanto poucos desses empreendedores são eficazes. Confundem-se inteligência e eficácia, quando se conhece muito empreendedor com a primeira qualidade e sem a segunda. &lt;br /&gt;      O mesmo se pode dizer das outras qualidades acima apontadas. São muitos os empreendedores bem dotados de conhecimentos técnicos do negócio, mas ineficazes na condução da parte gerencial do empreendimento&lt;br /&gt; Pode-se constatar, com base nas reflexões de Drucker, "o que os empreendedores eficazes fazem, que nós não fazemos, e o que eles não fazem, que nós tendemos a fazer". O livro gira em torno da idéia central que é a eficácia é um hábito, não uma qualidade herdada naturalmente. A eficácia pode ser aprendida.&lt;br /&gt; O que se exige de um trabalhador subalterno é que faça bem o que deve fazer, enquanto o empreendedor deve fazer certas as coisas certas. Grande parte da eficácia não é representada pelo próprio desempenho dos atos, pela escolha do alvo certo onde concentrar suas energias. &lt;br /&gt;Nada mais triste do que observar um departamento de pesquisa e desenvolvimento inteiro desperdiçar seu talento num projeto errado.&lt;br /&gt; Outro aspecto da eficácia é olhar para fora da empresa: "Todo o empreendedor, seja sua organização uma empresa comercial, industrial ou de serviços, vê o interior - a organização - como a realidade próxima e imediata, &lt;br /&gt;Ele vê o exterior somente através de lentes espessas e destorcidas. O que acontece fora não é nem mesmo conhecido em primeira mão. É recebido por um filtro de relatórios, isto, numa forma pré-digerida e altamente abstrata que impõe critérios organizacionais de relevância à realidade externa".&lt;br /&gt; Como se sabe, "não há resultados dentro da organização. Todos os resultados estão fora. Os únicos resultados do negócio são produzidos por um consumidor que converte os custos e esforços do negócio em dividendos e lucros".&lt;br /&gt; A grande questão é que os eventos externos importantes e relevantes são freqüentemente qualitativos e não são passíveis de serem quantificados. E muitos de nossos empreendedores estão cada vez mais dominados pelo ópio intelectual da estatística a ponto de não serem capazes de enxergar nada além das tendências estatisticamente demonstradas.&lt;br /&gt;       Os verdadeiros eventos externos não são tendências, são mudanças nas tendências. Algumas decisões que dependem da estatística são tardias.&lt;br /&gt;  AS REALIDADES DO EMPREENDEDOR&lt;br /&gt; Numa empresa, o empreendedor deve encarar quatro realidades principais sobre as quais não tem essencialmente nenhum controle:&lt;br /&gt; 1. Seu tempo, na aparência, a pertence a um grande número de pessoas. Praticamente todo mundo pode, pode pessoalmente ou por telefone, intrometer-se no tempo de que um empreendedor dispõe. Na verdade, os empreendedores podem ser definidos como pessoas que, normalmente não dispõem de tempo para si próprias;&lt;br /&gt; 2. Os empreendedores são obrigados a se manterem em atividade, a não ser que façam algo de positivo para alterar a realidade em que vivem e trabalham.&lt;br /&gt; Se o empreendedor deixar os acontecimentos determinarem o que ele deve fazer, qual trabalho executar ou o que levar a sério, estará longe de atuar eficazmente. Pode tratar-se de uma excelente pessoa, mas estará seguramente desperdiçando seus conhecimentos e capacidade, e jogando fora a eficácia que poderia conseguir.&lt;br /&gt; O empreendedor precisa é de critério, que lhe permitirá trabalhar no que é verdadeiramente importante, isto é, em contribuições e resultados.&lt;br /&gt; 3. O empreendedor pertence a uma organização e isso significa que ele só e eficaz se e quando outras puderem servir-se de sua contribuição.&lt;br /&gt; 4. Os empreendedores são parte de uma organização. Cada um deles em sua organização vê essa entidade como uma realidade próxima e imediata. Muitas das vezes ele não sabe o que se passa fora dela, a não ser em segunda mão. Neste intervalo, o que acontece em seu interior pode ser resumido em esforço e custo.&lt;br /&gt; A organização é um artifício social, um órgão da sociedade, e se justifica pela contribuição que presta ao mundo exterior.Quanto maior e bem-sucedida for uma organização, tanto mais os acontecimentos internos, tantos mais os acontecimentos internos tendem a engajar o interesses, as energias e a capacidade do empreendedor.&lt;br /&gt; Um risco, especialmente nesta era de tecnologia da informática, é excluir os acontecimentos externos do interesses do empreendedores. Deve-se lembrar que o computador só utiliza dados quantitativos - e só pode quantificar o que se passa dentro da organização. Já os acontecimentos externos raramente são disponóveis em forma quantitativa, e sim qualitativa. E quem pode selecioná-los é o empreendedor.&lt;br /&gt;  TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS DO EMPREENDEDOR EFICAZ&lt;br /&gt; A eficácia empreendedora não é igual à eficácia comum dos empregados. Não sendo eficácia empreendedora uma aptidão ela é um hábito a ser adquirido. Quais são as práticas que levam à aquisição deste hábito? O Modelo de Drucker desenvolve-se na resposta a essa pergunta. Cinco são os princípios gerais da eficácia: a) Saber onde gastar o próprio tempo; b) Concentrar esforços em resultados mais do que em trabalho; c) Basear-se nas qualidades pessoais mais fortes; d) Concentra-se nas tarefas-chave; e e) Tomar decisões efetivas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-4263011635089468545?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/4263011635089468545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/05/focalizando-as-oportunidades-contributo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/4263011635089468545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/4263011635089468545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/05/focalizando-as-oportunidades-contributo.html' title='FOCALIZANDO AS OPORTUNIDADES - CONTRIBUTO DE PETER DRUCKER'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-9069004207713263153</id><published>2011-05-01T05:54:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T05:56:40.778-07:00</updated><title type='text'>O CLIENTE É O NEGÓCIO</title><content type='html'>A atividade comercial é o um processo que transforma um recurso - o conhecimento preciso - numa contribuição de valor econômico no mercado. A finalidade de uma atividade comercial consiste em criar um cliente. &lt;br /&gt;O objetivo é fornecer algo pelo qual um elemento externo e independente, que tem a livre escolha de não comprá-lo, deseje trocar seu poder aquisitivo. E apenas o conhecimento dá aos produtos de qualquer atividade comercial aquelas posição de liderança na qual baseia, em última análise, o sucesso e a própria sobrevivência.&lt;br /&gt; Do lado de dentro não é fácil descobrir a razão pela qual a atividade comercial recebe pagamento. É preciso que se tente analisar organizadamente de foras o próprio negócio. &lt;br /&gt;    COMPORTAMENTOS DO CLIENTE&lt;br /&gt; Tudo isso constitui agora alguma novidade para os empreendedores. De uma década para cá, a “visão de marketing” tem sido amplamente divulgada. No entanto, nem tudo o que se designa com esse nome realmente merece tê-lo. Apesar disso, muitos esforços sérios têm sido feitos para que saibamos o que queremos dizer com “análise de marketing de uma atividade comercial”, e como é possível realizá-la.&lt;br /&gt; Prosseguindo na análise do que chamamos de "realidades mercadológicas":&lt;br /&gt;a) "O que a empresa supõe conhecer sobre o cliente é mais provável estar errado do que certo". Só existe uma pessoa que sabe o que o cliente quer. Essa pessoa é o próprio cliente. E só existe um meio de se saber o que o cliente quer. “Só perguntando ao cliente a empresa saberá o que ele quer como ele quer e por quanto está disposto a comprar o produto ou pagar pelos serviços”.  &lt;br /&gt;b) "O que a empresa pensa que está vendendo não é necessariamente o que o cliente está comprando". Pode parecer muito esquisito, mas não é, não. É uma verdade muito grande. Em decorrência desta afirmação, "nem sempre aquele que o fabricante define como seu concorrente, realmente o é. Alguém pretende comprar um carro de luxo, por exemplo, um carro com cor especial, com uma série de equipamentos sofisticados. Para a indústria de automóvel ou para o vendedor de automóveis que não possua mentalidade de Marketing, seria razoável imaginar que o que ele está vendendo para esse cidadão é um automóvel de luxo, e seus concorrentes seriam outros automóveis de luxo de outras empresas. Mas isso não é necessariamente verdadeiro, porque quem está comprando um carro "fora de série" está na realidade comprando "status" e eventualmente os seus concorrentes, nesse processo de decisão de compra podem não ter sido, em momento algum, automóvel de outra marca e sim um apartamento no Algave, por exemplo, uma obra de arte, ou ainda uma viagem aos Estados Unidos da América. De modo que só existe uma pessoa, que sabe o que comprando, e essa pessoa é o cliente. Se o empreendedor insistir em imaginar o que o cliente está comprando, é muito provável que ele "erre" do que "acerte".&lt;br /&gt;c) "Aquilo que o produtor imagina ser o mais importante para o cliente, por ser o aspecto principal do produto, nem sempre o é". Por quê? O aspecto principal de um produto é aquele que o cliente acha o principal, não o que o produtor acha o principal. O aspecto principal, para o produtor, na maioria das vezes, não tem nada a ver com o aspecto principal para o cliente. Veja-se o exemplo do sabão em pó. Quando esse produto foi lançado há muito tempo atrás, o produtor pensava que o aspecto principal desse produto eram suas qualidades técnicas - tem isso, tem aquilo, milhões de qualidades que ele imaginava pelo seu dia-a-dia, serem os aspectos principais. No entanto, para o consumidor, o que ele mais esperava do sabão em pó era que tornasse a sua roupa branca. E por isso é que se é "bombardeado" na "média" por uma avalancha de publicidade, com as várias marcas de sabão, enfatizando "novo branco", "branco total", etc. Porque esse é o aspecto principal do produto para o cliente.&lt;br /&gt;d) "É inútil, é absolutamente inútil as empresas imaginarem que vão merecer um consumo "ad eternitatem" para os seus produtos pelos bons serviços prestados ao mercado. É inútil as empresas imaginarem que o mercado dá medalha de honra à empresa por ela ter prestado bons serviços durante determinado tempo. Ao mercado só interessa aquilo que ele efetivamente quer, porque quando ele não quiser mais, ele põe de lado, sem a menor consideração".&lt;br /&gt; O mercado não dá medalha de honra a nenhuma empresa, porque nenhum produto ou empresa tem muita importância para o mercado. O mercado, quando compra alguma coisa, está comprando por razões específicas que só ele, mercado sabe. No dia em que terminarem essas razões, ele deixará de se utilizar desse produto. &lt;br /&gt;O caso das carruagens que durante muito tempo foram os grandes meios de transporte. Se o mercado reconhecesse ou procurasse compensar os bons serviços prestados por determinada empresa ou produto durante determinado espaço de tempo, até hoje continuaríamos andando de carruagens. Mas quando o mercado não precisou mais de carruagens, esqueceu-se delas por completo, e hoje elas são peças de museu.&lt;br /&gt; O mesmo aconteceu com as lamparinas, que possibilitaram a muitas pessoas escreverem ensinamentos que hoje estamos aprendendo, que iluminaram e deram vida a muitas coisas, e que até salvaram vidas. &lt;br /&gt;Mas o mercado não dá medalha de honra ao mérito a nenhuma empresa ou a nenhum produto. Quando acaba a razão que ele tinha para comprar determinado produto, pura e simplesmente deixa de comprar e aquele produto desaparece.&lt;br /&gt;e) "Resume que o consumidor seja racional, mas a sua racionalidade não é necessariamente a mesma que a do fabricante". A metodologia de raciocínio ou forma de raciocínio ou racionalidade do cliente, pode talvez, até ser a mesma do fabricante, mas é muito mais provável que não seja. Uma empresa ao lançar um produto, imaginou que o mercado estava interessado num produto mais barato. Que se ela lançasse um produto mais barato, ele seria o mais vendido. Esse produto foi produzido e não foi o mais vendido. Por quê? Porque a racionalidade da empresa não é a mesma racionalidade do cliente. O mercado, pura e simplesmente, não estava se preocupando se o produto era mais caro ou mais barato. Talvez nem soubesse que custava alguma coisa. E mais que isso. A racionalidade de um cliente varia em função do tipo de compra que está fazendo.&lt;br /&gt; Uma dona de casa sai de manhã da sua casa e vai ao supermercado fazer compras para um dia ou para uma semana. Ela é tão rigorosa quanto um empreendedor no momento de adquirir um pacote de tecnologia, no sentido de verificar exatamente o que está comprando, quanto pagou ontem e quanto está pagando hoje. E se custar oitenta escudos, ou vinte escudos mais caro, são bem prováveis que deixe de comprar e procure outro lugar próximo para adquirir o mesmo produto. Sua atitude é totalmente racional. &lt;br /&gt;Nesse meio tempo, com o carrinho cheio sai do supermercado, onde teve uma atitude de um empreendedor que procura para sua empresa o que há de melhor e de menor custo, quando por acaso passa em frente de uma farmácia e vê a secção de cosméticos. Pois bem, essa mulher, que teve comportamento semelhante ao de um empreendedor, entra na farmácia e vai comprar cosmético e aí sua atitude é completamente emocional. &lt;br /&gt;O que era "caro" no supermercado, passa a ser "bom" na farmácia. Se o feijão ou o arroz subiram dez escudos, é muito caro. No entanto, se entra na farmácia e encontra um novo cosmético, duas vezes mais caro do que costumava comprar, é bem provável que diga: "puxa, esse deve ser de melhor qualidade". E não se importa em pagar o dobro. De modo que não só a racionalidade do cliente não é a mesma racionalidade do fabricante, como a cada tipo de compra a racionalidade do cliente é diferente.&lt;br /&gt;f) "O cliente não quem compra. O cliente é quem toma decisão de comprar". Muitas empresas têm cometido terríveis enganos, por não saberem exatamente quem é o seu cliente, imaginando que ele é aquela pessoa que vai à sua loja e faz a compra. Esse pode ser o cliente , desde que seja ele quem tomou a decisão de comprar. Mas se não foi ele quem tomou a decisão, ele não será o cliente. Exemplo: vamos pegar a época do Dia dos Namorados. O Dia dos Namorados, de uma família de certo poder aquisitivo, onde a jovem de 15 ou 16 anos tem um namoradinho e com toda aquela pressão da semana dos namorados, ela resolve dar um presente ao seu. Quem resolve é ela, é ela quem vai escolher o presente do namorado. Ela é o cliente. Quem compra, eventualmente, pode ser sua mãe e quem dá o dinheiro é o seu pai. São três pessoas diferentes. Uma tem o dinheiro; outra é quem faz a compra, mas nem esta primeira, nem a segunda são os clientes. O cliente é aquela jovem que tomou a decisão de comprar e que escolheu o que comprar. Portanto, o cliente não é quem compra. O cliente não é também quem usa . No caso. é o namorado quem vai usar. O cliente é.um última análise quem toma decisão de comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O NEGÓCIO É CONHECIMENTO&lt;br /&gt; Os resultados econômicos são frutos da diferenciação. A fonte dessa diferenciação que produz a sobrevivência da atividade comercial e sua expansão e distinto, partilhada por um grupo de pessoas que participa da atividade comercial.&lt;br /&gt; Ás vezes o conhecimento que define a atividade comercial pode ser puramente tecnológico. Podemos diferenciar “conhecimento” de “tecnologia”. A tecnologia é uma forma de conhecimento. Existem muitas empresas o conhecimento é o único elemento necessário. Existem muitas empresas bem-sucedidas que atuam em campos altamente tecnológicos e que não têm uma posição de destaque em tecnologia. Naturalmente, precisam ser tecnologicamente componente Apesar disso sua força específica reside em outro lugar - por exemplo, no marketing.&lt;br /&gt; Estas hipóteses aqui levantadas por podem ser em seguida experimentadas pelo empreendedor através de algumas perguntas que a interpretação dos dados irá responder: Quem é o não consumidor (o que não compra nossos produtos apesar de estar no mercado)? Por que ele não é nosso consumidor? O que o cliente compra além do nosso produto? O que ele faz com seu dinheiro e seu tempo? O que os clientes e não clientes compram dos outros? Que satisfações obtêm com isso? Que produto ou serviço preencheria as áreas de satisfação importantes- tanto as que servimos como as que não servimos? O que fariam os clientes sem o nosso produto? Quais são os acessórios significativos?&lt;br /&gt; Como conseqüência da análise dessas "realidades mercadológicas", a empresa, através do seu empreendedor, deve avaliar o capital formado pelos seus conhecimentos. Analisando seus pontos fracos e fortes. Questionar: qual é o nosso negócio? O que estamos em condições de fazer bem? "O conhecimento é um bem perecível. Ele precisa ser reafirmado, reaprendido, repraticado todo o tempo. Uma pessoa precisa trabalhar constantemente para reconquistar a própria liderança específica. Todo conhecimento torna-se conhecimento errado. Torna-se absoluto. A pergunta deveria ser: Do que "mais" precisamos? Ou, precisamos de algo diferente?"&lt;br /&gt; Nenhuma empresa pode tornar-se excelente em muitas áreas de conhecimento, por isso a empresa deve concentrar-se em fazer poucas coisas muito bem. De cada 100 negócios que começam 75 morrem antes de seu quinto aniversário, com o fracasso da administração como causa principal.&lt;br /&gt; No exame dos seus conhecimentos técnicos, a empresa, via seu empreendedor, pode formular estas perguntas:&lt;br /&gt;a) Temos o conhecimento certo?&lt;br /&gt;b) Estamos concentrados onde estão os resultados?&lt;br /&gt;c) Estamos sendo pagos pelo conhecimento com que contribuímos?&lt;br /&gt;d) Nosso conhecimento está adequadamente aplicado em nossos bens e serviços?&lt;br /&gt;e) Como podemos melhorar?&lt;br /&gt;f) O que estamos perdendo?&lt;br /&gt; Para dar resultados, o empreendedor não deve temer as decisões de abandono dos produtos não rentáveis. "O abandono é chave da inovação, não só porque ele liberta os recursos necessários, mas porque ele estimula a procura do novo que substituirá o velho”. Os custos escondidos de qualquer atividade são muito maiores do que um empreendedor pode supor ou do que os sistemas de contabilidade mostram.&lt;br /&gt; O empreendedor deve ser capaz de ver que a empresa realmente é o que ela faz o que pode fazer. Deve ser capaz de determinar:&lt;br /&gt;a) As satisfações que seus produtos ou serviços visam proporcionar, as necessidades a que deveriam atender e a contrição que se pode esperar que a empresa receba como pagamento;&lt;br /&gt;b) Os setores de conhecimento nos quais a empresa precisa se destacar para ter a contribuição desejada;&lt;br /&gt;c) Os clientes, mercados e usos finais os quais a empresa contribui com valores distintos; e os canais de distribuição que precisam ser desenvolvidos;&lt;br /&gt;d) A tecnologia, os processos, setores de produtos e serviços nos quais esses objetivos encontram sua implementação e por meio dos quais assumem uma forma física e tangível;&lt;br /&gt;e) A posição de liderança necessária em cada setor de resultados.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-9069004207713263153?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/9069004207713263153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/05/o-cliente-e-o-negocio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/9069004207713263153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/9069004207713263153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/05/o-cliente-e-o-negocio.html' title='O CLIENTE É O NEGÓCIO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-7187735190026668154</id><published>2011-04-21T16:22:00.001-07:00</published><updated>2011-04-21T16:25:45.662-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO E INCUBAÇÃO DE EMPRESAS – LEI DE INOVAÇÃO.</title><content type='html'>É com enorme satisfação que apresento a resenha do nosso livro&lt;br /&gt;EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO E INCUBAÇÃO DE EMPRESAS – LEI DE INOVAÇÃO.&lt;br /&gt;Emanuel Leite. Recife: Bargaço, 2006. 400p. ISBN 8537300918&lt;br /&gt;Elaborada pela Dra. Marina Dantas&lt;br /&gt;Marina Dantas de Figueiredo (FCAP/UPE) – marina.dantas@gmail.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O livro Empreendedorismo, Inovação e incubação de Empresas – Lei da Inovação se propõe a analisar a importância da iniciativa empreendedora para o desenvolvimento econômico, tomando como foco a realidade brasileira, sob o contexto da Lei de Inovação. Abrangente e bem estruturada, a obra é pioneira na interpretação das novas ações do Estado Brasileiro para o fomento da inovação tecnológica e do empreendedorismo, além de discorrer profundamente sobre as características do empreendedor e a necessidade de as disseminar entre a sociedade.&lt;br /&gt; Em seis longos capítulos, além de coletânea de entrevistas do autor, gravadas em DVD, que acompanha o livro, busca-se provar o conceito de que somente através da ação empreendedora será possível manter fluxo contínuo de inovação, capaz de gerar vantagem competitiva para indivíduos, localidades e economias nacionais.   Baseado, principalmente, na teoria da “destruição criativa” de Shumpeter, e nas reflexões de Drucker acerca da “inovação”, o autor compõe um panorama no qual o empreendedorismo se torna o principal motor da economia atual. Cresce, então, a necessidade de disseminar o espírito empreendedor entre a sociedade, através de sistema educacional que permita o desenvolvimento das características empreendedoras individuais, e de instrumentos públicos que incentivem a iniciativa empreendedora, tais como as incubadoras de empresas, que oferecem ambiente propício ao desenvolvimento de novos empreendimenos, e a Lei de Inovação, que cria as bases legais para a criação e comercialização da inovação.&lt;br /&gt; No primeiro capítulo, o autor se dedica a estabelecer relação entre empreendedorismo e Lei de Inovação, não sem antes conceituar o termo “inovação”, como um processo sócio-econômico, capaz de propiciar o desenvolvimento, sob a forma de vantagem competitiva. Assim, os objetivos da Lei da Inovação e a essência do empreendedorismo se permeiam, unidos pela necessidade de promover a inovação. A Lei também é interpretada como uma resposta da envolvente ambiental ao fenômeno do empreendedorismo como gerador de riquezas, visto que o conhecimento, como fator de produção, ultrapassou o capital e recursos naturais e de mão-de-obra, em termos de valor e utilidade. A necessidade de sistematizar a produção da inovação e de criar normas para a sua aplicação prática, representadas pela Lei, evidenciam que o conhecimento é a nova forma de propriedade, que será empregada para gerar riqueza, principalmente em empresas de base tecnológica. &lt;br /&gt; O segundo e o terceiro capítulo se valem das teorias que forjaram a concepção moderna de “empreendedorismo” para caracterizar esse conceito, de acordo com a Lei de Inovação. Através de visão econômica de Shumpeter, da perspectiva de gestão de Drucker e da abordagem psicológica de McClelland, o autor compõe quatro eixos principais que conduzem à criação de empresas de base tecnológica via Lei de inovação. O primeiro deles é um sistema de valores, atitudes e elementos conceituais que formam os atributos do comportamento empreendedor. O segundo é, propriamente, a caracterização dos empreendedores, com seus perfis e tipologias. O terceiro diz respeito às incubadoras de empresas e à importância da criação de ambientes de risco moderado, que venham a aumentar as chances de sobrevivência de inovações transformadas em produtos/serviços, por incentivo da Lei de Inovação. Por fim, o quarto eixo conceitua as micro e pequenas empresas de base tecnológica, e apresenta seus objetivos, importância, dimensões e processo de criação, bem como a necessidade de gestão empresarial para a preservação do processo de criação de riqueza através da inovação. Esses eixos, ou vias para o desenvolvimento de novos empreendimentos, devem ser construídos entre a sociedade através de processos educativos que entendam os indivíduos como recursos produtivos importantes, por serem portadores do conhecimento, a serem canalizados com o objetivo de maximizar a produção de riqueza. Essa leitura é endossada pelo conteúdo do quinto capítulo, que se detém à análise literal da Lei da Inovação para compreender a gênese das novas empresas de base tecnológica em incubadoras de empresas, que derivam em clusters empresariais, e que representam a forma mais integrada de sociedade voltada para o empreendedorismo. &lt;br /&gt; O quarto capitulo, aborda a idéia do fim do emprego e as novas perspectivas para criação de empreendimentos de base tecnológica, motivadas pela Lei de Inovação, e se aproxima muito da temática desenvolvida no sexto capítulo, que propõe que as universidades devem desenvolver posturas empreendedoras, a fim de propiciar a oportunidade do “auto-emprego”, como resposta ao desemprego que assola o país. A idéia de que o empreendedorismo é a alternativa profissional para muitos indivíduos, decorre do cenário de pessimismo e incerteza em relação ao futuro das grandes organizações concentradoras de força de trabalho. Entretanto, maior importância é creditada à noção de que ser empreendedor se tornará uma opção de vida à medida que a sociedade for contagiada pelo espírito empreendedor, decorrente da ânsia pela.&lt;br /&gt; O DVD que acompanha o livro representa uma atitude empreendedora que sintetiza, simbolicamente, o propósito da obra. Além disso, permite que leitor conheça o discurso verbal do autor e se aproxime dos modelos mentais que resultaram nas idéias debatidas no livro. Os diversos gráficos dispostos ao longo dos capítulos têm o mesmo efeito de sistematizar o pensamento do autor, e o torna mais compreensível. Dessa maneira, a obra ganha abrangência, e é recomendável não só para os estudiosos em empreendedorismo, mas para aqueles que se interessam de maneira geral pelo tema.&lt;br /&gt; A contribuição do livro está em evidenciar que a sociedade precisa de adquirir características empreendedoras para fomentar o desenvolvimento, e Lei de Inovação é o primeiro passo nesse sentido. Ao tecer uma visão otimista, baseada no empreendedorismo como alternativa para a geração de riqueza, o autor motiva possíveis iniciativas empreendedoras nos leitores e, além da óbvia contribuição teórica, também se torna um disseminador do empreendedorismo na sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-7187735190026668154?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/7187735190026668154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/04/empreendedorismo-inovacao-e-incubacao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7187735190026668154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7187735190026668154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/04/empreendedorismo-inovacao-e-incubacao.html' title='EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO E INCUBAÇÃO DE EMPRESAS – LEI DE INOVAÇÃO.'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-6881005573411874847</id><published>2011-04-18T11:27:00.001-07:00</published><updated>2011-04-18T11:59:26.478-07:00</updated><title type='text'>ENSINO D EMPREENDEDORISMO: ALÉM DO PLANO DE NEGÓCIO – A TRANSCENDÊNCIA DE UM SONHO EM UMA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO</title><content type='html'>Quando analisamos as regras que hoje ditam o mercado econômico, percebemos profundas mudanças estruturais, conceituais e formais. O sistema de troca de produtos está cada dia mais inteligente, mais apurado, melhor desenhado e agregando valores e práticas diversas e porque não, universais. &lt;br /&gt;   Vender hoje requer um nível de especialização e informação sobre o produto, o serviço e o cliente que nossos ancestrais jamais imaginaram. Conceitos nunca antes pensados pelos primeiros empreendedores e empresários fazem parte hoje do dia a dia  da maioria das pessoas, em todo o mundo. &lt;br /&gt;    Os empreendedores precisam pautar as suas atividades por parâmetros estratégicos, tais como:&lt;br /&gt;a)marketing agressivo;&lt;br /&gt;b)inovação e criatividade na comercialização dos seus produtos/serviço; &lt;br /&gt;c)intensificação dos contatos personalizados para promoção dos produtos/serviços;&lt;br /&gt;d)oferta de produtos/serviços de qualidade, diferenciados e com boa relação qualidade/preço;&lt;br /&gt;e)diversificação de produtos/serviços;&lt;br /&gt;f)reforço do equilíbrio financeiro;&lt;br /&gt;g)introdução das novas tecnologias, com recurso adequado à Internet, através do desenvolvimento de websites apropriados e da inclusão das homepages em motores de busca.&lt;br /&gt;     Palavras como logística, satisfação do cliente, inovação e criatividade sequer faziam parte do dicionário dos antigos mercadores. E essas mudanças provocaram o nascimento e/ou acomodação de padrões, posturas e possibilidades. &lt;br /&gt;     Possibilidade. É este o enfoque que vamos tratar, a partir de agora. Novos mercados, formas de gerência e a presença cada vez mais forte e firme de um novo elemento na economia global, o empreendedor, a empreendedora. &lt;br /&gt;     Esta nova condição de empreendedor (a) promove mudanças na forma de gerenciar e promover os negócios, mudando com isso o mercado e, por conseguinte, a economia onde ele (a) está inserido (a).   &lt;br /&gt;     O importante agora é perceber que vivemos em uma nação onde há muito mais que futebol. Aliás, esse tema está sendo objeto de iniciativas, idéias e ações empreendedoras. &lt;br /&gt;    Pensar sobre  do fenômeno o empreendedorismo requer um entendimento e uma análise da sua força motriz. &lt;br /&gt;     Dessa forma destacamos dois elementos que são pilares na construção dessa nova modalidade de trabalho: a inovação, a partir do desenvolvimento tecnológico, e o processo de globalização, promovendo o fim do emprego.  É aplicação dos preceitos do Plano Tecnológico.&lt;br /&gt;     Passamos da era onde se investia essencialmente nos produtos e no objeto da venda, para a valorização do humano. É o momento de se investir no capital humano.&lt;br /&gt;     A ótica muda de foco e os desejos e necessidades do cliente passaram a ser reconhecidos e analisados à exaustão. O lado subjetivo, passa a ser o foco, pode-se dizer que os profissionais descobriram a importância de ver a organização de forma holística. &lt;br /&gt;    Trabalha-se agora o conhecimento e não apenas o produto final, o objeto. É preciso sempre destacar que o propósito de qualquer negócio é criar, manter e fidelizar clientes, por isso é necessário ter em mente que a empresa tem que satisfazer os desejos e necessidades dos seus clientes (Levitt, 1990).&lt;br /&gt;     Percebe-se claramente que os empreendedores devem ter uma verdadeira obsessão por ouvir e entender os desejos e necessidades dos clientes, reagir rapidamente visando a atender às exigências dos clientes, ter uma estratégia de atendimento bem definida e inspirada no cliente. Podemos afirmar que os 5 P’s do empreendedorismo são&lt;br /&gt;1)Paixão&lt;br /&gt;2)Paciência&lt;br /&gt;3)Perseverança&lt;br /&gt;4)Prudência&lt;br /&gt;5)Prática&lt;br /&gt;      A expressão que a perspectiva do primeiro emprego? Não primeira empresa! Tem no conjunto da economia obriga a uma atuação institucional dirigida à melhoria do seu potencial de desenvolvimento, assente sobretudo no reforço da formação e na tomada de medidas susceptíveis de cobrirem áreas importantes, como por exemplo as seguintes:&lt;br /&gt;a)simplificação e melhoria do quadro administrativo e regulamentar das empresas;&lt;br /&gt;b)apoio à internacionalização;&lt;br /&gt;c)reforço da competitividade das empresas, melhorando o seu acesso à investigação, à inovação e à formação; &lt;br /&gt;d)apoio seletivo aos projetos de investimento na inovação; e&lt;br /&gt;e)aposta nas novas tecnologias por forma a promover a aproximação dos diversos parceiros.&lt;br /&gt;       Empreender é um conceito com múltiplas opções de interpretações, dependendo do contexto em que se utiliza. a conotação que se dá, por exemplo, para o âmbito empresarial o empreendedor é muitas vezes confundido com empresário, é às vezes tratado com um sinônimo de proprietário de uma empresa comercial com fins de lucro, podemos descrevê-lo como alguém que se aventura em uma nova atividade de negócios.  &lt;br /&gt;      Para mundo acadêmico em constantes mudanças, empreender denota mais um perfil, um conjunto de características que lhe  fazem atuar de uma maneira determinada e que lhe permitem mostrar certas “capacidades” para visualizar, definir e alcançar objetivos.&lt;br /&gt;      O termo é utilizado para descrever a qualquer membro da economia cujas atividades são, de alguma forma, criar, inovar, fugir ao rotineiro, fazer coisas melhores, diferentes, melhorar o existente. &lt;br /&gt;       Outro exemplo desta forma de visualizar o empreendedor são pessoas que “fazem pequenos negócios bem-sucedidos, que desenvolvem novas idéias ou novas formas de enfocar o mercado”. &lt;br /&gt;       Alguns autores  enfatizam a capacidade do empreendedor para utilizar adequadamente os recursos disponíveis que define como aquele que se especializa em assumir a responsabilidade de tomar decisões que tem a ver com a localização e uso de bens, recursos e instruções, é decidir, como um “ágil catador e utilizador de informação, recursos”, capacidade para detectar oportunidades de negócios e aproveitá-las. &lt;br /&gt;       Podemos classificar empreendedor como uma pessoa que, além de otimizar os recursos disponíveis e utilizá-los em combinações que maximizam os resultados factíveis das combinações, “agrega valor” a todo processo ou atividade em que intervem. &lt;br /&gt;       Destacamo que o empreendedor é uma pessoa capaz de concentrar sua mente em certos aspectos do meio que o rodeia e ignorar outros, o que lhes permite aplicar seu tempo e esforço na  busca e materialização de oportunidades; assim mesmo, o empreendedor é um alquimista peculiar que toma um sonho particular próprio e o transforma em algo esplêndido e real, pelo que tem “dinamismo criativo”. &lt;br /&gt;        O empreendedor como uma pessoa capaz de detectar oportunidades e com as habilidades necessárias para desenvolver, a partir delas, um novo conceito de negocio. &lt;br /&gt;         Assim, pois, existem diversas formas de definir e entender o termo empreendedor, sem dúvidas no que coincidem diversos autores é em que o termo empreendedor se deriva da palavra entrepreneur, que à sua vez se origina do verbo francês: “Entreprendre” &lt;br /&gt;        Schumpeter  afirma que a inovação se desenvolve a partir da capacidade para empreender, portanto, os empreendedores não são necessariamente capitalistas, administradores ou inventores, já que finalmente se trata de pessoas com uma capacidade para “combinar” os fatores de produção existentes e obter melhores resultados, de  forma de utilizá-los, fazer e  de inovar.&lt;br /&gt;     O empreendedor é uma pessoa com características bem particulares, entre elas: &lt;br /&gt;a) total compromisso, determinação e perseverança;&lt;br /&gt;b) capacidade para alcançar metas;&lt;br /&gt;c) orientação às metas e oportunidades;&lt;br /&gt;d) iniciativa e responsabilidade;&lt;br /&gt;e) persistência na solução de problemas; &lt;br /&gt;f) realismo; &lt;br /&gt;g) autoconfiança; &lt;br /&gt;h) altos níveis de energia; &lt;br /&gt;i) ávido por feedback;&lt;br /&gt;j) controle interno alto;&lt;br /&gt;k) tomador de riscos calculados;&lt;br /&gt;l) baixa necessidade de status e poder;&lt;br /&gt;m) íntegro e confiável;&lt;br /&gt;n) tolerante a mudança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-6881005573411874847?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/6881005573411874847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/04/ensino-de-empreendedorismo-alem-do.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/6881005573411874847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/6881005573411874847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/04/ensino-de-empreendedorismo-alem-do.html' title='ENSINO D EMPREENDEDORISMO: ALÉM DO PLANO DE NEGÓCIO – A TRANSCENDÊNCIA DE UM SONHO EM UMA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-2852805435933481540</id><published>2011-04-02T11:38:00.000-07:00</published><updated>2011-04-02T11:49:23.140-07:00</updated><title type='text'>ECOEMPREENDEDORISMO - INOVAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL</title><content type='html'>A criação do ecoempregos constitui um elemento essencial para vencer o fantasma do desemprego. Os ecoempreendedores promovem a geração de ecoempreendimentos que ofertam produtos/serviços, mas também representam um exemplo vivo de que é possível propiciar aos jovens a alternativa de ser um ecoempreendedor ao invés de ser empregado. &lt;br /&gt;     As novas empresas têm sido muito mais eficazes em aproveitar as novas oportunidades proporcionadas pelo avanço tecnológico onde seus ecoempreendedores optaram não pelo primeiro emprego e sim por uma ecoempresa. &lt;br /&gt;    O ecoempreendedorismo pode promover surgimento de uma cultura ecoempreendedora e criar um ambiente favorável à implantação de um programa de ecoempresas, como mecanismo de reforço do potencial espírito empreendedor, fornecer informação relevante e serviços de apoio, de modo a encorajar a criação e crescimento de start-up. &lt;br /&gt;   Para que isso possa realizar é preciso reforçar ações na área da educação e a formação em empreendedorismo, facilitar a transferência de propriedade, rever a legislação relativa às falências e melhorar os procedimentos relativos ao cancelamento e reestruturação das empresas.&lt;br /&gt;    O número de indivíduos que desejam criar o seu próprio negócio cresce dia-a-dia. O fenômeno do ecoempreendedorismo vem se alastrando pelos quatro cantos do mundo, em ritmo cada vez mais alucinante. O candidato a ecoempreendedor tem que vencer uma verdadeira corrida de obstáculos para poder concretizar o sonho de ser dono de seu próprio econegócio.&lt;br /&gt;    Ecoempreendedores não nascem. Eles são formados e desenvolvem sua visão de econegócios, sempre tendo em mente o objetivo de fazer o melhor, gerenciam o seu negócio de forma simples, eficiente e eficaz, porém, o sucesso é fruto não somente das práticas de boa gestão e sim de uma postura comportamental fundamentada no espírito empreendedor. Uma atitude mental positiva, firmeza de propósito, a consciência de que o objetivo de qualquer negócio é criar, manter e fidelizar clientes permitem ao empreendedor almejar o sucesso.&lt;br /&gt;     Há cada vez maior necessidade de ecoempreendedores capazes de criar sustentabilidade no desenvolvimento econômico, que trabalhem em prol da qualidade de vida o que torna o empreendedorismo um instrumento imprescindível que isso seja alcançado. &lt;br /&gt;    Esperamos que a leitura deste texto, ao mesmo tempo em que discorre sobre ecoempreendedorismo, desperte, no leitor, a força do espírito empreendedor, como opção de vida. O ecoempreendedorismo será a alternativa profissional para muitos indivíduos no século XXI. &lt;br /&gt;    Vivemos a Era do poder da informação, dos negócios on-line, da força das idéias audaciosas... e da sorte. A idéia é a nova moeda do mundo empresarial. Quem tem uma idéia, depara-se com duas opções: ou faz o que é necessário para colocá-la em prática, ou arranja muitas desculpas para não o fazer. &lt;br /&gt;    Esta é única alternativa que pode fazer a pessoa se arrepender para o resto da vida. O ecoempreendedor, criador de ecoempresas, sabe que "tentar e falhar é no mínimo aprender. Não chegar a tentar é sofrer a perda incalculável do que poderia ter conseguido.”&lt;br /&gt;   Discorrer sobre o ecoempreendedorismo no Brasil solicita uma visita por toda a história política, econômica e social do país. Fazer uma ponte com as revoluções econômicas e sociais do mundo também é necessária. &lt;br /&gt;    Mas, principalmente, é preciso olhar atentamente para o homem e para a mulher, o ecoempreendedor e a ecoempreendedora. Para as mudanças, a emancipação, o desenvolvimento e as transformações por que eles (as) passam. &lt;br /&gt;     Falar de ecoempreendedorismo é falar do ser humano e, por conseguinte, da capacidade nata que ele tem de se moldar, suplantar e transcender os limites impostos a ele. &lt;br /&gt;     É encontrar uma saída, e diga-se, dos empreendedores, uma boa saída para os momentos de crise. É falar de conhecimento, inovação, sabedoria, visão, ousadia, coragem. É falar de ética, de novas possibilidades e caminhos por desvendar. Inovação, criação e experiência de novos saberes, desejos.  &lt;br /&gt;    É acima de tudo falar de futuro. É falar de opções, da possibilidade de se escolher que futuro se quer e que começa a ser planejado no hoje, no agora.&lt;br /&gt;Como afirma Drucker (1985): “tentar adivinhar que produtos e processos o futuro exigirá é um exercício fútil”. &lt;br /&gt;    Mas é possível decidir que idéia se quer ver como realidade no futuro e construir uma empresa diferente baseada nessa idéia. Fazer o futuro acontecer significa também criar uma empresa diferente.&lt;br /&gt;    Mas o que faz o futuro acontecer é sempre a incorporação a uma empresa da idéia de uma economia, de uma tecnologia, de uma sociedade diferente. Não precisa ser uma grande idéia; mas tem que ser diferente da norma vigente no momento.&lt;br /&gt;      A idéia tem que ser empreendedora – uma idéia com potencial e capacidade para produzir riquezas, expressa por uma empresa produtiva, em funcionamento, trabalhando – e levada a efeito por meio das ações e do comportamento da empresa. &lt;br /&gt;    Não surge da pergunta: Com o que vai se parecer a sociedade do futuro? Mas de que grande mudança na economia, no mercado ou no conhecimento nos capacitaria a conduzir a empresa da maneira que realmente gostaríamos, da maneira pela qual realmente obteríamos os melhores resultados econômicos?        &lt;br /&gt;      A trilogia dos E’s – Ecoempreendedor, Ecoeconomia e Ecoempreendimento constitui a base filosófica do Empreendimento Verde, pois explica onde e como o ecoempreendedor pode desenvolver o ecoempreendedorismo, identificando suas características comportamentais para criar um empreendimento com sucesso e que fenômenos dentro da ecoeconomia (mercado) podem gerar a identificação ou criação da oportunidade de econegócio.&lt;br /&gt;      Urge incentivar o espírito ecoempreendedor entre os trabalhadores do conhecimento para que se tornem ecoempreendedores, criadores de riquezas. &lt;br /&gt;      Poucos estudos se dedicam à analise da transformação de uma idéia em uma oportunidade de econegócio, em um startup, "as indústrias do conhecimento elevado" (serviços profissionais, engenharia, consultoria e assim por diante). O desafio é propiciar aos trabalhadores do conhecimento condições para criarem suas próprias ecoempresas para que sejam bem-sucedidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-2852805435933481540?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/2852805435933481540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/04/ecoempreendedorismo-inovacao-e-gestao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2852805435933481540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2852805435933481540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/04/ecoempreendedorismo-inovacao-e-gestao.html' title='ECOEMPREENDEDORISMO - INOVAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-7344415844865607556</id><published>2011-03-27T11:16:00.000-07:00</published><updated>2011-03-27T11:24:07.252-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO NA ECONOMIA  DIGITAL – ESPÍRITO EMPREENDEDOR EM AÇÃO</title><content type='html'>A economia digital oferece grande variedade de ferramentas gerenciais e práticas, como a incubação de empresas que materializam as idéias em instalações de tijolo e cimento. O empreendedor alavanca ativos e capacidades para a criação de novos negócios.&lt;br /&gt;      Tais ferramentas e práticas podem ajudar empreendedores a desenvolver a capacidade de criar novas empresas, por meio de incubadoras. É facilitar o crescimento mediante o acesso ao processo de incubação de empresas de base tecnológica, fundamentadas em investigação e desenvolvimento. &lt;br /&gt;      O empreendedor cria valor ao desenvolver novos negócios por meio de incubação de start-ps (empresas iniciantes). Na realidade, deve transformar-se em agentes de mudança que toda empresa necessita. Como o ambiente se transforma numa selva virgem, é preciso que alguém  esteja disposto a liderar a empresa para atingir os objetivos. &lt;br /&gt;      Quociente de inteligência e conhecimentos técnicos são importantes, mas a inteligência emocional é condição “sine qua non”  para o empreendedorismo eficaz. &lt;br /&gt;      Todos nós já ouvimos histórias sobre empreendedores extremamente inteligentes e altamente preparados, que criam empresas e fracassam. Também temos conhecimento de trajetórias profissionais de pessoas com capacidade intelectual e conhecimentos técnicos nada excepcionais que empreendem, tendo um tremendo sucesso. &lt;br /&gt;     Casos como esses confirmam a crença, amplamente aceita, de que identificar pessoas com os perfis corretos para se tornar empreendedores é mais arte do que ciência. Mesmos empreendedores consagrados têm estilos distintos, e situações que exigem estilos diferentes. &lt;br /&gt;     Há, então, algum elemento comum a todos os empreendedores que sirva de porto seguro para quem está à procura de uma metodologia de formação de empreendedores? Um alto grau de inteligência emocional é o que nos ensina a inteligência emocional. &lt;br /&gt;     As pessoas nascem empreendedoras ou desenvolvem essa qualidade com suas experiências de vida? Ambas as alternativas estão corretas. Acreditamos que há componente genético no fenômeno do empreendedorismo, mas também aumenta quando os indivíduos participam de programas de desenvolvimento de seu espírito empreendedor. &lt;br /&gt;     Para isso, esses candidatos a empreendedores devem ser estimulados a abandonar hábitos antigos e estabelecer novos, o que leva tempo e exigem muitas vezes uma abordagem individualizada. De modo geral, é preciso motivar o empreendedor para aprender a mudar e se acostumar a ter feedback das outras pessoas. &lt;br /&gt;      Seria interessante que os empreendedores contassem com os cinco componentes da inteligência emocional, autoconhecimento, autocontrole, automotivação, empatia e sociabilidade. &lt;br /&gt;       Hoje percebemos que, para o bom desempenho, é imprescindível que os empreendedores tenham esses ingredientes do espírito empreendedor em ação: &lt;br /&gt;a) Autoconhecimento - Capacidade de reconhecer e compreender estados de espírito, emoções, impulsos, bem como o efeito desses aspectos sobre outras pessoas. Autoconfiança, auto-avaliação realista e  capacidade de rir de si mesmo;&lt;br /&gt;b) Autocontrole - Capacidade de controlar ou redirecionar impulsos e estados de espírito perturbadores; propensão a não julgar e a pensar antes de agir. Confiança e integridade, bem-estar na ambigüidade e abertura a mudanças;&lt;br /&gt;c) Automotivação - Paixão pelo trabalho por motivos que não dinheiro ou status, propensão a perseguir objetivos com energia e persistência. Forte impulso para alcançar o objetivo, otimismo, mesmo diante do fracasso e compromisso com a empresa;&lt;br /&gt;d) Empatia - Capacidade de compreender a constituição emocional dos outros, habilidade para tratar as pessoas de acordo com suas reações emocionais. Habilidades para atrair, formar e reter talentos, sensibilidade intercultural, criar, manter e fidelizar clientes.&lt;br /&gt;e)     Sociabilidade - Competência para administrar relacionamentos e criar redes, capacidades de encontrar pontos em comum e cultivar afinidades. Eficácia para liderar a mudança, persuasão e experiência em construir equipes e liderá-las&lt;br /&gt;       Os empreendedores e empreendedoras têm agora o poder de escolha. Ao olharem para dentro de si e procurarem respostas para questões de natureza prática, mas também filosóficas como: &lt;br /&gt;a) o que me faz sentir realizado (a); &lt;br /&gt;b) qual/quais são minhas habilidades; &lt;br /&gt;c) em que área do trabalho mais me identifico;&lt;br /&gt;d)   principalmente: o que eu quero do/com o futuro; e&lt;br /&gt;e) o  que estou semeando.&lt;br /&gt;       O empreendedor dever, ser capaz de sintetizar todas as forças internas e externas harmônicas e desenhar o melhor cenário possível para empresa. O mercado recompensa o mérito, a capacidade, a coragem de correr riscos, a sorte e o sucesso dos empreendedores por meio do lucro (a justa recompensa pelo risco que correu).&lt;br /&gt;       Somente é possível que a inovação aconteça na vida organizacional quando a cultura realmente estimula que se corram riscos no que diz respeito à tecnologia. &lt;br /&gt;        O ritmo vertiginoso de mudança tecnológica somente é superado pelo do conhecimento, cerca de 12% do que sabemos hoje surgiu nos últimos cinco anos.&lt;br /&gt;         Pensar diferente é a postura que um empreendedor deve adotar para dar a volta ao mundo dos negócios. Por exemplo, tentar resolver um problema começando pelo fim, encontrar soluções ao imitar a natureza ou apenas, ter uma sorte danada e uma ingenuidade total. É criar como um Deus, comandar como um rei, trabalhar como um escravo. &lt;br /&gt;         É ser impiedoso com preconceitos e ideias pré-concebidas. Os empreendedores  revolucionam: pensam de forma diferente para alterar as regras. Por definição, se não se mudam as regras, não é um empreendedor, e se não se pensa diferente, não se mudam as regra. &lt;br /&gt;       Os empreendedores têm características comportamentais que os diferenciam dos demais indivíduos. Recusam-se a resolver os problemas da forma como são apresentados. Em vez disso, utiliza esquemas de pensamento inovadores.&lt;br /&gt;        Tentam identificar: &lt;br /&gt;a) segmentos de clientes novos ou inexplorados em que se concentrar (um novo “quem”); &lt;br /&gt;b) novas necessidades de clientes que nenhum concorrente satisfaz (um novo “o quê”); e &lt;br /&gt;c) novos meios de produzir, entregar vender ou distribuir (um novo “como”).&lt;br /&gt;        A Amazon.com recusou o modelo de necessitar de uma livraria física, em vez disso, alterou as regras do comércio de livros.&lt;br /&gt;        O segredo para vencer a corrida dos negócios pode não estar nas qualidades evidentes, mas na capacidade de inovar,  de se adaptar sem perder a essência. &lt;br /&gt;        Estamos diante de um novo conceito associado à idéia de mudança: “resiliência”. Tomado emprestado da engenharia, define-se como a capacidade de se adaptar constantemente diante de circunstâncias adversas, mantendo a essência da organização, mas com mudanças de processos  e condutas.&lt;br /&gt;        O empreendedor opera em um determinado contexto ambiental – junto a um conjunto de expectativas que são compartilhadas, estabelecidas, embutidas em uma organização, comunidade profissional, ou na sociedade como um todo.&lt;br /&gt;        Um dos maiores desafios da era em que vivemos reside no fato de que, à medida  que conquistamos acesso a um número maior de informações, paradoxalmente temos menos condições de gerar conhecimento, a partir dessas informações .&lt;br /&gt;        O empreendedorismo não existiria se as pessoas com espírito empreendedor não tivessem uma alta tolerância ao fracasso. Uma sociedade empreendedora admira os indivíduos simplesmente por tentarem realizar alguma coisa. E, quanto mais obstáculos enfrentarem, maior será a admiração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-7344415844865607556?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/7344415844865607556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-na-economia-digital.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7344415844865607556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7344415844865607556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-na-economia-digital.html' title='EMPREENDEDORISMO NA ECONOMIA  DIGITAL – ESPÍRITO EMPREENDEDOR EM AÇÃO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-3116990971706206871</id><published>2011-03-20T08:31:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T08:32:19.588-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO: CRIAR E GERAR ALVO NOVO PARA A SOCIEDADE</title><content type='html'>A problemática do (des)emprego e seus efeitos na economia globalizada está a converter-se em preocupação social do século XXI cuja superação compete a governos, instituições empresarias, educacionais e sociais, bem como a todos que de alguma forma estejam envolvido com a questão.&lt;br /&gt; A questão de gerar empregos e renda nos dias de hoje exige trabalhar-se em um consenso social capaz de suportar a percepção, o entendimento e a visão de articular a aplicação de alternativas criativas (pensar coisas novas) e inovadoras (fazer coisas novas), que sejam capazes de representar soluções eficientes e eficazes fundamentadas nos princípios do empreendedorismo.&lt;br /&gt; Neste texto pretende-se debater idéias de como abordar a situação de que vivemos em um mundo cada vez mais cheio de trabalhos e menos empregos e oferecer proposições baseadas em uma perspectiva empreendedora, aprofundando em aspectos que são fatores chaves, ressaltando de forma especial o espírito empreendedor e a cultura empreendedora pilares do fenômeno da geração de riquezas. &lt;br /&gt;        A combinação destes dois fatores representa o ponto de partida de um processo de pesquisa e nos remete a reflexão sobre a compreensão de que empreender é definição de propósitos, a possibilidade de realizar o que muitos julgavam impossível e uma fé inabalável no progresso da humanidade fundamentada na aplicação dos princípios de uma educação calcada no empreendedorismo.&lt;br /&gt; O estudo dos elementos básicos da sociologia fundamentados em Max Weber, que proporciona condições para elaboramos questionamentos e, para chegarmos a obter as respostas de nossas indagações, temos a obrigação de pesquisar profundamente a real definição e significado do termo empreendedor, do empreendedorismo e do espírito empreendedor, recorremos a Schumpeter na economia, Drucker na Administração e McClelland na psicologia como teóricos capazes de nos oferecer com bastante segurança a resposta que precisamos para as nossas inquietações. As suas idéias podem ser aplicadas de forma eficiente e eficaz no estudo do fenômeno do empreendedorismo. &lt;br /&gt;         Weber é o ponto de partida sociológico de uma perspectiva, uma visão de empreendedorismo que entendemos ser interessante para perceber porque os indivíduos criam seu próprio negócio. &lt;br /&gt;         Ele é um dos teóricos que se dedicou ao tema do empreendedorismo avaliando os fatores que permitiam que determinados grupos fossem mais empreendedores do que outros e que fatores foram determinantes nesse processo, que condições sociais foram necessárias para que essas experiências fossem reproduzidas em outros grupos sociais observando seus efeitos no campo do empreendedor.&lt;br /&gt;          Pretende-se refletir profundamente sobre o conjunto de habilidades, conhecimentos e perícias necessários para que qualquer pessoa venha a ter uma postura empreendedora, a fim de que seja um comportamento corriqueiro em todos os seres humanos servindo de alavanca para decidir com conhecimento de causa os ditames, os objetivos e os meios para alcançar a plenitude do comportamento empreendedor.&lt;br /&gt;         Vamos trilhar por caminhos guiados por princípios filosóficos de que os empreendedores são mestres nas mudanças, trabalham com rara competência as alterações nas ciências, na física e na biologia, no mundo dos negócios, desempenhando um papel crucial no progresso da humanidade, ao fazerem uso do conhecimento e do comportamento empreendedor como fatores principais para gerenciar as mudanças.  &lt;br /&gt;          Este enfoque pressupõe que perseveramos sobre bases sólidas do empreendedorismo que é a paixão, propósito, possibilidade e progresso que para elas nos vemos condicionados a dedicar uma enorme atenção a essas personagens empreendedoras que influenciam e que com seus exemplos servem como inspirações filosóficas e operacionais no processo de mudança que temos vivenciado nos dias de hoje na sociedade empresarial na qual nos encontramos inseridos.&lt;br /&gt;         Max Weber se pontifica como uma figura que liga a sociologia  a economia. Foi um dos pioneiros no desenvolvimento de uma teoria de gestão, analisou o papel do empreendedor dentro de uma organização e estudou como e por que respondem aos indivíduos as diversas formas de empreender. &lt;br /&gt;        Provavelmente tenha tido a primazia na utilização do termo carisma para ilustrar uma das facetas do empreendedor como uma qualidade da personalidade de um empreendedor que faz com que os demais o sigam.&lt;br /&gt;Schumpeter, um dos nossos suportes filosóficos no campo do estudo empreendedorismo. Foi quem teorizou de forma bem singular sobre o empreendedorismo quando magistralmente discorreu sobre a figura do empreendedor. &lt;br /&gt;        A sua abordagem sobre a teoria do desenvolvimento é sem nenhuma dúvida uma obra que marcou os estudos da moderna economia de mercado, despertou o interesse das pessoas no estudo da figura do empreendedor. Uma das contribuições de Schumpeter foi à introdução de um fator marcante na ação empreendedora: a inovação.&lt;br /&gt;       Drucker, na área da gestão, escreveu várias obras sobre a administração, concentrou  seu foco dentre outras questões na eficácia dos empreendedores que devem ser capazes de formular objetivos, organizar, motivar e comunicar, estabelecer medidas de rendimento e promover as pessoas. &lt;br /&gt;       Os empreendedores e os líderes deviam analisar periodicamente as atividades da empresa, mediante um profundo exame de todos os seus produtos/serviços, processos, tecnologias e mercados, o que proporciona uma constante atualização. &lt;br /&gt;       O empreendedor dinâmico e moderno tem que ser inovador. Os gerentes fazem as coisas bem, os empreendedores fazem o que deve ser feito. Este pensamento é fundamental para os empreendedores, já que estes devem atuar nesta direção. &lt;br /&gt;      É preciso repensar o futuro do trabalho e das organizações, pois vivemos a era dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;5I’s - idéias, informação, inteligência, integração e inovaçã&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;o. O pensamento de novas idéias é crucial para a sobrevivência da empresa. &lt;br /&gt;      A civilização moderna está a correr perigo. Precisamos urgentemente de choque mundial de empreendedorismo. Urge desenvolver  programas de liderança voltadas para o empreender, para incentivar o surgimento de empresas, nomeadamente as de base tecnológica.&lt;br /&gt;      Os novos empreendedores criadores de riquezas através da utilização criativa e inovadora das idéias e projetos devem fazer frente a um mercado globalizado, competitivo, diferenciado, com destacadas estratégias que venham a viabilizar os projetos contribuindo para o desenvolvimento econômico social da humanidade.&lt;br /&gt;      Isto significa que a sociedade deve assumir seu papel instituindo programas de apoio ao desenvolvimento do espírito empreendedor em todos os níveis do processo de formação dos seus cidadãos desde o seu primeiro contato com o seio materno. &lt;br /&gt;      O processo educativo, familiar, empresarial e as políticas públicas, os meios de comunicação e os recursos humanos, materiais precisam ser canalizados com o objetivo de que a sociedade seja marcadamente empreendedora para que todos os seus membros possam desfrutar de qualidade de vida.&lt;br /&gt;      O desenvolvimento econômico depende da presença cada vez maior de empreendedores e da competitividade de suas empresas, que são o motor da economia de mercado. &lt;br /&gt;      As microempresas continuarão sendo a principal fonte de emprego, renda, e sustentáculo do crescimento das economias locais, elemento fundamental no processo de difusão de inovação tecnológica, introdução de novos produtos/serviços e novas atividades empresariais.&lt;br /&gt;      O sonho da humanidade em atingir o pleno emprego é uma tarefa de todos. O empreendedorismo pode ser um excelente instrumento para o alcance deste objetivo, através do apoio ao desenvolvimento de uma cultura empreendedora que propicia a criação de oportunidades de surgimento de novos empreendimentos de elevado valor agregado, o fomento ao processo criativo e inovador de produtos/serviços melhores, mais econômicos e as atividades que permitem a geração de empregos e renda para a sociedade.&lt;br /&gt;      Os princípios da criação de oportunidades para a geração de um novo empreendimento são: &lt;br /&gt;a)  a oportunidade raramente é identificada tem que ser criada, conquistada; &lt;br /&gt;b)  o receio de criar um novo negócio dificulta a percepção da oportunidade; &lt;br /&gt;c)  o medo de perder uma oportunidade pode inibir e paralisar o empreendedor;&lt;br /&gt;d)  ter atitude pró-ativa permite a indivíduos com espírito empreendedor serem capazes de superar a tensão entre a paralisia provocada pelo medo de errar e acertar na hora aproveitando a oportunidade; &lt;br /&gt;e) todo o processo inovador envolve um ciclo vicioso:  nenhum produto/serviço implica nenhum cliente. Sem clientes não se tem receita. A ausência de receita não se pode fazer investimentos. A impossibilidade de investimentos no processo empreendedor perde-se ímpeto e credibilidade junto a sociedade. Sem legitimidade é difícil a obtenção de recursos e sem recursos não se tem produtos/serviços; &lt;br /&gt;f) é algo fora do comum um empreendedor avaliar seus recursos com imparcialidade capital humano,  intelectual, social, etc) que ele tem para quebrar o ciclo vicioso do receio de empreender;  &lt;br /&gt;g) promover ou desenvolver uma oportunidade através de iniciativa própria com um mínimo de  auxílio externo é uma situação ideal para a quebra de receio de iniciar um start-up; &lt;br /&gt;h) o fluxo de caixa positivo é fundamental na sobrevivência de um start-up, é muito caro quando o empreendedor precisa dele; e &lt;br /&gt;i) a criação um start-up pressupõe a focalização de um nicho de mercado.&lt;br /&gt;Existem três componentes cruciais para o sucesso de um novo empreendimento: a oportunidade, o empreendedor (e a equipe) e os recursos necessários para iniciar o empreendimento e fazer com que ele se desenvolva.  &lt;br /&gt;        Empreendedor (comportamento e atitudes empreendedoras), empreendedorismo (prática e disciplina) e espírito empreendedor (processo de criação do empreendimento) devem marcar presença em todas as sociedades que sejam regidas pela livre iniciativa. São os fatores chaves para o empreendedorismo.&lt;br /&gt;Os empreendedores sabem que inovação não é invenção. Invenção é o processo de descobrir coisas que nunca tinha sido descoberto antes. Inovação é a descoberta de uma nova maneira, novas formas de criar valores para sociedade.&lt;br /&gt;  Inovar é fazer coisas novas. A inovação é o instrumento específico dos empreendedores. A evolução da percepção do empreendedorismo como opção para vida, partimos do estudo das características e funções do empreendedor evoluindo para uma perspectiva onde introduzimos as características do processo empreendedor.&lt;br /&gt;         A criação de um empreendimento passa pela figura do empreendedor. É quase impossível imaginar a Rede Globo sem Roberto Marinho, a Sonae sem o Belmiro Azevedo, a Microsoft sem o Gates. Os empreendedores se dedicam de corpo e alma aos seus empreendimentos.&lt;br /&gt;Trecho do livro Empreendedorismo, Inovação, Incubação de Empresas e o Plano Tecnológico a ser lançado.&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-3116990971706206871?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/3116990971706206871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-criar-e-gerar-alvo_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/3116990971706206871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/3116990971706206871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-criar-e-gerar-alvo_20.html' title='EMPREENDEDORISMO: CRIAR E GERAR ALVO NOVO PARA A SOCIEDADE'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-8295118196874194894</id><published>2011-03-20T08:21:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T08:28:38.887-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO: CRIAR E GERAR ALVO NOVO PARA A SOCIEDADE</title><content type='html'>A problemática do (des)emprego e seus efeitos na economia globalizada está a converter-se em preocupação social do século XXI cuja superação compete a governos, instituições empresarias, educacionais e sociais, bem como a todos que de alguma forma estejam envolvido com a questão.&lt;br /&gt; A questão de gerar empregos e renda nos dias de hoje exige trabalhar-se em um consenso social capaz de suportar a percepção, o entendimento e a visão de articular a aplicação de alternativas criativas (pensar coisas novas) e inovadoras (fazer coisas novas), que sejam capazes de representar soluções eficientes e eficazes fundamentadas nos princípios do empreendedorismo.&lt;br /&gt; Neste texto pretende-se debater idéias de como abordar a situação de que vivemos em um mundo cada vez mais cheio de trabalhos e menos empregos e oferecer proposições baseadas em uma perspectiva empreendedora, aprofundando em aspectos que são fatores chaves, ressaltando de forma especial o espírito empreendedor e a cultura empreendedora pilares do fenômeno da geração de riquezas. &lt;br /&gt;        A combinação destes dois fatores representa o ponto de partida de um processo de pesquisa e nos remete a reflexão sobre a compreensão de que empreender é definição de propósitos, a possibilidade de realizar o que muitos julgavam impossível e uma fé inabalável no progresso da humanidade fundamentada na aplicação dos princípios de uma educação calcada no empreendedorismo.&lt;br /&gt; O estudo dos elementos básicos da sociologia fundamentados em Max Weber, que proporciona condições para elaboramos questionamentos e, para chegarmos a obter as respostas de nossas indagações, temos a obrigação de pesquisar profundamente a real definição e significado do termo empreendedor, do empreendedorismo e do espírito empreendedor, recorremos a Schumpeter na economia, Drucker na Administração e McClelland na psicologia como teóricos capazes de nos oferecer com bastante segurança a resposta que precisamos para as nossas inquietações. As suas idéias podem ser aplicadas de forma eficiente e eficaz no estudo do fenômeno do empreendedorismo. &lt;br /&gt;         Weber é o ponto de partida sociológico de uma perspectiva, uma visão de empreendedorismo que entendemos ser interessante para perceber porque os indivíduos criam seu próprio negócio. &lt;br /&gt;         Ele é um dos teóricos que se dedicou ao tema do empreendedorismo avaliando os fatores que permitiam que determinados grupos fossem mais empreendedores do que outros e que fatores foram determinantes nesse processo, que condições sociais foram necessárias para que essas experiências fossem reproduzidas em outros grupos sociais observando seus efeitos no campo do empreendedor.&lt;br /&gt;          Pretende-se refletir profundamente sobre o conjunto de habilidades, conhecimentos e perícias necessários para que qualquer pessoa venha a ter uma postura empreendedora, a fim de que seja um comportamento corriqueiro em todos os seres humanos servindo de alavanca para decidir com conhecimento de causa os ditames, os objetivos e os meios para alcançar a plenitude do comportamento empreendedor.&lt;br /&gt;         Vamos trilhar por caminhos guiados por princípios filosóficos de que os empreendedores são mestres nas mudanças, trabalham com rara competência as alterações nas ciências, na física e na biologia, no mundo dos negócios, desempenhando um papel crucial no progresso da humanidade, ao fazerem uso do conhecimento e do comportamento empreendedor como fatores principais para gerenciar as mudanças.  &lt;br /&gt;          Este enfoque pressupõe que perseveramos sobre bases sólidas do empreendedorismo que é a paixão, propósito, possibilidade e progresso que para elas nos vemos condicionados a dedicar uma enorme atenção a essas personagens empreendedoras que influenciam e que com seus exemplos servem como inspirações filosóficas e operacionais no processo de mudança que temos vivenciado nos dias de hoje na sociedade empresarial na qual nos encontramos inseridos.&lt;br /&gt;         Max Weber se pontifica como uma figura que liga a sociologia  a economia. Foi um dos pioneiros no desenvolvimento de uma teoria de gestão, analisou o papel do empreendedor dentro de uma organização e estudou como e por que respondem aos indivíduos as diversas formas de empreender. &lt;br /&gt;        Provavelmente tenha tido a primazia na utilização do termo carisma para ilustrar uma das facetas do empreendedor como uma qualidade da personalidade de um empreendedor que faz com que os demais o sigam.&lt;br /&gt;Schumpeter, um dos nossos suportes filosóficos no campo do estudo empreendedorismo. Foi quem teorizou de forma bem singular sobre o empreendedorismo quando magistralmente discorreu sobre a figura do empreendedor. &lt;br /&gt;        A sua abordagem sobre a teoria do desenvolvimento é sem nenhuma dúvida uma obra que marcou os estudos da moderna economia de mercado, despertou o interesse das pessoas no estudo da figura do empreendedor. Uma das contribuições de Schumpeter foi à introdução de um fator marcante na ação empreendedora: a inovação.&lt;br /&gt;       Drucker, na área da gestão, escreveu várias obras sobre a administração, concentrou  seu foco dentre outras questões na eficácia dos empreendedores que devem ser capazes de formular objetivos, organizar, motivar e comunicar, estabelecer medidas de rendimento e promover as pessoas. &lt;br /&gt;       Os empreendedores e os líderes deviam analisar periodicamente as atividades da empresa, mediante um profundo exame de todos os seus produtos/serviços, processos, tecnologias e mercados, o que proporciona uma constante atualização. &lt;br /&gt;       O empreendedor dinâmico e moderno tem que ser inovador. Os gerentes fazem as coisas bem, os empreendedores fazem o que deve ser feito. Este pensamento é fundamental para os empreendedores, já que estes devem atuar nesta direção. &lt;br /&gt;      É preciso repensar o futuro do trabalho e das organizações, pois vivemos a era dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;5I’s - idéias, informação, inteligência, integração e inovaçã&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;o. O pensamento de novas idéias é crucial para a sobrevivência da empresa. &lt;br /&gt;      A civilização moderna está a correr perigo. Precisamos urgentemente de choque mundial de empreendedorismo. Urge desenvolver  programas de liderança voltadas para o empreender, para incentivar o surgimento de empresas, nomeadamente as de base tecnológica.&lt;br /&gt;      Os novos empreendedores criadores de riquezas através da utilização criativa e inovadora das idéias e projetos devem fazer frente a um mercado globalizado, competitivo, diferenciado, com destacadas estratégias que venham a viabilizar os projetos contribuindo para o desenvolvimento econômico social da humanidade.&lt;br /&gt;      Isto significa que a sociedade deve assumir seu papel instituindo programas de apoio ao desenvolvimento do espírito empreendedor em todos os níveis do processo de formação dos seus cidadãos desde o seu primeiro contato com o seio materno. &lt;br /&gt;      O processo educativo, familiar, empresarial e as políticas públicas, os meios de comunicação e os recursos humanos, materiais precisam ser canalizados com o objetivo de que a sociedade seja marcadamente empreendedora para que todos os seus membros possam desfrutar de qualidade de vida.&lt;br /&gt;      O desenvolvimento econômico depende da presença cada vez maior de empreendedores e da competitividade de suas empresas, que são o motor da economia de mercado. &lt;br /&gt;      As microempresas continuarão sendo a principal fonte de emprego, renda, e sustentáculo do crescimento das economias locais, elemento fundamental no processo de difusão de inovação tecnológica, introdução de novos produtos/serviços e novas atividades empresariais.&lt;br /&gt;      O sonho da humanidade em atingir o pleno emprego é uma tarefa de todos. O empreendedorismo pode ser um excelente instrumento para o alcance deste objetivo, através do apoio ao desenvolvimento de uma cultura empreendedora que propicia a criação de oportunidades de surgimento de novos empreendimentos de elevado valor agregado, o fomento ao processo criativo e inovador de produtos/serviços melhores, mais econômicos e as atividades que permitem a geração de empregos e renda para a sociedade.&lt;br /&gt;      Os princípios da criação de oportunidades para a geração de um novo empreendimento são: &lt;br /&gt;a)  a oportunidade raramente é identificada tem que ser criada, conquistada; &lt;br /&gt;b)  o receio de criar um novo negócio dificulta a percepção da oportunidade; &lt;br /&gt;c)  o medo de perder uma oportunidade pode inibir e paralisar o empreendedor;&lt;br /&gt;d)  ter atitude pró-ativa permite a indivíduos com espírito empreendedor serem capazes de superar a tensão entre a paralisia provocada pelo medo de errar e acertar na hora aproveitando a oportunidade; &lt;br /&gt;e) todo o processo inovador envolve um ciclo vicioso:  nenhum produto/serviço implica nenhum cliente. Sem clientes não se tem receita. A ausência de receita não se pode fazer investimentos. A impossibilidade de investimentos no processo empreendedor perde-se ímpeto e credibilidade junto a sociedade. Sem legitimidade é difícil a obtenção de recursos e sem recursos não se tem produtos/serviços; &lt;br /&gt;f) é algo fora do comum um empreendedor avaliar seus recursos com imparcialidade capital humano,  intelectual, social, etc) que ele tem para quebrar o ciclo vicioso do receio de empreender;  &lt;br /&gt;g) promover ou desenvolver uma oportunidade através de iniciativa própria com um mínimo de  auxílio externo é uma situação ideal para a quebra de receio de iniciar um start-up; &lt;br /&gt;h) o fluxo de caixa positivo é fundamental na sobrevivência de um start-up, é muito caro quando o empreendedor precisa dele; e &lt;br /&gt;i) a criação um start-up pressupõe a focalização de um nicho de mercado.&lt;br /&gt;Existem três componentes cruciais para o sucesso de um novo empreendimento: a oportunidade, o empreendedor (e a equipe) e os recursos necessários para iniciar o empreendimento e fazer com que ele se desenvolva.  &lt;br /&gt;        Empreendedor (comportamento e atitudes empreendedoras), empreendedorismo (prática e disciplina) e espírito empreendedor (processo de criação do empreendimento) devem marcar presença em todas as sociedades que sejam regidas pela livre iniciativa. São os fatores chaves para o empreendedorismo.&lt;br /&gt;Os empreendedores sabem que inovação não é invenção. Invenção é o processo de descobrir coisas que nunca tinha sido descoberto antes. Inovação é a descoberta de uma nova maneira, novas formas de criar valores para sociedade.&lt;br /&gt;  Inovar é fazer coisas novas. A inovação é o instrumento específico dos empreendedores. A evolução da percepção do empreendedorismo como opção para vida, partimos do estudo das características e funções do empreendedor evoluindo para uma perspectiva onde introduzimos as características do processo empreendedor.&lt;br /&gt;         A criação de um empreendimento passa pela figura do empreendedor. É quase impossível imaginar a Rede Globo sem Roberto Marinho, a Sonae sem o Belmiro Azevedo, a Microsoft sem o Gates. Os empreendedores se dedicam de corpo e alma aos seus empreendimentos.&lt;br /&gt;Trecho do livro Empreendedorismo, Inovação, Incubação de Empresas e o Plano Tecnológico a ser lançado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-8295118196874194894?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/8295118196874194894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-criar-e-gerar-alvo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8295118196874194894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8295118196874194894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-criar-e-gerar-alvo.html' title='EMPREENDEDORISMO: CRIAR E GERAR ALVO NOVO PARA A SOCIEDADE'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-5835452943451531510</id><published>2011-03-13T12:25:00.000-07:00</published><updated>2011-03-13T12:35:40.235-07:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO SOCIAL</title><content type='html'>A idéia "do empreendimento social" é bola da vez. É uma frase que serve bem a nossa época. Combina a paixão de uma missão social com uma imagem de empresa voltada para a modernidade, para inovação e da determinação associada geralmente com, por exemplo, atividades voltadas para o social. &lt;br /&gt;O tempo é, certamente, colaborador por excelência para aproximação dos  empreendedores aos problemas sociais. Muitos esforços governamentais e privados têm sido desenvolvidos para superação dos problemas sociais. &lt;br /&gt;         Muitas instituições sociais são vistas frequentemente como ineficientes e ineficazes. Os empreendedores sociais são necessários para desenvolver modelos novos para área social&lt;br /&gt;         O discurso do empreendimento social pode ser algo novo, mas o fenômeno não é. Sempre tivemos sempre empreendedores sociais, mesmo se nós não os chamamos assim. Construíram originalmente muitas instituições que dignificam seus criadores. &lt;br /&gt;         Entretanto, além de inovador, não visam lucros, o empreendimento social pode incluir riscos como qualquer outro negócio. Os empreendedores sociais sempre procuram os métodos os mais eficazes de servir a suas missões sociais.&lt;br /&gt;         O conceito de "empreendimento social" vem ganhando a popularidade, significando que a responsabilidade social dos empreendedores vem crescendo cada vez mais. Isto pode ser uma virada histórica na percepção da questão social no Brasil e em Portugal. &lt;br /&gt;        Muitos associam o empreendimento social exclusivamente com as organizações que não visam lucros.  Outros a usam para descrever qualquer uma organização que não vise lucro. &lt;br /&gt;        O que é realmente um empreendimento social? Que faz um indivíduo para ser um empreendedor social? Para responder a estas perguntas, nós devemos começar olhando nas raízes do termo "empreendedor”.&lt;br /&gt;        No senso comum, empreendedor é associado com alguém que começar, cria um negócio, mas esta é uma definição muito limitada de um termo que tenha um histórico tão rico e muito  significativo na história do crescimento e desenvolvimento econômico. &lt;br /&gt;        O termo "empreendedor" originou-se na economia francesa  nos séculos 17 e 18. Em francês, significa alguém que "empreende," não um "gerente" no sentido de um diretor, mas  um indivíduo que empreende um projeto ou uma atividade significativa. &lt;br /&gt;        Mais especificamente, veio ser usado identificar pessoas que estimularam o progresso econômico encontrando maneiras novas e melhores de fazer coisas. &lt;br /&gt;         Por volta do século 19, Jean Say, economista francês, definiu empreendedor como uma pessoa que "desloca os recursos econômicos de uma área de mais baixo rendimento para uma área de uma produtividade mais elevada e de um rendimento maior”. Os empreendedores criam o valor.&lt;br /&gt;No século 20, o economista que mais se próxima desta definição é Joseph Schumpeter. “Ele descreveu os empreendedores como os inovadores que dirigem o processo da “destruição criativa” do capitalismo.”&lt;br /&gt;         “A função dos empreendedores é reformar ou revolucionar por dentro o padrão da produção.” Podem fazer isto de muitas maneiras: “Combinando capital e trabalho, fazendo algo verdadeiramente inovador, concebendo um novo produto / serviço, introduzindo um novo método de produção, introduzindo uma nova maneira de fazer alguma coisa, criando um novo mercado, descobrindo uma nova fonte de matérias-primas e estabelecendo novas formas de organização” e assim por diante. &lt;br /&gt;         "Os empreendedores” de Schumpeter são os agentes da mudança na economia. Servindo a mercados novos ou criando maneiras novas de fazer coisas, movem a economia para a frente. &lt;br /&gt;         Vários estudiosos contemporâneos do espírito empreendedor apresentam muitas teorias sobre empreendimento. Por exemplo, em sua tentativa de começar em o que é um empreendedor, &lt;br /&gt;        Peter Drucker inicia com definição do vocábulo empreendedor, mas amplifica-a para focalizar na oportunidade. Drucker não ver os empreendedores a causar a mudança, mas vê-os como exploradores das oportunidades que alteram o ambiente das empresas (na tecnologia, nas preferências de consumidor, em normas sociais, etc..). &lt;br /&gt;Drucker diz que "isto define o empreendedor e o empreendedor do empreendimento-sempre procurara pela mudança, responde-lhe, e explora-a como uma oportunidade." &lt;br /&gt;         A noção da "oportunidade" veio ser central a muitas definições atuais do empreendimento. É a palavra de hoje dos teóricos do empreendedorismo para explicar a maneira como os recursos deslocam-se de às áreas de rendimentos baixos para mais elevados. &lt;br /&gt;        Uma oportunidade significa uma possibilidade de criar o valor para o cliente. Os empreendedores têm em mente que devem sempre ver tudo como possibilidades ao invés de perceber os problemas criados pela mudança.&lt;br /&gt;        Para Drucker, começar um pequeno negócio não significa necessariamente que seja um ato de empreendedorismo. Exemplo um "marido e a esposa que abrem outra loja de “delicatessen” ou um restaurante chinês" como um caso no ponto. &lt;br /&gt;        Não há nada especial ou inovador nesta ação. Empreendedores não somente conseguem enxergar e perseguir as oportunidades que surgem na sua frente. Mobilizam-se para obter os  recursos necessários para iniciar o negócio.&lt;br /&gt;        David McClelland desenvolveu uma interessante teoria motivacional que engloba três tipos necessidades: a) necessidade de realização, responsabilidade pessoal buscando atingir metas desafiadoras e realimentação em desempenho; b) necessidade de afiliação (um desejo para relações amigáveis, sensibilidade para os sentimentos de outros, preferência para papéis com interação humana e c) necessidade de poder (um desejo para fazer um impacto, ser influente e efetivo). &lt;br /&gt;    As idéias de Schumpeter, Drucker e McClellnad são atrativas porque podem facilmente ser aplicadas tanto no setor social quanto no empresarial. Descrevem um tipo do comportamento que possa ser manifesto em qualquer lugar. &lt;br /&gt;       Em um mundo em que os limites do setor estão cada vez mais se expandindo, esta é uma vantagem. Podemos construir nossa compreensão do empreendimento social nesta tradição forte da teoria e da pesquisa do empreendimento. &lt;br /&gt;       Os empreendedores sociais são uma espécie em expansão no campo do empreendedorismo. São empreendedores com uma missão social. Entretanto, por causa desta missão, enfrentam alguns desafios que os tornam bem distintos.&lt;br /&gt;        Para empreendedores sociais, a missão social é explícita e central. Isto afeta obviamente como os empreendedores sociais percebem e avaliam oportunidades. O impacto da missão - transformar o critério central, não criação de riqueza. A transformação da realidade social é medida de avaliação dos empreendedores sociais. &lt;br /&gt;        No caso dos empreendedores de negócio, a criação de riqueza é uma maneira de medir a criação do valor. Isto é porque os empreendedores de negócio são sujeitos à disciplina do mercado, que determina na parte grande se está criando o valor. Se não deslocarem recursos aos usos mais economicamente produtivos, tendem a ser dirigidos fora do negócio.&lt;br /&gt;       Os mercados não são perfeitos. A criação do valor para os clientes é algo que os empreendedores perseguem o tempo todo.  A habilidade de um empreendedor de atrair os recursos (capital, trabalho, equipamento, etc..) em um mercado cada vez mais concorrido é uma indicação razoavelmente boa que o risco representa para um uso cada vez mais produtivo destes recursos. &lt;br /&gt;       A lógica é simples. Os empreendedores que podem pagar por recursos são tipicamente esses que podem pôr os recursos aos usos mais altamente avaliados, como determinado no mercado. &lt;br /&gt;       O valor é criado no negócio quando os clientes são dispostos pagar mais do que ele custa para produzir o bom ou serviço que está sendo vendido. O lucro (rendimento menos custos) que um risco gera é um indicador razoavelmente bom do valor que crie. &lt;br /&gt;       Se um empreendedor não puder convencer um número suficiente dos clientes para pagar um preço adequado para gerar um lucro, esta é uma indicação forte que o valor insuficiente está sendo criado para justificar este uso dos recursos. &lt;br /&gt;       Um (re)direcionamento dos recursos acontece naturalmente porque as empesas que não criam o valor não podem obter recursos suficientes ou levantar o capital para poderem exercer suas atividades. &lt;br /&gt;      São expelidas do negócio. As empresas que criam o valor econômico têm a possibilidade de atrair os recursos necessários para crescer.&lt;br /&gt;       Os mercados não trabalham para empreendedores sociais. No detalhe, os mercados não se dar ao trabalho de avaliar melhorias sociais e, geralmente,  não liberam recursos para indivíduos que não podem pagar. &lt;br /&gt;      Esta percepção é fundamental ao empreendedor social, aquele que faz o empreendimento social surgir. Em conseqüência, é muito mais difícil determinar se um empreendedor social está criando o valor social suficiente para justificar os recursos usados em criar esse valor. &lt;br /&gt;      A sobrevivência ou o crescimento de uma empresa social não é prova de sua eficiência ou eficácia em melhorar circunstâncias sociais. É somente um indicador.&lt;br /&gt;      Empreendedores sociais operam em mercados, mas estes mercados não os provêem de tudo que necessitam para serem eficientes e eficazes. &lt;br /&gt;      Muitas organizações sociais cobram taxas por alguns dos seus serviços. Elas também competem por doações, voluntários, e outros tipos de apoio. Mas, freqüentemente, não se encontram alinhada de perto a disciplina destes "mercados" com a missão do empresário social. &lt;br /&gt;       Depende de quem está pagando as taxas ou está provendo os recursos, os quais são suas motivações, e como bem eles podem avaliar o valor social criado pela aventura. É difícil de medir criação de valor social. &lt;br /&gt;        Quanto valor social é criado reduzindo poluição em um determinado empreendimento, salvando animais em vias de extinção, ou provendo companhia para ajudar pessoas da terceira idade? Os cálculos não só são difíceis e também perfeitamente contestáveis. &lt;br /&gt;        Até mesmo quando podem ser medidas melhorias, é freqüentemente difícil atribuir-lhes uma intervenção específica. Até mesmo quando conseguem ser medidas melhorias e ser atribuídas a uma determinada intervenção, os empreendedores sociais não, via de regra, podem capturar o valor que eles criaram em uma forma econômica para pagar .&lt;br /&gt;          A habilidade para atrair recursos filantrópicos pode prover alguma indicação de criação de valor nos olhos dos provedores de recursos, mas não é um indicador muito fidedigno. &lt;br /&gt;   Qualquer definição de empreendedorismo social deveria refletir a necessidade por um substituto para a disciplina de mercado que trabalha para empreendedores empresariais. Não podemos assumir que a disciplina de mercado levará automaticamente que tenhamos aventuras sociais não utilizando os recursos efetivamente e eficazmente. &lt;br /&gt;        A definição tem que combinar uma ênfase em disciplina e responsabilidade com as noções de criação de valor levadas de inovação e agentes de mudança de Schumpeter, perseguição de oportunidade de Drucker e teoria motivacional de McClelland. &lt;br /&gt;       Em resumo, esta definição pode ser declarada como segue: empreendedores sociais representam o papel de agentes de mudança no setor social, por:   adotando uma missão para criar e sustentar valor social (não só valor privado).&lt;br /&gt;        Reconhecendo e procurando oportunidades novas para servir aquela missão implacavelmente. Se ocupado de um processo de inovação incremental, radical, adaptando-se, e aprendendo. &lt;br /&gt;      Agindo corajosamente sem estar atualmente limitado através de recursos disponíveis, e exibindo uma sensação exaltada de responsabilidade para os seus financiadores.   &lt;br /&gt;      Esta é claramente uma "definição idealizada". Empreendedores de setores sociais exemplificarão estas características de modos diferentes e para graus diferentes. O mais íntimo uma pessoa adquire a satisfazendo todas estas condições mais aquela pessoa ajusta a modelo de um empreendedor social. &lt;br /&gt;       Esses que são mais inovadores nos seus  trabalhos  e que criam melhorias sociais mais significantes serão vistas naturalmente como mais empreendedores. O empreendedor social verdadeiramente schumpeteriano reformará significativamente ou revolucionarão as suas  indústrias.  &lt;br /&gt;   Empreendedores sociais são os reformadores e revolucionários descritos por Schumpeter, mas com uma missão social. Eles fazem mudanças fundamentais nas coisas de modo é acabado no setor social. &lt;br /&gt;        As suas visões são corajosas. Eles atacam as causas subjacentes de problemas, em lugar de tratando sintomas simplesmente. Eles reduzem freqüentemente necessidades em lugar de há pouco os conhecendo. Eles buscam criar mudanças sistêmicas e melhorias sustentáveis. &lt;br /&gt;        Embora eles possam agir localmente, as suas ações têm o potencial para estimular melhorias globais nas suas arenas escolhidas, isso é na educação, cuidado de saúde, desenvolvimento econômico, do ambiente, das artes, ou qualquer outro campo de setor social.  &lt;br /&gt;   Adotando uma missão para criar e sustentar valor social. Este é o ponto principal que distingue os empreendedores sociais de negócios socialmente responsáveis dos empreendedores empresariais. &lt;br /&gt;        Para um empreendedor social, a missão social é fundamental. Esta é uma missão de melhoria social que não pode ser reduzida a criando benefícios privada (lucros financeiros ou consumo beneficia) para indivíduos. &lt;br /&gt;         Fazer um lucro, criando riqueza, ou servir os desejos de clientes pode ser parte do modelo, mas estes são meios o alcance de um fim social, não o fim em si mesmo. Lucro não é a medida de criação de valor; nem é satisfação de cliente; impacto social é a medida&lt;br /&gt;         Empreendedores sociais procuram um retorno social em longo prazo em investimento. Empreendedores sociais querem mais que um golpe rápido; eles querem criar melhorias duradouras. Eles pensam em sustentar o impacto.  &lt;br /&gt;   Onde outros vêem problemas, os empreendedores vêem oportunidade. Empreendedores sociais simplesmente não são dirigidos pela percepção de uma necessidade social ou bastante pela sua compaixão, eles têm uma visão de como alcançar melhoria e eles são determinados para fazer a sua visão trabalhar. Eles são persistentes. &lt;br /&gt;        Os modelos que desenvolvem e as aproximações que eles levam podem, e freqüentemente faz, muda como os empreendedores aprendem sobre o que funciona e o que não. &lt;br /&gt;        O elemento chave é persistência combinada com uma vontade para fazer ajustes na estratégia de negócios. Em lugar de se render quando um obstáculo é encontrado, os empreendedores sociais perguntam, "Como nós podemos superar este obstáculo? Como nós podemos fazer este trabalho?”       &lt;br /&gt;        Empreendedores são inovadores. Eles desbravam os mercados, desenvolvem modelos novos. Porém, como nos alerta Schumpeter, inovação pode vir muitas formas. Não requer inventar-se algo completamente novo; pode envolver a aplicação uma idéia existente simplesmente de um modo novo ou para uma situação nova. &lt;br /&gt;        Empreendedores não precisam ser inventores. Necessitam ser inovadores aplicando simplesmente que outros inventaram. As suas inovações podem aparecer na forma como eles estruturam seus negócios ou em como conseguem obter os recursos necessários. Esta vontade para inovar é parte do “ modus operandi” dos empreendedores. &lt;br /&gt;        É um processo contínuo de explorar, aprendendo, e melhorar. Claro que, com inovação vem à incerteza e o risco de fracasso. &lt;br /&gt;       Empreendedores tendem a ter uma tolerância alta por ambigüidade e aprender a administrar riscos para eles e outros. Tratam fracasso de um projeto como uma experiência de aprendizagem, não uma tragédia pessoal.  &lt;br /&gt;   Agindo corajosamente sem estar atualmente limitado através de recursos disponíveis: Empreendedores sociais não deixam os seus próprios recursos limitados os impedir de procurar as atender suas visões. &lt;br /&gt;        Eles devem estar qualificados em fazer mais com menos e a atrair recursos dos outros. Usam recursos escassos eficazmente. Exploram todas as opções de recursos, de pura filantropia para os métodos comerciais do setor empresarial. &lt;br /&gt;Não são limitados por normas do setor.  &lt;br /&gt;        Gerenciam riscos calculados e administram crises diariamente, para reduzir a probabilidade de fracasso.  &lt;br /&gt;   Empreendedorismo social descreve um jogo de comportamentos que são excepcionais. Estes comportamentos deveriam ser encorajados e recompensados nos indivíduos que têm as capacidades e temperamento para este tipo de trabalho. &lt;br /&gt;Empreendedores sociais é uma raça especial de líderes e devem ser reconhecidos como tal. &lt;br /&gt;        Precisamos de empreendedores sociais para nos ajudar a achar novos rumos para melhoria social nesta nova década do século XXI que acabamos de iniciar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-5835452943451531510?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/5835452943451531510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5835452943451531510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5835452943451531510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/empreendedorismo-social.html' title='EMPREENDEDORISMO SOCIAL'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-7311788596057731436</id><published>2011-03-09T04:51:00.000-08:00</published><updated>2011-03-13T12:25:46.996-07:00</updated><title type='text'>PORTUGAL - CAPITAL MÍNIMO PARA EMPRESAS POR QUOTAS PASSA A SER DE 1 EURO A PARTIR DE ABRI</title><content type='html'>A partir de Abril o capital social das sociedades por quotas, incluindo as unipessoais, vai deixar de ter um montante mínimo, podendo ser de apenas um euro, segundo um diploma hoje publicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo desta medida, diz o governo no preâmbulo do decreto-lei hoje publicado que entra em vigor dentro de 30 dias, é "simplificar" os processos de constituição das sociedades por quotas e das sociedades unipessoais por quotas, passando o capital a ser "livremente definido pelos sócios".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta redução de encargos visa ainda promover o empreendedorismo: "O facto de ser obrigatória a disponibilização inicial de capital social impede frequentemente potenciais empresários, muitas vezes jovens, sem recursos económicos próprios, de avançarem com o seu projeto inicial", lê-se no documento.&lt;br /&gt;O executivo salienta ainda que o capital social "não representa uma verdadeira garantia para os credores" nem para quem se relaciona com a sociedade, uma vez que muitas vezes o capital inicial"é afeto ao pagamento dos custos de arranque da empresa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Lusa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-7311788596057731436?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/7311788596057731436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/portugal-capital-minimo-para-empresas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7311788596057731436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7311788596057731436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/portugal-capital-minimo-para-empresas.html' title='PORTUGAL - CAPITAL MÍNIMO PARA EMPRESAS POR QUOTAS PASSA A SER DE 1 EURO A PARTIR DE ABRI'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-2195325239922588385</id><published>2011-03-06T15:42:00.001-08:00</published><updated>2011-03-06T15:44:52.202-08:00</updated><title type='text'>SART -UP - CHILE The Program “Instead of changing the world through revolution, we can change the world through innovation</title><content type='html'>Start-Up Chile is a program of the Chilean Government, created by the Ministry of Economy, executed by CORFO via InnovaChile, that seeks to attract foreign, high-potential entrepreneurs to come to Chile to bootstrap their businesses with the end goal of converting Chile into the innovation and entrepreneurial hub of Latin America. This is a general mission of the recently inaugurated government and is the primary focus of the Ministry of Economy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 2010, the program has brought 25 teams from all corners of the world and has provided them a $40,000 subsidy (no equity) to participate for six months, and a temporary 1-year visa to develop their projects along with access to the most potent social and capital networks in the country. These selected entrepreneurs approved an admission process conducted by Silicon Valley experts and a Chilean Innovation board that focuses ardently on global mindsets and worldwide potential. Their projects mostly fit into the tech genre, but the variety is wide with teams specializing in energy, e-commerce, social endeavors, and design. Of all required criteria, it is essential that the chosen entrepreneurs work in a global mindset, believing that the route to success is via expansion not isolation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This year has acted as a pilot phase that will lead into the 2011 application process and allow for further arrivals of high-potential entrepreneurs– the goal being 300 participants in the upcoming year, with the end hope of having 1000 bootstrappers participate by the culmination of 2014. All of the Start-Up Chile entrepreneurs will be measured, during their time in the program, by various indicators including participation in local events, presenting workshops on their particular expertise, raising local or international capital, and contracting talent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Start-Up Chile is gaining impressive international recognition ranging from Forbes to Bloomberg to TechCrunch and it is certain that as each entrepreneur progresses and as more and more are added to the group of participants, it will become the international standard for state-spurred entrepreneurship and innovation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Start-Up Chile is supported by the Ministry of Foreign Affairs, Ministry of Internal Affairs and the Ministry of Justice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Learn more about Applying to the Progra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-2195325239922588385?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/2195325239922588385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/sart-up-chile-program-instead-of.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2195325239922588385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2195325239922588385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/03/sart-up-chile-program-instead-of.html' title='SART -UP - CHILE The Program “Instead of changing the world through revolution, we can change the world through innovation'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-7509343753397956787</id><published>2011-02-27T14:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T14:59:04.138-08:00</updated><title type='text'>EXPLOSÃO EMPREENDEDORA: EMPREENDEDORISMO + INOVAÇÃO + CAPITALISMO</title><content type='html'>O capitalismo está em uma encruzilhada e precisa de reformas profundas para que possa sobreviver. As empresas que terão êxito no século 21 serão capitalistas construtivos-companhias que não causam danos à sociedade, não geram resíduos, desenvolvem produtos a partir da demanda dos consumidores e vendem itens de alta necessidade e baixo custo. &lt;br /&gt;        É o que defende o economista norte-americano e colaborador da "Harvard Business Review" Umair Haque, 34, no recém-lançado livro "The New Capitalist Manifesto" (O Novo Manifesto Capitalista) - que ele próprio define como "um manual" para um futuro melhor.&lt;br /&gt; O termo capitalismo não tem uma definição consensual. Podemos afirmar, no entanto, que mercados de muitas formas e estruturas existem há centenas de anos, e a atividade capitalista, há séculos.&lt;br /&gt; O capitalismo não é um sistema estático; ele varia em lugares e épocas diferentes e se tem mostrado extraordinariamente adaptável e elástico, em resposta a pressões políticas e sociais divergentes. Entretanto, alguns atributos parecem ser necessários sem, contudo, serem suficientes. &lt;br /&gt;        Entre eles, está o capital, mercados, organização comercial, a capacidade empreendedora. Essas condições surgiram no Ocidente, antes que outras partes do mundo e desataram o boom econômico que se prolongou até uma crise que atingiu basicamente os países mais industrializados, no mais impressionante período atual de mudança econômica, que podemos chamar de empresas capitalistas construtivos-companhias.&lt;br /&gt; Não pode haver capitalismo sem capital, o acúmulo e utilização de recursos com objetivos de investimentos produtivos. O capitalismo pressupõe a superação, até certo ponto, da escassez e a aceitação pelo sistema de valor da sociedade de que os recursos resultarão na criação de instrumentos-agrícolas, industriais e comerciais, cuja recompensa virá no futuro.&lt;br /&gt; Não somente deve haver capital para que o capitalismo deslanche, mas, esses mercados precisam ser guiados, até certo ponto, pela lei da oferta e da procura, ou pelo mecanismo custo-preço. &lt;br /&gt;       Os mercados que tentam ignorar essas considerações inevitavelmente criam tantas distorções e imperfeições que a produtividade pode, eventualmente, ser revertida. O planejamento econômico, rigidamente mantido, é o exemplo óbvio corrente.&lt;br /&gt; A organização empresarial é outra necessidade para o nascimento do capitalismo. A burocracia racional (mas não necessariamente hierárquica), o passivo limitado e o gerenciamento feito por profissionais são algumas das necessidades básicas, como também o é a obtenção do lucro. Diferentes sociedades definem cada um desses conceitos à sua maneira, e existem muitas ramificações dessas variações.&lt;br /&gt; O empreendedor imaginado por Joseph Schumpeter era o indivíduo romântico que inovou com um novo meio de produção ou transporte, uma habilidade de marketing, ou uma nova combinação desses fatores. &lt;br /&gt;        A mola propulsora do capitalismo é o empreendedor. O capitalismo não funciona bem, sem a figura do empreendedor e um sistema de valores que aceite as recompensas do materialismo como vantajosas e desejáveis.&lt;br /&gt; A relação entre liberdade civil e política e crescimento econômico é o mais tênue e difícil de definir dos elementos que sustentam o capitalismo, desde que, no início do século 17, o filósofo inglês John Locke incluiu a propriedade, junto com a vida e a liberdade. &lt;br /&gt;       Como direitos inalienáveis, essas liberdades desempenharam um grande  papel no capitalismo. Mas há muitas culturas que definem a liberdade em termos diferentes da sociedade ocidental. O confucionismo, por exemplo, vê a liberdade individual num contexto de profunda responsabilidade para com a família e a comunidade.&lt;br /&gt; Tendo enfocado os elementos necessários para o desenvolvimento do capitalismo, vamos nos voltar para uma consideração sobre as três revoluções industriais que impulsionaram, ainda mais, o capitalismo, e sobre as transformações sociais que essas revoluções suscitaram - e ainda suscitam.&lt;br /&gt; Pela primeira vez na história do homem, iniciou-se um processo que eliminou o problema da escassez em sociedades que tinham os meios e queriam correr o risco do impacto dessas mudanças. &lt;br /&gt;       “Em menos de 100 anos de domínio, escreveu Karl Marx, “a burguesia da Revolução Industrial” criou forças produtivas mais poderosas e colossais que todas as gerações precedentes juntas”. &lt;br /&gt;       Os ricos ficaram mais ricos - alguns se tornam imensamente abastados-, mas os pobres ficaram mais ricos também, principalmente com a proliferação de bens essenciais públicos, como a água pura, a remoção de despejos e águas servidas de esgotos, e mais alimentos&lt;br /&gt; George Eastman, o fundador da Eastman Kodak, concebia o mundo como seu mercado e todos os indivíduos nele como dignos de uma câmara Kodak. Henry Ford incentivou o aumento de salário de US$ 5 por dia - para que seus operários pudessem comprar seu automóvel Modelo T.&lt;br /&gt; A Segunda Guerra Mundial mostrou a enorme capacidade produtiva de um sistema capitalista livre, orientado para o lucro e nas mãos da iniciativa privada. &lt;br /&gt;        Os Estados Unidos produziram mais materiais bélicos do que quaisquer outras duas potências combinadas. E o período do pós-guerra inaugurou uma era de crescimento real, nos Estados Unidos e no resto do Mundo Livre, única na História. &lt;br /&gt; As economias planificadas do mundo socialista e comunista, com seus preços determinados politicamente, nunca lograram sucesso.&lt;br /&gt; Nem a Primeira nem a Segunda Revolução Industrial foram sensíveis ao meio ambiente do planeta. Para elas, o oceano era suficientemente grande e profundo para receber todos os nossos refugos - o lema era jogar fora! &lt;br /&gt;        Além disso, a terra era, com freqüência, selvagemmente explorada; o ar e a água, de acordo com a teoria econômica clássica, eram de proteção ambiental, o capitalismo e seu resultante crescimento econômicos autoritários e não-democráticos. &lt;br /&gt;        No entanto, a maioria dos especialistas de hoje acha que o mecanismo preço-custo da economia tradicional é insuficiente para definir os custos reais para a sociedade, dos abusos ambientais.&lt;br /&gt;        As revoluções econômicas não nascem de eventos ou atos isolados. As empresas capitalistas construtivos-companhias, que só agora está ganhando força, nasceram, pouco a pouco, dos laboratórios do mundo ocidental. &lt;br /&gt;      Antes do surgimento do conceito de empresas capitalistas construtivos-companhias, o mundo era dominado por uma ortodoxia de gerenciamento convencional. Administradores e engenheiros se encaixavam confortavelmente num sistema de múltiplas camadas de organização hierárquica, que dominava o mundo capitalista. &lt;br /&gt;      A visão de empresas capitalistas construtivos-companhias abrange o mais poderoso conjunto de mudanças na história moderna, eclipsando todas as experiências anteriores na vida econômica. E é real e irreversível: continuará ganhando ímpeto, devido à sua base de conhecimentos científicos, e afetará nossas vidas, pelo próximo meio século ou mais.&lt;br /&gt;      Certas áreas e impactos deste monumental happening global já são de nosso conhecimento, mas não podemos vislumbrar ainda a maioria das mudanças. Os aspectos científicos e tecnológicos, frutos das empresas capitalistas construtivos-companhias, são fáceis de descrever. &lt;br /&gt;      A internet interliga computadores a uma maciça rede paralela de computação que vem fazendo explodir os três C´s – computadores, comunicação e conteúdo. &lt;br /&gt;      Na outra extremidade do espectro, o computador pessoal e o portátil dão ao indivíduo um poder computacional nunca imaginado. O custo continua a declinar em função de intensa competição.&lt;br /&gt; A maioria das novas drogas preservadoras da vida, e muitas outras que se  encontra em fase de testes, foram desenvolvidas a partir do novo conhecimento baseado na decifração do código do DNA. É a biotecnologia.&lt;br /&gt;        Ao avançarmos na aplicação da visão empresas capitalistas construtivos-companhias, defrontamo-nos com incógnitas, nas relações econômicas, políticas e sociais. É pouco provável que muitas de nossas instituições permaneçam inalteradas; o capitalismo, que já passou por muitas mudanças em sua existência, colherá novas e consideráveis transformações.&lt;br /&gt; Podemos vislumbra um cenário no século XXI no qual podemos ver o papel econômico de uma nação como o de melhorar o padrão de vida dos cidadãos ao elevar o valor do que eles contribuem para a economia mundial. &lt;br /&gt;        Destacamos que a competição será em nível internacional. “Com dinheiro, tecnologia e ideias fluindo facilmente através das fronteiras, e empregos sendo oferecidos onde possam ser realizadas mais eficientemente, essas forças inexoráveis do capitalismo mundial estão levando as empresas a perder suas identidades nacionais”.&lt;br /&gt;        O que podemos racionalmente esperar? A perspectiva das empresas capitalistas construtivos-companhias traz consigo uma era de incerteza permanente. Os produtos terão vida mais curta, a despeito do custo crescente do lançamento de novos itens no mercado. &lt;br /&gt;       Empresas e governos terão de escolher áreas selecionadas para pesquisa e desenvolvimento; ninguém poderá dispor de tudo, nem mesmo as multinacionais mais ricas, ou os países mais abastados. Veremos uma proliferação de “joint venture”.&lt;br /&gt;       À luz da esmagadora autodestruição das economias centralizadas comunistas, o capitalismo, com sua eficiente alocação de recursos, se espalharam. A empresa capitalista construtivo-companhias precisa de competência para se firmar no mercado, e os políticos e indivíduos terão de escolher para estilos de vida de riqueza superficial e as políticas necessárias para gerar uma sociedade rica e produtiva.&lt;br /&gt; A empresa capitalista construtivo-companhias provavelmente produzirá mais mudanças e riquezas do que a raça humana já conheceu, mas nos desafiará a não esquecer a fragilidade de nosso planeta. &lt;br /&gt;        Sociedades sem um exigente sistema educacional e uma forte ética de trabalho não conseguirão atender as exigências deste mundo espantoso. Para alguns, a nova era trará ganhos enormes, mas esta grande oportunidade deve beneficiar todas as pessoas ou levar ao fracasso a experiência humana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-7509343753397956787?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/7509343753397956787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/explosao-empreendedora-empreendedorismo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7509343753397956787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7509343753397956787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/explosao-empreendedora-empreendedorismo.html' title='EXPLOSÃO EMPREENDEDORA: EMPREENDEDORISMO + INOVAÇÃO + CAPITALISMO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-4068946536563150277</id><published>2011-02-19T14:23:00.000-08:00</published><updated>2011-02-19T14:26:53.724-08:00</updated><title type='text'>A FORÇA DO EMPREENDEDORISMO A GERAR RIQUEZAS</title><content type='html'>É inegável que o empreendedorismo seja responsável pela ascensão social de milhões de pessoas nem que esse fato seja extremamente importante e digno de alegria.&lt;br /&gt; Porém, a vida deles é uma verdadeira batalha. É marcada pela ausência dos privilégios que caracterizam os que têm uma carteira de trabalho assinada. &lt;br /&gt;     Não falo só da certeza de um salário certo depositado em uma conta bancária no final do mês. Os privilégios envolvem também um dos recursos mais valiosos dos assalariados: o tempo.&lt;br /&gt;      O que nos impressiona é o esforço de superação de condições adversas. A todo instante assistimos à luta cotidiana e silenciosa desses empreendedores. &lt;br /&gt;      O empreendedorismo sinaliza o fato de que o que perfaz o cotidiano dessas pessoas é a necessidade de "matar um leão por dia" como forma de vida que tem que lutar diariamente contra o peso esmagador da carga tributária e a enorme burocracia que enfrentam a todo o instante para sobreviver.&lt;br /&gt;      Temos nesses indivíduos a incorporação da tríade disciplina, autocontrole e pensamento prospectivo que sempre está pressuposta em qualquer processo de empreender.&lt;br /&gt;       Sem disciplina e autocontrole é impossível, por exemplo, concentrar-se no desenvolvimento de um modelo de negócio.  Não lhes faltam força de vontade, perseverança e confiança no futuro, apesar de todas as dificuldades. &lt;br /&gt;Uma das principais dificuldades dos empreendedores são os mecanismos que permitam que tenham acesso a linhas de crédito compatíveis com o seu porte econômico e programas de incentivo desburocratizados.&lt;br /&gt;      A inovação é a introdução de novas ideias, produtos, serviços e práticas com a intenção de ser úteis para o incremento da produtividade. A inovação pode ser tecnológica, financeira, organizacional, comercial, etc. &lt;br /&gt;      Um elemento essencial das inovações é sua aplicação exitosa de forma comercial. Estas devem ser introduzidas no mercado ou utilizadas no processo produtivo, pelo que envolvem uma série de atividades científicas, tecnológicas, organizacionais, financeiras e comerciais.&lt;br /&gt;      Os empreendedores usufruem de vantagens competitivas mediante atos de inovação. Eles abordam a inovação em seu sentido mais amplo, incluindo novas tecnologi¬as e novas maneiras de fazer as coisas.&lt;br /&gt;      Inovação é a ferramenta específica aos empreendedores, a maneira na qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio ou serviço diferente, pode ser apresentada como uma disciplina, capaz de ser aprendida, capaz de ser praticada.&lt;br /&gt;      Hoje percebemos excelentes oportunidades para empreender tendo como base projetos voltados para a economia criativa. Ela é terceira maior indústria do mundo, atrás de petróleo e de armamentos, que tem como principal insumo a criatividade e a inovação.&lt;br /&gt;      Da moda ao design, passando por cinema e literatura e incluindo a produção de software, a chamada indústria criativa movimenta bilhões de dólares no mundo todo.&lt;br /&gt;      O conceito vem dos anos 90: indústrias criativas são aquelas com potencial de geração de riqueza e emprego por meio da utilização de propriedade intelectual.&lt;br /&gt;     Do conceito surgiram experiências de cidades ou núcleos criativos, como forma de transformação de áreas degradadas e de desenvolvimento sustentável. &lt;br /&gt;     Esse tipo de empreendimento se encaixa como uma luva em áreas degradadas e violentas. Por meio do envolvimento dos alunos-designers, estilistas e artistas - com a comunidade, áreas podem ser recuperadas.&lt;br /&gt;    A criação de núcleos e redes de cidades criativas é uma alternativa para se enfrentar as dificuldades na criação de empregos via ao incentivo ao fomento, ao empreendedorismo, de forma que os indivíduos possam criar suas próprias empresas.&lt;br /&gt;   As novas empresas baseadas na economia criativa têm sido muito mais eficazes a aproveitar as novas oportunidades proporcionadas por esse tipo de visão onde seus empreendedores optaram não pelo primeiro emprego, e sim, pela primeira empresa consonância com as propostas da economia criativa.&lt;br /&gt;    É preciso vencer as barreiras físicas. Elas estão sendo rapidamente superadas pela internet, as psicológicas, fruto de resistências às mudanças mentais ou emocionais e tradicionais materializadas na cultura, costumes e hábitos, muitos deles já enraizados, difíceis de mudar para sair das formas tradicionais de criar empresas.&lt;br /&gt;        A criação do auto-emprego constitui um elemento essencial para vencer o fantasma do desemprego. &lt;br /&gt;\      Os empreendedores promovem a geração de empreendimentos que ofertam produtos/serviços, mas também representam um exemplo vivo de que é possível propiciar aos jovens à alternativa de ser um empreendedor ao invés de ser empregado.&lt;br /&gt;      Falar de empreendedorismo é falar do ser humano e, por conseguinte, da capacidade nata que ele tem de se moldar, suplantar e transcender os limites impostos a ele. É encontrar uma saída, e diga-se, dos empreendedores, uma boa saída, para os momentos de crise. &lt;br /&gt;      É falar de conhecimento, inovação, sabedoria, visão, ousadia, coragem. É discorrer de ética, de novas possibilidades e caminhos por desvendar.  &lt;br /&gt;      Inovação, criação e experiência de novos saberes, desejos. É acima de tudo falar de futuro. É falar de opções, da possibilidade de se escolher que futuro se quer e que começa a ser planejado no hoje, no agora.&lt;br /&gt;      É preciso promover uma ocupação de prédios históricos que seja inclusiva e que gere riqueza, Esse é um conceito novo, que precisa ser compreendido pela sociedade. Brasil e Portugal precisam empreender mais na área e exportar a diversidade cultural, do mamulengo ao software e à arquitetura.&lt;br /&gt;     "A criatividade e a inovação são insumos que não acabam e a economia criativa pode ser uma grande estratégia de desenvolvimento com distribuição de renda.".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-4068946536563150277?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/4068946536563150277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/forca-do-empreendedorismo-gerar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/4068946536563150277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/4068946536563150277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/forca-do-empreendedorismo-gerar.html' title='A FORÇA DO EMPREENDEDORISMO A GERAR RIQUEZAS'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-924013702951948401</id><published>2011-02-13T05:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T05:35:14.407-08:00</updated><title type='text'>E-Business: A Nova Visão de Negócio no Século XXI</title><content type='html'>Hoje se constata que uma força poderosa atualmente impele o mundo a um único ponto convergente, e essa força é a tecnologia. Ela proletarizou as telecomunicações, a Internet, transportes e viagens, tornando-os baratos e acessíveis, nos lugares mais isolados do mundo e às multidões empobrecidas.     Subitamente, em nenhum lugar ninguém se acha isolado das fascinantes atrações da modernidade. Quase todas as pessoas, em todos os lugares, querem todas as coisas que ouviram, viram ou experimentaram, através dos novos veículos tecnológicos que impelem suas vontades e desejos. E isso as impele cada vez mais para um ponto comum global, dessa forma homogeneizando os mercados em todos os lugares.&lt;br /&gt;        O empreendedor tem plena consciência de que o resultado disto é uma nova realidade empresarial, o surgimento explosivo de mercados globais para produtos globalmente padronizados, mercados gigantescos em escala mundial, de magnitude jamais imaginada.&lt;br /&gt;         É o mundo de tecnologia cuja “lei suprema é a convergência, a tendência para que tudo se torne mais parecido com tudo o mais”.&lt;br /&gt;Perceber as transformações é uma fonte inesgotável de oportunidades para o empreendedor. O ato de observar significa colocar a mente naquilo que os olhos vêem. &lt;br /&gt;       Com muito esforço e imaginação, a mente observadora do empreendedor aprende rapidamente onde estão oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;        O empreendedor sabe perfeitamente que o propósito da empresa é conseguir e conservar clientes. Ou, para usar a construção mais exigente de Peter Drucker, criar e manter clientes. A empresa faz isso se casando construtivamente, como os ideais de inovação, procurando constantemente oferecer produtos melhores ou mais desejados. &lt;br /&gt;Nada impele o progresso como a imaginação. A imaginação do empreendedor é fundamental para a difusão do empreendedorismo. A idéia precede o feito. As únicas exceções são os acidentes e a seleção natural, porém, essas coisas não podem ser frutos da vontade. Para o empreendedor, as idéias podem ser desejadas e a imaginação o seu motor. Embora o empreendedor reconheça que o progresso comece com a imaginação, ele sabe perfeitamente que somente o trabalho pode fazer com que as coisas aconteçam. E o próprio trabalho funciona melhor quando abastecido, uma vez mais, pela imaginação. Uma idéia ou uma nova conceituação geralmente requer a aplicação imaginativa do esforço para obtenção dos resultados almejados. Assim, “a imaginação gera a idéia e depois, para ser eficaz precisa convertê-la em resultados”.&lt;br /&gt;             Parafraseando o famoso explorador polar Sir Ernest Shakleton, podemos dizer que um anúncio de recrutamento de empreendedores dispostos a instalarem-se numa incubadora, poderia ter o seguinte enunciado: “Procuram-se Homens/Mulheres para Jornada Arriscada. Salário zero, muito trabalho, longos meses de nenhuma retirada de lucros, perigo constante, concorrentes fortes, mercado a criar, clientes a conquistar, retorno sobre investimento duvidoso. &lt;br /&gt;“Honra reconhecimento e possibilidades de satisfação das necessidades de realização e triunfar em caso de sucesso”. A procura pelas vagas certamente surpreenderia a todos os envolvidos no processo.&lt;br /&gt;           O descobrimento da simplicidade é a essência da imaginação do empreendedor. Imaginação significa construir mentalmente o quadro do que existe e do que deveria existir, do que nunca foi realmente experimentado. “Exercer a imaginação é ser criativo”. Requer inventividade intelectual ou artística. &lt;br /&gt;Qualquer indivíduo pode fazer isso, e a maioria das pessoas o faz. Infelizmente, porém, somente em devaneios e fantasias, quando não estão limitadas por convenções ou convicções. &lt;br /&gt;           Para fazê-lo em negócios, o empreendedor sabe que é preciso deixar de lado essas restrições, que há também necessidade de disciplina, especialmente de afastar-se do que existe e do que existiu. Ele tem plena consciência de que geralmente é preciso combinar fato ou idéias díspares, em novos amálgamas de significados.&lt;br /&gt;           É preciso que exista uma massa crítica de pessoas que utilizem a nova ferramenta. Se isto não acontecer, ela será, em grande medida, irrelevante. Uma nova máquina não nos obriga a avançar em determina da velocidade. A máquina (neste caso, a Internet ) faz a diferença apenas quando satisfaz preferências e interesses humanos.&lt;br /&gt;         Para combater o principal fantasma da industrialização (a morte prematura de empresas), o Brasil e Portugal precisam fomentar, cada vez mais, as incubadoras que subsidiam a instalação de micro e pequenas empresas e dão assessoria e acompanhamento técnico a quem, ainda inexperiente, deseja investir em um novo negócio.&lt;br /&gt;         A criação de um empreendimento, de base tecnológica ou não, implica em correr riscos, muitas das vezes na quebra de regras preestabelecidas, e ser um verdadeiro empreendedor sempre tem sido muito importante para geração de emprego e renda, porém atualmente os empreendedores são, cada vez mais, cruciais para o desenvolvimento econômico.&lt;br /&gt;        O vigor e a audácia empresariais que caracterizam os empreendedores representam um verdadeiro afastamento, diametralmente oposto do sonambulismo daqueles que não acreditaram na incubadora como mecanismo eficiente e eficaz para criação de empresas. &lt;br /&gt;        Isso começou principalmente com o advento de novos empreendedores em campo, ou um punhado de antigos empreendedores com novas idéias. E não há dúvida de que foram eles como indivíduos, e não somente a existência de incubadoras, que fizeram e ou estão fazendo as revoluções nas suas empresas. Eles tiveram visões, promulgaram as idéias e inspiraram suas organizações.&lt;br /&gt;        Vivemos num mundo de descontinuidades, onde a digitalização, desregulamentação, e globalização está reformulando, redesenhando profundamente o panorama industrial. &lt;br /&gt;      O que hoje assistimos é uma dramática proliferação de novas formas de vida econômica: organizações virtuais, consórcio globais de empresas, parcerias, comércio baseados na Internet, e infinitas outras modalidades. &lt;br /&gt;        Inevitavelmente, o mar de transformações econômicas é a maior fonte de oportunidades para o empreendedor e uma fonte, quase inesgotável, de criação de riquezas, nas próximas décadas – da mesma forma que foi transição da economia agrária para a industrial, na última virada de século.&lt;br /&gt;       A estratégia de inovação, a habilidade para reinventar a base de competição dentro de uma indústria já existente e inventar novas indústrias inteiramente novas. Ela provavelmente será a próxima fonte de vantagem competitiva sustentável para as empresas darem a volta ao mundo que será cada vez mais marcado pela incerteza, um mundo não-linear, somente estratégias não-lineares criarão substanciais riquezas.&lt;br /&gt;       Os empreendedores  já perceberam que é preciso derrubar certos mitos:&lt;br /&gt;• a análise da indústria é a chave da estratégia. Os empreendedores – rompedores de regras preestabelecidas – sabem o quanto é atualmente difícil definir precisamente onde uma indústria começa e termina. Isto é já particularmente verdade para os serviços financeiros, telecomunicações e uma variedade de outras indústrias. A questão, “Em que indústria está?”, está tornando-se cada vez mais difícil de responder;&lt;br /&gt;• o empreendedor deve focalizar-se nos seus competidores diretos. No passado, era relativamente fácil dizer quem era o competidor e quem não o era. Atualmente, é difícil distinguir competidores de colaborador, parceiro de fornecedores de clientes. Os “violadores” das regras preestabelecidas percebem claramente que o emprego dos termos rivais, rivalidade hoje não é tão simples como parecia ser, num passado muito recente. Para muitas empresas, está tornando-se cada vez mais difícil determinar quem são seus principais concorrentes;&lt;br /&gt;• em estratégia, é a empresa contra o mundo. Muitos empreendedores pensam que podem exercer um controle sobre a direção de seus negócios. Todavia, existem os que já se aperceberam o quanto é difícil delimitar as fronteiras de seu empreendimento – início e fim – trabalhadores temporários, terceirização, e contratos de fornecimento de longa duração são uma realidade, nos dias de hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-924013702951948401?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/924013702951948401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/e-business-nova-visao-de-negocio-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/924013702951948401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/924013702951948401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/e-business-nova-visao-de-negocio-no.html' title='E-Business: A Nova Visão de Negócio no Século XXI'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-2400123931875041283</id><published>2011-02-06T06:16:00.000-08:00</published><updated>2011-02-06T06:30:39.474-08:00</updated><title type='text'>NEGÓCIOS VIA INTERNET = IDEIAS DE McLUHAN + EMPREENDEDORISMO</title><content type='html'>A Internet é um dos instrumentos que vem impulsionando a revolução empreendedora. Há milhões de pessoas que neste momento estão usando-a ao redor do mundo. Não temos dúvidas de que existe um grande número de oportunidades de negócios muito lucrativos na Internet.&lt;br /&gt; Para os pequenos empreendedores, a possibilidade de se transformar numa empresa global de forma rápida é notável. Nunca se viu isso antes. Abriu-se uma janela de oportunidades para oferta de serviços que está a alimentar um “boom” de micro e pequenas inovadoras, uma nova onda de empreendedorismo.&lt;br /&gt;É importante destacar que o movimento impulsionador desta nova onda de empreendimentos não se trata mais de engenheiros criando empresas, mas sim empreendedores em qualquer ramo de atividade, repensando seu próprio negócio, em termos da nova tecnologia da informação. &lt;br /&gt;Para vencer na Internet são exigidos, do empreendedor, não só conhecimento tecnológico, mas basicamente um profundo domínio das técnicas de marketing.&lt;br /&gt;Todos os empreendedores de empresas de base tecnológica bem-sucedidos, que investiram os melhores anos de suas vidas na edificação de organização de sucesso, têm hoje de enfrentar a verdade, nua e crua, de que essas estruturas, esses produtos, esses serviços e esses processos tecnológicos não são mais a realidade, à luz dos padrões de amanhã. Muitos deles continuam seduzidos pela obra feita, mas a nova realidade emerge.&lt;br /&gt;O tempo de implantação no mercado de um produto de comunicações ou de tecnologias de informação frutos de um salto tecnológico, estar a ser comprimido drasticamente. Um CD-ROM levou apenas seis anos, a saltar essa barreira, ou seja, sensivelmente quatro vezes menos que a TV a cabo.&lt;br /&gt; O computador pessoal levou quase o mesmo número de anos que o CD-ROM e cerca de um terço do tempo que levou o “fax”, telefone celular levou quatro vezes menos tempo que o telefone tradicional e duas vezes e meia menos que o “fax”. Ipad e Kindle estão rapidamente a tomar lugar dos notes e netbooks.&lt;br /&gt;Urge que o empreendedor de empresa de base tecnológica tenha consciência dos riscos da sedução da obra feita, com a ideia de que o que construirão continuará a florescer. Contudo, é importante destacar que, ao emergir uma nova realidade, com novos modelos de negócios, a sua competitividade atual falha.&lt;br /&gt;Nesta nova Era dos negócios via Internet, a idade do empreendedor já não conta absolutamente para nada. As inovações e as novas tecnologias se sucedem a uma cadência incrível, os valores alteram-se constantemente e o mesmo acontece com os mercados. &lt;br /&gt;Um indivíduo pode estar estabelecido desde há vinte anos, ter obtido êxito e acumulado experiência durante essas duas décadas – e, de hoje para amanhã, perder tudo.&lt;br /&gt;Para manter-se na crista da onda, o empreendedor deve estar atento ao futuro, modificar constantemente as suas estratégias, em função das alterações que vão surgir no mercado. &lt;br /&gt;Isto é mais importante do que ter vinte anos de experiência e de contabilidade sólida. É preciso ter uma visão clara de seu negócio e apostar, cada vez mais, na sua intuição para detectar as melhores oportunidades de negócios.&lt;br /&gt;O empreendedor tem de dar atenção, agora, mais do que nunca, à forma como as empresas criam valor, tanto no mundo físico como no mundo virtual. E ter em atenção que os processos de criação de valor não são os mesmos nos dois mundos.&lt;br /&gt;As transformações provocadas pela Internet, no mundo dos negócios, podem ser consideradas radicais. O seu custo de acesso ao usuário é baixo. &lt;br /&gt;Isto está a causar grandes preocupações aos gigantes da indústria do software. A raiz desta situação é a maneira pela qual o software é concebido, distribuído e consumido.&lt;br /&gt;A Internet e a sua World Wide Web têm criado uma infra-estrutura para entrega de informação para computadores, virtualmente em qualquer lugar. Agora, a mesma coisa está acontecendo com o software, graças a World Wide Web. &lt;br /&gt;O resultado: uma revolução nos software. Esta situação abre uma grande janela de oportunidades para as micro, pequenas e médias empresas – seus empreendedores, usando a Internet, têm mais possibilidades de distribuir, de forma mais competitiva, os seus produtos. Os varejistas ainda terão muitos clientes, contudo, mais e mais softwares serão distribuídos via Internet.&lt;br /&gt;A Internet é o elemento fundamental na destruição e (re)construção de um novo modelo para a indústria de software. A World Wide Web torna a Internet um gigantesco disco rígido. A Internet realmente muda tudo e, com isso, gera uma gama incrível de oportunidades para os empreendedores-cibernéticos.&lt;br /&gt;A auto-estrada da informação não é uma metáfora muito boa para o que está acontecendo. Ela sugere uma grande construção, cabos que iriam conectar todo o mundo. Não é isso que está ocorrendo. Trata-se de mais um supermercado da informação, em vez de uma estrada da informação. &lt;br /&gt;O supermercado pode ser montado a partir de diferentes tecnologias: TV a cabo, telefone, satélites, celular. Pagers, Iphones, Ipod, etc.. Temos de esquecer a ideia de que alguém vai sair por aí, passando cabos e conectando todo o mundo.&lt;br /&gt;O meio já não seria a mensagem, ao contrário do que disse Marshall McLuhan, essa é a opinião de Negroponte. Na concepção deste “guru” da cibernética, o meio é apenas uma das encarnações da mensagem. Uma dada mensagem pode ter diversas expressões mediáticas, automaticamente deriváveis, a partir dos mesmos dados.&lt;br /&gt;Sob outro ângulo de abordagem, o digital levará à mudança da natureza dos mass media – de uma situação de “empurrar” os bits para cima do público, para outra que serão as pessoas (ou os seus computadores) a “puxar” por eles. &lt;br /&gt;Esta é outra mudança radical, porque o tradicional conceito de media radica na ideia de uma sucessão de patamares de filtragem, que reduzem a informação e entretenimento a uma coleção de top stories e de best-sellers, lançados para diferentes audiências.&lt;br /&gt;Neste momento, mesmo que um monte de empresas esteja indo para o mercado tentar aproveitar as oportunidades geradas pela Web, que são muito grandes, nem todas estarão nele no futuro. Vão surgir algumas caras novas no salão, mas no total será menos gente do que antes do início do baile.&lt;br /&gt;Antes tínhamos uma crise de sobrevivência e agora uma crise de oportunidades. Há um monte de oportunidades fora das quatro paredes da empresa. A questão é saber quais os bons &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;empreendedores-cibernéticos&lt;/span&gt; para tirar vantagem deles.&lt;br /&gt;A empresa da Era da Web deve ser a de totalmente voltada para o mercado, tendo como objetivo principal a satisfação de desejos e necessidades dos clientes. Se o foco da empresa está em como fazer dinheiro, em vez de como solucionar problemas, ela não enxergará as novas oportunidades. Muitas vezes, elas estão muito distantes do foco.&lt;br /&gt; Vejamos uma coisa bem simples, como a distribuição dos softwares. Hoje, os seus produtores gastam pesadas somas em separar os disquetes, colocá-los em embalagens apropriadas, e enviá-los para os varejistas que ainda terão o trabalho de expô-los em suas prateleiras. &lt;br /&gt; Então, eles gastarão milhões em publicidade para atrair clientes a irem às suas lojas e comprar o software. Na rede, um consumidor simplesmente clica o ícone do software desejado e de forma online é introduzido no computador. Esta sistemática dispensa o varejista e o processo de instalação.&lt;br /&gt;Vive-se uma Era de revoluções: o surgimento das &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;redes sociais&lt;/span&gt;. A ascensão econômica do Terceiro Mundo. A Era da Informação. Por trás destes acontecimentos, vislumbra-se uma ideia: abertura. Foram colocadas abaixo todas as fronteiras e barreiras econômicas.&lt;br /&gt;Sendo a Internet uma rede mundial formada por redes de computadores de todo o tipo, isto permite a troca de mensagens, programas, imagens e todo tipo de informações entre si. São através das autoestradas da informação que se podem conseguir, de forma rápida, notícias e intercambiar mensagens com o resto do mundo. Desde sua implantação, a rede tem duplicado de tamanho, ano após ano.&lt;br /&gt;Para conectar-se à rede é preciso dispor, basicamente, de um computador, um modem. É a revolução das comunicações mundiais, com fortes impactos nas vidas das pessoas e da forma como as empresas empreendem seus negócios. As redes sociais são a última palavra no campo das comunicações entre os indivíduos.&lt;br /&gt;Na era eletrônica, não se vai trabalhar: o trabalho começa quando se liga o computador portátil. Não se vai à escola ou às compras: a escola e as lojas vêm a nós. Também não se vai ao banco: transporta-se o banco no bolso. As transações comerciais e sociais estarão centradas no lar e no indivíduo.&lt;br /&gt; Os sistemas políticos e econômicos são sempre os últimos a mudar. São os que apresentam maiores dificuldades para perceberem os avanços tecnológicos. Estão a criar, a todo instante, regulamentações que entravam os projetos inovadores de jovens empreendedores de empresas de base tecnológica.&lt;br /&gt;Marshall Mcluhan está de volta, de repente. Há mais de 47 anos, McLuhan em 1964, suscitou controvérsia, quando disse que os avanços das telecomunicações e a informatização iriam transformar o mundo numa Aldeia Global.&lt;br /&gt;Com as novas tecnologias – Internet – o conhecimento pode ser transmitido pelo planeta num instante. Marshall McLuhan estaria orgulhoso. O rápido aumento na utilização da Internet, como instrumento de negócios, criou uma teia de comunicações mundiais que interliga profissionais capacitados a colaborar, em todos os pontos do mundo. &lt;br /&gt;É possível saltar continentes e oceanos, com o toque de um botão. A localização geográfica deixou de ser um fator restritivo, na hora de o empreendedor de empresa de base tecnológica criar e desenvolver seu empreendimento.&lt;br /&gt;Hoje, a comunidade global de milhões de pessoas ligadas à Internet prova que Mcluhan estava na pista certa, e esta nova geração, “antenada” de empreendedores, está revendo suas teorias.&lt;br /&gt;McLuhan morreu em 1980, justamente quando o PC se transformava em realidade, mas suas ideias ainda estão na vanguarda do estudo da mídia e da análise dos efeitos da mídia sobre a cultura.&lt;br /&gt;McLuhan alcançou a fama por sua definição de que o meio é a mensagem, o que resumia seu ponto de vista do impacto da tecnologia da comunicação na personalidade e na imaginação humanas. &lt;br /&gt;Foi um profeta de nossa época e um missionário da tecnologia, pois quando ele afirmou isto, a palavra meio não existia em seu significado atual como um canal de comunicação. Mas já então ele, claramente, acreditava que o meio é a mensagem, ou pelo menos, que o meio determina e configura a mensagem.&lt;br /&gt; McLuhan via a tecnologia mais como humana do que divina. A tecnologia é uma extensão do homem. A tecnologia, para McLuhan, é o auto-aperfeiçoamento do homem, o modo pelo qual ele se estende, transforma-se, cresce e reafirma. &lt;br /&gt; É exatamente como um animal que desenvolve um novo e diferente órgão, através da evolução natural torna-se um animal diferente, também um homem que desenvolve uma nova e diferente ferramenta e, em conseqüência, detém uma extensão, torna-se um homem diferente.&lt;br /&gt;Hostilidade para, e desencanto com, a tecnologia foi a “causa” ostensiva da década de 60 do século passado e dos primeiros anos do decênio 70 do século passado. &lt;br /&gt;Não se poderia imaginar menos provável herói de cruzada ambiental do que esse arquitecnólogo, Marshall McLuhan, o metafísico do meio eletrônico.&lt;br /&gt;A geração dos anos 70 e 80 do século passado compreendeu, através dos ensinamentos de Marshall McLuhan, que a tecnologia teria de ser integrada à metafísica e à cultura, à estética e à antropologia humana – o que realmente estava na essência da antropologia humana e do autoconhecimento do homem – que este profeta ofereceu um refluxo de uma nova realidade. &lt;br /&gt;Mas o seu panorama era muito nebuloso e sua expressão oracular somente contribui para o apelo que ele provocou.&lt;br /&gt;O mais importante discernimento de McLuhan não é o fato de que o meio é a mensagem. É o de que a tecnologia é uma extensão do homem, ao invés de “apenas um instrumento”. &lt;br /&gt;Não é o mestre do homem. Porém modifica o homem e sua personalidade e o que o homem significa – ou verifica interiormente ser – do mesmo modo como altera o que ele pode fazer.&lt;br /&gt;A ideia de McLuhan de que se possa integrar tecnologia, cultura e metafísica, é bastante interessante. Esta visão relaciona a tecnologia à atividade específica do homem chamada trabalho. &lt;br /&gt;A tecnologia pode ser definida “de como as coisas são feitas ou preparadas”. É como o homem faz ou produz. A tecnologia trata da propositada evolução não organizada de coisas fabricadas pelo homem, através das quais ele desempenha essa atividade humana particular e única, o trabalho. &lt;br /&gt;E o modo pelo qual o homem faz ou produz, o modo como ele trabalha, tem então profundo impacto sobre o seu modo de viver, o modo de viver com outros de sua própria espécie, e como ele próprio se vê – e por fim talvez até mesmo sobre o que ele é.&lt;br /&gt;O trabalho é, sobretudo, o vínculo social específico na vida humana e na história. O liame orgânico que é baseado na necessidade de cuidarmos do jovem indefeso é dividido pelo homem com muitos dos grandes animais; as elefantas tomam conta dos seus filhotes por mais tempo do que o fazem as mães humanas, e poderão fazê-lo melhor. &lt;br /&gt;Mas o vínculo social inimitável que o trabalho cria – em toda a sua plasticidade, flexibilidade, diversidade e exigência – constitui a dimensão humana específica; é o relacionamento entre a tecnologia como instrumento e tecnologia como cultura e personalidade. E o trabalho é uma atividade social que Marshall McLuhan jamais se dignou notar.&lt;br /&gt;Já é hora de cobrarmos da tecnologia seu aspecto de dimensão humana social e específica e do modo como o homem a manipula. Estudos desenvolvidos atualmente apontam nesta direção.&lt;br /&gt;A Internet ultrapassa áreas políticas e geográficas. McLuhan provavelmente diria que hoje, mais do que nunca, os computadores nos estão interligando numa Aldeia Global, tanto assim que ela já se transformou em algo mais semelhante a um teatro global. &lt;br /&gt;Qualquer pessoa que disponha de um computador e um modem podem subir no palco mundial, e principalmente é capaz de fazer negócios que giram em torno de bilhões de dólares.&lt;br /&gt;McLuhan acreditava que a cultura frequentemente descreve círculos completos. As conferências on-line são umas voltas à velha tradição oral, facilidade de ler e escrever já não é um requisito fundamental, como o é nos fóruns acadêmicos, e as pessoas interagem, através dos computadores, sem usar palavras: com ícones, com voz e com os novos ambientes de realidades virtuais. &lt;br /&gt;As novas tecnologias multimídia, assim como as novas mídias trouxeram novas mensagens. Em suma, surgiu uma nova cultura.&lt;br /&gt;Já se passaram 47 anos desde que Marshall McLuhan afirmou que as sociedades modernas serão modeladas mais pela natureza dos meios de comunicação que utilizam, do que pelo conteúdo do que comunicam. &lt;br /&gt;A revolução digital chegou e mudou os hábitos, mas apesar dos cavaleiros do apocalipse, o novo paradigma, a Internet e seus agregados, não destruíram o anterior, a civilização TV pré-1994. &lt;br /&gt;A flecha verbal de McLuhan acertou no alvo, mas faltou ao profeta à clareza de Thomas Kuhn, que em “The Structure of Scientic Revolutions, de dois anos antes, afirmou que na ciência uma mudança de paradigma não significava a destruição de seus predecessores, mas sua transformação.&lt;br /&gt;A nova realidade em que a garrafa do vinho vale mais que sua degustação, a mudança de paradigma representado pela velocidade da World Wide Web em prover todo o tipo de informação e do internauta de recebê-la e reproduzi-la (tê-la na garrafa) sem que seja necessário conhecê-la (saber seu sabor).&lt;br /&gt;O tempo de maturação do novo paradigma surpreendeu a todos: empreendedores e usuários. Quase duas décadas se passaram incorporação da Netscape de Marc Andressen ao mundo da realidade virtual e do comércio eletrônico, com o surgimento de dilemas que se avolumam, conforme a Web é alimentada com generosas doses do conhecimento humano.&lt;br /&gt;Um novo setor na economia está a emergir, precisamente a partir da convergência de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;três C’s&lt;/span&gt; – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;da computação&lt;/span&gt; (computadores, software, serviços), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;das comunicações&lt;/span&gt; (telefonia, cabos, satélite) e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;conteúdo&lt;/span&gt; (entretenimento, publicações, fornecedores de informação), com profundas implicações, não só à vida das pessoas, bem como na forma como os negócios serão criados, desenvolvidos e consolidados, daqui para frente.&lt;br /&gt;A unidade econômica principal da economia industrial era a corporação, a empresa, a unidade de base da nova economia digital é você – é o indivíduo, o empreendedor ou a molécula. &lt;br /&gt;Mudaram-se os tempos. Na nova economia, a nova empresa tem uma estrutura molecular. E é baseada no indivíduo, no empreendedor. &lt;br /&gt;O trabalhador do saber, os empreendedores de empresas inovadoras funcionam como uma unidade de negócios que se adapta às condições ambientais, onde as perspectivas de se obter um emprego full time estão cada vez mais remotas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-2400123931875041283?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/2400123931875041283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/negocios-via-internet-ideias-de-mcluhan.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2400123931875041283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2400123931875041283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/02/negocios-via-internet-ideias-de-mcluhan.html' title='NEGÓCIOS VIA INTERNET = IDEIAS DE McLUHAN + EMPREENDEDORISMO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-7290193923856230540</id><published>2011-01-29T11:59:00.000-08:00</published><updated>2011-01-29T12:03:29.663-08:00</updated><title type='text'>INOVAÇÃO EMPREENDEDORA:  CRIAR, MANTER E FIDELIZAR CLIENTES</title><content type='html'>As pequenas empresas atuaram muito melhor do que as grandes empresas nos últimos 20 anos. Isto porque a pequena empresa, em lugar de contratar especialista, depende mais de uns poucos gerentes, precisa de mais objetivos do que as grandes empresas, necessita concentrar-se mais uma vez que tem menor energia. O verdadeiro problema da pequena empresa surge quando o negócio supera os próprios limites.&lt;br /&gt; As mudanças nas regras do jogo dos negócios estão valorizando as qualidades empreendedoras das pequenas empresas. Hoje a empresa de sucesso é caracterizada por um comportamento ágil, inovador, próximo ao cliente e com respostas rápidas no mercado.&lt;br /&gt; Por isso há tanto interesse na inovação no modelo de negócios atualmente. Percebemos três grandes razões. A primeira é a rapidez cada vez maior das coisas. Tanto o ciclo de vida quanto o ciclo de concepção de produtos estão encurtando. Quando o ritmo da mudança acelera, todo mundo percebe que é preciso sair em busca da próxima grande novidade. A segunda questão é a competição intersetorial. &lt;br /&gt;       A concorrência está vindo de lugares inesperados. Quem teria previsto que o sucesso do iPad tiraria do páreo toda uma série de dispositivos de visualização — porta-retratos eletrônicos, por exemplo? E a terceira tendência é a ruptura causada por modelos de negócios que oferecem uma experiência melhor ao cliente em vez de simplesmente produtos.&lt;br /&gt; Seguramente, algumas indústrias, como a petroquímica e automobilística, ainda requerem tamanho e escala. Porém a grande velocidade da mudança tecnológica e a fragmentação dos mercados estão corroendo a tradicional economia de escala. Com efeito, alguns filósofos do "management" agora já falam da "diseconomies of scale". Enquanto "os dinossauros" tentam ajustar-se para uma nova realidade, onde as pequenas empresas têm surgido como agentes de mudança da economia mundial.&lt;br /&gt; Embora não haja consenso ao nível da exatidão dos números, muitos pesquisadores concordam que as pequenas empresas são mais inovadoras e criadoras de empregos do que as grandes. O tamanho já deixou de ser um trunfo no brutalmente competitivo mundo dos negócios de hoje - o mercado exige respostas muito mais rápidas do que se possa imaginar.&lt;br /&gt; Na esteira do crescimento do "downsizing" nas grandes empresas, o movimento do "espírito empreendedor" está em ritmo acelerado. Na verdade, este processo leva a grande empresa a subcontratar e adquirir de terceiros mais e mais produtos ou serviços de pequenas empresas. &lt;br /&gt; A capacidade de inovação e o dinamismo das pequenas empresas estão sendo descobertos pelas nações através do mundo como uma alternativa para uma retomada econômica. O mundo está neste momento focalizando muito mais o fenômeno, a importância do "espírito empreendedor". &lt;br /&gt; Enquanto a maioria das nações está agora redescobrindo as virtudes das pequenas empresas, o "empreendedor" é uma figura indissociável da cultura americana. Desde os tempos de Thomas Jefferson até hoje, muitos americanos vêem os proprietários de pequenos negócios como uma personificação de tudo que há de melhor no "American way of life".&lt;br /&gt; Até século 19, as pequenas empresas dominavam o mundo dos negócios nos Estados Unidos da América. Porém, o "empreendedor" foi diminuindo durante o rápido processo de industrialização americano. &lt;br /&gt; As grandes empresas surgem nos ramos de negócios onde a economia de escala era crítica para o sucesso: estradas de ferro, indústria automobilística, química e telefonia. As vantagens do tamanho da pequena empresa estão tornando-se muito grande. &lt;br /&gt; Jovens recém-licenciados, normalmente, vão trabalhar numa grande empresa porque esta tem um programa de treinamento e serviços de recrutamento no próprio campus universitário, onde recrutam e selecionam os candidatos, porém, mais de setenta por cento dos contratados deixam esta empresa dentro de cinco anos. &lt;br /&gt; Não acredito que as grandes empresas desaparecerão, contudo no futuro o tamanho será uma decisão estratégica da empresa, se ela será uma grande empresa ou não, quando no passado ser grande era um objetivo em si mesmo. &lt;br /&gt; Alguns ramos de negócios terão de ser grandes, devido a sua própria natureza. Apesar de hoje, existir uma gama incrível de oportunidades de negócios nas quais as pequenas e médias empresas podem atuar muito melhor, onde simplesmente surgirão resultados difusos, e fatalmente destruirá a lucratividade se for de tamanho grande. Assim, está se tornando importante meditar profundamente no tamanho certo da empresa.&lt;br /&gt; Como imaginar, nos dias de hoje, um indivíduo deixando uma grande e admirada empresa para montar a sua, de alta tecnologia? Quem estaria disposto correr este risco? Poucos. Estes simbolizam o "espírito de empresa" a pedra angular, fundamental para o progresso econômico de qualquer nação. O legado empreendedor ressurge com força total nas pequenas empresas de alta tecnologia.&lt;br /&gt; “Quem sabe faz a hora não espera acontecer". Agora é um grande momento para se começar. Existem fortes evidências que estamos entrando numa, particularmente, era fértil para o "empreendedorismo". &lt;br /&gt; Com as grandes empresas passando por processos radicais de reestruturação, com departamentos inteiros sendo extintos, o risco que qualquer empregado destas empresas virem a ser dispensado é relativamente grande. &lt;br /&gt; Mas significativamente, o aumento do programas de "(re) estruturação" implantados nas grandes empresas indica que começa a surgir uma era na qual as ágeis e dinâmicas pequenas empresas terão um desempenho muito melhor do que as grandes. &lt;br /&gt; Neste novo ambiente, empreendedores florescerão como em nenhuma época desde o surgimento da chamada Idade Industrial.&lt;br /&gt; As oportunidades para se empreender em diversos setores da economia são muitas. Neste momento o "high tech" é normalmente associado aos "startups"- sempre presente na agonia, aflição da transformação tão comum no processo de criação.&lt;br /&gt; Toda a economia mundial está mudando - já não fundamentada numa base industrial, em vez de, crescentemente, na transferência de informação. &lt;br /&gt; A Idade Industrial estava baseada, fundamentada sempre numa grande economia de escala. Construiu gigantescos sistemas para distribuir enormes quantidades de produtos. Aumentou de maneira considerável a capacidade dos computadores. &lt;br /&gt; Hoje, a gestão descentralizada, redes de computadores e telecomunicações estão reduzindo esta escala.&lt;br /&gt; Esta tendência para o surgimento de pequenas, dinâmicas empresas, aumenta o potencial do impacto do empreendedorismo na economia - e proporciona ao empreendedor oportunidades sem paralelo. &lt;br /&gt; “As pequenas empresas estão criando estas situações bem como estão se beneficiando dela“.  “A tecnologia da informação pode ajudar o nível no terreno da competição entre a grande e a pequena empresa”.&lt;br /&gt; Atualmente, as rápidas modificações no terreno da competição, avanços na tecnologia, alterações no mercado é um conjunto de circunstâncias que tornam o ambiente difícil para as grandes empresas. &lt;br /&gt; A principal razão é que com estas mudanças está sendo reduzido o custo das barreiras de entrada que protegiam as grandes empresas do incômodo das empresas nascentes. &lt;br /&gt;        A vantagem que o capital propicia as grandes empresas já está sendo diminuída através da figura do capital de risco. A tecnologia e a inovação estão ajudando as pequenas empresas a baterem as grandes, como David derrotou Golias.&lt;br /&gt; Nas últimas quatro décadas da humanidade foram marcadas por mudanças fundamentais para a história das nações. Primeiro o (re)surgimento do espírito empreendedor, a explosão da inovação pelos quatro cantos da Terra.&lt;br /&gt; Ao trilhar esse caminho, cheio de obstáculos e armadilhas o empreendedor constrói um mundo cada vez mais marcado pelas rápidas mudanças na economia mundial. &lt;br /&gt; O mundo apesar das crises que vivenciamos é melhor hoje do que era há 40 anos, onde a economia era inundada por grandes, ineficiente e ineficazes empresas estatais que por sua pouca flexibilidade entravavam o crescimento da economia. Chegou o momento de um novo salto. &lt;br /&gt; Para onde ir? Que escolha fazer? Uma conjugação de momentos históricos com um melhor aproveitamento dos recursos naturais coloca à frente do empreendedor desafios do desenvolvimento sustentável e a oportunidade de colocar-se diante todos como vanguarda de uma economia nova, com valores do século 21.&lt;br /&gt; Chamamos a atenção da responsabilidade pela atividade inovadora do empreendedor, pois trabalho que consome maior tempo dos gestores provavelmente desaparecerá. Os gerentes passam muito tempo administrando ao invés de se dedicar a atividades empreendedoras e inovadoras. &lt;br /&gt; Os livros-textos de gestão tratam, quase que exclusivamente, das tarefas de "gestão", em vez de tarefas do "empreendimento". Deve-se isto ao fato de que, no passado, a tarefa de administrar era uma novidade. Hoje, não é mais.&lt;br /&gt; Percebemos a inovação - como agente dinâmico capaz a partir das limitações da existência e capacidades humanas adicionarem uma nova dimensão ao esforço produtivo, com um esquema de "organização" fundado em uma "visão" mais esclarecida da realidade, a qual também precisa ser articulada com recursos e potenciais oferecidos pela natureza, para permitir passar além dos resultados da reforma ou da revolução, como programa de mudança da sociedade humana.&lt;br /&gt; Do mesmo modo que a revolução industrial repousa sobre dez ou quinze avanços científicos aplicados nos últimos dois séculos, é possível, pelos novos moldes de organização, antes social do que tecnológica, alcançar, por "inovação", níveis de tratamento dos problemas humanos (econômicos, políticos, dentre outros) ainda não cogitados. &lt;br /&gt; Estamos a atravessar o período mais controverso da História desde a revolução industrial, ocorrida há 200 anos, Trata-se de ampliar, inclusive, sobre o conceito de "empreendedor - inovador" já elaborado por Schumpeter.&lt;br /&gt; Inovação é sinônimo de risco, pois deve ser capaz de empreender mudanças dos dados da ordem estabelecida, com alvos diferentes dos da reforma que almeja curar um defeito, ou dos da revolução que tenciona reorganização pela subversão da ordem presente.&lt;br /&gt; Isso seria possível por um novo conceito de input-output, substituísse tanto a postura como a prática de que se deve fazer o melhor uso dos recursos existentes, pela atitude e modo de seleção de alguns meios ótimos, resultantes de decisões e ações humanas em vez de só rendimento dos recursos fornecidos pela natureza. O conceito de "produtividade" ilustra a base operativa, na linha de organização por "inovação social e tecnológica".&lt;br /&gt; Inovação é o método à disposição de contingentes de homens normais em vez de "insight" de genialidade de uns poucos, é imaginação criadora sistemática em vez de produto de temperamento artístico ou vocação científica ou ainda administrativa.&lt;br /&gt; Aqui alertamos para o "poder de inovação", ao afirmarmos que a inovação é um risco; os recursos presentes estão destinados a resultados futuros e altamente incertos. &lt;br /&gt; A ação e comportamento presentes estão subordinados a um potencial de uma realidade futura ainda desconhecida e incompreendida.&lt;br /&gt; A inovação pode ser definida como a procura organizada e, na verdade, deliberada do risco para substituir não só a sorte cega dos tempos pré-modernos (como simbolizados na crença renascentista pela "Fortuna" como o gênio que preside o destino humano) e a certeza das mais recentes, mas já obsoletas crenças no progresso inevitável sem perspectivas nem riscos, é o que nos ensina Drucker.&lt;br /&gt; Drucker afirma que "a moderna empresa de negócios não é apenas uma instituição econômica; ela deve ter um conceito atrás de si, uma organização e uma constituição. Ela é uma instituição social e como tal, deve ser dirigida e estudada.&lt;br /&gt; "O homem parece ter-se tornado anão pelas montanhas gigantes das grandes organizações ao seu redor. Ai está o monte Everest do governo moderno. Ao lado dele, as forças armadas que em todo o país devoram a parte do leão da produção nacional. Vêm, então, os picos das grandes corporações e não menos alto e difícil, os picos dos grandes e poderosos sindicatos; aí as vastas universidades, os grandes hospitais - todas as criaturas deste século". Vivia-se a época das grandes corporações.&lt;br /&gt; Drucker ver "a corporação como produto do esforço humano", onde a primeira regra "da corporação é a da sobrevivência como organização". Sendo este o objetivo básico, as diretrizes são os recursos gerenciais: &lt;br /&gt; A corporação precisa encontra dentro de si mesma todos os talentos e habilidades para atingir seus objetivos. Deve desenvolver tanto os especialistas necessitados por serem instrumentos humanos de alto calibre, como os generalistas, que são pessoas a cargo da direção, educadas e capazes para fazer julgamentos e tomar decisões.&lt;br /&gt; É chegado o momento de uma reflexão. O primeiro é a sociedade pós-industrial do século XXI é uma sociedade inteiramente nova e peculiar, de âmbito mundial mais do que ocidental ou capitalista. O segundo é que esta nova sociedade possui uma instituição específica: a empresa on-line.&lt;br /&gt; Alertamos é que compete ao empreendedor "a responsabilidade pela sobrevivência da empresa na economia, isto é, pela lucratividade, seu mercado e seu produto". Da defesa da sobrevivência de seu empreendimento, o empreendedor deve decidir qual a natureza de seu negócio, isto é, em que negócio a empresa está realmente empenhada.&lt;br /&gt; Podemos afirmar que o empreendedorismo  implica em estudos que têm como pano de fundo o "livre mercado" e a "iniciativa privada". Coisas do capitalismo, como se sabe. Vale à pena abordar esse tema.&lt;br /&gt; Em primeiro lugar, uma pergunta: por que será que as pessoas praticam atos arriscados como empreender e criar empresas, ou a emprestar dinheiro, comprar e vender mercadorias?&lt;br /&gt; Afinal, como afirmam os intelectuais, o mercado é um ambiente hostil, no qual os indivíduos estão sempre tentando se prevalecer da boa-fé alheia e enriquecer a custa da exploração do próximo. Quem garante os cordeiros contra os lobos? Não é mais seguro ficar em casa e não se prestar a aventuras de final imprevisível?&lt;br /&gt; A resposta é que as pessoas têm confiança. Empreendem porque sabem que estão garantidas pelas instituições. As pessoas confiam umas nas outras. E não é por causa das virtudes que os outros alegam ter, mas porque as instituições nos obrigam a todos a agir com retidão.&lt;br /&gt; Urge, pois, uma aposta na formação de empreendedores de base tecnológica em empreendedorismo de todas as pessoas que, de uma maneira geral e, principalmente, daquelas que se encontram na situação de desemprego em particular.&lt;br /&gt; A quem compete esse papel? À sociedade, no seu todo, onde se integram, naturalmente, todas as organizações e empresas.&lt;br /&gt; É preciso fugir à tentação de convocar o Estado para capitanear este processo de mudança. “De todas as coisas organizadas, é o Estado, em qualquer parte ou época, a mais mal organizada de todas”, é o que nos ensina Fernando Pessoa.&lt;br /&gt; Esse célebre poeta lusitano nos alerta que: “Quanto mais o Estado intervém na vida espontânea da sociedade, mais risco há se não positivamente mais certeza, de está-la entrando em conflitos com as leis naturais, com leis fundamentais da vida.....”.&lt;br /&gt; Nunca devemos esquecer que o objetivo de qualquer negócio é criar, manter e fidelizar clientes. Sem clientes não temos negócio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-7290193923856230540?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/7290193923856230540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/01/inovacao-empreendedora-criar-manter-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7290193923856230540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/7290193923856230540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/01/inovacao-empreendedora-criar-manter-e.html' title='INOVAÇÃO EMPREENDEDORA:  CRIAR, MANTER E FIDELIZAR CLIENTES'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-1999062535566841958</id><published>2011-01-19T04:47:00.001-08:00</published><updated>2011-01-19T04:52:21.371-08:00</updated><title type='text'>EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO, INCUBAÇÃO DE EMPRESAS, START-UP,  SPIN-OFF E O PLANO TECNOLÓGICO</title><content type='html'>Esperamos que este texto, ao mesmo tempo em que estuda o empreendedor, empreendedorismo, inovação, incubação de empresas, start–up e spin-off no contexto do Plano Tecnológico, revele também algo sobre o poder da informação e poder das ideias para os milhões de jovens empreendedores nesse momento especial da economia mundial.&lt;br /&gt;O empreendedor tem a plena consciência de que os seus produtos/serviços são tão bons quanto as suas ideias. As ideias são a nova moeda no mundo empresarial. As incubadoras não estão somente na vanguarda do desenvolvimento de inovações, novas tecnologias, berçários de empreendedores, desenvolvimento de novos produtos/serviços, mas também numa nova era de princípios empreendedores.&lt;br /&gt;É por essa razão que procuramos narrar não apenas sobre os temas que intitulam o livro, mas também o desenrolar das ideias que mudaram nossas vidas. Para fazer isso, tivemos de romper os limites do formato linear do livro.&lt;br /&gt;Nos livros, habitualmente o leitor encontra-se em estado de pura passividade, marchando no mesmo passo dos autores, e quiser extrair tudo do livro, ou examinando superficialmente as páginas ao acaso.&lt;br /&gt;Ao ler este livro, o empreendedor deve concentrar-se nos curtos ensaios que acompanham cada capítulo, cujo propósito é fornecer uma explicação mais detalhada de uma lição de empreendedorismo, inovação, incubação de empresa ou de administração que a história representa.&lt;br /&gt;Nosso modelo para esse tipo de leitura é o processamento de dados individual, que permita ao leitor resumir qualquer informação que necessite, na dosagem exigida. Esperamos tanto as lições como as histórias lhe ensejem uma variedade de aberturas de ideias de negócio. Tentamos imaginar formas de tornar esta leitura mais que uma experiência passiva.&lt;br /&gt;Chegamos à conclusão que o empreendedor é um cético. O futuro pertence aos céticos, não aos cínicos; e uma cultura na qual a internet e as redes sociais tornam-se tão essenciais e rotineiros como as tecnologias de informação que abre espaço para que possam empreender. O cético não aceita as ideias sem questionar; utiliza múltiplas informações para comparar e constatar. O computador torna essas informações facilmente disponíveis e em grande quantidade.&lt;br /&gt;Seguindo esse modelo, traçamos as linhas de inspiração para o desenvolvimento do espírito empreendedor que exercerão papel decisivo no desenvolvimento econômico mundial, partindo de novas disciplinas (empreendedorismo e inovação) e novos paradigmas (desenvolvimento do espírito empreendedor), biotecnologia, arte, etc.&lt;br /&gt;Quando formulamos metáforas partindo dessas disciplinas, estamos na verdade, oferecendo ao leitor pontos de vista diferentes que ampliam a sua capacidade crítica. O texto ensejará mais perguntas do que respostas que esperamos, despertarão curiosidade e provocarão a busca de novos pontos de vista.&lt;br /&gt;O que mais nos entusiasma sobre o que aprendemos na elaboração de Empreendedorismo, Inovação, Incubação e o Plano Tecnológico é que o empreendedor, o empreendedorismo e a inovação são mais do que palavras da moda. São instrumentos determinantes na retoma econômica mundial.&lt;br /&gt;Assim como o conteúdo eletrônico desse livro transformando uma sociedade onde as publicações ainda são em sua maioria em meio impresso para forma eletrônica, instrumento que transformará a forma pela qual encaramos o mundo.&lt;br /&gt;Queremos que a inovação, o empreendedor, o empreendedorismo sejam a fonte de novos instrumentos para se criar um novo mundo. O novo mundo que seja desenvolvido sobre égide da ética, onde a inovação permeia todas as facetas do meio ambiente. É apenas um pequeno exemplo de quanto excitante pode ser uma nova empresa de base tecnológica criada em uma incubadora filha da era da informação.&lt;br /&gt;Rumo à segunda década do século XXI, cujas sementes já estão lançadas via o empreendedorismo, inovação, incubação e o Plano Tecnológico e as ideias que poderão florescer nas mentes dos leitores desse livro. É uma odisseia de aventura e ousadia, repleta de riscos e surpresas inerentes à criação de um empreendimento.&lt;br /&gt;É, sobretudo, a ousadia de transição de dois mundos – o velho (sem o espírito empreendedor) e o novo (sobre o prisma do espirito empreendedor) – um mundo que mudou tão marcadamente durante todo o processo de elaboração do Empreendedorismo, Inovação, Incubação e o Plano Tecnológico.&lt;br /&gt;A incubadora de empresas é uma oportunidade sem fronteiras. Um ambiente estonteante, uma consumada reunião de empreendedores a conquista de novos mercados para a imensa gama de produtos/serviços de seus empreendimentos.&lt;br /&gt;Nas incubadoras os empreendedores lutam ferozmente por um décimo de porcentagem de fatia de mercado. São  sonhadores, conduzidos à paixão de mudar o mundo e torná-los um lugar melhor e mais produtos para todos os incubados. Vendem não apenas produtos/serviços, mais instrumentos para os corações e mentes dos seus clientes.&lt;br /&gt;É atributo dos realizadores, fundamentalmente indivíduos com espírito criativo, inovador, que tentam penetrar mentalmente com seus produtos/serviços. A inovação demanda uma crença apaixonada no poder de suas próprias ideias e a convicção de vê-las chegar até o fim. Isso pode resultar, muitas vezes, numa batalha longa e solitária a ser vencida.&lt;br /&gt;Os visionários estão constantemente lutando contra o pensamento convencional, porque têm uma visão progressiva do mundo em termos do que ele pode vir a ser se alguém estiver disposto a encarar as coisas de maneira diferente. &lt;br /&gt;Por definição, são mais dependentes de seus próprios instintos. Dedicam sua vida a um empreendimento, tornando-se totalmente absortos em seus múltiplos aspectos. São normalmente exigentes, teimosos, intransigentes e de difícil trato. Mas quando sua perseverança e seu instinto se combinam, eles são perfeitos.&lt;br /&gt;Os visionários estão sempre examinando o horizonte do amanhã. Se sua visão estiver no alvo certo, mudará o mercado e eles prosperarão – mesmo que isto signifique a perda de algumas batalhas pelo caminho.&lt;br /&gt;O empreendedorismo é, portanto, muito mais uma atitude, uma maneira de pensar, do que uma disciplina de objetivo único ou um acervo de conhecimentos. Um empreendedor bem sucedido precisa ser conceitualmente criativo, inovador, intuitivo e deve examinar diferentes pontos de vista para resolver velhos problemas. É preciso sair do hábito racional, do pensamento linear e tentar focalizar o mundo de forma diferente.&lt;br /&gt;Os empreendedores têm também uma incrível habilidade na busca de diferentes perspectivas. É crucial o desenvolvimento de uma larga faixa de amplitude para explorar as chances de qualidade na prestação de serviços em todas as áreas da empresa – atendimento sob medida a clientes, desenho, fabricação etc. Isto é tão essencial numa firma de prestação de serviços como numa fábrica. &lt;br /&gt;Para desenvolver essa plenitude, o empreendedor deve ter a habilidade de examinar as coisas bem de perto ou focalizá-las de um ângulo bem distante. &lt;br /&gt;Examinar algo em seus mínimos detalhes, até o ponto em que muitas vezes a verdadeira beleza está oculta. Entretanto, devem ter capacidade para olhar mais além, procurando mudanças fundamentais nos hábitos de consumo. &lt;br /&gt;Mas isso não é suficiente: o empreendedor deve ter também coragem para fazer mudanças. Muitos empreendedores tendem a agir do lado, de cima do muro, cedendo às mudanças a outros. As pessoas que têm a coragem de assumir riscos são as que você provavelmente perderá.&lt;br /&gt;Alguns das melhores iniciativas na área do empreendedorismo partem muitas vezes de pessoas sem qualquer formação específica, mas com ideias originais, criativas e inovadoras. As melhores ideias não florescem na cabeça de quem as têm e sim na de pessoas que são mais ágeis na sua implementação. O empreendedor deve ser capaz de reorientar rapidamente sua perspectiva à medida que examina as possibilidades de como seu produto ou serviço serás visto pelo consumidor.&lt;br /&gt;O empreendedorismo valoriza os maiores poderes intuitivos - algo que só surge realmente através de conhecimento e bom senso numa determinada indústria.&lt;br /&gt;Hoje, contudo, o empreendedorismo está assumindo importância cada vez maior nos empreendimentos bem-sucedidos; representa um papel relevante ao atribuir valor ao que o empreendedor vende e em ver aquele valor reconhecido pelo cliente.&lt;br /&gt;O empreendedor é um eterno apaixonado pelo que faz cujo sonho permanente é dar aos indivíduos o poder que as grandes empresas e instituições eram capazes de exercer. &lt;br /&gt;A habilidade de transformar sua empresa e seus produtos/serviços em resposta às alterações na economia, nos hábitos sociais, nos interesses dos clientes. Os verdadeiros empreendedores são aqueles, portanto, que tiram vantagem da rede de contatos.&lt;br /&gt;Os empreendedores que estão incubados que é melhor fonte de conhecimentos  da empresa é a academia. O aprendizado não termina nas fronteiras da instituição; é uma experiência pela vida inteira. &lt;br /&gt;O empreendedor bem-sucedido não vê obstáculos e sempre encontra uma forma criativa, inovadora de se desincumbir das tarefas mais difíceis e impossíveis. A época para assumir riscos é quando você enfrenta os mais difíceis obstáculos. Agir com margem muito ampla de segurança não funciona no meio de uma crise.&lt;br /&gt;Hoje, o futuro parece ainda menos previsível. Vivemos numa época de mudanças aceleradas e voláteis. Em conseqüência, o planejamento do futuro torna-se difícil, com muitas empresas apostando em cavalos errados.&lt;br /&gt;Esse texto é a introdução do livro Empreendedorismo, Inovação, Incubaçào de Empresas, Start-up, Spinn-off e o Plano Tecnológico que em breve será disponibilizado  na Web&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-1999062535566841958?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/1999062535566841958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/01/empreendedorismo-inovacao-incubacao-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/1999062535566841958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/1999062535566841958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/01/empreendedorismo-inovacao-incubacao-de.html' title='EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO, INCUBAÇÃO DE EMPRESAS, START-UP,  SPIN-OFF E O PLANO TECNOLÓGICO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-8561763371355917322</id><published>2011-01-08T02:58:00.001-08:00</published><updated>2011-01-08T02:58:42.225-08:00</updated><title type='text'>CÉLULAS EMPREENDEDORAS</title><content type='html'>Células Empreendedoras&lt;br /&gt;onde você aprende a empreender sua vida profissional&lt;br /&gt;www.celulasempreendedoras.com.br&lt;br /&gt;Descrição:&lt;br /&gt;O objetivo geral deste projeto é disseminar a cultura empreendedora nos jovens através de ações educacionais de formação e desenvolvimento de uma rede de Células Empreendedoras em Pernambuco.&lt;br /&gt;Células Empreendedoras são grupos de alunos de graduação que através de blogs e o apoio de tutores, são encorajados(as) a terem mais autonomia e um espírito empreendedor com o apoio de empresas. Elas têm como objetivo fazer com que os demais jovens aprendam a empreender suas vidas profissionais, e através disto desenvolverem a instituição de ensino onde convivem. &lt;br /&gt;Os líderes das células têm como missão motivar os alunos a realizarem ações proativas em torno de um tema. Tais ações correspondem à organização de encontros regulares para troca de conhecimentos, cursos de capacitação, eventos, consultorias/projetos, criação de empresas, pesquisa/inovação, projetos interdisciplinares, entre outras atividades possíveis. &lt;br /&gt;Por princípio as células trabalham a liderança associativa e não possuem CNPJ, buscando empresas parceiras para servirem de canal operacional (sobretudo às empresas juniores). Através do uso de blogs e redes sociais (que integram professores e empresários em torno de uma ênfase profissional), as células empreendedoras tornam-se uma alternativo prática para uma melhor integração universidade-empresa. Para promover networking e uma formação empreendedora continuada, congressos de empreendedorismo, cursos e encontros gerais são organizados regularmente. &lt;br /&gt;Espera-se que com a participação no projeto os jovens obtenham competências para auto-aprendizagem, adquiram autonomia, exerçam liderança, e amadureçam com os conflitos interpessoais que aparecem pelo caminho. As células são também incentivadas a trabalhar questões sociais e ambientais de forma transversal. Observa-se que tais habilidades não são ensinadas no modelo educacional vigente, e com este projeto elas podem ser trabalhadas diariamente durante toda a graduação, com acompanhamento de professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivação:&lt;br /&gt;Diversas habilidades e competências hoje exigidas para o Professional ter uma carreira de sucesso não são ensinados nas faculdades devido às mesmas na maioria das vezes adotarem um ensino onde "tudo é dado de bandeja" ao aluno. Um modelo onde não se formam jovens autônomos, e que ratifica a formação de "empregados" (escravos das idéias dos outros). Além disto, existe muitas vezes uma latente falta de integração entre faculdades e empresas, resultando em muitos alunos desconhecendo o mercado de trabalho no qual se inserem.&lt;br /&gt;O psicólogobielo-russo Lev Vygostky desde a década de 30 já alertava os educadores para a importância do social e das motivações próprias no ensino-aprendizagem. Sua teoria dizia que uma pessoa aprende ou se desenvolve quando busca por “motivações próprias” melhorar seu contexto social através da criação e registro de novas práticas elou ferramentas. A teoria sócio-cultural de Vygostky fundamenta as condições de desenvolvimento para que os alunos se tornem cidadãos que pensem e atuem por si mesmos.&lt;br /&gt;Este projeto surgiu em 2008 no curso de Sistemas de Informação da FIR/Estácio. Na ocasião, o professor Genésio Gomes (fundador do mesmo), como coordenador de curso recém empossado ao cargo, presenciava alunos exigindo um maior dinamismo e integração com mercado de trabalho. Com o desejo de trabalhar práticas sócio-culturais de aprendizagem que aprendeu durante o doutoramento em tecnologias educacionais, o professor incentivou a criação de células acadêmicas a partir da sugestão dos alunos. &lt;br /&gt;A recomendação, no entanto, era para os líderes terem um espírito empreendedor com apoio de empresas. Poderiam existir células em várias áreas de atuação, e as mesmas usariam blogs como ferramenta de marketing. Além disto, os alunos deveriam se engajar nas células que de fato gostassem ou se identificassem, e não precisavam cumprir padrões predeterminados, apenas mostrar resultados.&lt;br /&gt;O sucesso dos alunos foi imediato e conseqüentemente outros cursos da FIR/Estácio, bem como outras faculdades de Pernambuco, vieram a criar células acadêmicas com este perfil “empreendedor”. Em 2010, o projeto tornou-se então multi-institucional e passou a se chamar de Células Empreendedoras com várias inovações incorporadas.&lt;br /&gt;Resultados:&lt;br /&gt;Hoje existem cerca de 20 células espalhadas por quatro instituições de ensino. Outras três instituições estarão iniciando o projeto no 1o semestre de 2011. Temos cerca de 40 jovens ativos. Juntos só no 2o semestre de 2010 foram mais de 5.000 pessoas beneficiadas por ações geradas por líderes de células, incluindo apenas neste contexto palestras, eventos e cursos oferecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 1o congresso Pernambucano de Empreendedorismo (www.cpeje.com.br), por exemplo, foi um evento com mais de 1.000 inscritos presentes no Centro de Convenções de Pernambuco. Todo o evento foi idealizado e organizado por um líder de célula empreendedora, chamado Marcos Rodrigues. Este congresso ocorrerá anualmente e será organizador sempre em conjunto com a rede de células empreendedoras das várias instituições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Marcos, líder da célula Manual do Herói,  segue outros exemplos de sucesso de líderes do projeto que iniciaram as cinco primeiras células em 2008 [muitos deles ainda não estão formados]: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Líder Marcelo Eden (OsSchools): hoje lidera equipes internacionais de desenvolvimento Open Source fazendo extensões premiadas no Joomla Day Brasil 2010 (http://www.3den.org).  &lt;br /&gt;- Ex-LíderYgorMacaúbas (ScrumFIR): lidera o uso de SCRUM na Globo.com. &lt;br /&gt;- Líder Vinicius Perrot (InfraFIR): hoje palestrante Microsoft. Reconhecido por liderar a melhor  célula acadêmica em Infra-Estrutura Microsoft do Brasil.&lt;br /&gt;- Ex-Líder Roberto Alves (Testes): diretor regional recife da Associação Latino Americana de Testes. Fundador da empresa Intellectus Consultoria (www.intellectu.net.br). &lt;br /&gt;- Líder Agenor Mota (Fir.Net): Reconhecido por liderar umas das células Microsoft mais ativas do Brasil. Fundador da empresa Ificomm (http://ificomm.com). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto ganhou ainda o Prêmio Amadeus Partner Gold 2009  do CIN/UFPE pelas extensões realizadas no projeto Amadeus (www.amadeus.cin.ufpe.br). Amadeus é hoje a principal ferramenta open source de tecnologia educacional do Brasil, estando catalogada no portal do software público do governo federal (www.softwarepublico.gov.br). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faculdades parceiras atuais: Universidade Federal de Pernambuco – CIN (www.cin.ufpe.br),  Faculdade dos Guararapes (www.faculdadeguararapes.edu.br), Faculdade Integrada do Recife (www.fir.br), Universidade de Pernambuco – POLI  (www.poli.ecomp.br) , Faculdade Joaquim Nabuco (www.joaquimnabuco.edu.br) e Universidade Federal Rural de Garanhuns (www.uag.ufrpe.br). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituições e empresas parceiras atuais: The Drucker Society of Brazil – Recife (http://druckersocietyrecife.com.br),  Instituto Guia de Ação (www.guiadeacao.com.br), Grupo de Pesquisa CCTE (www.cin.ufpe.br/~ccte) e Intellectus Consultoria (www.intellectu.net.br).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto possui ainda uma rede multi-institucional de professores com cerca de 30 parceiros  voluntários, dentre eles o professor Emanuel Leite (autor de dois livros clássicos sobre empreendedorismo), o professor Alex Sandro Gomes (idealizador do projeto Amadeus e responsável por ações de empreendedorismo do CIN/UFPE) e Raniere Rodrigues (fundador da Drucker Society Recife).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inovações:&lt;br /&gt;Constata-se que as  faculdades/universidades não abordam o problema da educação empreendedora de jovens de forma direta, tal como abordamos neste projeto. Modelos educacionais trabalhados nas instituições de ensino focam-se muitas vezes apenas na operacionalização de planos de negócios, e pouco atual nas questões comportamentais. &lt;br /&gt;As empresas juniores, por outro lado, não possuem a flexibilidade para mobilizar muitos jovens para seus sonhos de vida Professional. Células Empreendedoras são uma forma de inclusive impulsionar as empresas juniores com dezenas de unidades de inovação (células) geradoras de idéias espalhadas por toda a instituição. O fato das células não necessitarem de espaço físico fixo para funcionarem, tornam factível a ploriferação de grupos de alunos empreendedores em todas as áreas de atuação. &lt;br /&gt;O projeto possui quatro aspectos inovadores. São eles: &lt;br /&gt;(1) Introduz uma inovação sobre os modelos de educação empreendedora vigentes por aliar uma formação continuada sobre aspectos atuais do empreendedorismo (era digital), com uma oportunidade para colocá-las em prática durante toda a graduação. &lt;br /&gt;(2) Oferece uma evolução do conceito de células acadêmicas, e/ou grupos de estudos convencionais. Aqui os grupos de estudos são empreendedores, não seguem regras pré-determinadas, procuram várias empresas como canal operacional,  trabalham juntos para realizar projetos, e possuem uma rede de colaboradores de apoio. &lt;br /&gt;(3) Provê uma alternativa para uma melhor integração universidade-empresa através do uso de práticas sócio-culturais de aprendizagem.  &lt;br /&gt;(4) Cria uma rede social empreendedora de jovens líderes associativos. Rede social inexistente nos dias atuais.&lt;br /&gt;Objetivos 2011:&lt;br /&gt;Os objetivos do projeto para 2011 são: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Fornecer um portal de empreendedorismo com uma rede social de células empreendedoras. Portal este que estimulará a disseminação da cultura empreendedora, e propiciará a colaboração (via celulares e outras tecnologias) entre membros da comunidade de células (líderes, professores, alunos e gestores de ensino). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Conceber um curso official para capacitação de líderes de células empreendedoras e formar todos os líderes atuantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Promover encontros gerais de células nas várias instituições semestralmente. Eventos com palestras e apresentações dos cases de células para toda a comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Promover campanhas de marketing com palestras e materiais de divulgação que possibilitem  a expansão do projeto para instituições de ensino em todo estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Entrega de um prêmio jovem empreendedor de células empreendedoras. Prêmio voltado para reconhecimento dos líderes de células mais atuantes, em termos de ações e idéias. Entregue ao final de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Co-organização do 2o Congresso Pernambucano de Empreendedorismo (www.cpje.com.br). Evento idealizado e coordenador pelo líder de uma célula de empreendedorismo e empregabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Criação de uma ONG ou instituto para comportar como pessoa jurídica o projeto multi-institucional células empreendedoras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais objetivos visam criar uma infra-estrutura institucional que sirva para toda a comunidade de células nas várias faculdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação Geral:&lt;br /&gt;Professor Genésio Gomes  – Fundador do Projeto.&lt;br /&gt;E-mail: professorgenesio@gmail.com&lt;br /&gt;Todosos direitos reservados e registrados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-8561763371355917322?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/8561763371355917322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/01/celulas-empreendedoras_08.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8561763371355917322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/8561763371355917322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2011/01/celulas-empreendedoras_08.html' title='CÉLULAS EMPREENDEDORAS'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-5419143325198544281</id><published>2010-12-25T12:07:00.000-08:00</published><updated>2010-12-25T12:08:26.799-08:00</updated><title type='text'>A VISÃO INTEGRADA DO FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO</title><content type='html'>O estágio de desenvolvimento econômico de um país ou região pode ser avaliado, também, em função do número de atividades na área da inovação e criação de empresas, particularmente, de base tecnológica.&lt;br /&gt;Ao longo dos séculos o Homem registrou períodos de extremo progresso e mudança. Porém, na segunda metade do nosso século, o conhecimento científico gerado bem como o progresso técnico ultrapassa tudo quanto se descobriu na história humana precedente. &lt;br /&gt;Na linha desta revolução, geraram-se grandes mudanças econômicas e industriais em praticamente todo o mundo. E, conseqüentemente, mudanças nas estruturas econômicas de produção, distribuição e concorrência. A transferência de tecnologia para lugares distantes e a interligação das empresas no mundo inteiro criaram de fato um novo ambiente competitivo.&lt;br /&gt;O investimento permanente em recursos humanos é hoje uma aposta fundamental que pode representar a diferença entre acompanhar a mudança ou ficar paralisado perante a competitividade dos mercados. Em economias abertas e competitivas, são os que investem permanentemente nas pessoas e no desenvolvimento de novos produtos/serviços e tecnologias que melhor enfrentam o choque das mudanças.&lt;br /&gt;O sucesso de uma empresa num mercado global e competitivo passa, essencialmente, pela sua diferenciação em relação à concorrência. A globalização dos mercados trouxe novos desafios. Os empreendedores criadores de empresas de base tecnológica terão que estar atentos a esta tendência mundial.&lt;br /&gt;Até há pouco tempo os economistas, na linha dos clássicos, explicava o desenvolvimento das nações como o resultado de três variáveis: mão-de-obra barata; matéria-prima abundante e capital disponível para investimentos. Hoje, sabe-se que existem duas outras variáveis, provavelmente mais importantes que as demais: a tecnologia e o "empreendedorismo" (o espírito empreendedor).&lt;br /&gt;Ao criador de empresas de base tecnológica cabe o desafio de transformar idéias em produção. Para vencer esse desafio ele terá que descobrir algo que diferencie o seu negócio dos restantes.&lt;br /&gt;Ainda que seja difícil definir o conceito de "empreendedorismo", os economistas reconhecem os empreendedores como indivíduos com visão, dispostos a arriscar o seu próprio dinheiro e o de outros investidores em novos produtos, constituindo-se assim como uma espécie de motor que combina o capital humano e físico, estimulando o crescimento econômico e o progresso.&lt;br /&gt;Ser empreendedor significa ter capacidade de iniciativa, imaginação fértil para conceber idéias, flexibilidade para adaptá-las, criatividade para transformá-las em uma oportunidade de negócio, motivação para pensar conceptual mente, e a capacidade para ver e perceber a mudança como uma oportunidade.&lt;br /&gt; A Delimitação do Objeto do "Empreendedorismo"&lt;br /&gt;• A Perspectiva da Sociologia (MaxWeber)&lt;br /&gt;O estudo do capitalismo tem sido objeto de enorme controvérsia, estando longe de produzir um consenso entre os estudiosos. O tema popularizou-se a partir do estudo do sociólogo alemão Max Weber (1864-1920) intitulado A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, publicado em 1904-1905. Numa tese oposta à de Karl Marx, Weber concluiu que a religião exerce uma profunda influência sobre a vida econômica. Mais especificamente, ele afirmou que a teologia e a ética do calvinismo foram fatores essenciais para o desenvolvimento do capitalismo do norte da Europa e dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Na ótica de Weber o “impulso para o ganho”, a “ânsia do lucro”, de lucro monetário, de lucro monetário o mais alto possível, não tem nada a ver em si com o capitalismo. Esse impulso existiu e existe entre empreendedores, médicos, artistas, prostitutas – quer seja em toda a espécie e condições de pessoas, em todas as épocas de todos os países da Terra, onde quer que, de uma forma, apresentou se, ou se apresenta, uma possibilidade objetiva para isso.&lt;br /&gt;Na perspectiva de Weber o ganho ilimitado não se identifica nem um pouco com o capitalismo, e muito menos como o “espírito do capitalismo”. O capitalismo pode até identificar-se com uma restrição ou, pelos menos, com uma moderação racional desse impulso racional. De qualquer forma, porém, o capitalismo, na organização capitalista permanente e racional, equivale à procura do lucro, de um lucro sempre renovado, da “rentabilidade”. Só pode ser assim. Dentro de uma ordem econômica totalmente capitalista, uma empresa individual que não se orientasse por esse princípio, estaria condenada a desaparecer.&lt;br /&gt;Weber propôs a tese de que a Reforma Protestante produziria uma verdadeira revolução, infundindo um espírito mais vigoroso em trabalhadores e empreendedores, que teria levado ao capitalismo industrial moderno.&lt;br /&gt;Pode-se definir o "empreendedor" como alguém que está num negócio por conta própria; que organiza, administra e assume o risco da gestão do empreendimento.&lt;br /&gt;Na introdução de "Inovação e Espírito Empreendedor", Drucker argumenta que os empreendedores são maravilhosos criadores de empregos. Observa que o emprego nas 500 maiores empresas americanas, tem diminuído continuamente desde 1970. E, no entanto, a economia do país apresentou um acréscimo líquido de 40 milhões de empregos, em apenas sete anos, muitos deles criados por companhias que não existiam 20 anos atrás.&lt;br /&gt;Porém, a designação de "empreendedor" não pode ser aplicada a todo e qualquer indivíduo que inicia um pequeno negócio. Os empreendedores são pessoas que, simultaneamente, criam novos tipos de procura e aplicam novos e insólitos conceitos administrativos. Tanto podem estar ligados à iniciativa privada como às universidades, às autarquias, etc.&lt;br /&gt;As grandes transformações da atualidade se refletem em mudanças na sociedade e no trabalho. A prosperidade de um país depende hoje mais do conhecimento do que do capital ou do trabalho. Esta realidade tem implicações profundas para os indivíduos que criam empresas, especialmente, empresas de base tecnológica.&lt;br /&gt;Assiste-se, atualmente, a uma mudança radical na esfera da produção e da vida empresarial, em conseqüência do enorme desenvolvimento da informática e das alterações verificadas na componente social da empresa. Muitas tarefas foram suprimidas pelo computador; a mão-de-obra, em geral, tornou-se mais jovem e a participação cada vez mais ativa das mulheres obrigou à flexibilização nos horários. Faz-se sentir uma crescente necessidade de quadros especializados o que tem vindo a estreitar as relações entre a empresa e o sistema educacional.&lt;br /&gt;As mudanças nos recursos estratégicos do capital para a informação, conhecimento e criatividade, são os fatores fundamentais que impulsionam a expansão empreendedora atual. Mas há outros. As organizações não oferecem mais a segurança de outrora.&lt;br /&gt;• A Perspectiva Psicológica (McClelland)&lt;br /&gt;McClelland, psicólogo da Universidade de Harvard, é o autor da obra           "The Achieving Society", na qual procura descobrir a razão pela qual certas culturas funcionam melhor do que outras. Os seus estudos levaram-no a concluir que a necessidade de realização, variável de cultura para cultura, era o elemento chave para responder à sua interrogação. &lt;br /&gt;Constatou que umas culturas ensinavam que a luta era infrutífera, uma vez que o êxito ou o fracasso dependiam do destino; outras transmitiam aos seus membros a visão de que toda a pessoa podia controlar ou, pelo menos, influenciar o resultado da sua vida. &lt;br /&gt;Ao estudar histórias infantis, em verso e em prosa, contos folclóricos e outras formas de comunicação social para a transmissão inconsciente de valores, a fim de recolher indicações sobre o nível de necessidade de realização, constataram que na cultura americana esse nível era extremamente alto.&lt;br /&gt;A necessidade de realização leva os empreendedores a nunca pararem de trabalhar, sempre motivados pela necessidade de fazerem aquilo que gostam. Têm horários de trabalho que em geral ultrapassam as dezesseis horas diárias e, independentemente do dinheiro que tenham amealhado, entregam-se ao trabalho com o entusiasmo próprio de quem está a começar tudo de novo.&lt;br /&gt;A necessidade de realização mobiliza o indivíduo para executar da melhor forma possível um conjunto de tarefas, que lhe permitam atingir os seus objetivos. Os objetivos podem ser competitivos; porém, o foco é sempre a execução perfeita das tarefas que, dentro dos limites éticos, permita superar os concorrentes.&lt;br /&gt;O nível de motivação para a realização é usado por McClelland para explicar alguns aspectos do comportamento típico dos empreendedores:&lt;br /&gt; extrema independência e autoconfiança e que pode levantar dificuldades para constituir equipas de trabalho; &lt;br /&gt; fixação de elevados padrões de realização, o que pode torná-lo intolerante para quem defraudar as suas expectativas; &lt;br /&gt; centralização das atividades e dificuldades na delegação de autoridade. &lt;br /&gt;Além da necessidade de realização, McClelland também analisou a importância das necessidades de afiliação e de poder para suscitar o espírito empreendedor. A necessidade de afiliação traduz o desejo de se estar próximo das outras pessoas, compartilhar das suas alegrias, construir sólidas amizades, obtendo um bom relacionamento  interpessoal. McClelland concluiu que essa necessidade, conjuntamente com a necessidade de realização, proporciona um poderoso impulso para alcançar os objetivos, através da interação e cooperação. Além disso, uma forte motivação para a afiliação inviabilizará o aparecimento de conflitos e confrontações. A necessidade de poder, por outro lado, traduz a tendência para dominar ou influenciar outras pessoas. Essa necessidade, quando acentuada, pode dificultar a tarefa de formar uma equipa empreendedora para arrancar com um negócio.&lt;br /&gt;Resumidamente, McClelland identificou as seguintes características do Empreendedorismo: a) habilidade para assumir riscos; b) energia e/ou novo tipo de atividade instrumental; c) responsabilidade individual; d) feed-back sobre o resultado das decisões; e) mensuração dos resultados através do dinheiro; f) antecipação de responsabilidades futuras; g) habilidades organizacionais; e h) interesse por ocupações empreendedoras que envolvam risco e prestígio.&lt;br /&gt;• A Perspectiva Econômica (Schumpeter) &lt;br /&gt;Schumpeter insere o empreendedorismo na ótica da destruição criadora. Esta representa a principal característica do sistema capitalista na percepção de Schumpeter. Definiu-a como um processo orgânico de mutação industrial que incessantemente revoluciona a estrutura econômica a partir de dentro. Este processo de destruição é, segundo Schumpeter, a característica essencial do capitalismo e a ele se deve o encerramento de fábricas e a eliminação de postos de trabalho, mas também dele deriva o imperativo dos agentes econômicos se adaptarem às mudanças tecnológicas e às preferências dos clientes. &lt;br /&gt;Na visão de Schumpeter, o início de um processo de desenvolvimento econômico verifica-se no âmbito da produção, em conseqüência de acontecimentos que alteram profundamente os velhos sistemas produtivos. Estas alterações, que Schumpeter designa de inovações, prendem-se com a introdução de um novo produto ou de uma nova qualidade de um produto, com a implantação de um novo método de produção, a abertura de um novo mercado, a conquista de uma nova fonte de oferta de matérias primas ou de produtos semi-acabados e, finalmente, o estabelecimento de uma nova forma de organização de uma dada indústria ou setor.&lt;br /&gt;Schumpeter chama ato empreendedor à introdução de uma inovação no sistema econômico e empreendedor ao que executa este ato. A empresa e o empreendedor são fatos específicos do desenvolvimento, inexistentes por isso no estado estacionário, no qual a direção da produção implica apenas uma atividade de rotina que não se distingue de qualquer outro tipo de trabalho. A inovação, na ótica schumpeteriana, não se deve apenas ao papel do empreendedor, mas também a fatos exógenos que galvanizam as mudanças econômicas, como seja o desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;3. Caracterização do Empreendedor&lt;br /&gt;• Perfil&lt;br /&gt;A gestão das Novas Empresas exige o seguinte perfil do empreendedor:&lt;br /&gt;Capacidade de Assumir Riscos: é a disposição de enfrentar desafios, de abandonar a vida relativamente segura de assalariado para experimentar os limites da sua capacidade, em negócio próprio. Saber enfrentar riscos é a característica nº1 do empreendedor. Depois de instalada a empresa, é preciso saber renovar os produtos e serviços. O avanço tecnológico, os costumes e comportamentos mudam e tudo isso pode afetar o negócio. É preciso arriscar o futuro para não ficar defasado. As recompensas estão associadas aos maiores riscos, que, bem dosados, garantem sucesso ao empreendimento.&lt;br /&gt;Sentido de Oportunidade: enxergar oportunidades onde outros só vêem ameaças, eis a chave da questão. Importam identificar tendências, necessidades atuais e futuras dos clientes; chegar à frente com produtos e serviços novos ou diferenciados. Para isso, é necessário estar permanentemente ligado ao que acontece na sociedade, nos meios de comunicação, no setor em que a empresa opera. Há décadas, os ecologistas eram vistos como seres lunáticos. Hoje, a ecologia é marketing para qualquer negócio.&lt;br /&gt;Liderança: capacidade de induzir pessoas, de usar o poder de influência para solucionar problemas. Delegar responsabilidade, valorizar o empregado, formar uma cultura na empresa, para alcançar o objetivo principal - a satisfação dos clientes. Flexibilidade, velocidade e competência. As armas da administração são a liderança e a participação. O dirigente deve ser um líder, alguém em quem todos confiam.&lt;br /&gt;Jogo de Cintura: ser flexível, isto é, ter capacidade de reconhecer o que é melhor e, se for preciso, mudar tudo em busca da excelência: produtos e serviços, processos, métodos de trabalho e políticas empresariais, enfim, tudo quanto o necessário para ajustar a organização às expectativas dos clientes. O empreendedor deve entender o conceito de parceria nos negócios. Ganhar à custa de outros é uma atitude predatória. Reduz a possibilidade de ocorrência de outros bons negócios e traz o isolamento. Conceder aqui para conquistar ali é ter jogo de cintura. No processo de negociação todos devem ganhar!&lt;br /&gt;Persistência:: definir e manter a direção das energias visando a atingir  uma visão de sucesso. O caminho de um empreendedor até a estabilidade pode ser longo e difícil. Muitas vezes pode ocorrer a vontade de desistir. Para que tal não ocorra, a visão de futuro deve ser ambiciosa. Porém, é necessário estabelecer caminhos seguros que permitam tornar os sonhos realidades. Manter o rumo, é saber donde se vai e como chegar lá.&lt;br /&gt;Visão Global da Organização: ver a organização como processo de satisfação das necessidades do cliente, em permanente interação com o meio onde atua. Para atender bem os clientes externos, é necessário que os clientes internos, empregados e colaboradores, estejam satisfeitos. A visão global requer perfeito entrosamento com fornecedores e uma política de boa vizinhança com a comunidade.&lt;br /&gt;Atualização: aprender tudo quanto se relacione com o negócio, clientes, fornecedores, parceiros, concorrentes e colaboradores. Uma descoberta abre caminho para muitas outras e a conseqüência é o aperfeiçoamento. A observação do comportamento das pessoas, do que as preocupa, a convivência com outros empreendedores, o relato das suas experiências e opiniões, tudo isso importa e nos pode ensinar muito.&lt;br /&gt;Organização:: ter sentido de organização é compreender que só se obtêm resultados positivos com a aplicação dos recursos disponíveis, de forma lógica, racional e organizada. Definir metas, garantir a execução conforme o planejado e corrigir os erros de forma rápida são essenciais para se obter o sucesso desejado. Os princípios da qualidade total, sistemas organizacionais modernos e reengenharia, são assuntos que devem ser conhecidos e praticados.&lt;br /&gt;Inovação: cultivar idéias novas, algumas em fase de estudo, outras em vias de execução, é fundamental para o empreendedor de sucesso. O mais importante é transformar as idéias considerado viáveis em fatos concretos e dinâmicos, que possam garantir a permanente evolução da organização. O espírito empreendedor surge como necessidade imperativa para que a organização sobreviva aos novos tempos.&lt;br /&gt;Disposição de Trabalho: ter sucesso na vida empresarial significa envolver-se com a organização em todos os sentidos, da forma mais completa possível, desde a fase da sua criação. Não basta simplesmente ser o dono. É preciso dedicação total. Brincar a ser empreendedor pode custar muito caro. Ser empreendedor é aceitar que o negócio faz parte da sua vida, que é um projeto a realizar.&lt;br /&gt;• Formação&lt;br /&gt;O empreendedorismo pode ser ensinado? Existe alguma formação capaz de gerar empreendedores? Estas questões têm gerado muita polêmica no meio acadêmico. Uns acreditam que o empreendedorismo é algo que nasce com o indivíduo - o desejo de ser independente e a ânsia de gostar de assumir riscos não poderiam nunca ser ensinados nas salas de aula. Outros contra-argumentam que o empreendedorismo é uma habilidade que pode ser aprendida através de um curso de economia, gestão ou engenharia.&lt;br /&gt;O debate vai perdurar por muito tempo. Porém, os cursos de preparação de empreendedores já estão a ser ministrados, dos EUA até a China. É a resposta da comunidade acadêmica à pressão da sociedade para que sejam treinados indivíduos capazes de dar respostas mais rápidas aos problemas da falta de empregos e à criação de negócios de base tecnológica. Através desta aprendizagem os participantes têm a oportunidade de aprender técnicas que lhes permitam desenvolver o seu projeto empresarial, criar o seu próprio posto de trabalho. Nenhum curso, certamente, pode garantir, na fase atual da história do empreendedorismo que os indivíduos apetrechados com esta aprendizagem, sejam melhores empreendedores do que os indivíduos sem qualquer formação nesta área. No entanto, existem fortes indicações de que uma educação empreendedora produzirá mais e melhores empreendedores do que os que foram gerados no passado.&lt;br /&gt;Uma formação em empreendedorismo deve fornecer instrumental que permita aos aprendizes:&lt;br /&gt;1. descrever o papel do empreendedorismo e a sua contribuição para o desenvolvimento econômico do país;&lt;br /&gt;2. perceber a importância das pequenas e médias empresas como geradoras de emprego e de riqueza;&lt;br /&gt;3. ser capaz de aplicar modelos de tomada de decisão no seu dia-a-dia e ter conhecimento dos diversos tipos de habilidades e decisões necessárias ao sucesso do empreendedorismo;&lt;br /&gt;4. reconhecer a necessidade de um processo contínuo de aprendizagem para a expansão do seu empreendimento;&lt;br /&gt;5. identificar novas oportunidades de negócios e formas de ampliação dos mercados já existentes;&lt;br /&gt;6. desenvolver um plano de negócio que inclua diversas componentes, tais como aspectos financeiros, produção, recursos humanos e marketing;&lt;br /&gt;7. identificar e utilizar serviços de apoio de entidades voltadas para o fomento do empreendedorismo;&lt;br /&gt;8. ser capaz de implementar estratégias de gestão eficazes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-5419143325198544281?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/5419143325198544281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2010/12/visao-integrada-do-fenomeno-do_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5419143325198544281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/5419143325198544281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2010/12/visao-integrada-do-fenomeno-do_25.html' title='A VISÃO INTEGRADA DO FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-2534391469508518202</id><published>2010-12-06T16:53:00.000-08:00</published><updated>2010-12-06T17:04:24.871-08:00</updated><title type='text'>INCUBADORA SOCIAL: A MÃO VISÍVEL DO FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO CRIANDO RIQUEZAS</title><content type='html'>O texto apresenta uma metodologia inédita para análise do fenômeno da Incubadora Social, do empreendedorismo social e das organizações que não visam lucros, cuja construção e disseminação em larga escala deste tipo de abordagem, podem contribuir para o surgimento de empresas do terceiro setor.&lt;br /&gt;        O empreendedor social não é um capitalista, embora precise de capital, o empreendedor social não é um investidor, todavia assume risco e o empreendedor não é um empregado, podendo, contudo, sê-lo. É freqüentemente um empregado – ou alguém que trabalha sozinho e exclusivamente para si mesmo. &lt;br /&gt; Empreendedor social é alguém que cria algo novo, algo diferente, que modifica ou transforma valores. Ele está sempre buscando a mudança, reage a ela e a explora como sendo uma oportunidade.&lt;br /&gt; Os empreendedores sociais inovam. A inovação é instrumento específico do espírito empreendedor. O empreendedor, por definição, transfere recursos de áreas de baixa produtividade e rendimento para áreas de produtividade e rendimentos mais elevados.&lt;br /&gt;        A incubadora de empresa é um instrumento de desenvolvimento econômico, dirigido essencialmente aos setores de atividades geradores de riqueza e que, mediante a sua metodologia de apoio integral, contribuem de forma eficaz para: a dinamização, criação e estruturação de micro, pequenas e médias empresas, a significativa redução da taxa de mortalidade de novas empresas, incentivo à inovação e à competitividade empresarial, a diversificação da produção e o desenvolvimento endógeno; a geração de exportações e de valores acrescentados, entendidas tanto a nível nacional como, sobretudo regional, a geração e a preservação sustentada de postos de trabalho e a respectiva qualificação, o desenvolvimento das capacidades de gestão e o fomento da vocação empresarial, o desenvolvimento da cooperação transnacional, nos âmbitos financeiro, tecnológico e comercial.&lt;br /&gt;        As incubadoras, como entidades patrocinadoras de apoio integral ao desenvolvimento das micro e pequenas e média empresas, estão concebidas com a finalidade de pôr em prática dois tipos de mecanismo: mecanismos de seleção, que permitem identificar as iniciativas mais promissoras - tanto de pessoas empreendedoras que desejam criar uma empresa como de empresas já existentes - e aumentar a eficácia das ajudas e programas públicos, mecanismos de organização, dirigidos a melhorar as condições de acesso dos empreendedores e das micro, pequenas e médias  empresas aos serviços de apoio às empresas do terceiro setor, aumentando assim as suas possibilidades de êxito.&lt;br /&gt;       As incubadoras de empresas são, portanto, eficazes instrumentos de desenvolvimento, adaptados ao seu meio social e empresarial e à sua região. Cumprem uma função social, ao serem instrumentos de desenvolvimento econômico, levando a sua ação através de uma metodologia integral própria, de demonstrada eficácia, regida por critérios estritamente profissionais que transmite ao mundo empresarial. São ainda um meio eficaz e coerente do princípio ao fim - desde o nascimento de um projeto até a sua colocação em marcha e ao acompanhamento posterior, que, com a sua perspectiva dinâmica e integral, ajuda a suprir todo o tipo de carências que poderiam obstar ao êxito de qualquer projeto prometedor, contribuindo assim, de forma relevante, para o bem-estar da Sociedade.&lt;br /&gt;       As incubadoras disponibilizam, para as empresas e para os negócios, o acesso aos recursos financeiros e materiais e todos os mecanismos adequados de apoio às iniciativas empresariais viáveis, numa postura de facilitadores da vida das empresas, às quais é mais difícil ultrapassar todos os enormes obstáculos que sempre se colocam quando estão sozinhos à procura dos seus objetivos e ao melhoramento da sua performance empresarial.&lt;br /&gt;       Face à sua demonstrada eficácia no desenvolvimento de uma ação profissional e estruturante virada para o desenvolvimento sócio-econômico das regiões, e sendo para tal imprescindível que as incubadoras não abdiquem, em momento algum, da sua total fidelidade à sua Missão, ao seu Conceito e à sua Metodologia, torna-se necessário que sejam equacionados mecanismos de apoio à sua atividade, numa estrita filosofia de prêmio ao desempenho, evitando-se que, por razões de ordem econômica e financeira, estas Incubadoras transijam com atuações que desvirtuem a sua natureza e características ímpares.&lt;br /&gt;      O apoio que se defende que o Estado venha a considerar dever conceder às incubadoras de empresas deverá ser entendido: de uma forma global e estruturada, não como um gasto, mas, como um investimento do Estado em estruturas que, pela sua postura independente e altamente profissional, agem no terreno numa tripla ótica econômica e financeira, de criação de emprego qualificado e de desenvolvimento regional, conseguindo benefícios significativos para o Estado e para a Sociedade em geral, na otimização dos dinheiros públicos aplicados nos incentivos à criação de empregos e de empresas e na maximização do potencial de sucesso dos projetos apoiados pelo Estado.&lt;br /&gt;       É preciso encorajar a inovação nas empresas, particularmente nas micro e pequenas empresas do terceiro setor, criadas via incubadora. Reforçar o papel das incubadoras de empresas que não visem lucros no processo de criação de empresas é um fator decisivo para o desenvolvimento econômico e social nacional. Assegurar às incubadoras os meios para manterem ativa a sua forma de ação muito particular e diferenciada face a todas as outras estruturas existentes é afinal um bom negócio para o Estado.&lt;br /&gt;       Os empreendimentos diferem em duas dimensões pelo seu grau de inovação (criação de algo novo e diferente) e preparação psicológica para assumir riscos.&lt;br /&gt;“O empreendedor olha ao seu redor e pergunta-se – por quê? Porém sonha coisas que nunca viu antes e questiona-se – por que não?” &lt;br /&gt;     É o momento de colocar em prática os 4 Is – inspiração, inovação, implementação e incubação .&lt;br /&gt;     O organograma de toda empresa devia ter a forma de um átomo, e a palavra cliente escrita bem no meio. O empreendedor de sucesso precisa conscientizar os seus funcionários para resolver qualquer problema que o cliente tenha. Todos sabem que o lucro é fruto da criação, manutenção e fidelização dos clientes.&lt;br /&gt;     Cada vez mais se usa a inovação para explorar as oportunidades geradas pelas mudanças. Isto vem tornando-se cada vez mais evidente quando avançamos rumo à sociedade pós-capitalista baseada no conhecimento, é o que preconiza o Peter Drucker em vários de seus textos.&lt;br /&gt;     Uma das dimensões-chave para a empresa desenvolver-se em direção a seu mais alto potencial é seu apetite por mudanças, que consiste na capacidade de se desapegar do passado e criar, de forma proativa, novas formas de fazer as coisas que lhe trarão sucesso no futuro.&lt;br /&gt;    Muito se fala das rápidas mudanças no mundo dos negócios, do poder crescente dos clientes. Hoje a mudança tem características próprias: é perigosa, traiçoeira, imprevisível e sempre surpreendente. &lt;br /&gt;    As mudanças tecnológicas inesperadas são muito rápidas. Recorde-se o exemplo da queda da IBM o que motivou a ascensão da Microsoft.&lt;br /&gt;    O papel tradicional das patentes, como defesa da propriedade intelectual, sofreu uma grande erosão. Isso sucede na maioria dos segmentos de alta tecnologia com exceção da farmacêutica, ou seja, para conservarem a liderança , as empresas da alta tecnologia já não podem adormecer a sombra das patentes.&lt;br /&gt;Conseguir impor o padrão e o caminho para uma posição monopolista ou oligopolista no mercado. Neste mercado de alta tecnologia a emergência de um padrão confere um poder de mercado enorme.&lt;br /&gt;     As empresas de base tecnológica reavaliam permanemente suas tecnologias centrais. Isso provoca um incremento nas alianças estratégicas, embora muito instáveis, requer uma atitude de “co-opetição”, ou seja, cooperar e competir em mercados diferentes.&lt;br /&gt;     Possui alcance, nível de turbulência e aceleração nunca vistas.  E o mais atemorizante para os “privilegiados” tempos que vivemos nesta época: a mudança é hipercrítica.&lt;br /&gt;      As pessoas não mudam rapidamente. Não é da natureza humana. Em termos abstratos, todo mundo é a favor de mudanças. Mas, quando se trata de coisas que irão alterar diretamente a vida das pessoas, elas não aceitam.&lt;br /&gt;      O mundo dos negócios está em ebulição. Vivemos em uma era de mudanças. Assistimos a troca do paradigma da era industrial, quando o foco estava nos pontos fracos, pelo paradigma da era do conhecimento, que determina que cada empreendedor deva concentrar-se em seus pontos fortes e compensar os fracos, montando equipes em que haja pessoas com habilidades complementares.&lt;br /&gt;       O segredo para alimentar a inovação está em criar autenticamente um espaço em que seja possível correr riscos. &lt;br /&gt;      O comportamento de correr riscos deve fazer parte da cultura e emergir da maneira como as coisas são feitas ao seu redor. Então, a pergunta é: como se estimula uma cultura propensa a assumir riscos?&lt;br /&gt;      A essência do empreendedorismo da Era Digital está em uma cultura do risco profundamente arraigada, por isso, há uma enorme diferença entre criar uma empresa em uma incubadora e fora dela. &lt;br /&gt;      Temos de entender que o processo de incubação de empresas é resultado de um movimento fantástico de empreendedorismo. Inclusive um movimento de negações, talvez a maior epopéia do homem tenha resultado no espaço ibero-americano. &lt;br /&gt;      Foram os ibéricos que transformaram o mundo achando o caminho para as Índias, mas ao mesmo tempo fazendo reconhecimento da África e descobrindo as Américas, tudo isso obra de empreendedores inspirados no mais profundo sentimento de empreendedorismo .&lt;br /&gt;      Na nossa visão de mundo: o ser humano nasceu para ser livre, para empreender e não para ser escravo do medo de empreender. Mas o que faz o ser humano ser livre é ele estar disposto de levar o processo empreendedor, o empreendedorismo até o fim, já o escravo do medo de não empreender sempre pára no meio. &lt;br /&gt;     O empreendedor brasileiro precisa entender que deve levar o processo até o fim, porque na verdade, o mercado brasileiro é propício para o surgimento de empreendimentos de alta tecnologia.&lt;br /&gt;     É preciso estabelecer uma verdadeira ecologia de inovação, na qual a polinização cruzada entre as suas competências técnicas é o segredo do sucesso. &lt;br /&gt;     A cultura das empresas incubadas é a ultracompetição e a inovação. O risco e a experimentação de idéias novas têm que ser encorajados, pois os retornos podem ser enormes. O empreendedor alavanca ativos e capacidades para a criação de novos negócios.&lt;br /&gt;2. MISSÃO&lt;br /&gt;        Hoje em dia, a criação de micro, pequenas e médias empresas inovadoras, constitui um dos meios mais eficazes para a criação de emprego e riqueza.&lt;br /&gt;        As incubadoras têm, portanto, como missão: fomentar a criação de negócios de características inovadoras com potencial de crescimento, através do apoio às pequenas e médias empresas e à modernização de micro, pequenas e médias empresas já existentes. Neste contexto, “inovação” não pode ser assimilada ou restringida ao “invento”, devendo antes ser tida como tudo aquilo que, constituindo vantagem competitiva para a micro, pequenas e médias empresas, a aproxima das necessidades do seu mercado.&lt;br /&gt;2.1. Transformando uma visão numa oportunidade de negócio&lt;br /&gt;      Muitos empreendedores estão a todo tempo a converter suas visões, idéias em oportunidades de negócio. Para conseguir obter sucesso, é sugerido um processo composto de quatro etapas:  a primeira é transformar a visão - clarificar a visão e ganhar consenso; a segunda está relacionada com a comunicação e ligação - implantar um sistema de comunicação e educação contínua, determinação e fixação de objetivos e vincular as recompensas a uma sistemática que envolva avaliação de desempenho de todos os membros da empresa e  a terceira é a elaboração do plano de negócio - fixar objetivos, elaborar as estratégias de negócio, determinar a melhor forma de distribuição dos recursos disponíveis, estabelecer as perspectivas atuais e futuras do empreendimento.&lt;br /&gt;      O empreendedor é dotado de energia, exímia capacidade técnica e intelectual, desenvolve muito cedo habilidades voltadas para os negócios que o ajudam bastante quando resolver montar seu próprio negócio, correndo risco, coisas que as escolas de administração não ensinam. Nas escolas de administração se ensina a contar dinheiro e não a fazer dinheiro.&lt;br /&gt;      A criatividade é a capacidade de pensar novas idéias, e a inovação, é a implementação dessas idéias. Em outras palavras, criatividade é o conceito e a inovação é o processo que podem fazer com que a empresa possa vir a ser visionária.&lt;br /&gt;      A corrente do “empreendedorismo” é sintetizar o elo existente entre a criatividade, inovação e “empreendedorismo”.&lt;br /&gt;      Ser inovador significa ser empreendedor, ser capaz de implementar com êxito uma idéia criativa. Muita gente tem idéias criativas, mas se essas idéias não forem colocadas em prática, não haverá inovação.&lt;br /&gt;     "A inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o meio pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio ou serviço diferente."&lt;br /&gt;      O empreendedor que sabe administrar a criatividade, a inovação e o espírito empreendedor entende que sua função é promover um ambiente de trabalho que permita as pessoas realizar suas tarefas criativas e inovadoras da melhor forma possível.   Ele precisa recorrer à psicologia para entender que os seus colaboradores têm basicamente três necessidades fundamentais: realização, poder e afiliação.&lt;br /&gt;3. OBJETIVOS&lt;br /&gt;      Os principais objetivos que as incubadoras se propõem atingir são: identificar e apoiar a criação de novas micro, pequenas e médias empresas de conteúdo de inovação crescente e de maior complexidade, identificar novas oportunidades de negócio e para as quais a região em que se insere a incubadora possua vantagens comparativas assinaláveis, identificar e constituir uma bolsa de indivíduos de maior potencial empreendedor e que manifestem clara intenção de conduzir com sucesso um projeto de criação e identificar e apoiar micro, pequenas e médias empresas existentes e que pretendam modernizar ou diversificar a sua atividade, através da introdução de medidas inovadoras.&lt;br /&gt;4. METODOLOGIA&lt;br /&gt;      A metodologia utilizada pelas incubadoras consiste em uma forte aposta no desenvolvimento da capacidade empreendedora do incubado, o seu acompanhamento ao longo do percurso que o levará da idéia até ao negócio, ou seja, o período que corresponde à elaboração do seu Plano de Negócio. Podemos dividir este procedimento em seis fases na metodologia implementada: a) promoção; b) recepção; c) seleção;  d) orientação; e) gestação e f) incubação. &lt;br /&gt;5. PROMOÇÃO&lt;br /&gt;         De um modo geral, o objetivo desta função consiste em: a) promover e estimular a iniciativa empresarial na região, em particular contendo componentes inovadoras; b) detectar todos os detentores de uma idéia ou projeto de atividade inovadora; c) divulgar o conceito de incubadora e os serviços prestados; d) identificar origens de idéias e oportunidades de negócio; e) procurar manter um fluxo constante de candidatos a empreendedor em micro, pequenas e médias empresas agrícolas interessadas na modernização; f) mobilizar e organizar as competências regionais, e g) públicas e privadas, e todas as pessoas susceptíveis de colaborar no desenvolvimento das iniciativas empresariais.&lt;br /&gt;5.1.  Mercado – alvo&lt;br /&gt;       Constituem público alvo das incubadoras: os potenciais empreendedores e população em geral: a) empregados de empresas que estejam em processo de privatização; b) estudantes concluintes e pesquisadores das principais universidades;     c) inventores; d) inovadores; e e) administradores e empreendedores de micro, pequenas empresas existentes,  empenhados na sua modernização. Quanto à tipologia dos projetos, privilegiar-se-ão sobretudo projetos de criação de empresas, serviços de apoio à indústria e  outros serviços de interesse regional.&lt;br /&gt;6. AVALIAÇÃO E SELEÇÃO&lt;br /&gt;       O objetivo fundamental da função avaliação e seleção é o de identificar os projetos a desenvolver, por empreendedores competentes, contribuindo, desta forma, para a redução da taxa de insucesso, e em particular: avaliar as idéias ou projetos, bem como as competências dos seus autores e selecionar os melhores conjuntos idéia/empreendedor e estabelecer um contrato de cooperação com vista ao desenvolvimento do Projeto e à criação do novo negócio.&lt;br /&gt;6.1. Metodologia&lt;br /&gt;       As principais etapas no processo de avaliação e seleção de idéias ou projetos e empreendedores são: entrevista de acolhimento: primeiro contato com a idéia e o empreendedor; apresentação do conceito e da metodologia da incubadora, avaliação da idéia e do seu empreendedor: conhecimento profundo da pessoa e da idéia de negócio, recolha de informações sobre a oportunidade do negócio e o seu nível tecnológico, verificação da viabilidade do ponto de vista técnico, comercial, humano, ambiental, econômico e financeiro, seleção: escolha da combinação perfeita da idéia/projeto que reúnam maior potencial de sucesso e  contrato: estabelecimento de um contrato de cooperação definindo objeto, direitos e obrigações das partes.&lt;br /&gt;7. GESTAÇÃO&lt;br /&gt;         Selecionados os candidatos portadores das suas idéias ou projetos, inicia-se o planejamento das ações necessárias ao desenvolvimento da idéia, de forma a que se transforme num projeto “inquestionavelmente” viável (plano de negócio). Esta fase poderá ter início pelo desenvolvimento do produto, passando pelo projeto e construção do protótipo.&lt;br /&gt;7.1.  Desenvolvimento das aptidões de Gestão&lt;br /&gt;         Desenvolver os conhecimentos do empreendedor nas técnicas fundamentais do planejamento e gestão empresarial de acordo com as necessidades identificadas pela incubadora, conjuntamente com o candidato, é o objetivo desta função. Assim, pretende-se criar as bases para que o empreendedor do projeto reúna os conhecimentos necessários para gerir o projeto com sucesso.&lt;br /&gt;7.2. Consultoria e Assistência &lt;br /&gt;         São objetivos desta função: avaliar o grau de inovação dos produtos ou processos, apoiar o promotor no desenvolvimento de produtos e processos até a sua aplicação comercial, orientar o empreendedor no processo de registro de inventos e patentes, fornecer informação sobre novas tecnologias e tendências verificadas nos diversos setores de atividade e nos mercados internacionais, orientar o empreendedor nos processos de licenciamento industrial.&lt;br /&gt;7.3. Plano de Negócios&lt;br /&gt;       O Plano de Negócios, um dos principais fatores de diferenciação da atividade das incubadoras, tem como objetivo apoiar o empreendedor a desenvolver uma sistemática orientada, de forma a reduzir a probabilidade de insucesso. Simultaneamente, a elaboração do Plano pelo empreendedor constitui um teste às suas competências e bem assim um treino que o levará a adquirir maiores competências para dirigir, no futuro, a sua própria empresa.&lt;br /&gt;7.4.  Consultoria e Assistência em Marketing&lt;br /&gt;       A experiência mostra que é no domínio comercial que as necessidades objetivas de apoio dos empreendedores são maiores, sendo raras as situações em que os promotores estão conscientes de tal. Ao especialista em Marketing caberá, durante esta fase, apoiar o empreendedor em: elaboração do estudo ou de uma análise do mercado, desenvolvimento da estratégia comercial e definição da política de comunicação da empresa a criar e elaboração do plano de marketing.&lt;br /&gt;7.5.  Consultoria em outros domínios especializados&lt;br /&gt;        A incubadora, através de parcerias com o SEBRAE, proporciona aos empreendedores o acesso à consultoria, regra geral a baixo custo, ou mesmo gratuito, nas seguintes áreas: contabilidade, consultoria jurídica, patentes, propriedade intelectual, gestão de pessoal, informática e outros, determinado casuisticamente, em função do próprio projeto ou da sua envolvente regional e de mercado.&lt;br /&gt;7.6.  Acesso a Financiamentos e a Incentivos Financeiros&lt;br /&gt;       É objetivo desta função facilitar o acesso a todas as fontes de financiamento, alternativas bem como aos mais diversos sistemas de incentivos financeiros, ou outros disponíveis.&lt;br /&gt;8. INCUBAÇÃO&lt;br /&gt;        A maior parte das incubadoras oferece um diversificado conjunto de facilidades. Uma vez o projeto aprovado e a empresa constituída, o empreendedor poderá então optar pela utilização de instalações de todas as oportunidades ofertadas, dispondo assim de espaços e apoio logístico a baixos custos como: a) instalações; b) serviços compartilhados; c) consultoria e acompanhamento na fase de criação da empresa; d) promoção das micro, pequenas e médias empresas.&lt;br /&gt;9. MEIOS ENVOLVIDOS E RESULTADOS OBTIDOS&lt;br /&gt;9.1. A Criação de uma Incubadora de Empresas&lt;br /&gt;       A criação de uma incubadora e a sua implantação numa determinada região geográfica resultam, sobretudo, de um consenso alargado entre um conjunto abrangente de Entidades Públicas e Privadas da região (por exemplo, Governos Estaduais e Municipais, Universidades, Associações Empresariais, SEBRAE etc.) que, em parceria e dotando a estrutura a criar dos necessários meios financeiros para a fase de criação, entendem estarem reunidas condições para que o surgimento da Incubadora de Empresas na região constitua um fator de desenvolvimento econômico regional. Essas condições têm que ver com diversos fatores, dos quais podemos destacar o potencial endógeno de desenvolvimento empresarial, a base econômica existente, a população, etc.&lt;br /&gt;10. RECURSOS DAS INCUBADORAS&lt;br /&gt;        Relativamente ao quadro de pessoal das Incubadoras, importa referir que estes são geridos por uma pequena equipe de profissionais, a qual tem como função primordial, o controle do planejamento e gestão dos serviços da Incubadora.&lt;br /&gt;Contudo, na nossa percepção, a dimensão da equipe da Incubadora deverá ser constituída, no mínimo, por um diretor e dois assistentes, devendo esta cobrir as áreas de promoção, comercialização, apoio técnico e financeiro, para além do necessário suporte administrativo.&lt;br /&gt;      As incubadoras de empresas podem essencialmente ser concebidas para as zonas especiais ou de vocação local, visando a sistematização da organização empresarial e a exploração de potenciais recursos econômicos e humanos de uma determinada região. No entanto, as tendências de terceirização da economia têm influenciado igualmente a cada vez maior importância que é conferida à oferta de espaços para serviços.&lt;br /&gt;      No entanto, as ações candidatáveis a sistemas de incentivos ou a Programas de apoio, sejam eles Regionais, Nacionais ou Internacionais, envolvem sempre, e necessariamente, determinados níveis de capacidade de autofinanciamento, não só para suportar a parte de contrapartida do proponente, como para fazer face aos períodos de espera pelo recebimento dos recursos resultantes dos apoios concedidos, para além de exigir, muitas das vezes, a prestação de garantias bancárias ou outras. É, portanto, limitada à capacidade das Incubadoras de recurso a este tipo de soluções, sobretudo se o mesmo tiver de ser posto em prática de forma sistemática.&lt;br /&gt;Para, além disso, existem tarefas inerentes à Missão das Incubadoras, como sejam a Promoção, a Avaliação e a Seleção de Projetos que, ao serem os encargos respectivos totalmente imputados aos Projetos a desenvolver, tornariam o preço a cobrar pelos mesmos insuportáveis para os seus empreendedores. É neste campo que a perspectiva de Desenvolvimento Regional que as Incubadoras devem assumir se lhes torna mais onerosa.&lt;br /&gt;Atualmente as Incubadoras enfrentam um dilema de muito difícil resolução: ou se mantêm fiéis à sua Missão e a desenvolvem com total isenção, independência e profissionalismo, e correr o sério risco de se ver inviabilizada por razões de manifesta insuficiência de meios e ou se deixam desviar para atividades mais compensadoras do ponto de vista financeiro, como serão a prática de consultoria, a venda indiscriminada da elaboração de projetos a sistemas de incentivos, e outras, tudo isto conduzindo inexoravelmente ao afrouxamento dos seus critérios de seleção, à primazia da quantidade sobre a qualidade e a negação da sua verdadeira Missão de Desenvolvimento Regional.&lt;br /&gt;       Deve, portanto, colocar-se a questão de se saber se as Incubadoras, mantendo-se fiéis aos seus Conceito e Metodologia, e desempenhando com profissionalismo a sua Missão, desenvolvem ou não uma ação de verdadeiro Interesse Público e de Serviço à Comunidade. Se assim for, então a Comunidade deverá contribuir para o custeamento do Serviço que lhe está a ser prestado.&lt;br /&gt;11. RAZÕES DE SUCESSO DO MODELO DE INCUBADORA SOCIAL&lt;br /&gt;       Os resultados da ação das Incubadoras no Brasil evidenciam de forma clara o sucesso do seu Modelo. A Incubadora tem vindo ao longo do tempo, e de forma constante e permanente, a prestar relevantes serviços aos empreendedores interessados em criar seu próprio negócio, sendo portadora de diversos casos de experiências bem-sucedidas.&lt;br /&gt;       Desta forma, todas as Incubadoras, operando em rede de uma forma muito dinâmica, incorporam a todo o momento os benefícios resultantes dos ensinamentos retirados da prática comum. Os Guias Técnicos, as Ações de Treinamento, as Conferências e Seminários, as Ferramentas de Apoio, etc., colocadas à disposição da rede, permitem às Incubadoras agir no terreno de forma cada vez mais eficaz, segundo métodos e critérios largamente comprovados.&lt;br /&gt;        Podemos resumir da seguinte forma as razões que fazem com que o Modelo de Incubadora Social apresente uma elevada taxa de sucesso: missão e prioridades claras, alto profissionalismo, resultados mensuráveis, efeitos de médio e longo prazo, trabalho em parceria, complementaridade, relação custo/benefício favorável, modelo adaptável e  funcionamento em rede transnacional.&lt;br /&gt;12. AS NECESSIDADES DE APOIO DAS INCUBADORAS– ENQUADRAMENTOS E JUSTIFICATIVAS&lt;br /&gt;      Em face de tudo exposto anteriormente, faz todo sentido que se estudem formas de financiamento parcial da atividade das Incubadoras pelo Estado, numa perspectiva de apoio em função de resultados e não através de meros subsídios, o que viria a incentivar ainda mais a eficiência das estruturas já instaladas, e na perspectiva de ser garantida a fidelidade da ação das Incubadoras ao seu Conceito, Metodologia e Missão.&lt;br /&gt;        Anteriormente, foram já abordadas questões ligadas aos recursos financeiros das Incubadoras e as razões pelas quais, para estes se manterem fiéis aos seus Conceitos, Metodologia e Missão, não logram nunca atingir um patamar estável de auto-sustentabilidade.&lt;br /&gt;        Foi igualmente realçada a característica de Serviço Público que a ação das Incubadoras encerra em si mesma e a implicação que de tal decorre para a necessidade de que a prestação de tal Serviço seja compensada pela alocação de recursos públicos adequados.&lt;br /&gt;       Para a sua sobrevivência a prazo e para que a sua ação no terreno não seja desvirtuada, é absolutamente essencial às Incubadoras que sejam religiosamente preservados os seus fatores de diferenciação, particularmente em relação a: infra-estruturas tecnológicas, associações empresariais e os seus escritórios de apoio aos empreendedores, associações de desenvolvimento regional e local e empresas de consultoria.&lt;br /&gt;      É, portanto, necessário encontrar uma solução de fundo, global, estrutural e estável, para que as Incubadoras possam prosseguir a sua Missão e consigam continuar a representar ferramentas especializadas de apoio à criação e à modernização de empresas inovadoras e geradoras de emprego qualificado.&lt;br /&gt;      A solução de financiamento a encontrar, sendo global, deverá igualmente ter em linha de conta as soluções de apoio, entretanto conseguidas individualizadamente por cada Incubadora, não se substituindo a elas nos casos em que tal se venha a revelar prejudicial para a própria Incubadora, pelo estabelecimento de condições que conduzam na prática à redução dos apoios já conseguidos.&lt;br /&gt;      Na verdade, a necessidade de recurso não integrado a soluções de financiamento das atividades das Incubadoras contraria o seu espírito de unidade e a sua imagem institucional ao nível nacional. Só uma solução global permitirá, por um lado, garantir a fidelidade das Incubadoras ao seu Conceito original e, por outro, assegurar o fortalecimento da sua capacidade de intervenção e do seu reconhecimento como interlocutores, junto do Poder Central.&lt;br /&gt;      A constituição de uma Rede de Incubadoras representa um passo para que a falta de coordenação e de articulação das Incubadoras possa ser ultrapassada e para que as Incubadoras, sem prejuízo da sua intervenção operacional de características eminentemente regionais, possam ter igualmente uma ação interventora de efeitos altamente positivos, a um nível superior e mais abrangente, nos domínios ligados à criação e ao desenvolvimento de empresas, à inovação, à transferência de tecnologias, aos “Spin - off”, etc.&lt;br /&gt;      Assim, e se, até agora, o fato de as Incubadoras não terem demonstrado capacidade e empenho suficientes na sua própria articulação interna, tem constituído um fator objetivo em desfavor da busca de uma solução integrada para a resolução dos seus problemas financeiros, resultantes em exclusivo do exercício da sua atividade dirigida para o Desenvolvimento Regional, a sua atual integração numa Rede Nacional, a coordenação de esforços e a unificação da sua imagem daí decorrentes passam a representar fatores igualmente objetivos propiciadores da obtenção dessa mesma solução integrada.&lt;br /&gt;      Podendo ser considerado altamente vantajoso face aos resultados efetivamente obtidos em termos de melhoria dos métodos e das práticas de gestão e de incremento dos graus de inovação e de incorporação de tecnologia das empresas, bem como de criação de emprego estável e qualificado.&lt;br /&gt;      Sintetizando, pode-se afirmar que o conceito de incubadora, como ambiente gerador de novas oportunidades de negócios, não difere muito daquele utilizado por um recém-nascido, quando ele precisa de tratamento especial. Empresas que entram no mercado podem hoje se instalar em ambientes tão protegidos quanto os dos hospitais. No entanto, em ambas as situações, a dose de esforço pessoal para sobreviver é fundamental.&lt;br /&gt;       É preciso não esquecer que o esforço para sobreviver numa incubadora não é diferente do que tem que ser feito lá fora. Não é uma estrutura paternalista. O espírito empreendedor e o empenho para produzir produtos inovadores, eficientes e eficazes têm que estar presentes.&lt;br /&gt;      A incubadora não é espaço de aluguel de sala, não é um prédio comercial. É preciso ter uma visão mais ampla e ter idéia do quanto à proximidade com uma universidade pode ser útil.&lt;br /&gt;      A incubadora torna possível a entrada no mercado de empreendedores que não têm base empresarial e precisam de orientação. É uma espécie de “chocadeira”, onde se faz a gestação de empreendimentos até que se tornem negócios independentes.&lt;br /&gt;      É importante destacar o papel da Incubadora Social  no processo de coordenação dos esforços das empresas que não visam lucro, do terceiro setor no sentido de cada vez mais transformar o cenário econômico e social deste vasto país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-2534391469508518202?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/2534391469508518202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2010/12/incubadora-social-mao-visivel-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2534391469508518202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/2534391469508518202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2010/12/incubadora-social-mao-visivel-do.html' title='INCUBADORA SOCIAL: A MÃO VISÍVEL DO FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO CRIANDO RIQUEZAS'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-974738217154371452</id><published>2010-11-28T13:50:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T02:48:30.451-08:00</updated><title type='text'>INOVAÇÃO</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O NOVO SUBSTITUI O VELHO&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Já faz várias décadas, o economista austríaco Joseph Schumpeter publicou o livro "Capitalismo, Socialismo e Democracia" o qual, em seu capítulo sétimo, introduzia o conceito de "destruição criativa" que basicamente diz que a essência do capitalismo é criar de continua novos, mais eficientes, e mais eficazes estruturas econômicas ao preço de destruir as estruturas existentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt; 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 &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;a href="http://www.gestiopolis.com/canales/emprendedora/articulos/45/innorutina.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;PARA FAZER DA INOVAÇÃO UMA ROTINA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A organização tradicional tem sofrido historicamente de estudo de inovação, é decidir, a inovação é percebida como um fator perturbador que vai contra a corrente das normas preestabelecidas. Que se deve fazer para que a organização, em conjunto, se mova até a inovação, para que seja receptivo a ela, a deseje e trabalhe por ela?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;a href="http://www.gestiopolis.com/recursos/documentos/fulldocs/ger/arriesgando.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ARRISCANDO O PRESENTE PARA ALCANÇAR UM FUTURO PODEROSO&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A que me estou referindo quando digo “Arriscar o Presente”. Implica a abandonar esse espaço de comodidade no quais muitos gerentes e organizações se instalam, ligando o piloto automático, até que alguma emergência os faz redirecionar. Paradoxalmente é também abandonar o espaço de acomodação que gera a letargia crônica que afeta aos gerentes e organizações quando a emergência se transforma em contexto habitual.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A NECESSIDADE DA INOVAÇÃO E COMO DESENVOLVER-LA&lt;br /&gt;Os exemplos de empresas que têm levado a cabo com êxito programas de inovação de processos chegam a ser numerosos. Todos eles compartem uma mesma filosofia: a necessidade de ir mais além da automatização de processos buscando formas distintas de prover valor ao cliente; um claro enfoque até o cliente e como acrescentar valor, centrando-se no que por cima do como; rompendo as fronteiras entre funções e departamentos; aportando uma clara visão da direção da mudança e a liderança interna e externa necessária; modificando a organização, mudando estruturas e sistemas para responder a uma nova orientação até processos, para facilitar a mudança e consolidar os novos processos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;EXERCÍCIOS PARA ALIMENTAR A INOVAÇÃO&lt;br /&gt;Nesse momento podemos apresentar os 5 E’s – empreendedor, empresário, executivo, empregado e estagiário. O empresário e o empreendedor são seres que constantemente têm que julgar com sua imaginação, já seja em um conflito interno ou para abordar um projeto externo. Por a mesma natureza do empresário este não pode deixar ser inovador. Creio que essa imagem do empresário que se dedica exclusivamente a operar, afortunadamente já esta desaparecendo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt; 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color: rgb(0, 0, 0);"&gt;FERRAMENTAS E TÉCNICAS DE GESTÃO DA INOVAÇÃO PARA A CRIAÇÃO DE VALOR&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"As mentes são justo como os pára-quedas, somente funcionam uma vez abertos" Este trabalho nos introduz ao entorno da inovação e a criatividade organizacional e como fomentar-las para converter-las nos geradores de valor que tanto buscam as empresas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt; GESTÃO E INOVAÇÃO&lt;br /&gt;Cada dia mais a tecnologia vão sendo o fator chave da competência empreendedora, e, portanto a importância de uma adequada gestão da inovação tecnológica. A capacidade de inovar constitui um recurso mais da empresa, ao igual que suas capacidades financeiras, comerciais e produtivas, e deve ser gerida de uma maneira rigorosa e eficiente. Por gestão da inovação se entende o processo orientado a organizar e dirigir os recursos disponíveis, tanto humanos como técnicos e econômicos, com o objetivo de aumentar a criação de novos conhecimentos, assim como sua aplicação na estrutura da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt; 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Esse texto é apoiado por duas faculdades humanas: a criatividade e a inovação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A INOVAÇÃO E A MUDANÇA&lt;br /&gt;Nada é estático, o único constante é a mudança. Na atualidade toda organização deve mudar para sobreviver. A pior regra da Gerência é: “Se não esta estragado, não o descartes”. O válido é a economia do Hoje: Se não está estragado, muito bem podias substituí-lo por algo mais atual, porque senão logo estará fora de uso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A INOVAÇÃO COMO CONCEITO ESTRATÉGICO&lt;br /&gt;Se refletirmos sobre a estratégia das empresas de êxito: Apple, Google, Microsoft, 3M, Dell, Ikea, General Electric, Charles Schwab, Sony, Gillette, Nokia, Amazon.com, cada uma é de um setor, cada uma oferece um produto/serviço diferente… porém todas tem algo em comum: a inovação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;REVELAR HABILIDADE INOVADORA&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;br /&gt;A inovação vem de muitas maneiras e a gente tem diferentes métodos para gerar idéias, porém certas características são comuns às pessoas inovadoras: uma visão de futuro, dedicação a excelência, habilidade de forjar e enfrentar a mudança e valor para pensar fora dos limites preestabelecidos. Realiza o seguinte teste e descobre tua habilidade para pensar e atuar mais além das fronteiras prefixadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A ORGANZAÇÃO QUE INOVA&lt;br /&gt;Uma das ferramentas para manter a competitividade empresarial é a inovação, esta inovação se apresenta de diferentes maneiras, como uma mudança que permite realizar mais eficientemente alguma tarefa, como um novo produto ou serviço ou como uma mudança nas relações com o entorno, porém a inovação é mais que mudanças e novos desenvolvimentos, a inovação é uma filosofia empresarial que compromete todos os níveis da organização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;INOVAÇÃO, O FUTURO DA EMPRESA&lt;br /&gt;Saber manejar a informação nos permitirá seguir uma estratégia empresarial inovadora que nos ajudara a decidir sobre nossos produtos e serviços, com nossos clientes e provedores, reagir ante nossa competência, antecipar-se às mudanças que se estão produzindo no mercado, em nossa organização, em sua estrutura, na tecnologia disponível, os processos produtivos, etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A INOVAÇÃO COMO UM PROCESSO GERENCIAL&lt;br /&gt;Atualmente falamos de um esquema globalizado, que supõe a interação de atividades econômicas e culturais, bens e serviços gerados por um sistema com muitos jogadores e atores. Porém o realmente importante neste jogo globalizado é a velocidade que se movem as peças. Nestes momentos onde no mercado existe um hiato até a hiper-concorrência, o grande jogo do mundo se chama velocidade; o mundo se está dividindo em dois: países rápidos a mudança e países lentos a mudança. E quem vai a sobreviver?...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt; 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A empresa enfrenta um problema que pode ter solução conhecida ou não. Se não se lhe conhece, se faz necessária a pesquisa, graças a ela, o problema pode ser resolvido e encontrar-se a rota da inovação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A INOVAÇÃO COMO CARACTERÍSTICA DOS EMPREENDEDORES&lt;br /&gt;Propor é planejar, um possível cenário futuro, uma linha de ação o um desenvolvimento em longo prazo, ser propositivo requer de conhecimento, ânimo, criatividade e algumas características adicionais. A inovação é motor do empreendedorismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;A INOVAÇÃO É MAIS QUE GÊNIO&lt;br /&gt;"A inovação intencional, que resulta da análise, a sistematização e o trabalho árduo, é tudo o que pode tratar-se na Prática da Inovação" - Peter Drucker em Inovação e Espírito Empreendedor&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;ARRANCAR SOBRE O QUE JÁ EXISTE&lt;br /&gt;Muitas vezes "as grandes idéias empreendedoras" nascem de algo já existente que permitem ser aperfeiçoados. Na carreira por criar empresa não necessariamente teremos de começar desde o ponto de partida como o resto do pelotão ao nosso redor, também teremos a possibilidade de partir com uma vantagem e, se é assim, deveremos aproveitar-la.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 5.85pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;INOVAR OU MORRER&lt;br /&gt;A mudança técnica e tecnológica, os novos paradigmas de mercado e o constante progresso administrativo obrigam as empresas a inovar e as idéias novas e bem estruturadas são as que podem impor-se no mundo global.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 4.2pt; text-align: justify; line-height: 110%; background: none repeat scroll 0% 0% white;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4810294793912047757-974738217154371452?l=emanueleite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://emanueleite.blogspot.com/feeds/974738217154371452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2010/11/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/974738217154371452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4810294793912047757/posts/default/974738217154371452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://emanueleite.blogspot.com/2010/11/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html' title='INOVAÇÃO'/><author><name>Emanuel Leite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17830671849499477207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_YtQxHysxf4o/SlnZCaS7-5I/AAAAAAAAAAM/F1nhkNWFK7k/S220/foto_emanuel_leite_4g.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4810294793912047757.post-7910631713557716470</id><published>2010-11-24T18:21:00.000-08:00</published><updated>2010-11-24T18:22:21.662-08:00</updated><title type='text'>SER EMPREENDEDOR</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdex
