Urge uma política pública de fomento ao empreendedorismo! Faz-se premente a criação de um ambiente propício ao desenvolvimento de empreendedores. Temos que estimular os milhões de jovens que estão sendo as maiores vítimas da crise econômica mundial com estimulo ao empreendedorismo e a inovação.
Se quisermos empreendimentos de qualidade devemos apoiar ações em que a inovação e o empreendedorismo sejam estimulados e possam florescer.
Precisamos de pessoas com espírito empreendedor capazes de revolucionar o mundo com suas idéias de negócio. Empreendedorismo + conhecimento = criação de riquezas em qualquer parte do mundo.
Todos os países estão a depara-se com dificuldades nesse inicio de década do século XXI. Milhões de pessoas estão desempregadas ou risco de perder seu posto de trabalho. Muitos estão a lutar desesperadamente por um emprego. O desemprego é uma verdadeira efemeridade mundial.
Vivem-se tempos de economias frágeis, contagiadas pela incerteza do amanhã, agravadas por infra-estruturas saturadas, assoladas por problemas ambientais e alarmantes índices de pobreza.
Tempos turbulentos exigem idéias criativas e inovadoras para que tenhamos o progresso e geração de riquezas para todos. A inovação mais do que dobrou nossa expectativa de vida e nos deu energia barata e mais possibilidade de alimentação para toda a humanidade.
O progresso será fruto da adoção da criatividade, inovação e espírito empreendedor por todos. O crescimento será pífio se não for estimulado o empreendedorismo. Empreendedorismo é igual a espírito empreendedor + oportunidade (cada vez mais a sua criação e não a sua pura identificação) + liberdade de ação ( nos EUA tivemos a criação de empreendimento em garagens como nos casos da Apple, HP, em residências universitárias – Microsof e Facebbok).
As crises nos ensinam a sermos mais criteriosos, fazer mais com menos, isso, de fato, condiciona a necessidade de inovação e de um nível de criatividade que não teríamos em tempos normais. Empreendedores bem-sucedidos tiram proveito de seu espírito empreendedor e agem com coragem na procura de novas oportunidades para criação de valor.
Em toda da historia da humanidade, o termo empreendedorismo era atribuído a aqueles indivíduos que desafiavam a sabedoria tradicional para poder enxergar o que poucos são capazes.
O fenômeno da palavra empreendedorismo hoje transcende as antigas e simples relações com as habilidades empresariais para o que descreve a reportagem
Os empreendedores são os sujeitos capazes de sonhar e de transformar sonhos em realidade, de identificar oportunidade e transformar em negócios, correr riscos e muito suor, que o tino empresarial é o fator fundamental para o empreendimento vingue, prospere e tenha sucesso, e os fracassos resultam em valiosas lições para novas tentativas.
Estudioso trazem conceitos à realidade cotidiana, como Joseph Schumpeter, um dos primeiros a estudar este fenômeno que define o empreendedorismo como um ser iluminado, privilégio de poucos, de faro especial para detectar e aproveitar as chances, capaz de criar novos ciclos econômicos, criar novas mudanças tecnológicas introduzindo processos inovadores de produção, abrindo novos mercados, agregando fontes de matérias primas e estruturando organizações.
Peter Drucker tem uma visão mais moderada define o “empreendedorismo como um comportamento e não um traço da personalidade”, que as pessoas podem aprender a agir como empreendedoras, usando as ferramentas baseadas no interesse em buscar mudanças, reagir a elas, explorá-las como oportunidades de negócios.
Dos sonhos à realidade empreendedora
Um dos primeiros a estudar o empreendedorismo inserido no contexto econômico dos países, Joseph Schumpeter, definiu o empreendedor como sendo “um ser com dotes especiais, capaz de detectar oportunidades de negócio e também criar um novo ciclo econômico.” Trazendo esta perspectiva para a realidade cotidiana,
Peter Drucker, afirma em seu livro Inovação e Espírito Empreendedor: “O empreendedorismo é um comportamento e não um traço de personalidade”. Ele prega que as pessoas aprendem a agir como empreendedoras, se interessando pelas mudanças, reagindo a elas enxergando-as como oportunidades de negócios.
Nos padrões de Drucker seria um empreendedor que souber enxergar as mudanças e aproveitá-las. Então, já que mudanças ocorrem todos os dias, empreendedores são milhões e milhões. Nem todos são bem-sucedidos como empreendedores. Muitos passam por grandes fracassos até aprender.
Os traços comuns entre empreendedores de sucesso são: Iniciativa, persistência, especialização, persuasão e capacidade de assumir riscos. É necessário ter um profundo conceito de si mesmo: o que mais gosta, em quais áreas tem mais conhecimento e principalmente ter consciência dos próprios limites, se necessário contar com parceria de sócios e colaboradores para suprir suas deficiências.
As questões psicológicas e de auto-conhecimento que nos alerta McClelland são de fundamentais importância para qualquer tipo de negocio. A partir daí, temos duas vertentes: a de como fomos educados por nossos pais e o que eu sou hoje, pois esses fatores irão influenciar no futuro do meu negócio.
O ser humano tem uma tendência muito forte de transferir inconscientemente questões do campo psicológico para o campo profissional, onde muitas vezes se confunde o negócio como a solução dos problemas, ou se confunde o desejo de ser dono como uma fuga de algo que o incomoda. Assim cria-se o risco de acontecer muitos problemas dentro da empresa, os mais comuns são:
O empreendedor nos dias de hoje tem de ter idéias pragmáticas e orientadas para o mercado. A prosperidade nos negócios depende muito de quanta compreensão se recebe das pessoas com quem se faz negócio. O serviço pós-venda é mais importante do que a assistência pré-venda.
Desenvolver um bom modelo de negócio – “a totalidade de como uma empresa escolhe seus clientes, define e diferencia suas ofertas (ou resposta ao mercado), define as tarefas que ela mesma desempenhará e aquelas que serão terceirizadas, configura seus recursos, vai ao mercado, cria utilidade para os clientes e capta os lucros.
Muitos negócios fracassam durante seu primeiro ano de existência em virtude de um conceito falho do produto, financiamento subdimensionado ou dificuldades com a distribuição.
O empreendedor não pode sentir-se culpado pelo sucesso. A fonte de ser bem-sucedido é dedicação que devota ao seu empreendimento, nunca esquece que cada pessoa que encontra pela frente é um cliente em potencial, seus colaboradores e clientes.
O lucro é a justa recompensa dada aos empreendedores por consumidores satisfeitos com a qualidade e o serviço de um produto. O lucro é o oxigênio da empresa.
A motivação e a determinação de enfrentar grandes desafios exercem um papel crucial, no sucesso de um empreendedor.
O que é, afinal de contas, um empreendedor? Para mim, o termo engloba aqueles indivíduos que criaram ou transformaram empresas e que, durante o processo mudaram o mundo e ficaram ricos. Alguns empreendedores são movidos pela inspiração, otimismo, pela necessidade de realização
O que os empreendedores nos ensinam com muita clareza é que não adianta lançar a culpa sobre os outros pelos problemas que obrigados a pensar. Eles não acham que o mundo seja um lugar justo, que recompensaria os seus esforços e, por fim, acabaria se rendendo ao seu gênio. “Todo o revés nada mais é do que um mal-entendido efêmero do cosmo”
Não existe fórmula para brilhar no mundo dos negócios. Existem, porém, alguns temas recorrentes na conduta dos empreendedores de sucesso. Não importa o estilo, se é fundamentada na inspiração ou na intimidação, a missão é sempre clara e as mensagens consistentes.
São esses os elementos fundamentais para que seus sonhos se concretizem, assim como a percepção ilimitada daquilo que tem a oferecer, bem como a resolução inarredável de cumprir o seu destino.
domingo, 14 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
ENTREPRENEUR E ENTREPRENEURSHIP
Os termos: Entrepreneur e Entrepreneurship apresentam problemas de tradução para os principais idiomas, a partir de sua origem- o francês, - para o português não foi diferente.
Entrepreneur poderia ser traduzido como empresário. Todavia o termo é empregado para designar não necessariamente um empresário, porém, um empreendedor. No tocante a "Entrepreneurship", existe um forte corrente a favor da adoção em português da tradução "espírito empreendedor", pois é o que melhor se adapta nos casos em que é empregado.
O termo entrepreneur tem raízes francesas e sua tradução literal é empreendedor, empresário ou aquele que empreende a criação por conta própria, em seu benefício, e os seus riscos, de um produto qualquer, ou aquele que lança à realização ("entre" significa estar sob e "preneur" é, derivado do verbo francês prende, conduzir).
O guru da administração Peter F. Drucker tem uma teoria acerca dos empreendedores. Sua idéia é que qualquer indivíduo de qualquer organização pode aprender como ser um empreendedor. E que não existe nenhum mistério nisto.
Drucker vem montando desde a década de 40 do século XX seu ponto de vista a respeito das questões ligadas ao "entrepreneurship". Ele sintetiza todas suas idéias a respeito deste tema no livro Inovação e Espírito Empreendedor: (entrepreneurship) Prática e Princípios. São Paulo, Pioneira.
A inovação e o espírito empreendedor, para estas duas coisas são “tarefas que podem ser organizadas - "é preciso que sejam organizadas", elas são diz ele, é um trabalho sistemático, diz Drucker.
Drucker, na introdução deste seu livro, contudo, apresenta uma recusa, uma negação: Ele não discutirá, debaterá características e traços psicológicos. Este é um ponto importante.
Enquanto ele provavelmente está certo que as dificuldades e oportunidades geradas pelo "entrepreneurship" podem ser estudadas e aprendidas, assimiladas. O espírito empreendedor é algo muito mais profundo do que se possa imaginar.
Indivíduos que criam negócios inovadores e prósperos, que podem vir a ter todas formas e tamanhos inagimáveis. Porém ele tem algumas características que outras pessoas não as têm.
Numa mais profunda percepção da questão, eles estarão mais propensos de aceitar riscos de que se pode pensar. Eles têm a habilidade para lutar para decifrar a sua vida profissional - uma consistente falta de um quadro mais nítido do que se avizinha pela frente.
Muitos têm um objetivo para colocar sua marca em tudo que estão criando. E enquanto um desenfreado violento ego pode ser uma coisa destruitiva, tenta encontrar um "entrepreneur" cujo ego não esteja completamente envolvido nas questões relacionadas com a empresa.
Drucker está certo que a tarefa do "entrepreneurship" tem e pode organizada. A disciplina envolvida na gestão do crescimento e inovação é crucial para o sucesso.
Capitalistas com espírito empreendedor investem milhões de dólares em coisas cujas chances de dar certo são remotas.
Oa empreendedores também apostam suas carreiras. Pessoas de grande talento abandonam seus empregos seguros para tentar concretizar seus sonhos ou trabalhar em empresas minúsculas que tenham grandes idéias.
A cultura empreendedora celebra o trabalho e o espírito empreendedor, mesmo quando ele acaba em derrota. A atitude americana em relação ao fracasso é: “tente oura vez”
São atitudes cheias de garra e coragem, que ajudam a botar fogo no mercado de software para as tecnologias da informação. A comunidade cada vez maior de consumidores realmente exigentes atiçou as chamas.
Alguns empreendedores têm certas habilidades inatas, porém muitos necessitam aprender-las, adquirir-las. E numa época em que empreendedores como, Gates, Jobs, Larry Page e Mark Zuckerberg - têm tornado-se exemplos para todos aqueles que querem criar uma empresa de alta tecnologia, as escolas de negócios de todo o mundo procura desenvolver, dar os primeiros passos na tentativa de se oferecer cursos de formação de empreendedores
A realidade enfrentada pelo empreendedor está baseada numa perspectiva onde a criatividade não depende de inspiração, contudo de estudo árduo: um ato de vontade.
Assim como a pesquisa sistemática pode resultar na “invenção”, também pode haver - precisa haver - uma busca premeditada de oportunidades para inovar.
Quem souber onde e como encontrá-las será o que se chama de “entrepreneur”.
Não são universidades, parques tecnológicos espaçosos ou baixos impostos, afinal, que fazem a inovação acontecer. São empreendedores. Urge criar uma cultura empreendimentos tecnologia e um ecossistema
Entrepreneur poderia ser traduzido como empresário. Todavia o termo é empregado para designar não necessariamente um empresário, porém, um empreendedor. No tocante a "Entrepreneurship", existe um forte corrente a favor da adoção em português da tradução "espírito empreendedor", pois é o que melhor se adapta nos casos em que é empregado.
O termo entrepreneur tem raízes francesas e sua tradução literal é empreendedor, empresário ou aquele que empreende a criação por conta própria, em seu benefício, e os seus riscos, de um produto qualquer, ou aquele que lança à realização ("entre" significa estar sob e "preneur" é, derivado do verbo francês prende, conduzir).
O guru da administração Peter F. Drucker tem uma teoria acerca dos empreendedores. Sua idéia é que qualquer indivíduo de qualquer organização pode aprender como ser um empreendedor. E que não existe nenhum mistério nisto.
Drucker vem montando desde a década de 40 do século XX seu ponto de vista a respeito das questões ligadas ao "entrepreneurship". Ele sintetiza todas suas idéias a respeito deste tema no livro Inovação e Espírito Empreendedor: (entrepreneurship) Prática e Princípios. São Paulo, Pioneira.
A inovação e o espírito empreendedor, para estas duas coisas são “tarefas que podem ser organizadas - "é preciso que sejam organizadas", elas são diz ele, é um trabalho sistemático, diz Drucker.
Drucker, na introdução deste seu livro, contudo, apresenta uma recusa, uma negação: Ele não discutirá, debaterá características e traços psicológicos. Este é um ponto importante.
Enquanto ele provavelmente está certo que as dificuldades e oportunidades geradas pelo "entrepreneurship" podem ser estudadas e aprendidas, assimiladas. O espírito empreendedor é algo muito mais profundo do que se possa imaginar.
Indivíduos que criam negócios inovadores e prósperos, que podem vir a ter todas formas e tamanhos inagimáveis. Porém ele tem algumas características que outras pessoas não as têm.
Numa mais profunda percepção da questão, eles estarão mais propensos de aceitar riscos de que se pode pensar. Eles têm a habilidade para lutar para decifrar a sua vida profissional - uma consistente falta de um quadro mais nítido do que se avizinha pela frente.
Muitos têm um objetivo para colocar sua marca em tudo que estão criando. E enquanto um desenfreado violento ego pode ser uma coisa destruitiva, tenta encontrar um "entrepreneur" cujo ego não esteja completamente envolvido nas questões relacionadas com a empresa.
Drucker está certo que a tarefa do "entrepreneurship" tem e pode organizada. A disciplina envolvida na gestão do crescimento e inovação é crucial para o sucesso.
Capitalistas com espírito empreendedor investem milhões de dólares em coisas cujas chances de dar certo são remotas.
Oa empreendedores também apostam suas carreiras. Pessoas de grande talento abandonam seus empregos seguros para tentar concretizar seus sonhos ou trabalhar em empresas minúsculas que tenham grandes idéias.
A cultura empreendedora celebra o trabalho e o espírito empreendedor, mesmo quando ele acaba em derrota. A atitude americana em relação ao fracasso é: “tente oura vez”
São atitudes cheias de garra e coragem, que ajudam a botar fogo no mercado de software para as tecnologias da informação. A comunidade cada vez maior de consumidores realmente exigentes atiçou as chamas.
Alguns empreendedores têm certas habilidades inatas, porém muitos necessitam aprender-las, adquirir-las. E numa época em que empreendedores como, Gates, Jobs, Larry Page e Mark Zuckerberg - têm tornado-se exemplos para todos aqueles que querem criar uma empresa de alta tecnologia, as escolas de negócios de todo o mundo procura desenvolver, dar os primeiros passos na tentativa de se oferecer cursos de formação de empreendedores
A realidade enfrentada pelo empreendedor está baseada numa perspectiva onde a criatividade não depende de inspiração, contudo de estudo árduo: um ato de vontade.
Assim como a pesquisa sistemática pode resultar na “invenção”, também pode haver - precisa haver - uma busca premeditada de oportunidades para inovar.
Quem souber onde e como encontrá-las será o que se chama de “entrepreneur”.
Não são universidades, parques tecnológicos espaçosos ou baixos impostos, afinal, que fazem a inovação acontecer. São empreendedores. Urge criar uma cultura empreendimentos tecnologia e um ecossistema
domingo, 3 de julho de 2011
EMPREENDEDOR x EMPRESÁRIO
EMPREENDEDOR x EMPRESÁRIO
O ponto principal em que o empreendedor se diferencia do empresário, é que o empreendedor é o pioneiro ou o criador de empresa; aquele que tem o mérito de iniciar um empreendimento empresarial, de lançar-se ao mercado com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócios.
O empreendedor e o empresário são duas figuras que se completam e se diferenciam das demais pelo fato de terem optado por um tipo de atividade com valores bem determinados, no caso dos negócios. O empresário "cresce" mais do que o empreendedor, o pioneiro, o criador da empresa.
Começa aqui a surgir o empresário, iniciando, ou continuando a sua trajetória, distanciando-se do empreendedor pelo fato deste continuar insistindo em permanecer agarrado ao pequeno negócio ou mesmo em não querer desenvolver-se como pessoa ou como homem de negócios.
O empreendedor é um homem de muita iniciativa, dotado de uma personalidade agressiva, um eterno farejador de oportunidades, sobretudo, aquelas ligadas ao seu interesse e motivações. Um dos fatores de sucesso do empreendedor é lançar-se naquilo que ele gosta de fazer.
O empreendedor é um criador de negócios e muito trabalhador, não só porque faz aquilo que gosta, mas também, porque a quase totalidade dos seus empreendimentos gira em torno dele. Ele faz e gosta de fazer tudo sozinho.
O seu sentimento de propriedade é muito acentuado. A empresa é a sua própria pessoa. Geralmente, é um indivíduo com muitas idéias, adora o risco e, normalmente, é possuidor de capacidade de iniciativa para se lançar em novos negócios, assumir riscos, costuma encantar este tipo de pessoas, apesar de muitos empreendedores se limitarem a tocar seus pequenos negócios, que estão dando certo.
Há uma complexidade de fatores responsáveis pelo surgimento de empreendedores e criadores de empresas.
O envolvimento dos empreendedores com a empresa é tão grande que se torna difícil - e até impossível dissociar os "objetivos" da empresa dos pessoais, e a complexidade de motivação para os negócios aumenta de tal forma que fica difícil saber quais as verdadeiras razões pelas quais um indivíduo, ou grupo de indivíduos, criou um negócio.
Esta complexidade aumenta quando as razões de existência do negócio se alojam, muitas vezes, nas profundezas do inconsciente do empreendedor.
O empreendedor (pioneiro, criador de novos negócios) começa a ter o seu papel sufocado quando sua obra empresarial (empresa ou grupo de empresas) cresce acima de suas possibilidades e ele não teve a iniciativa ou condições de dotar seus empreendimentos de uma estrutura organizacional e gerencial de ter o seu talento criativo e de realização ampliado e, acima de tudo, de ver sua obra consolidada e bem sucedida ao longo de sua vida, principalmente depois de sua morte.
O empresário é, também, um criador de empresas, apesar disso, é mais raro o empreendedor ser um empresário. A não ser quando ele, o empreendedor, consegue romper suas limitações de meio fazedor de negócios; o empresário tem, portanto característica de pioneiro, de empreendedor, apesar de haveres bem-sucedidos empresários que não criaram empresas, residindo seus méritos em administrar com competência a obra herdada por seus antepassados.
O empresário, entretanto tem outras características, usualmente não existentes no proprietário-empreendedor. Uma delas é que ele (o empresário) "cresce" tanto no plano individual (como pessoa, como indivíduo, como ser humano), quanto no empresarial, cumprindo obrigações ao nível de nobre missão empresarial, investindo e realizando projetos, criando riqueza, dando empregos, contribuindo para o desenvolvimento do país no qual ele opera e lucra.
Assim, o empresário situa-se num plano superior ao do empreendedor, devido ao seu corre-corre no dia-a-dia, tem dificuldade de evoluir, desenvolver as tarefas mais relevantes, apesar de não ser a rotina de empresa a causa principal de sua não evolução.
O indivíduo torna-se empresário quando consegue superar hábitos de empreendedor, de meio criador e tocador de novos negócios e passa a se envolver com tarefas de grande magnitude, mais ligadas à sociedade global.
Diga-se de passagem: o ambiente externo é o verdadeiro local de trabalho de empresário. Quanto mais fica desligado da operação da empresa, mais ele justifica seu papel de empresário. A operação é de responsabilidade dos executivos.
O fato de a empresa ser conduzida pelo empreendedor ou pelo empresário tem marcantes reflexos na forma de gerir. Quanto mais o empreendedor não evolui para a categoria de empresário, ou seja, continua encolhido na sua condição de empreendedor, ele tem uma tendência de querer que seus executivos trabalhem mais para "ele" do que para a empresa.
No entanto, à medida que vai evoluindo para a condição de empresário, a organização vai-se estruturando e tornando-se mais impessoal. Assim, os executivos trabalham mais para a empresa do que o "dono" da empresa. À medida que a empresa se vai profissionalizando, libertando-se da presença do "dono" (como acontece, de forma acintosa, nas empresas familiares).
Um empreendedor é sempre um empresário em potencial, Um empreendedor possui características que o situam como um dos principais agentes do sistema econômico que valoriza a iniciativa privada.
Um empreendedor é aquele indivíduo que assume um papel ativo do agente econômico. Toma a iniciativa, assume risco e dá partida no seu projeto: o empreendimento.
Um empreendedor é igualmente, um indivíduo que trabalha bem acima de média e se gratifica muito com os resultados positivos, sejam materiais ou subjetivos, de sua obra.
Poderia ser comparado a um artista plástico ou a um compositor que, possuindo condições especiais de ordem psicológica ou até genética e com senso de oportunidade acima da média, se move na direção de preencher ou de criar novas oportunidades.
Um empresário é um empreendedor em outra escala e com diferentes desafios e perspectivas. Eu diria que todo empresário é, necessariamente um empreendedor, mas nem todo empreendedor é, necessariamente um empresário.
Vejam o motivo: um empresário possuir as características fundamentais do empreendedor e, além disso, uma visão mais ampla de suas responsabilidades sociais Ele se diferencia também do empreendedor na sua forma de administrar um negócio.
A um empreendedor é permitido um maior espaço para improvisar e administrar de maneira não ortodoxa.
Um empresário, por outro lado, precisa ter uma visão mais ampla, no espaço e no tempo. No espaço, atendendo às suas obrigações para com a sociedade em geral e para com o país.
Necessita olhar o seu empreendimento (a empresa) como uma instituição que transcende necessariamente a sua própria figura e se insere num contexto de permanente contribuição para a riqueza de seus funcionários, seus acionistas e o próprio país.
Existe uma diferença entre empreendedor e empresário. A atitude do empreendedor no ato pioneiro, quase intuitivo, de lançar-se a algum empreendimento nem sempre significa que ele tenha as características exigidas hoje, do moderno empresário, pois se resumem numa extraordinária capacidade de tratar, de levar ao mercado um produto de qualidade e custos satisfatórios.
Então, nem todo empreendedor tem, necessariamente, características de empresário. Mas, o empresário, para ter sucesso, precisa de uma cota de empreendedor para garantir a sobrevivência plena de sua empresa.
"A diferença entre o empreendedor e o empresário, é que o empreendedor, como a própria palavra o diz, é aquele que empreende alguma coisa, que inicia e tem, inclusive, essa ambição de empreender muito mais como o administrador de alguma coisa que existe de uma empresa”.
“Quer dizer: ele é muito mais um administrador no sentido de manter a vida de um ou mais empreendimentos de forma permanente. É aquele capaz de montar uma estrutura dentro de um planejamento ou de uma empresa e a transforma numa coisa permanente”.
O empreendedor pode ser aquele que faz o projeto, e, terminado, já não tem as mesmas condições de administrar aquele empreendimento: enquanto o empresário, como a palavra o diz, é um homem que, no fundo, administra, gerencia uma empresa e faz com que ela progrida. Essa é a diferença básica entre o empreendedor e o empresário.
E quando se pede para estabelecer as fronteiras de atuação, eu diria exatamente isto: o que faz o negócio novo, o que se dedica a construir, a realizar alguma coisa, seja uma máquina, um produto, um invenção, uma inovação ou outro tipo de projeto que ele empreende. Mas o empresário é aquele que chega após o empreendimento existir, administra e faz com que esse empreendimento prospere.
O ponto principal em que o empreendedor se diferencia do empresário, é que o empreendedor é o pioneiro ou o criador de empresa; aquele que tem o mérito de iniciar um empreendimento empresarial, de lançar-se ao mercado com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócios.
O empreendedor e o empresário são duas figuras que se completam e se diferenciam das demais pelo fato de terem optado por um tipo de atividade com valores bem determinados, no caso dos negócios. O empresário "cresce" mais do que o empreendedor, o pioneiro, o criador da empresa.
Começa aqui a surgir o empresário, iniciando, ou continuando a sua trajetória, distanciando-se do empreendedor pelo fato deste continuar insistindo em permanecer agarrado ao pequeno negócio ou mesmo em não querer desenvolver-se como pessoa ou como homem de negócios.
O empreendedor é um homem de muita iniciativa, dotado de uma personalidade agressiva, um eterno farejador de oportunidades, sobretudo, aquelas ligadas ao seu interesse e motivações. Um dos fatores de sucesso do empreendedor é lançar-se naquilo que ele gosta de fazer.
O empreendedor é um criador de negócios e muito trabalhador, não só porque faz aquilo que gosta, mas também, porque a quase totalidade dos seus empreendimentos gira em torno dele. Ele faz e gosta de fazer tudo sozinho.
O seu sentimento de propriedade é muito acentuado. A empresa é a sua própria pessoa. Geralmente, é um indivíduo com muitas idéias, adora o risco e, normalmente, é possuidor de capacidade de iniciativa para se lançar em novos negócios, assumir riscos, costuma encantar este tipo de pessoas, apesar de muitos empreendedores se limitarem a tocar seus pequenos negócios, que estão dando certo.
Há uma complexidade de fatores responsáveis pelo surgimento de empreendedores e criadores de empresas.
O envolvimento dos empreendedores com a empresa é tão grande que se torna difícil - e até impossível dissociar os "objetivos" da empresa dos pessoais, e a complexidade de motivação para os negócios aumenta de tal forma que fica difícil saber quais as verdadeiras razões pelas quais um indivíduo, ou grupo de indivíduos, criou um negócio.
Esta complexidade aumenta quando as razões de existência do negócio se alojam, muitas vezes, nas profundezas do inconsciente do empreendedor.
O empreendedor (pioneiro, criador de novos negócios) começa a ter o seu papel sufocado quando sua obra empresarial (empresa ou grupo de empresas) cresce acima de suas possibilidades e ele não teve a iniciativa ou condições de dotar seus empreendimentos de uma estrutura organizacional e gerencial de ter o seu talento criativo e de realização ampliado e, acima de tudo, de ver sua obra consolidada e bem sucedida ao longo de sua vida, principalmente depois de sua morte.
O empresário é, também, um criador de empresas, apesar disso, é mais raro o empreendedor ser um empresário. A não ser quando ele, o empreendedor, consegue romper suas limitações de meio fazedor de negócios; o empresário tem, portanto característica de pioneiro, de empreendedor, apesar de haveres bem-sucedidos empresários que não criaram empresas, residindo seus méritos em administrar com competência a obra herdada por seus antepassados.
O empresário, entretanto tem outras características, usualmente não existentes no proprietário-empreendedor. Uma delas é que ele (o empresário) "cresce" tanto no plano individual (como pessoa, como indivíduo, como ser humano), quanto no empresarial, cumprindo obrigações ao nível de nobre missão empresarial, investindo e realizando projetos, criando riqueza, dando empregos, contribuindo para o desenvolvimento do país no qual ele opera e lucra.
Assim, o empresário situa-se num plano superior ao do empreendedor, devido ao seu corre-corre no dia-a-dia, tem dificuldade de evoluir, desenvolver as tarefas mais relevantes, apesar de não ser a rotina de empresa a causa principal de sua não evolução.
O indivíduo torna-se empresário quando consegue superar hábitos de empreendedor, de meio criador e tocador de novos negócios e passa a se envolver com tarefas de grande magnitude, mais ligadas à sociedade global.
Diga-se de passagem: o ambiente externo é o verdadeiro local de trabalho de empresário. Quanto mais fica desligado da operação da empresa, mais ele justifica seu papel de empresário. A operação é de responsabilidade dos executivos.
O fato de a empresa ser conduzida pelo empreendedor ou pelo empresário tem marcantes reflexos na forma de gerir. Quanto mais o empreendedor não evolui para a categoria de empresário, ou seja, continua encolhido na sua condição de empreendedor, ele tem uma tendência de querer que seus executivos trabalhem mais para "ele" do que para a empresa.
No entanto, à medida que vai evoluindo para a condição de empresário, a organização vai-se estruturando e tornando-se mais impessoal. Assim, os executivos trabalham mais para a empresa do que o "dono" da empresa. À medida que a empresa se vai profissionalizando, libertando-se da presença do "dono" (como acontece, de forma acintosa, nas empresas familiares).
Um empreendedor é sempre um empresário em potencial, Um empreendedor possui características que o situam como um dos principais agentes do sistema econômico que valoriza a iniciativa privada.
Um empreendedor é aquele indivíduo que assume um papel ativo do agente econômico. Toma a iniciativa, assume risco e dá partida no seu projeto: o empreendimento.
Um empreendedor é igualmente, um indivíduo que trabalha bem acima de média e se gratifica muito com os resultados positivos, sejam materiais ou subjetivos, de sua obra.
Poderia ser comparado a um artista plástico ou a um compositor que, possuindo condições especiais de ordem psicológica ou até genética e com senso de oportunidade acima da média, se move na direção de preencher ou de criar novas oportunidades.
Um empresário é um empreendedor em outra escala e com diferentes desafios e perspectivas. Eu diria que todo empresário é, necessariamente um empreendedor, mas nem todo empreendedor é, necessariamente um empresário.
Vejam o motivo: um empresário possuir as características fundamentais do empreendedor e, além disso, uma visão mais ampla de suas responsabilidades sociais Ele se diferencia também do empreendedor na sua forma de administrar um negócio.
A um empreendedor é permitido um maior espaço para improvisar e administrar de maneira não ortodoxa.
Um empresário, por outro lado, precisa ter uma visão mais ampla, no espaço e no tempo. No espaço, atendendo às suas obrigações para com a sociedade em geral e para com o país.
Necessita olhar o seu empreendimento (a empresa) como uma instituição que transcende necessariamente a sua própria figura e se insere num contexto de permanente contribuição para a riqueza de seus funcionários, seus acionistas e o próprio país.
Existe uma diferença entre empreendedor e empresário. A atitude do empreendedor no ato pioneiro, quase intuitivo, de lançar-se a algum empreendimento nem sempre significa que ele tenha as características exigidas hoje, do moderno empresário, pois se resumem numa extraordinária capacidade de tratar, de levar ao mercado um produto de qualidade e custos satisfatórios.
Então, nem todo empreendedor tem, necessariamente, características de empresário. Mas, o empresário, para ter sucesso, precisa de uma cota de empreendedor para garantir a sobrevivência plena de sua empresa.
"A diferença entre o empreendedor e o empresário, é que o empreendedor, como a própria palavra o diz, é aquele que empreende alguma coisa, que inicia e tem, inclusive, essa ambição de empreender muito mais como o administrador de alguma coisa que existe de uma empresa”.
“Quer dizer: ele é muito mais um administrador no sentido de manter a vida de um ou mais empreendimentos de forma permanente. É aquele capaz de montar uma estrutura dentro de um planejamento ou de uma empresa e a transforma numa coisa permanente”.
O empreendedor pode ser aquele que faz o projeto, e, terminado, já não tem as mesmas condições de administrar aquele empreendimento: enquanto o empresário, como a palavra o diz, é um homem que, no fundo, administra, gerencia uma empresa e faz com que ela progrida. Essa é a diferença básica entre o empreendedor e o empresário.
E quando se pede para estabelecer as fronteiras de atuação, eu diria exatamente isto: o que faz o negócio novo, o que se dedica a construir, a realizar alguma coisa, seja uma máquina, um produto, um invenção, uma inovação ou outro tipo de projeto que ele empreende. Mas o empresário é aquele que chega após o empreendimento existir, administra e faz com que esse empreendimento prospere.
EMPREENDEDOR x EMPRESÁRIO
O ponto principal em que o empreendedor se diferencia do empresário, é que o empreendedor é o pioneiro ou o criador de empresa; aquele que tem o mérito de iniciar um empreendimento empresarial, de lançar-se ao mercado com o objetivo de explorar novas oportunidades de negócios.
O empreendedor e o empresário são duas figuras que se completam e se diferenciam das demais pelo fato de terem optado por um tipo de atividade com valores bem determinados, no caso dos negócios. O empresário "cresce" mais do que o empreendedor, o pioneiro, o criador da empresa.
Começa aqui a surgir o empresário, iniciando, ou continuando a sua trajetória, distanciando-se do empreendedor pelo fato deste continuar insistindo em permanecer agarrado ao pequeno negócio ou mesmo em não querer desenvolver-se como pessoa ou como homem de negócios.
O empreendedor é um homem de muita iniciativa, dotado de uma personalidade agressiva, um eterno farejador de oportunidades, sobretudo, aquelas ligadas ao seu interesse e motivações. Um dos fatores de sucesso do empreendedor é lançar-se naquilo que ele gosta de fazer.
O empreendedor é um criador de negócios e muito trabalhador, não só porque faz aquilo que gosta, mas também, porque a quase totalidade dos seus empreendimentos gira em torno dele. Ele faz e gosta de fazer tudo sozinho.
O seu sentimento de propriedade é muito acentuado. A empresa é a sua própria pessoa. Geralmente, é um indivíduo com muitas idéias, adora o risco e, normalmente, é possuidor de capacidade de iniciativa para se lançar em novos negócios, assumir riscos, costuma encantar este tipo de pessoas, apesar de muitos empreendedores se limitarem a tocar seus pequenos negócios, que estão dando certo.
Há uma complexidade de fatores responsáveis pelo surgimento de empreendedores e criadores de empresas.
O envolvimento dos empreendedores com a empresa é tão grande que se torna difícil - e até impossível dissociar os "objetivos" da empresa dos pessoais, e a complexidade de motivação para os negócios aumenta de tal forma que fica difícil saber quais as verdadeiras razões pelas quais um indivíduo, ou grupo de indivíduos, criou um negócio.
Esta complexidade aumenta quando as razões de existência do negócio se alojam, muitas vezes, nas profundezas do inconsciente do empreendedor.
O empreendedor (pioneiro, criador de novos negócios) começa a ter o seu papel sufocado quando sua obra empresarial (empresa ou grupo de empresas) cresce acima de suas possibilidades e ele não teve a iniciativa ou condições de dotar seus empreendimentos de uma estrutura organizacional e gerencial de ter o seu talento criativo e de realização ampliado e, acima de tudo, de ver sua obra consolidada e bem sucedida ao longo de sua vida, principalmente depois de sua morte.
O empresário é, também, um criador de empresas, apesar disso, é mais raro o empreendedor ser um empresário. A não ser quando ele, o empreendedor, consegue romper suas limitações de meio fazedor de negócios; o empresário tem, portanto característica de pioneiro, de empreendedor, apesar de haveres bem-sucedidos empresários que não criaram empresas, residindo seus méritos em administrar com competência a obra herdada por seus antepassados.
O empresário, entretanto tem outras características, usualmente não existentes no proprietário-empreendedor. Uma delas é que ele (o empresário) "cresce" tanto no plano individual (como pessoa, como indivíduo, como ser humano), quanto no empresarial, cumprindo obrigações ao nível de nobre missão empresarial, investindo e realizando projetos, criando riqueza, dando empregos, contribuindo para o desenvolvimento do país no qual ele opera e lucra.
Assim, o empresário situa-se num plano superior ao do empreendedor, devido ao seu corre-corre no dia-a-dia, tem dificuldade de evoluir, desenvolver as tarefas mais relevantes, apesar de não ser a rotina de empresa a causa principal de sua não evolução.
O indivíduo torna-se empresário quando consegue superar hábitos de empreendedor, de meio criador e tocador de novos negócios e passa a se envolver com tarefas de grande magnitude, mais ligadas à sociedade global.
Diga-se de passagem: o ambiente externo é o verdadeiro local de trabalho de empresário. Quanto mais fica desligado da operação da empresa, mais ele justifica seu papel de empresário. A operação é de responsabilidade dos executivos.
O fato de a empresa ser conduzida pelo empreendedor ou pelo empresário tem marcantes reflexos na forma de gerir. Quanto mais o empreendedor não evolui para a categoria de empresário, ou seja, continua encolhido na sua condição de empreendedor, ele tem uma tendência de querer que seus executivos trabalhem mais para "ele" do que para a empresa.
No entanto, à medida que vai evoluindo para a condição de empresário, a organização vai-se estruturando e tornando-se mais impessoal. Assim, os executivos trabalham mais para a empresa do que o "dono" da empresa. À medida que a empresa se vai profissionalizando, libertando-se da presença do "dono" (como acontece, de forma acintosa, nas empresas familiares).
Um empreendedor é sempre um empresário em potencial, Um empreendedor possui características que o situam como um dos principais agentes do sistema econômico que valoriza a iniciativa privada.
Um empreendedor é aquele indivíduo que assume um papel ativo do agente econômico. Toma a iniciativa, assume risco e dá partida no seu projeto: o empreendimento.
Um empreendedor é igualmente, um indivíduo que trabalha bem acima de média e se gratifica muito com os resultados positivos, sejam materiais ou subjetivos, de sua obra.
Poderia ser comparado a um artista plástico ou a um compositor que, possuindo condições especiais de ordem psicológica ou até genética e com senso de oportunidade acima da média, se move na direção de preencher ou de criar novas oportunidades.
Um empresário é um empreendedor em outra escala e com diferentes desafios e perspectivas. Eu diria que todo empresário é, necessariamente um empreendedor, mas nem todo empreendedor é, necessariamente um empresário.
Vejam o motivo: um empresário possuir as características fundamentais do empreendedor e, além disso, uma visão mais ampla de suas responsabilidades sociais Ele se diferencia também do empreendedor na sua forma de administrar um negócio.
A um empreendedor é permitido um maior espaço para improvisar e administrar de maneira não ortodoxa.
Um empresário, por outro lado, precisa ter uma visão mais ampla, no espaço e no tempo. No espaço, atendendo às suas obrigações para com a sociedade em geral e para com o país.
Necessita olhar o seu empreendimento (a empresa) como uma instituição que transcende necessariamente a sua própria figura e se insere num contexto de permanente contribuição para a riqueza de seus funcionários, seus acionistas e o próprio país.
Existe uma diferença entre empreendedor e empresário. A atitude do empreendedor no ato pioneiro, quase intuitivo, de lançar-se a algum empreendimento nem sempre significa que ele tenha as características exigidas hoje, do moderno empresário, pois se resumem numa extraordinária capacidade de tratar, de levar ao mercado um produto de qualidade e custos satisfatórios.
Então, nem todo empreendedor tem, necessariamente, características de empresário. Mas, o empresário, para ter sucesso, precisa de uma cota de empreendedor para garantir a sobrevivência plena de sua empresa.
"A diferença entre o empreendedor e o empresário, é que o empreendedor, como a própria palavra o diz, é aquele que empreende alguma coisa, que inicia e tem, inclusive, essa ambição de empreender muito mais como o administrador de alguma coisa que existe de uma empresa”.
“Quer dizer: ele é muito mais um administrador no sentido de manter a vida de um ou mais empreendimentos de forma permanente. É aquele capaz de montar uma estrutura dentro de um planejamento ou de uma empresa e a transforma numa coisa permanente”.
O empreendedor pode ser aquele que faz o projeto, e, terminado, já não tem as mesmas condições de administrar aquele empreendimento: enquanto o empresário, como a palavra o diz, é um homem que, no fundo, administra, gerencia uma empresa e faz com que ela progrida. Essa é a diferença básica entre o empreendedor e o empresário.
E quando se pede para estabelecer as fronteiras de atuação, eu diria exatamente isto: o que faz o negócio novo, o que se dedica a construir, a realizar alguma coisa, seja uma máquina, um produto, um invenção, uma inovação ou outro tipo de projeto que ele empreende. Mas o empresário é aquele que chega após o empreendimento existir, administra e faz com que esse empreendimento prospere.
O empreendedor e o empresário são duas figuras que se completam e se diferenciam das demais pelo fato de terem optado por um tipo de atividade com valores bem determinados, no caso dos negócios. O empresário "cresce" mais do que o empreendedor, o pioneiro, o criador da empresa.
Começa aqui a surgir o empresário, iniciando, ou continuando a sua trajetória, distanciando-se do empreendedor pelo fato deste continuar insistindo em permanecer agarrado ao pequeno negócio ou mesmo em não querer desenvolver-se como pessoa ou como homem de negócios.
O empreendedor é um homem de muita iniciativa, dotado de uma personalidade agressiva, um eterno farejador de oportunidades, sobretudo, aquelas ligadas ao seu interesse e motivações. Um dos fatores de sucesso do empreendedor é lançar-se naquilo que ele gosta de fazer.
O empreendedor é um criador de negócios e muito trabalhador, não só porque faz aquilo que gosta, mas também, porque a quase totalidade dos seus empreendimentos gira em torno dele. Ele faz e gosta de fazer tudo sozinho.
O seu sentimento de propriedade é muito acentuado. A empresa é a sua própria pessoa. Geralmente, é um indivíduo com muitas idéias, adora o risco e, normalmente, é possuidor de capacidade de iniciativa para se lançar em novos negócios, assumir riscos, costuma encantar este tipo de pessoas, apesar de muitos empreendedores se limitarem a tocar seus pequenos negócios, que estão dando certo.
Há uma complexidade de fatores responsáveis pelo surgimento de empreendedores e criadores de empresas.
O envolvimento dos empreendedores com a empresa é tão grande que se torna difícil - e até impossível dissociar os "objetivos" da empresa dos pessoais, e a complexidade de motivação para os negócios aumenta de tal forma que fica difícil saber quais as verdadeiras razões pelas quais um indivíduo, ou grupo de indivíduos, criou um negócio.
Esta complexidade aumenta quando as razões de existência do negócio se alojam, muitas vezes, nas profundezas do inconsciente do empreendedor.
O empreendedor (pioneiro, criador de novos negócios) começa a ter o seu papel sufocado quando sua obra empresarial (empresa ou grupo de empresas) cresce acima de suas possibilidades e ele não teve a iniciativa ou condições de dotar seus empreendimentos de uma estrutura organizacional e gerencial de ter o seu talento criativo e de realização ampliado e, acima de tudo, de ver sua obra consolidada e bem sucedida ao longo de sua vida, principalmente depois de sua morte.
O empresário é, também, um criador de empresas, apesar disso, é mais raro o empreendedor ser um empresário. A não ser quando ele, o empreendedor, consegue romper suas limitações de meio fazedor de negócios; o empresário tem, portanto característica de pioneiro, de empreendedor, apesar de haveres bem-sucedidos empresários que não criaram empresas, residindo seus méritos em administrar com competência a obra herdada por seus antepassados.
O empresário, entretanto tem outras características, usualmente não existentes no proprietário-empreendedor. Uma delas é que ele (o empresário) "cresce" tanto no plano individual (como pessoa, como indivíduo, como ser humano), quanto no empresarial, cumprindo obrigações ao nível de nobre missão empresarial, investindo e realizando projetos, criando riqueza, dando empregos, contribuindo para o desenvolvimento do país no qual ele opera e lucra.
Assim, o empresário situa-se num plano superior ao do empreendedor, devido ao seu corre-corre no dia-a-dia, tem dificuldade de evoluir, desenvolver as tarefas mais relevantes, apesar de não ser a rotina de empresa a causa principal de sua não evolução.
O indivíduo torna-se empresário quando consegue superar hábitos de empreendedor, de meio criador e tocador de novos negócios e passa a se envolver com tarefas de grande magnitude, mais ligadas à sociedade global.
Diga-se de passagem: o ambiente externo é o verdadeiro local de trabalho de empresário. Quanto mais fica desligado da operação da empresa, mais ele justifica seu papel de empresário. A operação é de responsabilidade dos executivos.
O fato de a empresa ser conduzida pelo empreendedor ou pelo empresário tem marcantes reflexos na forma de gerir. Quanto mais o empreendedor não evolui para a categoria de empresário, ou seja, continua encolhido na sua condição de empreendedor, ele tem uma tendência de querer que seus executivos trabalhem mais para "ele" do que para a empresa.
No entanto, à medida que vai evoluindo para a condição de empresário, a organização vai-se estruturando e tornando-se mais impessoal. Assim, os executivos trabalham mais para a empresa do que o "dono" da empresa. À medida que a empresa se vai profissionalizando, libertando-se da presença do "dono" (como acontece, de forma acintosa, nas empresas familiares).
Um empreendedor é sempre um empresário em potencial, Um empreendedor possui características que o situam como um dos principais agentes do sistema econômico que valoriza a iniciativa privada.
Um empreendedor é aquele indivíduo que assume um papel ativo do agente econômico. Toma a iniciativa, assume risco e dá partida no seu projeto: o empreendimento.
Um empreendedor é igualmente, um indivíduo que trabalha bem acima de média e se gratifica muito com os resultados positivos, sejam materiais ou subjetivos, de sua obra.
Poderia ser comparado a um artista plástico ou a um compositor que, possuindo condições especiais de ordem psicológica ou até genética e com senso de oportunidade acima da média, se move na direção de preencher ou de criar novas oportunidades.
Um empresário é um empreendedor em outra escala e com diferentes desafios e perspectivas. Eu diria que todo empresário é, necessariamente um empreendedor, mas nem todo empreendedor é, necessariamente um empresário.
Vejam o motivo: um empresário possuir as características fundamentais do empreendedor e, além disso, uma visão mais ampla de suas responsabilidades sociais Ele se diferencia também do empreendedor na sua forma de administrar um negócio.
A um empreendedor é permitido um maior espaço para improvisar e administrar de maneira não ortodoxa.
Um empresário, por outro lado, precisa ter uma visão mais ampla, no espaço e no tempo. No espaço, atendendo às suas obrigações para com a sociedade em geral e para com o país.
Necessita olhar o seu empreendimento (a empresa) como uma instituição que transcende necessariamente a sua própria figura e se insere num contexto de permanente contribuição para a riqueza de seus funcionários, seus acionistas e o próprio país.
Existe uma diferença entre empreendedor e empresário. A atitude do empreendedor no ato pioneiro, quase intuitivo, de lançar-se a algum empreendimento nem sempre significa que ele tenha as características exigidas hoje, do moderno empresário, pois se resumem numa extraordinária capacidade de tratar, de levar ao mercado um produto de qualidade e custos satisfatórios.
Então, nem todo empreendedor tem, necessariamente, características de empresário. Mas, o empresário, para ter sucesso, precisa de uma cota de empreendedor para garantir a sobrevivência plena de sua empresa.
"A diferença entre o empreendedor e o empresário, é que o empreendedor, como a própria palavra o diz, é aquele que empreende alguma coisa, que inicia e tem, inclusive, essa ambição de empreender muito mais como o administrador de alguma coisa que existe de uma empresa”.
“Quer dizer: ele é muito mais um administrador no sentido de manter a vida de um ou mais empreendimentos de forma permanente. É aquele capaz de montar uma estrutura dentro de um planejamento ou de uma empresa e a transforma numa coisa permanente”.
O empreendedor pode ser aquele que faz o projeto, e, terminado, já não tem as mesmas condições de administrar aquele empreendimento: enquanto o empresário, como a palavra o diz, é um homem que, no fundo, administra, gerencia uma empresa e faz com que ela progrida. Essa é a diferença básica entre o empreendedor e o empresário.
E quando se pede para estabelecer as fronteiras de atuação, eu diria exatamente isto: o que faz o negócio novo, o que se dedica a construir, a realizar alguma coisa, seja uma máquina, um produto, um invenção, uma inovação ou outro tipo de projeto que ele empreende. Mas o empresário é aquele que chega após o empreendimento existir, administra e faz com que esse empreendimento prospere.
domingo, 26 de junho de 2011
A MULHER EMPREENDEDORA NA ERA DIGITAL: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO NO SÉCULO XXI
Podemos afirmar que, até pouco tempo, empreendedora era uma palavra que pouco significava para a maioria das pessoas. Todavia, hoje a figura da mulher empreendedora já é bastante conhecida. Talvez não fosse tanto o alvo das atenções da opinião pública, como é na atualidade, pois seu papel é de grande importância no desenvolvimento econômico e social como gerador de empregos e renda.
A mulher empreendedora é uma das personagens de maior relevância na história recente da humanidade, sendo a maestrina de uma das instituições mais importantes da sociedade moderna: a empresa. Mas se a figura da empreendedora é tão importante, por que a sua história nunca foi devidamente estudada? É a história social da empreendedora.
Os romancistas e historiadores encararam as empreendedoras como uma raça à parte, muito mais ainda do que jornalistas, engenheiras, etc... No entanto, elas estão no centro da sociedade dotada de uma confiança baseada na sua capacidade de realização e no conhecimento pelo que são capazes de executar.
À medida que a competição econômica e a necessidade de se criar postos de trabalho vão crescendo, a figura da empreendedora é cada vez mais fundamental. O mundo precisa que milhares de empreendedoras com vontade de empreender na Era Digital
Este texto analisa a relação entre empreendedoras, empreendedorismo, inovação, star-ups e a incubação de empresas. Especificamente, estuda-se a tríade: como o empreendedorismo e a inovação se relacionam? Que mecanismos usar transformar inovadoras em empreendedoras criadoras de empresas? Quais são os fatores que influenciam transição de inovadoras para empreendedoras criadoras de empresas?
A fundamentação teórica encontra-se embasada no exame da literatura que aborda a inovação, empreendedorismo, star-ups e incubadora de empresas. Procurou-se identificar as similaridades e diferenças comportamentais entre inovadoras e empreendedoras.
Sempre existiu no ser humano um desejo e um interesse inquestionável por crescer, progredir, isto tem impulsionado o empreendedorismo, o surgimento de empreendedoras que desenvolvem ações, transformam-se em uma opção de vida onde procuram por em prática toda a sua capacidade de criação e inovação.
O número de mulheres que desejam criar o seu próprio negócio cresce dia-a-dia. O fenômeno do empreendedorismo vem se alastrando pelos quatro cantos do mundo, em ritmo cada vez mais alucinante.
A candidata a empreendedora tem que vencer uma verdadeira corrida de obstáculos para poder concretizar o sonho de ser dono de seu próprio negócio.
Empreendedoras não nascem elas são formadas e desenvolvem sua visão de negócios, sempre tendo em mente o objetivo de fazer o melhor, gerenciam o seu negócio de forma simples, eficiente e eficaz, porém, o sucesso é fruto não somente das práticas de boa gestão e sim de uma postura comportamental fundamentada no espírito empreendedor.
Uma atitude mental positiva, firmeza de propósito, a consciência de que o objetivo de qualquer negócio é criar, manter e fidelizar clientes permitem a empreendedora almejar o sucesso.
Não há como negar que estamos a viver uma era de mudanças. Numa sociedade high-tech, interligada por sistemas de redes, comunicando-se em tempo real, produzindo seus produtos utilizando processos como o just-in-time e grandes avanços da cibernética e biotecnologia, a figura da empreendedora constitui peça chave, ao destruir os velhos paradigmas criando novos, processo, segundo o economista Joseph Schumpeter, denominado de “destruição criativa” é básico para se entender o capitalismo.
Estabelecendo uma visão integrada a partir dos três teóricos a cerca do empreendedorismo: Drucker, na gestão, McCelland, na psicologia e Schumpeter, na economia podemos em um primeiro momento analisar e identificar se em determinado procedimento ou negócio está ou não presente o fenômeno do empreendedorismo.
Na era da tecnologia e da informação em que ocorrem mudanças em tempo real e dimensão planetária, a competição fica cada vez mais acirrada. Segundo Schumpeter apenas sobreviverão às empresas dotadas de capacidade inovadora e flexibilidade diante das mudanças.
A visão integrada a cerca do empreendedorismo não encerra apenas uma análise e crítica à leitura que se faz do fenômeno no mundo todo, nos serve, sobretudo, para apontar e alertar a necessidade de um ambiente favorável (incubadora de empresas de base tecnológica), direcionado para as micro, pequenas e médias empresas conciliando espírito empreendedor, inovação e tecnologia, na medida em que, tais empresas são propulsoras do desenvolvimento econômico, visto que geram milhões de empregos.
O termo “empreendedor” foi inicialmente utilizado pelo banqueiro e parisiense, no início do século XVIII, Richad Cantillon, no entanto, a palavra entrepreneurship (espírito empreendedor) que é derivada de entreprendre (empreender), que vem de entrepreneur (empreendedor) foi empregada no século XVII, na França, denominada para um indivíduo que assumia o risco de criar um novo empreendimento.
Ser empreendedora significa ter capacidade de iniciativa, imaginação fértil para conceber as idéias, flexibilidade para adaptá-las, criatividade para transformá-las em uma oportunidade de negócio, motivação para pensar conceitualmente, e a capacidade para ver, perceber a mudança como uma oportunidade, levando a sério à gestão de seu negócio.
A empreendedora é uma artista, uma criadora. Alguém que cria novos produtos, novos empregos, novas coisas e nunca param. As empreendedoras não criam porque querem, mas porque têm uma grande necessidade de realização.
Na concepção do economista austríaco Joseph Alois Schumpeter, a empreendedora pode ser descrito como um agente de mudanças de transformação do ciclo econômico do desenvolvimento, indivíduo com idéias que combina capital e trabalho, e faz algo verdadeiramente inovador, com capacidade de iniciativa, de risco.
Na métrica de Schumpeter, empreendedora seria como Henry Ford, que mudou a face da indústria automotiva no mundo, ou como King Gillette, que revolucionou muito mais do que o modo de barbear e sim uma forma de fixação de preços que popularizou seu uso.
Empreendedora, ou da raiz francesa, entrepreneur, é aquela que empreende a criação por conta própria, em seu benefício, e aos seus riscos, de um produto qualquer, ou aquele que lança à realização.
A realidade enfrentada pela empreendedora está baseada numa perspectiva onde a inovação não depende de inspiração, mas de estudo árduo: um ato de vontade, uma busca premeditada de oportunidades para inovar. Os empreendedores de sucesso sabem como identificar e aproveitar as oportunidades, à medida que elas se apresentam.
Na era da tecnologia e da informação em que ocorrem mudanças em tempo real e dimensão planetária, a competição fica cada vez mais acirrada. Na perspectiva de Schumpeter apenas sobreviverão empresas dotadas de capacidade inovadora e flexibilidade diante das mudanças.
A construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento de novos negócios pela mulher empreendedora passa também promulgação de leis trabalhistas e tributárias melhor elaboradas e adaptadas à realidade das micro, pequenas e médias empresas.
Além do mais, a empreendedora sabe que, para enfrentar o século XXI, deverão introspectar na sua vida: a) flexibilidade; b) atualização permanente; c) motivação, envolvimento e compromisso; d) criatividade; e) inovação; e f) atitude pró-ativo e empreendedor.
A empreendedora é uma filha da revolução do saber, que a cada dia aumenta o seu quociente de inteligência.
Em suma, é preciso que as empreendedoras estejam aptas para tomar rédeas dos negócios, preparados para assumir as complexas responsabilidades de administração, no limiar do século XXI, turbulento, competitivo, globalizado, desafiador, pois apenas sobreviverão às melhores empresas, aquelas que cultuam a excelência.
A mulher empreendedora é uma das personagens de maior relevância na história recente da humanidade, sendo a maestrina de uma das instituições mais importantes da sociedade moderna: a empresa. Mas se a figura da empreendedora é tão importante, por que a sua história nunca foi devidamente estudada? É a história social da empreendedora.
Os romancistas e historiadores encararam as empreendedoras como uma raça à parte, muito mais ainda do que jornalistas, engenheiras, etc... No entanto, elas estão no centro da sociedade dotada de uma confiança baseada na sua capacidade de realização e no conhecimento pelo que são capazes de executar.
À medida que a competição econômica e a necessidade de se criar postos de trabalho vão crescendo, a figura da empreendedora é cada vez mais fundamental. O mundo precisa que milhares de empreendedoras com vontade de empreender na Era Digital
Este texto analisa a relação entre empreendedoras, empreendedorismo, inovação, star-ups e a incubação de empresas. Especificamente, estuda-se a tríade: como o empreendedorismo e a inovação se relacionam? Que mecanismos usar transformar inovadoras em empreendedoras criadoras de empresas? Quais são os fatores que influenciam transição de inovadoras para empreendedoras criadoras de empresas?
A fundamentação teórica encontra-se embasada no exame da literatura que aborda a inovação, empreendedorismo, star-ups e incubadora de empresas. Procurou-se identificar as similaridades e diferenças comportamentais entre inovadoras e empreendedoras.
Sempre existiu no ser humano um desejo e um interesse inquestionável por crescer, progredir, isto tem impulsionado o empreendedorismo, o surgimento de empreendedoras que desenvolvem ações, transformam-se em uma opção de vida onde procuram por em prática toda a sua capacidade de criação e inovação.
O número de mulheres que desejam criar o seu próprio negócio cresce dia-a-dia. O fenômeno do empreendedorismo vem se alastrando pelos quatro cantos do mundo, em ritmo cada vez mais alucinante.
A candidata a empreendedora tem que vencer uma verdadeira corrida de obstáculos para poder concretizar o sonho de ser dono de seu próprio negócio.
Empreendedoras não nascem elas são formadas e desenvolvem sua visão de negócios, sempre tendo em mente o objetivo de fazer o melhor, gerenciam o seu negócio de forma simples, eficiente e eficaz, porém, o sucesso é fruto não somente das práticas de boa gestão e sim de uma postura comportamental fundamentada no espírito empreendedor.
Uma atitude mental positiva, firmeza de propósito, a consciência de que o objetivo de qualquer negócio é criar, manter e fidelizar clientes permitem a empreendedora almejar o sucesso.
Não há como negar que estamos a viver uma era de mudanças. Numa sociedade high-tech, interligada por sistemas de redes, comunicando-se em tempo real, produzindo seus produtos utilizando processos como o just-in-time e grandes avanços da cibernética e biotecnologia, a figura da empreendedora constitui peça chave, ao destruir os velhos paradigmas criando novos, processo, segundo o economista Joseph Schumpeter, denominado de “destruição criativa” é básico para se entender o capitalismo.
Estabelecendo uma visão integrada a partir dos três teóricos a cerca do empreendedorismo: Drucker, na gestão, McCelland, na psicologia e Schumpeter, na economia podemos em um primeiro momento analisar e identificar se em determinado procedimento ou negócio está ou não presente o fenômeno do empreendedorismo.
Na era da tecnologia e da informação em que ocorrem mudanças em tempo real e dimensão planetária, a competição fica cada vez mais acirrada. Segundo Schumpeter apenas sobreviverão às empresas dotadas de capacidade inovadora e flexibilidade diante das mudanças.
A visão integrada a cerca do empreendedorismo não encerra apenas uma análise e crítica à leitura que se faz do fenômeno no mundo todo, nos serve, sobretudo, para apontar e alertar a necessidade de um ambiente favorável (incubadora de empresas de base tecnológica), direcionado para as micro, pequenas e médias empresas conciliando espírito empreendedor, inovação e tecnologia, na medida em que, tais empresas são propulsoras do desenvolvimento econômico, visto que geram milhões de empregos.
O termo “empreendedor” foi inicialmente utilizado pelo banqueiro e parisiense, no início do século XVIII, Richad Cantillon, no entanto, a palavra entrepreneurship (espírito empreendedor) que é derivada de entreprendre (empreender), que vem de entrepreneur (empreendedor) foi empregada no século XVII, na França, denominada para um indivíduo que assumia o risco de criar um novo empreendimento.
Ser empreendedora significa ter capacidade de iniciativa, imaginação fértil para conceber as idéias, flexibilidade para adaptá-las, criatividade para transformá-las em uma oportunidade de negócio, motivação para pensar conceitualmente, e a capacidade para ver, perceber a mudança como uma oportunidade, levando a sério à gestão de seu negócio.
A empreendedora é uma artista, uma criadora. Alguém que cria novos produtos, novos empregos, novas coisas e nunca param. As empreendedoras não criam porque querem, mas porque têm uma grande necessidade de realização.
Na concepção do economista austríaco Joseph Alois Schumpeter, a empreendedora pode ser descrito como um agente de mudanças de transformação do ciclo econômico do desenvolvimento, indivíduo com idéias que combina capital e trabalho, e faz algo verdadeiramente inovador, com capacidade de iniciativa, de risco.
Na métrica de Schumpeter, empreendedora seria como Henry Ford, que mudou a face da indústria automotiva no mundo, ou como King Gillette, que revolucionou muito mais do que o modo de barbear e sim uma forma de fixação de preços que popularizou seu uso.
Empreendedora, ou da raiz francesa, entrepreneur, é aquela que empreende a criação por conta própria, em seu benefício, e aos seus riscos, de um produto qualquer, ou aquele que lança à realização.
A realidade enfrentada pela empreendedora está baseada numa perspectiva onde a inovação não depende de inspiração, mas de estudo árduo: um ato de vontade, uma busca premeditada de oportunidades para inovar. Os empreendedores de sucesso sabem como identificar e aproveitar as oportunidades, à medida que elas se apresentam.
Na era da tecnologia e da informação em que ocorrem mudanças em tempo real e dimensão planetária, a competição fica cada vez mais acirrada. Na perspectiva de Schumpeter apenas sobreviverão empresas dotadas de capacidade inovadora e flexibilidade diante das mudanças.
A construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento de novos negócios pela mulher empreendedora passa também promulgação de leis trabalhistas e tributárias melhor elaboradas e adaptadas à realidade das micro, pequenas e médias empresas.
Além do mais, a empreendedora sabe que, para enfrentar o século XXI, deverão introspectar na sua vida: a) flexibilidade; b) atualização permanente; c) motivação, envolvimento e compromisso; d) criatividade; e) inovação; e f) atitude pró-ativo e empreendedor.
A empreendedora é uma filha da revolução do saber, que a cada dia aumenta o seu quociente de inteligência.
Em suma, é preciso que as empreendedoras estejam aptas para tomar rédeas dos negócios, preparados para assumir as complexas responsabilidades de administração, no limiar do século XXI, turbulento, competitivo, globalizado, desafiador, pois apenas sobreviverão às melhores empresas, aquelas que cultuam a excelência.
domingo, 12 de junho de 2011
A FORÇA DA INOVAÇÃO A GERAR RIQUEZAS
A estratégia inovadora requer um alto grau de disciplina por parte do inovador. Ele tem que operar sem o apoio do orçamento e das medidas contábeis convencionais que fornecem com rapidez e razoável segurança informações sobre resultados atuais úteis em programas e investimentos.
Por isso é fundamental para administrar bem a inovação, pensar detidamente no que se esperar e quando. Inevitavelmente, essas expectativas são mudadas pelos acontecimentos. Mas a menos que haja resultados intermediários no caminho, a inovação não está sendo administrada.
Uma estratégia para a inovação tem que ser baseada na clara aceitação do risco de fracasso e do risco talvez mais perigoso do "quase sucesso". É tão importante decidir quando abandonar um esforço inovador como saber qual deles iniciar.
Assim é particularmente crucial para bem administrar a inovação ponderar longamente e confiar ao papel às próprias expectativas.
E posteriormente, quando a inovação se converter em produto, processo ou empreendimento, comparar as expectativas com a realidade. Se a realidade estiver muito aquém das expectativas deve-se a seguinte indagação: "Não seria melhor abandonar isto já? Mas como?"
Na empresa tradicional, a alta administração é a instância final. Isto significa, com efeito, que o mais importante poder da administração superior é o veto e sua função mais importante é dizer "não" a propostas e idéias que não estejam completamente justificadas e elaboradas.
Na organização inovadora, a primeira e mais importante atribuição da alta administração é o contrário: são converter idéias poucas práticas, inclusas, a alta administração considera sua atribuição ouvir as idéias e levá-las a sério.
Novas idéias são sempre "poucas práticas” e são necessárias muitas idéias tolas para se encontrar uma viável.
Aliás, nas etapas iniciais não há meio de distinguir a idéia tola daquela marcada pela genialidade. Ambas parecem igualmente impossíveis ou igualmente brilhantes.
A alta administração na empresa inovadora não somente "encoraja" as idéias, mas também indaga continuamente: "Que é que essa idéia teria que possuir para ser prática, realista, efetiva?"
Por isso, mesmo as idéias mais extravagantes e tolas são objeto de consideração, pois poderão conter alguma coisa nova, cuja exeqüibilidade possa ser avaliada.
Isso, contudo, pressupõe a reestruturação das relações entre a alta administração e o grupo humano dentro da empresa. A organização tradicional, naturalmente permanece.
Aliás, no organograma da organização, não é fácil distinguir a que é inovadora da que segue normas mais rigidamente burocráticas. Nem uma organização inovadora precisa absolutamente ser "permissiva" ou "democrática".
Mas em companhias inovadoras o executivo sênior costuma realizar reuniões com os mais jovens sem uma agenda. Senta-se com eles e simplesmente pergunta: "Que oportunidades vocês vêem"?
Os empreendedores são maravilhosos criadores de empregos. Mas o que é um Empreendedor/ Criador de Empresas? Peter Drucker avisa que este título não pode ser aplicado a todo o audacioso que inicia um pequeno negócio.
Quando um indivíduo abre um restaurante, sem dúvida, está arriscando; mas não será um empreendedor, por tentar fazer algo familiar. E, no entanto, ele pode estar em um negócio totalmente novo e ainda assim não se qualificar como empreendedor/criador de empresas.
Qual, então, a prova decisiva? Os empreendedores são pessoas que estão simultaneamente criando novos tipos de procura e aplicando novos e insólitos conceitos administrativos.
Eles não devem surgir necessariamente, no empreendimento privado; autoridades, universitários e administradores municipais podem atuar de forma empreendedora - embora um estudo de caso do setor privado familiar sirva muito bem para tornar clara a concepção que, temos também os Empreendedores Sociais - indivíduos que se dedicam a atacar problemas como a Sida, abuso de crianças, alcoolismo, dentre outros.
Para milhões de pessoas, ter o seu próprio negócio ainda é o melhor meio de trabalhar na sociedade de informação, de eletrônica ou de serviços. Que o indivíduo inicie um trabalho em casa ou levante milhões de capital de risco, aplica-se o clássico conselho: descubra uma necessidade e satisfaça-a.
Desde que possua visão, acredite em si próprio e tenha capacidade especial de transformar sua visão em realidade.
As mudanças nos recursos estratégicos do capital para informação, conhecimento e criatividade são os fatores principais que impulsionam a expansão empreendedora atual. Mas há outros. As organizações não oferecem mais a segurança que sugeriam.
O candidato a empreendedor imagina: se é para correr o risco de qualquer forma, por que não arriscar um pouco mais e possivelmente colher grandes recompensas?
Ao tornar-se um empreendedor ou simplesmente trabalhar para si próprio, o empreendedor é motivado por necessidades pessoais.
Os empreendedores são pessoas viciadas em entusiasmo; pessoas que progridem assumindo riscos.
Para o empreendedor o trabalho não oferece muita emoção, a menos que oferte riscos. E observa-se que os empreendedores também gostam de jogar. Pode-se discordar e acreditar ser um mito retratar os empresários como pessoas que adoram assumir riscos. A maioria dos empreendedores assume riscos moderada e calculadamente; eles não estão jogando, afirmam os autores.
Um empreendedor com sucesso tem os seguintes atributos:
a) Orientação própria sente-se absolutamente à vontade como seu próprio chefe, auto-disciplinado.
b) Auto-incentivo: acredita na sua própria idéia quando mais ninguém acredita e é capaz de alimentar seu próprio entusiasmo.
c) Orientação para Ação: não se satisfaz com grandes ideias comerciais. O mais importante é o desejo intenso de realizar, atualizar e transformar seu sonho em realidade.
d) Alto nível de energia: é emocional, mental e fisicamente capaz de trabalhar por um longo e intenso período.
e) Tolerância com a incerteza: os empreendedores bem sucedidos só assumem riscos calculados (se possível); não obstante, é preciso que sejam capazes de assumir algum risco.
f) Não há meios mágicos para se prever quem pode se tornar um empreendedor; porém, os empreendedores precisam ter uma combinação de visão e capacidade de agir para realizar essa visão. Os empreendedores procuram independência, desafio, realização e justa compensação.
g) Compensação: as pessoas, às vezes, iniciam seus próprios negócios porque acham que seus esforços, dentro da organização, não foram satisfatoriamente recompensados.
h) Independência: embora procure compensação equitativa, a maioria dos empreendedores não é obcecada por dinheiro. Isso representa uma grande mudança da situação de décadas anteriores, quando os empresários se estabeleciam, principalmente, devido ao dinheiro.
i) Desafio: algumas pessoas trabalham por conta própria, pois é o único meio pelo qual podem satisfazer sua necessidade de desafio.
h) Realização: concorda-se, geralmente, que os empreendedores buscam realização, ao passo que os gerentes bem sucedidos desejam o poder.
O papel distintivo, e mesmo decisivo, do empreendedor, é este o indivíduo que concebe ou assume um empreendimento enxerga e explora oportunidades e constitui a força motriz das mudanças e aperfeiçoamento econômicos.
O empreendedor fez muito - e ainda faz - pela economia. Ele brilha em um conjunto à sombra de trabalhadores braçais, de funcionários de colarinhos azuis, de executivos empertigados e dos mais variados burocratas empresariais. Ao contrário do capitalista, o empreendedor não carrega consigo nenhum complexo de culpa de origem marxista.
A inovação e a contribuição peculiar do empreendedor poderiam ser mais bem financiadas, incentivadas e recompensadas, se o inovador estivesse livre de ameaças de imitação e da concorrência.
Por isso é fundamental para administrar bem a inovação, pensar detidamente no que se esperar e quando. Inevitavelmente, essas expectativas são mudadas pelos acontecimentos. Mas a menos que haja resultados intermediários no caminho, a inovação não está sendo administrada.
Uma estratégia para a inovação tem que ser baseada na clara aceitação do risco de fracasso e do risco talvez mais perigoso do "quase sucesso". É tão importante decidir quando abandonar um esforço inovador como saber qual deles iniciar.
Assim é particularmente crucial para bem administrar a inovação ponderar longamente e confiar ao papel às próprias expectativas.
E posteriormente, quando a inovação se converter em produto, processo ou empreendimento, comparar as expectativas com a realidade. Se a realidade estiver muito aquém das expectativas deve-se a seguinte indagação: "Não seria melhor abandonar isto já? Mas como?"
Na empresa tradicional, a alta administração é a instância final. Isto significa, com efeito, que o mais importante poder da administração superior é o veto e sua função mais importante é dizer "não" a propostas e idéias que não estejam completamente justificadas e elaboradas.
Na organização inovadora, a primeira e mais importante atribuição da alta administração é o contrário: são converter idéias poucas práticas, inclusas, a alta administração considera sua atribuição ouvir as idéias e levá-las a sério.
Novas idéias são sempre "poucas práticas” e são necessárias muitas idéias tolas para se encontrar uma viável.
Aliás, nas etapas iniciais não há meio de distinguir a idéia tola daquela marcada pela genialidade. Ambas parecem igualmente impossíveis ou igualmente brilhantes.
A alta administração na empresa inovadora não somente "encoraja" as idéias, mas também indaga continuamente: "Que é que essa idéia teria que possuir para ser prática, realista, efetiva?"
Por isso, mesmo as idéias mais extravagantes e tolas são objeto de consideração, pois poderão conter alguma coisa nova, cuja exeqüibilidade possa ser avaliada.
Isso, contudo, pressupõe a reestruturação das relações entre a alta administração e o grupo humano dentro da empresa. A organização tradicional, naturalmente permanece.
Aliás, no organograma da organização, não é fácil distinguir a que é inovadora da que segue normas mais rigidamente burocráticas. Nem uma organização inovadora precisa absolutamente ser "permissiva" ou "democrática".
Mas em companhias inovadoras o executivo sênior costuma realizar reuniões com os mais jovens sem uma agenda. Senta-se com eles e simplesmente pergunta: "Que oportunidades vocês vêem"?
Os empreendedores são maravilhosos criadores de empregos. Mas o que é um Empreendedor/ Criador de Empresas? Peter Drucker avisa que este título não pode ser aplicado a todo o audacioso que inicia um pequeno negócio.
Quando um indivíduo abre um restaurante, sem dúvida, está arriscando; mas não será um empreendedor, por tentar fazer algo familiar. E, no entanto, ele pode estar em um negócio totalmente novo e ainda assim não se qualificar como empreendedor/criador de empresas.
Qual, então, a prova decisiva? Os empreendedores são pessoas que estão simultaneamente criando novos tipos de procura e aplicando novos e insólitos conceitos administrativos.
Eles não devem surgir necessariamente, no empreendimento privado; autoridades, universitários e administradores municipais podem atuar de forma empreendedora - embora um estudo de caso do setor privado familiar sirva muito bem para tornar clara a concepção que, temos também os Empreendedores Sociais - indivíduos que se dedicam a atacar problemas como a Sida, abuso de crianças, alcoolismo, dentre outros.
Para milhões de pessoas, ter o seu próprio negócio ainda é o melhor meio de trabalhar na sociedade de informação, de eletrônica ou de serviços. Que o indivíduo inicie um trabalho em casa ou levante milhões de capital de risco, aplica-se o clássico conselho: descubra uma necessidade e satisfaça-a.
Desde que possua visão, acredite em si próprio e tenha capacidade especial de transformar sua visão em realidade.
As mudanças nos recursos estratégicos do capital para informação, conhecimento e criatividade são os fatores principais que impulsionam a expansão empreendedora atual. Mas há outros. As organizações não oferecem mais a segurança que sugeriam.
O candidato a empreendedor imagina: se é para correr o risco de qualquer forma, por que não arriscar um pouco mais e possivelmente colher grandes recompensas?
Ao tornar-se um empreendedor ou simplesmente trabalhar para si próprio, o empreendedor é motivado por necessidades pessoais.
Os empreendedores são pessoas viciadas em entusiasmo; pessoas que progridem assumindo riscos.
Para o empreendedor o trabalho não oferece muita emoção, a menos que oferte riscos. E observa-se que os empreendedores também gostam de jogar. Pode-se discordar e acreditar ser um mito retratar os empresários como pessoas que adoram assumir riscos. A maioria dos empreendedores assume riscos moderada e calculadamente; eles não estão jogando, afirmam os autores.
Um empreendedor com sucesso tem os seguintes atributos:
a) Orientação própria sente-se absolutamente à vontade como seu próprio chefe, auto-disciplinado.
b) Auto-incentivo: acredita na sua própria idéia quando mais ninguém acredita e é capaz de alimentar seu próprio entusiasmo.
c) Orientação para Ação: não se satisfaz com grandes ideias comerciais. O mais importante é o desejo intenso de realizar, atualizar e transformar seu sonho em realidade.
d) Alto nível de energia: é emocional, mental e fisicamente capaz de trabalhar por um longo e intenso período.
e) Tolerância com a incerteza: os empreendedores bem sucedidos só assumem riscos calculados (se possível); não obstante, é preciso que sejam capazes de assumir algum risco.
f) Não há meios mágicos para se prever quem pode se tornar um empreendedor; porém, os empreendedores precisam ter uma combinação de visão e capacidade de agir para realizar essa visão. Os empreendedores procuram independência, desafio, realização e justa compensação.
g) Compensação: as pessoas, às vezes, iniciam seus próprios negócios porque acham que seus esforços, dentro da organização, não foram satisfatoriamente recompensados.
h) Independência: embora procure compensação equitativa, a maioria dos empreendedores não é obcecada por dinheiro. Isso representa uma grande mudança da situação de décadas anteriores, quando os empresários se estabeleciam, principalmente, devido ao dinheiro.
i) Desafio: algumas pessoas trabalham por conta própria, pois é o único meio pelo qual podem satisfazer sua necessidade de desafio.
h) Realização: concorda-se, geralmente, que os empreendedores buscam realização, ao passo que os gerentes bem sucedidos desejam o poder.
O papel distintivo, e mesmo decisivo, do empreendedor, é este o indivíduo que concebe ou assume um empreendimento enxerga e explora oportunidades e constitui a força motriz das mudanças e aperfeiçoamento econômicos.
O empreendedor fez muito - e ainda faz - pela economia. Ele brilha em um conjunto à sombra de trabalhadores braçais, de funcionários de colarinhos azuis, de executivos empertigados e dos mais variados burocratas empresariais. Ao contrário do capitalista, o empreendedor não carrega consigo nenhum complexo de culpa de origem marxista.
A inovação e a contribuição peculiar do empreendedor poderiam ser mais bem financiadas, incentivadas e recompensadas, se o inovador estivesse livre de ameaças de imitação e da concorrência.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
INOVAR: BUSCAR O NOVO E O DIFERENTE
A medida de qualquer inovação é seu impacto no meio ambiente. A inovação em uma empresa deve, portanto ter em vista sempre o mercado. A inovação concentrada na produção provavelmente fará "milagres de tecnologia " mas decepcionará em termos de lucros.
Os mais inovadores dentre os laboratórios de produtos farmacêuticos definem sua meta sob a forma de novos remédios que representarão significativa diferença para a clínica médica e para a saúde dos pacientes.
Não definem inovação em termos de pesquisa, mas em termos do exercício da medicina. Da mesma forma, as empresas de comunicação se propunham constantemente a pergunta: "O que poderia tornar diferente o "serviço de comunicação"?
Não surpreende, pois, que seja o inovador mais voltado para o mercado alcançou os avanços técnicos ou científicos mais importantes. Começar com a necessidade de mudança expressa pelo consumidor ou cliente é muitas vezes o caminho mais direto para definir uma nova ciência, um novo saber, uma tecnologia, gerando.
Podemos fazer cinco constatações. Primeira: a: tecnologia arrasta-se em domínios tão importantes como biotecnologia ou ambiente. Segunda: a poluição ambiental é subvencionada porque os custos ambientais não são levados em conta no sistema de preços. Terceira: um sistema fiscal parcial penaliza empreendedores e trabalhadores. Quarta: os efeitos do automóvel e da sociedade de informação estão ausentes das estruturas fiscais em matérias de urbanismo e de propriedade. Quinta: as cidades, por isto, degeneraram em centros de criminalidade e de economia subterrânea.
A obsolescência é explicada pelo fracasso do sistema de preços em incorporar os valores do ambiente e da qualidade de vida. Para mudar apontam-se três pistas: a reorientação dos objetivos da tecnologia, que passariam da realização de economias em empregos para economias de recursos em geral; a integração dos custos ambientais nos preços dos bens e dos serviços; e uma revisão drástica dos modelos urbanos e espaciais.
Sugerem-se ações em economia e finanças (taxas sobre poluidores, incentivos a investimentos ambientais); em educação e tecnologia; em legislação e regulamentação (responsabilidade civil dos poluidores); no novo modelo de ordenamento do território; e na consagração do respeito no comércio internacional.
A vulnerabilidade "econômica" básica de um processo, uma tecnologia ou uma indústria indica a necessidade de inovação. Sempre que o mercado para uma determinada indústria cresce sem aumentar-lhe adequadamente a rentabilidade pode-se prever que uma importante inovação (no processo, produto, meios de distribuição ou expectativas da clientela) produzirá excelentes resultados.
Outra área de oportunidade inovadora é a explosão das conseqüências de eventos que já aconteceram, mas que ainda não exerceram impacto econômico. O crescimento demográfico, isto é, mudança da população está entre as mais importantes e também as mais certas.
Mudanças na área dos conhecimentos são menos certas - o tempo preciso para liderá-las é difícil de prever. Mas também elas oferecem oportunidades. Em seguida, mais importantes, porém menos certas, são mudanças de percepção, de visão, de expectativas do povo.
Por outro lado, naturalmente, há as inovações inesperadas e que mudam o mundo em vez de explorá-lo. São as inovações em que um "empreendedor" faz um esforço para que algo aconteça.
São estas as inovações verdadeiramente importantes. São as inovações de um Henry Ford, que descortinou algo que não existia então, como foi o mercado de massas, e se empenhou em torná-lo realidade.
Estas inovações jazem fora da distribuição das probabilidades - ou, pelo menos, se acham em pontos tão extremos que se tornam altamente improváveis. São também as mais arriscadas.
Para cada uma destas inovações bem sucedida, deve haver noventa e nove que malogram noventa e nove que foram sepultadas em completo silêncio. Assim, embora elas devam ficar sob observação, não podem ser objeto de atividade sistemática dentro da empresa.
Um negócio em funcionamento presume que as atuais linhas de produção e de serviços, os atuais mercados e canais de distribuição, as atuais tecnologias e processos continuarão. Desta forma o primeiro objetivo de uma estratégia para uma empresa em funcionamento é aperfeiçoar o que já existe ou está sendo criado.
Em contraste, a estratégia inovadora presume que o que quer que exista está envelhecendo e logo terá que ser mudado ou substituído. A divisa de uma estratégia para o negócio em funcionamento poderia ser por isso: "Melhor e Mais". Para a estratégia inovadora a divisa tem que ser: "Novo e Diferente".
A base da estratégia inovadora é o planejamento e o sistemático abandono do velho e moribundo, do obsoleto.
As organizações inovadoras não gastam nem tempo nem recursos na defesa do ontem. Somente o sistemático abandono do ontem pode liberar os recursos, e especialmente o recurso mais escasso de todos, gente capaz para trabalhar no novo.
Em segundo lugar numa estratégia de inovação deve estar o reconhecimento de que seus objetivos devem ser bastante ambiciosos. É tão difícil, via de regra, introduzir uma modificação secundária num produto existente quanto fazer uma inovação. Em ambos os casos, o índice de perecimento das inovações é - e deve ser - alto.
A estratégia inovadora por isso visa criar um novo empreendimento em vez de um produto dentro de uma linha já estabelecida. Visa a criar uma nova capacidade de desempenho e uma melhoria.
O alvo dos esforços de inovação e capacidade de desempenho e não uma melhoria. O alvo dos esforços de inovação é obter uma diferença significativa. O que é significativamente diferente não é uma decisão técnica.
Não é a qualidade da ciência que faz a diferença. Não é o valor patrimonial de um empreendimento nem a dificuldade de criá-lo a diferença significativa está no impacto sobre o mercado e o público consumidor.
A inovação não continua numa rigorosa progressão linear. Durante muito tempo, às vezes anos, há apenas esforços e nenhum resultado. Os primeiros resultados são em geral modestos. Aliás, os primeiros produtos são raramente o que o cliente comprará futuramente. Os primeiros mercados são raramente os principais mercados.
Ainda mais difícil de prever do que o posterior o sucesso do verdadeiramente novo é o tempo que ele levará para se firmar.
Há os casos do computador, dos antibióticos, da máquina Xerox – todas as invenções que dominaram o mercado. Mas para cada inovação bem sucedida cujos resultados são mais rápidos do que os previstos há cinco outras - que bem acabam muitas vezes logrando igual sucesso - que durante muitos anos fazem, quando muito pequenos e frustradores progressos.
É o caso do navio a vapor. Em 1835 sua superioridade já estava claramente estabelecida; mas só veio a substituir o navio a vela 50 anos depois. Com efeito, a "idade de ouro da navegação" em que os grandes transatlânticos alcançaram a perfeição começou somente depois que o navio a vapor foi plenamente desenvolvido.
Durante quase meio século, em outras palavras, o navio a vapor continuou a ser "amanhã” e nunca parecia tornar-se "hoje".
Um dia, porém, depois de demorada gestação, o sucesso da inovação desponta meteoricamente. Dentro de poucos anos torna-se uma nova indústria importante ou uma nova linha principal de produtos e de mercado. Mas até alcançar esse ponto não se pode prever quando a inovação deslanchará, nem se jamais o fará.
A estratégia da inovação requer diferentes julgamentos e uso de orçamentos e controle orçamentários diferentes daqueles apropriados aos negócios em funcionamento.
Impor aos esforços de inovação os julgamentos e especialmente as convenções contábeis adequados aos negócios existentes, e má orientação. Inutiliza o esforço de inovação da mesma forma que se estropiaria umas crianças de seis anos se de repente se pusesse sobre ela um volume de cinqüenta quilos.
Finalmente, quando a inovação se torna bem sucedida pode converter-se em ameaça. Porque então ela precisa de controles apropriados a um crescimento rápido, isto é, controles que mostrem quais os esforços e investimentos que são necessários para expansão excessiva.
No esforço inovador a primeira e mais sério pergunta é "Será esta a oportunidade certa?" E se a resposta é afirmativa pergunta-se. "Qual o máximo de pessoas competentes e de recursos básicos que podem ser acionados produtivamente nesta etapa?"
Um sistema separado de julgamento para o esforço inovador possibilita a avaliação dos três fatores que determinam a estratégia inovadora: a oportunidade definitiva, o risco do malogro e o esforço e despesas necessários. De outra forma o esforço continuará ou será até acelerado quando a oportunidade é extremamente limitada e o risco de insucesso grande.
Os mais inovadores dentre os laboratórios de produtos farmacêuticos definem sua meta sob a forma de novos remédios que representarão significativa diferença para a clínica médica e para a saúde dos pacientes.
Não definem inovação em termos de pesquisa, mas em termos do exercício da medicina. Da mesma forma, as empresas de comunicação se propunham constantemente a pergunta: "O que poderia tornar diferente o "serviço de comunicação"?
Não surpreende, pois, que seja o inovador mais voltado para o mercado alcançou os avanços técnicos ou científicos mais importantes. Começar com a necessidade de mudança expressa pelo consumidor ou cliente é muitas vezes o caminho mais direto para definir uma nova ciência, um novo saber, uma tecnologia, gerando.
Podemos fazer cinco constatações. Primeira: a: tecnologia arrasta-se em domínios tão importantes como biotecnologia ou ambiente. Segunda: a poluição ambiental é subvencionada porque os custos ambientais não são levados em conta no sistema de preços. Terceira: um sistema fiscal parcial penaliza empreendedores e trabalhadores. Quarta: os efeitos do automóvel e da sociedade de informação estão ausentes das estruturas fiscais em matérias de urbanismo e de propriedade. Quinta: as cidades, por isto, degeneraram em centros de criminalidade e de economia subterrânea.
A obsolescência é explicada pelo fracasso do sistema de preços em incorporar os valores do ambiente e da qualidade de vida. Para mudar apontam-se três pistas: a reorientação dos objetivos da tecnologia, que passariam da realização de economias em empregos para economias de recursos em geral; a integração dos custos ambientais nos preços dos bens e dos serviços; e uma revisão drástica dos modelos urbanos e espaciais.
Sugerem-se ações em economia e finanças (taxas sobre poluidores, incentivos a investimentos ambientais); em educação e tecnologia; em legislação e regulamentação (responsabilidade civil dos poluidores); no novo modelo de ordenamento do território; e na consagração do respeito no comércio internacional.
A vulnerabilidade "econômica" básica de um processo, uma tecnologia ou uma indústria indica a necessidade de inovação. Sempre que o mercado para uma determinada indústria cresce sem aumentar-lhe adequadamente a rentabilidade pode-se prever que uma importante inovação (no processo, produto, meios de distribuição ou expectativas da clientela) produzirá excelentes resultados.
Outra área de oportunidade inovadora é a explosão das conseqüências de eventos que já aconteceram, mas que ainda não exerceram impacto econômico. O crescimento demográfico, isto é, mudança da população está entre as mais importantes e também as mais certas.
Mudanças na área dos conhecimentos são menos certas - o tempo preciso para liderá-las é difícil de prever. Mas também elas oferecem oportunidades. Em seguida, mais importantes, porém menos certas, são mudanças de percepção, de visão, de expectativas do povo.
Por outro lado, naturalmente, há as inovações inesperadas e que mudam o mundo em vez de explorá-lo. São as inovações em que um "empreendedor" faz um esforço para que algo aconteça.
São estas as inovações verdadeiramente importantes. São as inovações de um Henry Ford, que descortinou algo que não existia então, como foi o mercado de massas, e se empenhou em torná-lo realidade.
Estas inovações jazem fora da distribuição das probabilidades - ou, pelo menos, se acham em pontos tão extremos que se tornam altamente improváveis. São também as mais arriscadas.
Para cada uma destas inovações bem sucedida, deve haver noventa e nove que malogram noventa e nove que foram sepultadas em completo silêncio. Assim, embora elas devam ficar sob observação, não podem ser objeto de atividade sistemática dentro da empresa.
Um negócio em funcionamento presume que as atuais linhas de produção e de serviços, os atuais mercados e canais de distribuição, as atuais tecnologias e processos continuarão. Desta forma o primeiro objetivo de uma estratégia para uma empresa em funcionamento é aperfeiçoar o que já existe ou está sendo criado.
Em contraste, a estratégia inovadora presume que o que quer que exista está envelhecendo e logo terá que ser mudado ou substituído. A divisa de uma estratégia para o negócio em funcionamento poderia ser por isso: "Melhor e Mais". Para a estratégia inovadora a divisa tem que ser: "Novo e Diferente".
A base da estratégia inovadora é o planejamento e o sistemático abandono do velho e moribundo, do obsoleto.
As organizações inovadoras não gastam nem tempo nem recursos na defesa do ontem. Somente o sistemático abandono do ontem pode liberar os recursos, e especialmente o recurso mais escasso de todos, gente capaz para trabalhar no novo.
Em segundo lugar numa estratégia de inovação deve estar o reconhecimento de que seus objetivos devem ser bastante ambiciosos. É tão difícil, via de regra, introduzir uma modificação secundária num produto existente quanto fazer uma inovação. Em ambos os casos, o índice de perecimento das inovações é - e deve ser - alto.
A estratégia inovadora por isso visa criar um novo empreendimento em vez de um produto dentro de uma linha já estabelecida. Visa a criar uma nova capacidade de desempenho e uma melhoria.
O alvo dos esforços de inovação e capacidade de desempenho e não uma melhoria. O alvo dos esforços de inovação é obter uma diferença significativa. O que é significativamente diferente não é uma decisão técnica.
Não é a qualidade da ciência que faz a diferença. Não é o valor patrimonial de um empreendimento nem a dificuldade de criá-lo a diferença significativa está no impacto sobre o mercado e o público consumidor.
A inovação não continua numa rigorosa progressão linear. Durante muito tempo, às vezes anos, há apenas esforços e nenhum resultado. Os primeiros resultados são em geral modestos. Aliás, os primeiros produtos são raramente o que o cliente comprará futuramente. Os primeiros mercados são raramente os principais mercados.
Ainda mais difícil de prever do que o posterior o sucesso do verdadeiramente novo é o tempo que ele levará para se firmar.
Há os casos do computador, dos antibióticos, da máquina Xerox – todas as invenções que dominaram o mercado. Mas para cada inovação bem sucedida cujos resultados são mais rápidos do que os previstos há cinco outras - que bem acabam muitas vezes logrando igual sucesso - que durante muitos anos fazem, quando muito pequenos e frustradores progressos.
É o caso do navio a vapor. Em 1835 sua superioridade já estava claramente estabelecida; mas só veio a substituir o navio a vela 50 anos depois. Com efeito, a "idade de ouro da navegação" em que os grandes transatlânticos alcançaram a perfeição começou somente depois que o navio a vapor foi plenamente desenvolvido.
Durante quase meio século, em outras palavras, o navio a vapor continuou a ser "amanhã” e nunca parecia tornar-se "hoje".
Um dia, porém, depois de demorada gestação, o sucesso da inovação desponta meteoricamente. Dentro de poucos anos torna-se uma nova indústria importante ou uma nova linha principal de produtos e de mercado. Mas até alcançar esse ponto não se pode prever quando a inovação deslanchará, nem se jamais o fará.
A estratégia da inovação requer diferentes julgamentos e uso de orçamentos e controle orçamentários diferentes daqueles apropriados aos negócios em funcionamento.
Impor aos esforços de inovação os julgamentos e especialmente as convenções contábeis adequados aos negócios existentes, e má orientação. Inutiliza o esforço de inovação da mesma forma que se estropiaria umas crianças de seis anos se de repente se pusesse sobre ela um volume de cinqüenta quilos.
Finalmente, quando a inovação se torna bem sucedida pode converter-se em ameaça. Porque então ela precisa de controles apropriados a um crescimento rápido, isto é, controles que mostrem quais os esforços e investimentos que são necessários para expansão excessiva.
No esforço inovador a primeira e mais sério pergunta é "Será esta a oportunidade certa?" E se a resposta é afirmativa pergunta-se. "Qual o máximo de pessoas competentes e de recursos básicos que podem ser acionados produtivamente nesta etapa?"
Um sistema separado de julgamento para o esforço inovador possibilita a avaliação dos três fatores que determinam a estratégia inovadora: a oportunidade definitiva, o risco do malogro e o esforço e despesas necessários. De outra forma o esforço continuará ou será até acelerado quando a oportunidade é extremamente limitada e o risco de insucesso grande.
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