quarta-feira, 3 de setembro de 2014

EMPREENDEDORISMO NA INSTITUIÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO

EMPREENDEDORISMO NA INSTITUIÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO
Instituições de serviço público - como órgãos do governo, sindicatos, igrejas, universidades e escolas, hospitais, organizações comunitárias e de caridade, associações profissionais e setores afins - precisam ser empreendedoras e inovadoras quanto as de negócios.
Na verdade, precisam de sê-las ainda mais. As rápidas mudanças atuais na sociedade, na tecnologia e na economia são, ao mesmo tempo, para elas, tanto uma grande ameaça, quanto uma grande oportunidade.
No entanto as instituições de serviço publico acham inovar mais difícil até do que as mais burocráticas companhias. O existente parece ser um obstáculo ainda maior para elas. Com certeza, cada instituição de serviço gosta de crescer.
Na ausência do teste do lucro, o tamanho é o único critério de sucesso de uma instituição de serviços, e o crescimento é uma meta em si mesma. E depois, é claro, existe muito mais a ser feito.Mas, parar com o que sempre tem sido feito e passar a fazer algo novo são igualmente anátemas para as instituições de serviços, ou pelo menos algo doloroso para elas.
A maioria das inovações nas instituições de serviço público é imposta a elas por gente de fora ou por catástrofes. Um dos melhores exemplos de pensamento inovador na história americana, o New Deal de 1933 - 1936, foi desencadeado por uma depressão tão severa que quase esgarçou o tecido social americano.
Críticos da burocracia jogam a culpa pela resistência das instituições de serviço publico em relação ao empreendedorismo e a inovação nos tímidos burocráticas, naqueles que simplesmente vão levando o que nunca enfrentam uma folha de pagamento, ou que nos políticos sedentos por poder.
As pessoas mais empreendedoras e inovadoras se comportam como as mais desmotivadas burocratas ou políticos sedentos de poder seis meses depois de terem assumido a administração de uma instituição de serviço público, particularmente quando se trata de um órgão público.
As forças que impedem o empreendedorismo e a inovação numa instituição de serviço público são inerentes a ela, parte integrante dela, inseparáveis. A melhor prova disso são as equipas de serviço internas nos negócios, que são, na verdade, as instituições de serviço publico dentro das corporações de negócios. Elas são quase sempre lideradas por pessoas quem vêm de fora e que provaram sua capacidade de desempenho em mercados competitivos. E, no entanto, as equipes internas se serviço não se destacam como inovadoras. Elas são boas para construir impérios - e sempre querem fazer mais do mesmo. Elas resistem a abdicar de qualquer coisa que estejam fazendo. E raramente inovam depois que se estabelecem.
Há inovações que modificam o produto e inovações que modificam os processos para seu suprimento. A inovação pode originar-se de necessidades do mercado ou do consumidor; a necessidade pode ser a mãe da inovação. Ou pode resultar do trabalho de aperfeiçoamento da capacidade e do conhecimento, realizado em escolas e laboratórios.
A dificuldade consiste na medição dos resultados possíveis. O autor recomenda estas cinco metas de inovação:
• Novos produtos ou serviços, necessários a que se alcancem os objetivos de marketing.
• Novos produtos ou serviços que se tomarão necessários em face de mudanças tecnológicas capazes de tomar obsoletos os produtos atuais.
• Aperfeiçoamento nos produtos, necessários tanto para alcançar os objetivos de mercado como para antecipar mudanças tecnológicas esperadas.
• Novos processos e aperfeiçoamentos de processos antigos, necessários para satisfazer metas de mercado - por exemplo, aperfeiçoamentos de fabricação destinados a possibilitar o alcance de objetivos de preço.
• Inovações e melhorias em todos os principais campos de atividade - em contabilidade ou desenho, em trabalhos de escritório ou relações trabalhistas - de maneira a manter a firma em dia com os progressos em matéria de conhecimento e habilidade.
"Muitas companhias devem a posição de liderança, que hoje desfrutam, à atividade de uma geração que labutou há vinte e cinco anos ou mais. Muitas companhias hoje desconhecidas do público liderarão amanhã seus ramos industriais em virtude de suas inovações de hoje. A empresa bem sucedida corre sempre o risco de estar vivendo à custa da energia inovadora acumulada uma geração atrás."
A inovação traz consigo três riscos:
• o risco de ser surpreendido pela inovação;
• o risco do malôgro da inovação e
• o maior de todos, o risco do êxito da inovação.
Sobre este último, podemos afirmar que  os riscos da exposição e do fracasso são pequenos se comparados ao terceiro: o do êxito da inovação. Que impacto terá uma inovação bem-sucedida além do que é desejado? Que novas e inesperadas mudanças irá - produzir? Que influência irá ter sobre a estrutura social, sobre suas crenças e seus laços comunitários?"
A inovação não é somente oportunidade, é acima de tudo responsabilidade. Ninguém é responsável pela sorte; ninguém pode fazer algo a esse respeito. Podemos apenas bendizer o progresso inevitável, ou lamentá-lo; podemos, no máximo, tentar retardá-lo. Mas a inovação é escolhida deliberada e assim somos responsáveis pelas suas consequências. A inovação é, consequentemente, sempre de natureza ética - tanto quanto ela é um processo intelectual e uma percepção estética.
Temos quatro requisitos para a inovação bem-sucedida na instituições de serviço público:
a) Ter uma clara definição demissão;
b) Estabelecer metas que sejam alcançáveis e enunciá-las segundo o ótimo e não o máximo teórico.
c) Investigas objetivos que não estejam sendo alcançados depois de repetidas tentativas.O fracasso em alcançar objetivos depois de repetidas tentativas significa que eles devem ser redefinidos ou abandonados;
d) Introduzir nas instituições de serviço publico políticas e práticas empreendedoras que comprovadamente tenham funcionado em outros setores da economia.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

EMPREENDEDORISMO: CRIAR, MANTER E FIDELIZAR CLIENTES

EMPREENDEDORISMO: CRIAR, MANTER E FIDELIZAR CLIENTES
Os melhores empreendedores são, antes de mais nada , gestores eficazes. Aqueles que querem liderar, mas não conseguem administrar, tornaram-se irrelevante ou perigosos, não só para suas organizações, mas para a sociedade
Para que uma sociedade livre funcione precisamos ser instituições com alto desempenho, autogeridas, em todos os setores, não só nos negócios, porém também nos setores sociais. Sem isso, a única alternativa
Peter Drucker, o pai da administração, afirmou que a liderança de um negócio começa pela formulação de uma "teoria do negócio" válida.
A teoria do negócio é a maneira pela qual uma organização cria valor para seus clientes, e o conceito é portanto, aplicável a todas as organizações, não apenas às comerciais.
Formular essa teoria requer dar respostas às seguintes questões: Qual a nossa missão? Quais são as nossas competências-chave? quem são os nossos clientes e quem não são os nossos não clientes? O que é importante para ele? Como é possível ganhar dinheiro com esse negócio? Qual a lógica econômica permite entregar aos cliente aquilo que ele deseja a um custo suportável? O que consideramos resultados para a empresa? Como deve ser a nossa teoria? (Isso, por sua vez, requer que os empreendedores procurem a oportunidade de inovação).
Em 1911 Schumpeter apresentou-nos a destruição criativa que encontra-se intimamente relacionada do o espírito empreendedor que encontram-se presentes em tempos cada vez mais turbulentos gerados pela internet que oferece a todos igual acesso à informação e elimina distancias na economia mundial
Ao tirar vantagem dessas tendências emergentes, os empreendedores abraçam o processo de destruição criativa em andamento, que é característicos dos mercados livres e  globais e, ao fazerem isto, tornam-se líderes de mudanças. Para eles, uma organização que procura manter o status quo já está em decadência.
Qualquer empreendimento existente, seja um negócio, uma igreja, um sindicato ou um hospital, desaba se não houver administração. Não inovar é maior razão isolada para o declínio das organizações existentes. Não saber como administrar é a maior razão isolada para o fracasso de novos empreendimentos.
Entramos de novo na era da inovação, e ela de modo algum se restringe à "alta tecnologia" ou mesmo à tecnologia em geral. Na verdade, a inovação social pode ter importância e impacto maiores do que qualquer invenção científica ou técnica. Além disso, temos agora uma "disciplina" do  espírito empreendedor e da inovação
Os empreendedores devem sempre aperfeiçoar aquilo que já existe  e que é já conhecido. Devem redirecionar recursos de áreas com resultados baixos ou decrescentes para aquela com resultados altos ou crescentes.Precisam se despegar do ontem e tornar obsoleto o que já existe e já conhecido. Tem que criar o amanhã.
O empreendedor precisa otimizar o rendimento dos seus recursos. Isso é eficiência, ou seja fazer melhor o que já está sendo feito. Deve-se focar em oportunidades para criar, manter e fidelizar clientes, produzir receitas, criar mercados e mudar as características econômica dos produtos/serviços e mercados existentes,
A eficiência é o alicerce do sucesso - a eficiência é condição mínima para a sobrevivência depois que o sucesso foi alcançado. Eficiência refere-se a fazer as coisas do jeito certo. A eficácia, a fazer as cosas certas.
A nova realidade é que o conhecimento é o recurso-chave da sociedade, e os trabalhadores do conhecimento constituem o grupo dominante na força de trabalho. A principais características da economia do conhecimento são: a) ausência de fronteiras, pois o conhecimento viaja com facilidade ainda maior do que o dinheiro; b) mobilidade ascendente, disponível a qualquer pessoa por meio da educação formal e facilmente adquirida; e c) potencial para o fracasso assim como para sucesso. Qualquer um pode adquirir os "meios de produção " - ou seja, o conhecimento exigido para o trabalho -, mas nem podem vencer.
As novas tendências demográficas têm tido significativo impacto nas oportunidades nos empreendimentos que hoje são objeto de análise dos empreendedores. Essas mudanças criam um elenco considerável para o crescente surgimento de negócios fundamentados na demografia.
As atividades empreendedoras começam pelo exterior e são focadas no exterior, onde estão os resultados. Tudo dentro de uma organização é um centro de custos.. Os resultados de qualquer instituição existem apenas no seu exterior.
Toda organização, seja comercial ou não, tem uma teoria do negócio,Sem dúvida, uma teoria, que seja clara, coerente  e focada é extraordinariamente poderosa.
Uma teoria do negócio possui três partes. Primeiro, há os pressupostos sobre o ambiente da organização: a sociedade e sua estrutura, o mercado, o cliente e a tecnologia. Depois temos os pressupostos sobre a missão especifica da organização. Então passamos para os pressupostos sobre as competências essenciais necessárias para cumprir missão da organização.
Os pressupostos sobre o ambiente definem aquilo porque uma organização é paga. Os sobre a missão determinam o que uma organização considera como resultados significativos; em outras palavras, eles apostam como ela se vê fazendo alguma diferença na economia e na sociedade em geral. Os pressupostos sobre as competências essenciais definem onde uma organização deve mostrar excelência a fim de manter a liderança.
Quando perguntamos o que é negócio, um empresário típico provavelmente responderá: "Uma organização voltada para o lucro". O economista típico provavelmente dará a mesma resposta. " voltada para maximizar os lucros"
A raiz da confusão é  a crença equivocada de que o motivo de uma pessoa - a chamada motivação de lucro do empreendedor - é uma explicação de seu comportamento ou seu guia para a ação correta. É altamente duvidoso se existe  de fato algo como a motivação de lucro.
Isso foi inventado pelos economistas clássicos para justificar  a realidade econômica, já que a sua teoria de equilíbrio estático não era capaz de explicar. Nunca houve qualquer evidência de que existisse uma explicação para os fenômenos da mudança e do crescimento econômico, sobre os quais a motivação de lucro foi antes convocada para explicar.
O conceito de que o objetivo de uma negócio é lucro é pior ainda que irrelevante, ele é prejudicial. É uma das causas principais para a má compreensão da natureza do lucro na nossa sociedade e para a hostilidade  em relação a ele, que estão entre os males  mais perigosos  de uma sociedade  ou organização.
Ele é em grande parte responsável pelos piores erros de uma política pública- nos Estados Unidos  assim como na Europa ocidental -, que são francamente baseados na falha em compreender a natureza, a função e crença predominante de que  existe  uma contradição inerente entre o lucro e a capacidade  de uma companhia de dar contribuição social. Na realidade, uma companhia só pode dar uma contribuição social se for altamente lucrativa.
Peter Drucker nos ensina que é o cliente que determina o que o que um negócio é. É o cliente, e só ele, que faz com que uma disposição de pagar por um bem ou serviço converta recursos econômicos em riquezas, e coisas em bens . O que o cliente compra e considera como valor nunca é um produto/serviço: é sempre uma utilidade, ou seja, o que o produto ou serviço faz por ele.
Como o propósito da qualquer empreendimento é cria, manter e fidelizar cliente, ela tem duas - e apenas essas duas - funções básicas: o marketing e inovação.
O objetivo do marketing é conhecer e compreender tão bem o cliente de modo a permitir que o produto ou serviço a ele se mostre adequado e venda sozinho
A segunda função básica de qualquer empreendimento é a inovação - a provisão de satisfações econômicas diferentes. Não é suficiente que o negócio ofereça apenas bens e serviços quaisquer. deve oferecer produtos e serviços melhores e mais econômico. Um negócio não precisa ficar maior; mais é necessário que constantemente melhor.
Acima de tudo inovação não é invenção. Trata-se de um termo de economia e não de tecnologia. Inovações não técnicas - inovações sociais ou econômicas - são pelo menos tão importante quanto as tecnológicas.
A inovação pode ser definida como atarefa de dota os recursos humanos e materiais com uma capacidade nova e maior de produzir riqueza. Converter as necessidades em oportunidades para negócios lucrativos é uma forma de inovar.
A definição do propósito do negócio e da missão do negócio existe apenas um foco, um ponto de partida. É o cliente. O cliente define o negócio. Um negócio não é definido pelo nome da companhia, por estatutos ou artigos da corporação.
É definido pela necessidade que cliente satisfaz quando ele compra um produto ou serviço. Satisfazer o cliente é missão e propósito de todos os empreendimentos.
A pergunta " Qual é nosso negócio?" pode, portanto, ser respondido apenas olhando para o negócio a partir de fora, do ponto de vista do cliente e do mercado.  O cliente está interessado apenas em seus próprios valores,em suas próprias necessidades, em uma própria realidade. Por essa razão apenas, qualquer tentativa  séria de dizer " qual  é nosso negócio? deve começar com o cliente e suas realidade,situação, comportamento, expectativas e valores.
"Quem é cliente?" é a primeira pergunta e a mais crucia para a definição do propósito e da missão do negócio.Não se trata de uma questão fácil e muito menos óbvia. A maneira como é respondida determina, em grande parte, como o negócio se define a si mesmo.
É importante também perguntar "Onde está o cliente"? Um questionamento é "O que o cliente compra?"
Qual será nosso negócio?".visa a uma adaptação a mudanças previstas. Visa modificar, entender, desenvolver o negócio existente, atual. Mas há necessidade também de se perguntar " Qual deveria ser nosso negócio?" Que  oportunidades estão surgindo, ou podem ser criadas, para cumprir o propósito e a missão do negócio para que ele se torne um negócio diferente?
Os negócios que não conseguirem responder a essa questão provavelmente perderão sua grande oportunidade.
Relembremos que o lucro não é um objetivo, é um requisito que precisa ser objetivamente determinado em relação ao negócio individuo, à estratégia, às necessidades e aos riscos.
Marketing e inovação são as áreas básicas na definição dos objetivos. É nessas duas áreas que um negócio obtém seus resultados. É pelo desempenho e contribuição nessas áreas que o cliente paga.

Os melhores empreendedores são, antes de mais nada , gestores eficazes. Aqueles que querem liderar, mas não conseguem administrar, tornaram-se irrelevante ou perigosos, não só para suas organizações, mas para a sociedade
Para que uma sociedade livre funcione precisamos ser instituições com alto desempenho, autogeridas, em todos os setores, não só nos negócios, porém também nos setores sociais. Sem isso, a única alternativa
Peter Drucker, o pai da administração, afirmou que a liderança de um negócio começa pela formulação de uma "teoria do negócio" válida.
A teoria do negócio é a maneira pela qual uma organização cria valor para seus clientes, e o conceito é portanto, aplicável a todas as organizações, não apenas às comerciais.
Formular essa teoria requer dar respostas às seguintes questões: Qual a nossa missão? Quais são as nossas competências-chave? quem são os nossos clientes e quem não são os nossos não clientes? O que é importante para ele? Como é possível ganhar dinheiro com esse negócio? Qual a lógica econômica permite entregar aos cliente aquilo que ele deseja a um custo suportável? O que consideramos resultados para a empresa? Como deve ser a nossa teoria? (Isso, por sua vez, requer que os empreendedores procurem a oportunidade de inovação).
Em 1911 Schumpeter apresentou-nos a destruição criativa que encontra-se intimamente relacionada do o espírito empreendedor que encontram-se presentes em tempos cada vez mais turbulentos gerados pela internet que oferece a todos igual acesso à informação e elimina distancias na economia mundial
Ao tirar vantagem dessas tendências emergentes, os empreendedores abraçam o processo de destruição criativa em andamento, que é característicos dos mercados livres e  globais e, ao fazerem isto, tornam-se líderes de mudanças. Para eles, uma organização que procura manter o status quo já está em decadência.
Qualquer empreendimento existente, seja um negócio, uma igreja, um sindicato ou um hospital, desaba se não houver administração. Não inovar é maior razão isolada para o declínio das organizações existentes. Não saber como administrar é a maior razão isolada para o fracasso de novos empreendimentos.
Entramos de novo na era da inovação, e ela de modo algum se restringe à "alta tecnologia" ou mesmo à tecnologia em geral. Na verdade, a inovação social pode ter importância e impacto maiores do que qualquer invenção científica ou técnica. Além disso, temos agora uma "disciplina" do  espírito empreendedor e da inovação
Os empreendedores devem sempre aperfeiçoar aquilo que já existe  e que é já conhecido. Devem redirecionar recursos de áreas com resultados baixos ou decrescentes para aquela com resultados altos ou crescentes.Precisam se despegar do ontem e tornar obsoleto o que já existe e já conhecido. Tem que criar o amanhã.
O empreendedor precisa otimizar o rendimento dos seus recursos. Isso é eficiência, ou seja fazer melhor o que já está sendo feito. Deve-se focar em oportunidades para criar, manter e fidelizar clientes, produzir receitas, criar mercados e mudar as características econômica dos produtos/serviços e mercados existentes,
A eficiência é o alicerce do sucesso - a eficiência é condição mínima para a sobrevivência depois que o sucesso foi alcançado. Eficiência refere-se a fazer as coisas do jeito certo. A eficácia, a fazer as cosas certas.
A nova realidade é que o conhecimento é o recurso-chave da sociedade, e os trabalhadores do conhecimento constituem o grupo dominante na força de trabalho. A principais características da economia do conhecimento são: a) ausência de fronteiras, pois o conhecimento viaja com facilidade ainda maior do que o dinheiro; b) mobilidade ascendente, disponível a qualquer pessoa por meio da educação formal e facilmente adquirida; e c) potencial para o fracasso assim como para sucesso. Qualquer um pode adquirir os "meios de produção " - ou seja, o conhecimento exigido para o trabalho -, mas nem podem vencer.
As novas tendências demográficas têm tido significativo impacto nas oportunidades nos empreendimentos que hoje são objeto de análise dos empreendedores. Essas mudanças criam um elenco considerável para o crescente surgimento de negócios fundamentados na demografia.
As atividades empreendedoras começam pelo exterior e são focadas no exterior, onde estão os resultados. Tudo dentro de uma organização é um centro de custos.. Os resultados de qualquer instituição existem apenas no seu exterior.
Toda organização, seja comercial ou não, tem uma teoria do negócio,Sem dúvida, uma teoria, que seja clara, coerente  e focada é extraordinariamente poderosa.
Uma teoria do negócio possui três partes. Primeiro, há os pressupostos sobre o ambiente da organização: a sociedade e sua estrutura, o mercado, o cliente e a tecnologia. Depois temos os pressupostos sobre a missão especifica da organização. Então passamos para os pressupostos sobre as competências essenciais necessárias para cumprir missão da organização.
Os pressupostos sobre o ambiente definem aquilo porque uma organização é paga. Os sobre a missão determinam o que uma organização considera como resultados significativos; em outras palavras, eles apostam como ela se vê fazendo alguma diferença na economia e na sociedade em geral. Os pressupostos sobre as competências essenciais definem onde uma organização deve mostrar excelência a fim de manter a liderança.
Quando perguntamos o que é negócio, um empresário típico provavelmente responderá: "Uma organização voltada para o lucro". O economista típico provavelmente dará a mesma resposta. " voltada para maximizar os lucros"
A raiz da confusão é  a crença equivocada de que o motivo de uma pessoa - a chamada motivação de lucro do empreendedor - é uma explicação de seu comportamento ou seu guia para a ação correta. É altamente duvidoso se existe  de fato algo como a motivação de lucro.
Isso foi inventado pelos economistas clássicos para justificar  a realidade econômica, já que a sua teoria de equilíbrio estático não era capaz de explicar. Nunca houve qualquer evidência de que existisse uma explicação para os fenômenos da mudança e do crescimento econômico, sobre os quais a motivação de lucro foi antes convocada para explicar.
O conceito de que o objetivo de uma negócio é lucro é pior ainda que irrelevante, ele é prejudicial. É uma das causas principais para a má compreensão da natureza do lucro na nossa sociedade e para a hostilidade  em relação a ele, que estão entre os males  mais perigosos  de uma sociedade  ou organização.
Ele é em grande parte responsável pelos piores erros de uma política pública- nos Estados Unidos  assim como na Europa ocidental -, que são francamente baseados na falha em compreender a natureza, a função e crença predominante de que  existe  uma contradição inerente entre o lucro e a capacidade  de uma companhia de dar contribuição social. Na realidade, uma companhia só pode dar uma contribuição social se for altamente lucrativa.
Peter Drucker nos ensina que é o cliente que determina o que o que um negócio é. É o cliente, e só ele, que faz com que uma disposição de pagar por um bem ou serviço converta recursos econômicos em riquezas, e coisas em bens . O que o cliente compra e considera como valor nunca é um produto/serviço: é sempre uma utilidade, ou seja, o que o produto ou serviço faz por ele.
Como o propósito da qualquer empreendimento é cria, manter e fidelizar cliente, ela tem duas - e apenas essas duas - funções básicas: o marketing e inovação.
O objetivo do marketing é conhecer e compreender tão bem o cliente de modo a permitir que o produto ou serviço a ele se mostre adequado e venda sozinho
A segunda função básica de qualquer empreendimento é a inovação - a provisão de satisfações econômicas diferentes. Não é suficiente que o negócio ofereça apenas bens e serviços quaisquer. deve oferecer produtos e serviços melhores e mais econômico. Um negócio não precisa ficar maior; mais é necessário que constantemente melhor.
Acima de tudo inovação não é invenção. Trata-se de um termo de economia e não de tecnologia. Inovações não técnicas - inovações sociais ou econômicas - são pelo menos tão importante quanto as tecnológicas.
A inovação pode ser definida como atarefa de dota os recursos humanos e materiais com uma capacidade nova e maior de produzir riqueza. Converter as necessidades em oportunidades para negócios lucrativos é uma forma de inovar.
A definição do propósito do negócio e da missão do negócio existe apenas um foco, um ponto de partida. É o cliente. O cliente define o negócio. Um negócio não é definido pelo nome da companhia, por estatutos ou artigos da corporação.
É definido pela necessidade que cliente satisfaz quando ele compra um produto ou serviço. Satisfazer o cliente é missão e propósito de todos os empreendimentos.
A pergunta " Qual é nosso negócio?" pode, portanto, ser respondido apenas olhando para o negócio a partir de fora, do ponto de vista do cliente e do mercado.  O cliente está interessado apenas em seus próprios valores,em suas próprias necessidades, em uma própria realidade. Por essa razão apenas, qualquer tentativa  séria de dizer " qual  é nosso negócio? deve começar com o cliente e suas realidade,situação, comportamento, expectativas e valores.
"Quem é cliente?" é a primeira pergunta e a mais crucia para a definição do propósito e da missão do negócio.Não se trata de uma questão fácil e muito menos óbvia. A maneira como é respondida determina, em grande parte, como o negócio se define a si mesmo.
É importante também perguntar "Onde está o cliente"? Um questionamento é "O que o cliente compra?"
Qual será nosso negócio?".visa a uma adaptação a mudanças previstas. Visa modificar, entender, desenvolver o negócio existente, atual. Mas há necessidade também de se perguntar " Qual deveria ser nosso negócio?" Que  oportunidades estão surgindo, ou podem ser criadas, para cumprir o propósito e a missão do negócio para que ele se torne um negócio diferente?
Os negócios que não conseguirem responder a essa questão provavelmente perderão sua grande oportunidade.
Relembremos que o lucro não é um objetivo, é um requisito que precisa ser objetivamente determinado em relação ao negócio individuo, à estratégia, às necessidades e aos riscos.
Marketing e inovação são as áreas básicas na definição dos objetivos. É nessas duas áreas que um negócio obtém seus resultados. É pelo desempenho e contribuição nessas áreas que o cliente paga.


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Presentación libro Geografía Económica Innovación y periferia - de Ericê Correia.. Cuál es la relación del desarrollo local?

Presentación libro Geografía Económica Innovación y periferia. Cuál es la relación del desarrollo local?
   Durante las últimas décadas diversos autores han abordado la région como uma importante fuente de ventajas relacionadas com la competitividade. Autores como Scott y Storper, de los más destacados exponentes de la escuela californiana de Geografía Económica, señalan la existência de importantes razones para atender la región como um nível fundamental de coordinación, donde se manifestan la vida económica, y social, donde emergen diferentes formas de organización de la producción y regulaciones políticas, económicas y social es lo que há propiciado atribuir características distintivas y especiales a las misma.
  Importancia em esta discusión internacional lo constituye, el análisis territorial en el cual se desarrollan las atividades productivas y sociales encaminhadas a lograr un desarrollo a partir de las características fundamentales de las mismas y de como utilizar adecuadamente el posible potencial científico y tecnológico existente, los processos de innovación y la participación de las universidades.
  El libro que hoy presentamos Geografía Económica Innovación y periferia. Cuál es la relación com el desarrollo local? Refleja claramente la cuestión del desarrollo regional y local a partir de la existência de um processo innovativo em las atividades tecnológicas desarrolladas en regiones periféricas, en el ejemplo de la región de Garanhus-Pernambuco y 15 municipios de su enterno, y del produto leche en el caso brasileño.
  El mismo, es de gran importância, ya que el autor analiza, profundiza y nos muestra uma metodologia de trabajo encaminhada a compreender la importancia de la inovación tecnológica em regiones periféricas, apoyándose em um material gráfico, estadístico y de consulta de diversos autores.
  De tal manera, el autor Bezerra Correia se propone investigar la dinâmica geográfica de la región em cuestión, considerando a los actores que conforman el sistema de innovación local y regional, enfatizando em aspectos sociales, económicos, políticos, espaciales y tecnológicos, lo que logra a pesar de la complejidad del tema.
  Todo ello a través de uma adecuada fundamentación teórica, definiendo acertadamente los sistemas locales de innovación productivo y periférica entre otros.
  Atención especial, lo constituye el análisis realizado por el autor acerca de las possibilidades de implementación de um sistema regional-local de innovación en espacios periféricos, como lo constituye la meso región lechera de Garanhus en Pernambuco, para tratar de explicar que factores pueden influir y determinar en el desfasaje tecnológico y sus consecuencias en el desarrollo local y regional.
 Para la elaboración del libro Geografía Económica Innovación y periferia (?) Cuál es la relación con el desarrollo local? El autor se apoya em un análisis de la trayectoria tecnológica caraterizado por la lógica deductiva, es decir de lo general a lo particular, a partir del levantamento bibliográfico y de la observación directa y de trabajos realizados por otras instituciones brasileñas como IBGE, SEBRAE, EMBRAPA e IPA-PE, entre otros.
  Para uma mejor comprensión, el libro está elaborado en 4 partes esenciales, em la que de manera causal se analiza las características fundamentales de la producción lechera em Brasil y em particular em la región objeto de estúdio.
  La primera parte centra su atención en el análisis de las cuestiones globales y locales de la producción de leche a partir del análisis de factores geográficos em um sistema de innovación, haciendo énfasis en el espacio geográfico y la innovación. El mismo transita por el análisis de cuestiones globales y locales, de aspectos geográficos em um sistema inovador y los sistemas de proudcción de leche em Garanhuns-Pernambuco; y realiza un análisis comparativo de la produccción de leche en el mundo y em Brasil.
  Igualmente, analiza los sistemas de innovación en relación com las cadenas productivas, así como las características fundamentales de los mismos a partir del análisis de lo global a lo local en espacios geográficos del Brasil, las estructuras de las referidas cadenas, su relación con los espacios productivos y como médio técnico-científico, informacional.
  En su parte 2, dirige su atención a la producción lechera en Brasil y em particular em la Región Nordeste, como construcción de un espacio productivo, y donde enfatiza el papel del nordeste brasileño, como elemento importante em la producción de leche a nível nacional.
  Em la terceira parte del libro, “Los limites y possibilidades en la construcción de sistemas de innovación local em Garanhus-Pernambuco”, se realiza una acertada caracterización de los productores de leche de la región objeto de estúdio, haciendo énfasis en los factores de especialización a escala regional y local y las condiciones locales para la puesta em práctica de un sistema de innovación.
  Por último, la 4 parte del libro lo dedica a caracterizar a los actores de Garanhus-Pernambuco, realizando um exhaustivo análisis de los diferentes sectores, que de uma manera outra, están estrechamente relacionado con la innovación, entre los que se encuentran: las universidades, Gobierno Federal, Estado, município y empresas presentes en la región de estúdio, lo que contribuirá a poder discernir las dificultades y possibilidades del desarrollo de um sistema de innovación a escala regional-local.
  Sin duda estamos em presencia de uma obra que nos invita a reflexionar sobre la importancia de la producción lechera a escala local, y de como cada uno de los actores involucrados en este propósito deben actuar e implementar las tecnologias adecuadas que garanticen un aumento de la producción lechera, por una parte, y por outra contribuir a preservar las características essenciales de las regiones objeto de intervención.
  Para los que em Cuba estamos vinculados de uma forma u outra a esta problemática, constituye um valioso material de consulta en um momento em que el país se encuentra inmerso en la actualización de su modelo económico, y en especial, urgido de elevar la producción lechera como uma vía para contribuir a la alimentación de nuestro pueblo y a la sustitución de importaciones. Por ello, apreciamos y agradecemos doblemente el valor del libro.
Muchas gracias.
Professores titulares:
Dr. Arturo Rúa de Cabo y Dr. José Evelio Gutiewez Hdez
Facultad de Geografía, UH, Cuba.

arturo@gov.uh.

domingo, 18 de maio de 2014

LA INVISIBILIDAD DE LOS CIENTÍFICOS E INVESTIGADORES JUBILADOS EN LAS SOCIEDADES LATINOAMERICANAS. UN DEBATE PARA LOS ESTUDIOS CTS+

LA INVISIBILIDAD DE LOS CIENTÍFICOS E INVESTIGADORES JUBILADOS EN LAS SOCIEDADES LATINOAMERICANAS. UN DEBATE PARA LOS ESTUDIOS CTS+I

Elsa Beatriz Acevedo Pineda
Red  de Estudios Virtuales  CTS+I
CAEU – OEI


Nuestras sociedades tienen una enorme deuda con los valiosos aportes de sus comunidades científicas e investigativas, muy especialmente con los investigadores  jubilados, como fuente inagotable de diversos sabes así como de importantes líneas y escuelas de pensamiento endógeno. Sector sobre el cual lamentablemente se cierne un imperdonable manto de olvido, no obstante haber contribuido los mismos, con enormes aportes tanto cualitativos como cuantitativos para el desarrollo tecnocientífico de cada nacionalidad. Aportes de gran valor para nuestra región y para cada país de manera especial. Por lo tanto es un deber y más que ello  una obligación de nuestra sociedad reconocer, valorar y recuperar su peso e importancia en nuestra infraestructura científica y tecnológica nacional.

Uno de los temas más interesantes en el desarrollo del conocimiento en nuestras sociedades, se relaciona con el surgimiento y desarrollo de sus comunidades científicas, sobre las cuales hemos hablado ya en varios artículos anteriores publicados en la Sala de Lectura de la OEI www.oei.es  En esta oportunidad vamos a dedicar nuestra atención a un sector de esas comunidades científicas, muy poco valorado y escasamente reconocido; los investigadores jubilados.
Es necesario advertir que el presente tema es novedoso por varias razones; primero porque es poco abordado en los estudios sociales de la ciencia, segundo; porque a los jóvenes investigadores no les interesa mucho teniendo en cuenta que apenas empiezan su carrera académica y científica y tercero; porque a los investigadores mayores ya en edad  de jubilación o bien no aceptan la misma o bien esquivan el tema por el temor de un futuro incierto.
 De todas formas nos  referimos a un valioso grupo humano que durante muchos años dedicó sus mayores esfuerzos a la producción de conocimientos socialmente apropiados, en realidades que en oportunidades no han sido las más favorables al desarrollo del mismo.
Si bien el retiro por razones de jubilación cumple con lo estipulado en cada régimen laboral específico y muchos de nuestros investigadores en edad de jubilación optan por el mismo, también es cierto que bajo las características emergentes propias de nuestra sociedad sus aportes no pueden ni deben perder vigencia, porque una sociedad no puede desperdiciar y menos echar al olvido este inmenso patrimonio de conocimiento y experiencias acumuladas para el desarrollo de una verdadera sociedad del conocimiento.
La verdad el necesario relevo generacional no puede ser sinónimo de borrón y cuenta nueva en materia de producción de conocimientos, porque no podemos estar en cada momento empezando de nuevo y partiendo de cero, máxime en temas tan importantes como lo es la producción tecnocientífica en los países emergentes.
 Lamentablemente este es el panorama que se vive en aquellas sociedades con bajo nivel de desarrollo y  escaso estímulo y reconocimiento de sus comunidades científicas.
De otra parte si bien es cierto que es imposible obstaculizar el ascenso de las jóvenes generaciones al mercado laboral académico e investigativo, también lo es la necesidad de conservar ese vínculo con los investigadores jubilados, como formadores de nuevas escuelas de pensamiento crítico, en sociedades con un claro rezago en cuanto a la valoración de sus recursos humanos se refiere.
En este estado de cosas observamos dos claras tendencias; la primera representada por la presión  que viven los investigadores de mayor edad para que se jubilen, se retiren y dejen el “campo libre” a quienes deben seguirles por edad, por renovación y porque la ley así lo estipula. La segunda porque  existe otra tendencia en cabeza de aquellos investigadores que temen por el significado futuro de este retiro (aunque algunos lo hacen gustosamente y se desvinculan por completo), pero por lo general se siente un ambiente de zozobra  socio económica, laboral, sicológica, de temor, e inseguridad por falta de vinculación, actividad y apoyo institucional  que un retiro implica, además de la falta de reconocimiento y lo que es peor de visibilidad para continuar investigando así sea de medio tiempo y aún por horas.
En verdad nuestros Sistemas Nacionales de Ciencia, Tecnología e Innovación no contemplan estas situaciones de amplias implicaciones humanas y de valoración de la tradición investigativa de las regiones y del país en general.
Estamos seguros que si en nuestras sociedades se hace una convocatoria a los investigadores jubilados que deseen continuar contribuyendo al desarrollo tecnocientífico nacional, la respuesta dejaría asombrados a más de uno.
Surge entonces una pregunta; dónde están, qué hacen esos investigadores? la respuesta es verdaderamente difícil  de responder porque no existe una base de datos al respecto y a eso se le suma que cada año salen a retiro por razones de jubilación nuevos investigadores.
Lo que si es cierto es que el país los necesita en muchos frentes por ejemplo; como asesores y tutores científicos, conferencistas, directores de tesis y de proyectos de investigación, formadores de semilleros de investigadores, gestores de ciencia y tecnología, consultores y asesores independientes, así como en la producción de artículos y materiales científicos, o aportando su experiencia a la gestión de conocimiento, proponiendo orientando y asesorando cátedras sobre temas de actualidad,  igualmente como evaluadores de artículos de revistas científicas, miembros de comités editoriales, jurados de tesis de pregrado y posgrado, pueden igualmente apadrinar investigadores, orientar Clubes de Ciencia, pertenecer a Comités Científicos de diferentes instituciones y desempeñarse con excelencia en la diplomacia científica, campo aún  inexplorado en materia de oportunidades laborales, investigativas, de administración y gestión para las comunidades científicas.
  De la misma manera las universidades pueden y deben conformar equipos de asesores y consultores para sus rectorías, consejos académicos y de investigaciones así como en la orientación de programas estratégicos para cada contexto. En otras palabras los investigadores jubilados  representan en resumidas cuentas un tesoro para cada país que bien vale valorarse.
La tarea es verdaderamente novedosa se trata nada más ni nada menos que de “reinsertar” al flujo científico nacional y al desarrollo tecnocientífico de manera especial, a este valioso equipo humano y científico dotado de enorme trayectoria y enorme experiencia.
La verdad es que en nuestros países existe muy baja valoración de tan importante recurso humano e investigativo, considerando que el retiro de la vida laboral, significa un corte radical con sus vocaciones investigativas, cuando en realidad muchos de ellos tienen muy arraigado su compromiso social, con el desarrollo y producción de nuevos conocimientos de amplio beneficio para cada uno de nuestros países.
En estas condiciones vale la pena anotar que quienes se quedan en los laboratorios y centros de investigación y aún en la docencia, lo hacen más por iniciativa personal que por políticas institucionales.
También es cierto que no se puede comparar la situación de los científicos e investigadores jubilados que viven en los centros de mayor desarrollo, con la marginalidad de los mismos en las regiones apartadas de cada país, caracterizadas por manifestar menores posibilidades para seguir desarrollando actividades de carácter científico e investigativo.
Todo lo contrario sucede en otras latitudes como por ejemplo en Europa,  Estados Unidos y en nuestro ámbito regional en Cuba, en donde no existe límite de edad ni en servicios ni en capacitación para el personal de la ciencia, y los científicos de mayor edad disfrutan de una serie de reconocimientos, respetabilidad y visibilidad así como autoridad para dirigir estrategias en ciencia, tecnología e innovación.
La verdad es que en nuestro medio no existen estrategias institucionales encaminadas a preparar si se permite el término, a quienes se encuentran en las puertas de su retiro laboral, académico, científico e investigativo. Los centros de educación superior hacen cursos de inducción a los jóvenes profesionales que ingresan, pero no tienen estrategias sicosociales que preparen a sus próximos jubilados. Por esta razón muchos insisten en quedarse no obstante sientan un cierto choque generacional frente a las nuevas vinculaciones.
 Lamentablemente también hay que reconocer que  un sector por suerte minoritario se resiste  a salir porque temen perder los privilegios que año tras año les brinda el “turismo académico,” con todos los privilegios que ello implica.  Este es un fenómeno que retrasa el necesario relevo generacional que tarde o temprano debe darse al interior de la academia. Sea como sea lo cierto es que nuestras cafeterías universitarias se ven llenas de jubilados que por diferentes razones no pueden romper el cordón umbilical con su Alma Mater.
Situación que representa un cuadro verdaderamente dramático cuando en la realidad a los investigadores y científicos jubilados les queda al terminar su período de vida  al interior de la academia aún muchas cosas por hacer” y esta ambivalencia genera una enorme zozobra en este proceso de cerrar una puerta y dejar ir una etapa, precisamente por la falta de posibilidades que brinda el medio externo.
No obstante debemos reconocer que ante los enormes recortes presupuestales para la I+D+I en donde ni siquiera se asignan partidas  presupuestales pata las comunidades científicas jóvenes, y sus grupos de investigación existen apenas lógico que existan menos posibilidades para los investigadores jubilados. 
Otro aspecto especialmente sensible es el relativo a la baja cultura de respeto y reconocimiento que ellos mismos merecen. Cuando existe la creencia que a los jubilados como ya reciben su pensión no se le paga ningún salario por sus contribuciones, cuando se encuentran ya fuera del medio académico. Y lo que es peor plantean que los jubilados por su categoría y experiencia deben realizar sus actividades en calidad de  voluntariado como si se tratara de actividades para la Cruz Roja Internacional!
En consecuencia es lamentablemente penoso tener  que reconocer que en nuestra sociedad ni existen presupuestos, ni ofertas laborales para este valiosísimo capital Humano. Como consecuencia de lo anterior, todas las propuestas, aportes, proyectos obedecen a iniciativas personales de los mismos.
Además de lo anterior es necesario establecer una clara diferenciación al interior de los académicos e investigadores en edad de jubilación: A) Quienes además de no aceptar la realidad de su período de retiro, persisten en quedarse en sus puestos laborales aún a sabiendas que con ello impiden el necesario y  relevo generacional que debe darse. B) Quienes aceptando el retiro por edad y servicios prestados desean seguir de alguna manera vinculados a las mismas actividades pero de forma externa a través de charlas y conferencias, y algunas horas cátedra; C) Quienes aceptando su retiro se abren a nuevas posibilidades bien sea capacitándose en otras áreas diferentes a las de su desempeño tradicional o liderando procesos novedosos que involucren nuevas áreas de pensamiento. Y D) Quienes desean un retiro definitivo y esperan dedicarse a descansar viviendo y disfrutando a su manera las  nuevas experiencias que la vida les ofrece.
En todas estas versiones lo que hay que comprender es que no se trata del último período de la vida académica sino una nueva oportunidad para abrirse a nuevas experiencias, personales e investigativas. De lo que se trata es de empezar a transitar por nuevos caminos con pasos mucho más seguros, gracias a una valiosa experiencia acumulada.
 En consecuencia existen numerosas opciones para  los científicos e investigadores jubilados, y esta es una tarea que recae en todos y en cada uno de nuestros Sistemas Nacionales de Innovación.
Desde los Estudios de Ciencia, Tecnología y Sociedad hacemos un llamado a insertar esta realidad contextual dentro de nuestras investigaciones, gestiones y divulgaciones científicas.


BIBLIOGRAFÍA RECOMENDADA

Bueno, E. El capital intangible como clave estratégica en la competencia actual. Boletín de Estudios Económicos, 29-38, 1998
Muñoz Luisa Fernanda y Marcela Sánchez Torres. Caracterización de las actividades realizadas por los docentes jubilados en IES propuesta metodológica. Universidad Nacional de Colombia http://Disi.edu.co/~jmsanchezt/unal.edu.co documentos



sábado, 17 de maio de 2014

RESUMEN : LA INVISIBILIDAD DE LOS INVESTIGADORES JUBILADOS EN NUESTROS PAÍSES - Elsa Beatriz Acevedo Pineda Gestión y Divulgación Científica Ciencia,Tecnología,Sociedad e Innovación CTSI Colombia elsabeatriza@yahoo.com

RESUMEN : LA INVISIBILIDAD DE LOS INVESTIGADORES JUBILADOS EN NUESTROS PAÍSES

Sin lugar a dudas en las esferas académico investigativas de nuestros países se contemplan muchas y muy variadas tareas, propuestas y proyectos. La mayoría de las mismas vinculadas con la aplicación de la ciencia y la tecnología en sus contextos inmediatos, encaminadas a superar  una gran cantidad de problemas estructurales que nos aquejan.
No obstante aún existen enormes retos en materia de  estudios sobre el mundo interior de sus comunidades científicas, y muy específicamente en lo relativo al momento de su retiro laboral, frente al natural relevo generacional que debe darse al interior de las mismas, el cual dicho sea de paso permitirá el ascenso de quienes hoy apenas ingresan a los semilleros de jóvenes investigadores, en distintas áreas del conocimiento científico y en sus consecuentes aplicaciones tecnológicas.
Este tema reviste gran importancia por cuanto compromete el futuro no sólo de una gran cantidad de investigadores, sino de sus proyectos académicos e investigativos. También es cierto que nadie se atreve a manejar el mismo como una realidad constante en nuestro contexto sociocultural, así como en lo referente a nuestra infraestructura científico técnica.

Por esta razón el artículo sobre la Invisibilidad de nuestros científicos analizada desde las relaciones entre ciencia y sociedad, pretende empezar un debate tan tardío como urgente que involucra seriamente las proyecciones tecnocientíficas en nuestros países.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

MESTRADOS E DOUTORADOS EM ASSUNÇÃO, Py

MESTRADOS E DOUTORADOS EM ASSUNÇÃO, Py
         Visión Educacional Chile - Pós-graduação UDS
            Diretor Geral Prof. Dr. Leopoldo Briones Salazar           
PORTARIA NACIONAL UNIVERSIDADE UDS, Py
A UNIVERSIDAD DE DESARROLLO SUSTENTABLE, de Assunção/Paraguai
Portaria Nacional nº 3334/07/PY.
OBJETIVOS DOS CURSOS
CURSOS DE MESTRADO
CURSOS DE DOUTORADO
Os Cursos de Mestrado procuram formar Mestres com alto nível de competências e autonomia profissional em processos de gestão, de pesquisa, gerando um espaço de reflexão, discussão e aprendizagem, fortalecendo a análise crítica do saber no campo especifico, das práticas e estabelecendo propostas para atender os desafios atuais.
O Curso de Doutorado procura formar Doutores com alto nível de competências e autonomia profissional em processos de liderança organizacional e de pesquisa, gerando um espaço de reflexão, discussão e análise crítica do seu campo profissional, seus discursos e suas práticas e possibilitando a produção de novos conhecimentos e inovações.
CURSOS NA AREA DE EDUCAÇÃO
Mestrado em Ciências da Educação
Mestrado em
Gestão Educativa
Mestrado em Educação Inclusiva
Doutorado em Ciências da Educação
Mestrado em Educação Matemática
Doutorado em Educação Matemática
CURSOS NA AREA DE ADMINISTRAÇÃO
Mestrado em Administração
Mestrado em Gestão Turística e Hotelaria
Mestrado em Marketing Estratégico e Publicidade
Doutorado em Administração
Mestrado em Agronegócios

Mestrado em Gestão Agropecuária

Mestrado em Administração e Gestão Esportiva
Mestrado em Auditoria e Ciências Contábeis
Mestrado em Economia
Doutorado em Economia
CURSOS NA AREA DE DIREITO E GESTÃO PÚBLICA
Mestrado em Direito
Doutorado em Direito
Mestrado em Governo e Gestão Pública
Mestrado em Relações Internacionais
CURSOS NA AREA DE PSICOLOGIA
Mestrado em Psicologia
Doutorado em Psicologia
CURSOS NA AREA DE SAÚDE
Mestrado em Gestão de Saúde
Mestrado em Gestão de Vigilância Sanitária
Doutorado em Saúde Pública
CURSOS NA AREA DE TEOLOGIA
Mestrado em Teologia
Doutorado em Teologia
CURSOS NA ÁREA TECNOLOGIA E CIÊNCIAS
Mestrado em Ciências da Engenharia
Mestrado em Gestão de Hidrocarburos
Mestrado em Química
Mestrado em Física
Mestrado em Matemática
Doutorado em Gestão Ambiental
Doutorado em Matemática e Estadística
Doutorado em Ciências da Engenharia
Doutorado em Gestão de Hidrocarburos

RECONHECIMENTO DO DIPLOMA
Em alguns casos, o estudante não terá necessidade de reconhecimento do Diploma dos cursos stricto sensu de Mestrado e Doutorado entre países integrantes do Mercosul. Havendo necessidade de reconhecimento do Diploma o estudante solicita o reconhecimento em universidades brasileiras que possuam curso de pós-graduação na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior.

O parecer do Conselho Nacional de Educação/CES Nº 106/2007 amparado pelo decreto presidencial brasileiro nº 5.518, de 23/08/2005 (Acordo de Admissão de Títulos e Graus Universitários para o Exercício de Atividades Acadêmicas nos Estados Partes do Mercosul) confere o direito ao exercício temporário das atividades de docência e pesquisa sem haver a necessidade do reconhecimento do diploma obtido nos Estados partes do Mercosul.

Aprovado o Projeto de Lei: Revalidação ou Reconhecimento Automático de Diplomas Estrangeiros.

Ementa: Da COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 399, de 2011, do Senador Roberto Requião, que altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da educação), para dispor sobre a revalidação e o reconhecimento automático de diplomas oriundos de cursos de instituições de ensino superior estrangeiras de reconhecida excelência acadêmica.

SUGESTÕES DE FACULDADES QUE PODEM REVALIDAR
Seguem alguns links de Resoluções sobre revalidação de diplomas, verificar se a Universidade escolhida tem um curso compatível com o curso feito no exterior.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CATARINA
VER CURSOS NO LINK


UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
VER CURSOS NO LINK


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
VER CURSOS NO LINK

PÚBLICO ALVO

Os cursos de Mestrado e Doutorado, nas modalidades ofertadas destinam-se a profissionais, pesquisadores e/ou pessoas que tenham especial interesse no seu desenvolvimento profissional ou académico para atuar com maiores ferramentas, conhecimentos e um sentido ético no mundo público e privado.



METODOLOGIA
Aulas Presenciais Intensivas
Aulas em janeiro e julho
Tutoria de Tese
Atividades guiadas com Tutores desde o inicio do Curso
Tese e Defesa em Português
Atividade feita na língua portuguesa
Trabalhos com Normas ABNT
Trabalhos e Tese com Normas ABNT
Uso de Plataforma Moodle
Com materiais e bibliotecas virtuais
Curso de Espanhol
Aulas interativas
Trabalhos Científicos por Módulos
Tutoria para publicações cientificas
Análises de Casos Internacionais
Oficinas para análise de Casos Comparados
Avaliações múltiplas
Elaboração de artigos, resolução de problemas, análises de casos, projetos, debates, trabalhos individuais e grupais.
Leituras Guiadas de Textos Especializados

Trabalho Tutorado pela Plataforma
DIFERENCIAÇÃO DOS CURSOS
Diplomas com possibilidade de Dupla Titulação
Diplomas do Paraguai com Diplomas do Chile, Espanha, Bélgica
Professores 100% Doutores com Experiência Internacional Reconhecida
Aulas com Excelência Acadêmica Qualificada
Participação em Seminários Internacionais
Seminários Certificados como assistentes ou participantes (mínimo de 20 horas)
Palestras e Conferencias Internacionais
Atividades feitas com Especialistas Convidados (certificado por crédito)
Diploma Curso de Espanhol
Certificação de Aulas de Espanhol
Diploma de Especialização na área atuante expedido pela Universidade

Diploma ao concluir os créditos de Doutorado
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES ACADÉMICAS

1ª Fase: Aulas
As aulas para julho serão com 2 possibilidades (por causa da Copa):
a)    07 a 25 de julho 2014
b)   16 a 31 de julho 2014
Assunção – Py

(Curso de Mestrado e Doutorado)
Aulas Presenciais – Tutoria de Tese – Tutorias para elaboração de artigos científicos – Palestras Internacionais
2ª Fase: Aulas
(07 a 28 de janeiro 2015)
Assunção – Py
(Curso de Mestrado)

Aulas Presenciais – Tutoria de Tese – Tutorias para elaboração de artigos científicos – Palestras Internacionais
3ª Fase: Aulas
(06 a 24 de julho 2015)
Assunção – Py
(Curso de Mestrado)

Aulas Presenciais – Tutoria de Tese – Tutorias para elaboração de artigos científicos – Palestras Internacionais
Defesa de Tese
Assunção - Py
Apoio e acompanhamento para a apresentação da Tese – Banca com Doutores




MATRIZ CURRICULAR MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
Semestre
Disciplinas
Créditos (SCT)
Semestre I
Políticas e Reformas Educativas
6

Fundamentos Socioantropológicos da Educação
6

Teoria e Modelos Curriculares
6

Metodologia da Investigação
6
Semestre II
Modelos de Gestão Educativa e Desenvolvimento Organizacional
12

Fundamentos da Aprendizagem e do Ensino
8

Gestão e Desenvolvimento Curricular
12

Seminário de Tese I
6
Semestre III
Inovação e Projetos Educativos
12

Estratégias da Avaliação da Aprendizagem
8

Avaliação da Instituição Educativa
12

Seminário de Tese II
8

Tese
16

Totais
118




MATRIZ CURRICULAR DOUTORADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
Semestre
Disciplinas
Créditos (SCT)
Semestre I
Políticas Educativas e Modelos de Educação Comparada
10
Educação, Aprendizagem e Neurociências
10
Epistemologia das Ciências da Educação
10
Metodologia da Investigação
12
Semestre II
Economia, Educação e Desenvolvimento
10
Sociologia e Antropologia da Educação
8
Currículo, Inovação e Transformação Educativa
10
Seminário de Tese I
12
Semestre III
Modelos da Avaliação e Qualidade Educativa
10
Educação e Inclusão Social
10
Gestão Educativa e Desenvolvimento Organizacional
10
Seminário de Tese II
12

Tese
40

Totais
164



MATRIZ CURRICULAR MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO
Semestre
Disciplinas
Créditos (SCT)
Semestre I
Fundamentos de Economia e Administração
10

Direção Estratégica de Empresas e Marketing
8

Gestão e Desenvolvimento Organizacional
8

Metodologia da Investigação
6
Semestre II
Gestão Financeira e Tomada de Decisões
8

Habilidades Diretivas e Gerenciais
8

Desenho e Avaliação de Projetos
10

Seminário de Tese I
6
Semestre III
Plano de Negócios para Geração e Gestão de Pymes
10

Financiamento Empresarial e Análise Bursatil
10

A Economia do Entorno Empresarial
10

Seminário de Tese II
8

Tese
16

Totais
118




MATRIZ CURRICULAR DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO
Semestre
Disciplinas
Créditos (SCT)
Semestre I
Administração baseada nas evidencias
10
Modelamento e Optimização
8
Análise Multivariado
8
Metodologia da Investigação
12
Semestre II
Teoria de Jogos e Modelos Económicos Contemporâneos
10
Entorno Empresarial e Decisões Competitivas
10
Direção Corporativa
8
Seminário de Tese I
12
Semestre III
Empreendimento e Inovação
10
Responsabilidade Social e Ética Empresarial
10
Tópicos de Marketing, Finanças e Operações
10
Seminário de Tese II
12

Tese
40

Totais
164
  
INVESTIMENTO NOS CURSOS
CURSOS DE MESTRADO
CURSO DE DOUTORADO
Inscrição
R$ 400,00
Inscrição
R$ 600,00
Parcelas (24)
R$ 400,00
Parcelas (24)
R$ 600,00
Titulação
R$ 2.000,00
Titulação
R$ 3.000,00
INVESTIMENTO POR CURSO INTEGRADO (VALORES REFERENTES AS PARCELAS)
Mestrado
20 x R$ 500,00
Doutorado
20 x R$ 500,00
Total Parcelas do Curso Integrado
Inscrição
Titulacao
40 x R$ 500,00
2 x R$ 400,00
2 x R$ 2.000,00
DESCRIÇÃO GERAL DO PRE-PROJETO DE TESE
Tema de Pesquisa (em 5 linhas)


Linha de Pesquisa (em 2 linhas)

Experiência na Linha de Pesquisa (em 10 linhas)


Relação entre Linha de Pesquisa e o Trabalho (em 3 linhas)

DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA AO MOMENTO DA INSCRIÇÃO
Documentos a serem apresentados Juntamente com a Ficha de inscrição devidamente preenchida: (Obs: 2 cópias de cada documento).
Diploma e Histórico Escolar de Graduação de Curso reconhecido pelo MEC (com firma reconhecida de um dirigente que assinou o documento).
Cópia de Cédula de Identidade (autenticada).
CPF     
Curriculum Vitae resumido.
Comprovante de residência.
Duas fotos 3x4.
Certificado com Histórico de Pós-Graduação (autenticado).
DOCUMENTAÇÃO PARA VIAGEM
Passaporte Original e válido para viagem.
Antecedentes criminais (válido somente pela INTERNET – validade  02 meses).
Certidão de nascimento original.
Certidão de casamento original.
Certidão de Divórcio ou Desquite Original.
RG original.
INFORMAÇÕES DE VIAGEM
O investimento com passagem aérea, hospedagem e alimentação é de responsabilidade do estudante.

O valor da passagem aérea varia de acordo com o dólar e com a proximidade da viagem, haja vista o grande número de estudantes que viajam no intercâmbio estudantil stricto sensu no MERCOSUL nos meses de janeiro e julho.

O valor da passagem aérea está em, aproximadamente, R$1.200,00 (ida/volta)

O valor com Hospedagem está em média:
·         Aptº triplo – R$50,00
·         Aptº duplo – R$70,00 por pessoa
·         Aptº single - R$90,00

A média de valores com alimentação: Por dia - R$20,00 (almoço e jantar)

A Universidade disponibiliza traslado de ida e volta Hotel/Faculdade/Hotel durante o período do curso.
HOTEIS (fica por conta do estudante)
Hotel Palmas del Sol
Hotel Armele
Hotel Internacional
Hotel Chaco
Hotel Zaphir
Hotel Paraná
Hotel San Diego
Hotel Saragó
Hotel Preciado
Hotel España
Hotel City
Hotel Excelsior
Hotel Guaraní
Hotel Presidente
Hotel Los Alpes
Posada
Hotel Manduvirá
Hotel Manduará
Hotel Plaza
Hotel Cecilia
Hotel IBIS
Hotel Puertas del Sol
Hotel Sheraton
Hotel Maison Suisse
*Os dados dos Hoteis em Assunção pode achar em www.google.com.py (coloque Hoteles en Asunción)



CONTATO

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Site Web: